O que fazer em Alter do Chão

Alter do Chão, em Santarém, tem tantas belezas e atrativos que jamais caberia tudo num post só. Cada vez que piso ali, volto encantado por algo completamente novo. Dos encantos naturais ao povo, tudo me faz bem. Mas sendo um lugar que ainda tem muito a me mostrar, compartilho com vocês o que, ATÉ AQUI, me surpreendeu nesse recanto amazônico. Óbvio que ainda há muito a se explorar e eu espero fazer isso logo mais.

Trapiche da Praia do CAT. Foto: Petterson Farias

Ah, e antes de qualquer coisa: ao programar sua ida para Alter do Chão, muito importante verificar o nível do rio Tapajós na data da sua viagem, porque, vai por mim, é ele que vai nortear todo seu rolê.

  • Fevereiro a junho: rio cheio
  • Junho a outubro: vazante
  • Novembro a janeiro: rio seco

Fim de tarde na Ilha do Amor. Foto: Petterson Farias

1 – Floresta Encantada

Foto: Petterson Farias

Um verdadeiro mergulho nas entranhas da Floresta Amazônica. Quando o rio Tapajós sobe, você pode transitar entre árvores, aves e o silêncio da natureza, num passeio de 40 minutos dentro de um barquinho. O valor do passeio é $ 30,00.

Na volta, já escolha uma mesa ali mesmo, no restaurante de onde saem os barcos. Nele, o preço da comida é justo e enquanto eles não te servem, você pode continuar aproveitando a paisagem dando mergulhos no lago.

2 – Casa do Saulo

Foto: Casa do Saulo

O restaurante mais famoso de Santarém atrai turistas do mundo inteiro, isto porque, lá a experiência vai além da gastronomia: tem atrativos para todos os sentidos. A Casa do Saulo não fica necessariamente em Alter, mas em Carapanari, e reserva não só pratos regionais deliciosos, mas também uma piscina com vista privilegiada para o Tapajós, assim como uma praia “particular”. Te indico ir cedo e passar a tarde inteira lá. 

A casa funciona de terça a domingo:
Terça a quinta: 11h às 16h
Sexta-feira: 11h às 17h
Sábado e domingo: 10h às 18h

Praia no quintal da Casa do Saulo. Foto: Petterson Farias

Restaurantes instagramáveis. Foto: Casa do Saulo

Foto: Petterson Farias

3 – Ilha do Amor

Ilha do Amor. Foto: Petterson Farias

A ilha que deu à Alter do Chão o título de praia de água doce mais bonita do mundo, pelo The Guardian, é o cartão postal mais famoso da vila. Sua faixa de areia branquinha revelada em meses de baixa do rio Tapajós é um espetáculo amazônico dos mais lindos. Nela, há barracas que vendem bebidas e comidas; aluguel de caiaques e pranchas para stand up paddle; e barcos/lanchas que fazem passeios para outros lugares de Alter, como a Ponta do Cururu. A travessia para a ilha é feita por catraias (canoas) e custa $ 5,00.

Foto: Petterson Farias

As catraias. Foto: Petterson Farias

4 – Ty Comederia

Bar e restaurante delicinha para ouvir boa música e se divertir com pé na areia. Com vista para a Ilha do Amor, é mais uma boa opção para curtir depois da praia. Ty Comederia funciona todos os dias, das 19h às 23h30.

Foto: Petterson Farias

Foto: Ty Comederia

Foto: Ty Comederia

Foto: Ty Comederia

5 – Pajuçara

Mais uma praia linda e enorme ao seu dispor. Pajuçara fica um pouco distante da vila de Alter do Chão, mas é também um lugar para encher os olhos e se conectar com as belezas naturais dessa região. 

Foto: Petterson Farias

Entardecer em Pajuçara. Foto: Petterson Farias

6 – X-Bom Hambúrguer

X-Bom é um dos rolês mais recomendados na vilinha de Alter. A lanchonete tem um cardápio curioso e delicioso, que atrai muitos turistas. Depois de tantas indicações de amigos, fui lá para experimentar o hambúrguer de piracuí (farinha de peixe) e amei.

A hamburgueria funciona das 17h30 às 23h.

Burger de Piracuí. Foto: Petterson Farias

7 – Pôr do Sol no Trapiche

Final de tarde é no trapiche de mais uma das praias de Alter do Chão: a Praia do CAT. Lá, o sol se põe majestoso e você tem uma visão privilegiada desse momento. Dependendo de qual seja o seu rolê, dá pra meditar, aplaudir o crepúsculo e/ou caçar muitos likes com fotos belíssimas pro teu instagram. 

Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

Trapiche da Praia do CAT. Foto: Petterson Farias

8 – Do Italiano

Outra boa opção pra quem gosta de beber e comer. O restaurante Do Italiano fica na pracinha central de Alter do Chão e é um ótimo lugar para encontrar pessoas, ouvir boa música, jogar conversa fora e descansar depois de um dia inteiro de atividades. 

9 – Çairé

Uma das festividades mais tradicionais e importantes do Pará, o Çairé ocorre no mês de setembro, começando sempre com seus rituais religiosos e terminando com a famosa disputa dos botos Tucuxi e Cor de Rosa. Um espetáculo pra encher os olhos, o espírito e o coração. 

A parte religiosa da Festa do Çairé. Foto: Petterson Farias

Alegorias da parte profana do Çairé. Foto: Petterson Farias

Boto Tucuxi. Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

10 – Pindobal

Essa praia pertence a Belterra, um município próximo de Alter do Chão. Com um visual incrível, de barraquinhas de palha e água a perder de vista, Pindobal é também uma atração imperdível. Se você estiver com tempo disponível, não deixe de dar um pulo lá.

Essas e outras dicas no meu instagram também: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Na pracinha central de Alter

Ilha do Amor

Casa do Saulo

Buenos Aires: um lugar pra voltar sempre

Vem de câmbio paralelo, vem! Sim, minha gente, nada de Salinas nem Mosqueiro, esse post é pra enaltecer a princesinha Buenos Aires, a Mosqueiro do Brasil. 

Que Argentina é um destino banalizado, isso eu já sei. Considerado quintal do nosso país, está para o Sul do país tal qual Ilha do Combu está para Belém, mas, mana, eu moro na Amazônia. Só de atravessar mais de 20 estados brasileiros em 12 horas de viagem, eu já me sinto em Dubai. How can I say OBRIGADO, MEU DEUS in árabe?

E pra quem nunca foi, eu só te digo vai! Buenos Aires é tipo Europa, sabe?! Só que em pesos argentinos. A arquitetura me impressionou bastante. Eu andava o tempo inteiro olhando pros prédios maravilhado que nem Maria da Graça em Lua de Cristal quando chegou na cidade grande pra morar com a tia. 

Florida

Caminito

Floralis Genérica

No primeiro dia, em uma tarde, batemos perna (sim, ANDANDO MESMO) pela Nove de Julho, onde fica o famigerado Obelisco; pela Casa Rosada; Puerto Madero; Florida; e pela Avenida Corrientes que tem de tudo, INCLUSIVE E SOBRETUDO, livrarias de todos os tamanhos e gostos, uma pena meu espanhol se resumir aos stories do Maluma, acabei não comprando nenhum livro.

Lá, em dezembro é verão: 36 graus na sombra. REPREENDA, SENHOR! Porém suando menos que no Pedreira-Lomas em dia de chuva. GLÓRIAS TE DOU, SENHOR! Menos suor, mais calça roçando entre as pernas juntas: não se pode ter tudo, né?!

Posando com o famoso Obelisco

Caminito

Avenida Corrientes

– Pett, mas e a língua?
– Língua a gente beija, mulher
– Não, a outra língua. Dificuldade pra hablar?
– Juro que não. Em Buenos Aires tem mais brasileiro que no Jurunas e os argentinos já estão acostumados. Nas horas em que eu me sentia na série NARCOS e meu único instinto era soltar um NO ENTIENDO NADA, HIJO DE PUTA, eu gritava mozão baiano e tudo se resolvia. ‘OXENTE, o rapaz só deu boa tarde!’

Descobri que estava hospedado quase dentro do Café Tortoni, indicado pela maioria dos turistas empolgados. Conseguimos a façanha de ir duas vezes e não enfrentar fila, mas ao sair, nos deparamos com uma multidão de pessoas digna de uma corda do Círio. Impressões? Caro demais. ME BATAM!

Fomos ao Caminito: um complexo pequeno de ruas cheias de lojinhas, restaurantes e paredes coloridas pra blogueira nenhuma botar defeito. Fui sem expectativa, voltei de lá com mais sacola que a minha mãe quando sai do supermercado.

Museo Nacional de Bellas Artes

El Ateneo: considerada uma das livrarias mais lindas do mundo

Museo Nacional de Bellas Artes

Tentei a todo custo realizar o sonho de trocar meu guarda-roupa inteiro na Argentina, mas o máximo que consegui comprar foi doce de leite e capa de almofada. Não se iludam: Buenos Aires não é mais destino de compras (dizem que já foi bastante). Galerias Pacífico? Só pra bater foto e TCHAU, GOOD BYE PRA VOCÊ! Mas em compensação, comida, meu amor: comi carne, batata frita e doce por um ano inteeeeeiro. 

Ps: Dadá Bistrô (atrás das Galerias Pacífico), Las Lilas em Porto Madero, Cucina Paradiso e William’s Burger são lugares legais pra comer.

Um dos postais mais famosos de Buenos Aires: Caminito

Galerias Pacífico

Café Tortoni

Fui bem reticente ao parque da Floralis Genérica, mas acabei curtindo o rolê. Se numa tarde tu visitas o parque, dá um pulo no Museu de Belas Artes, roda no Shopping Design e te benze no cemitério da Recoleta, o passeio vale muito a pena. Só não visitei o cemitério porque já era noite e eu tenho amor pela minha vida DEUS QUE ME DIBRE CEMITÉRIO À NOITE, sou nem fã da Lana Queria Estar Morta del Rey.

E no último dia do ano – a viagem foi no réveillon de 2018 -, aproveitamos o clima de inverno e viramos a Feirinha de San Telmo do avesso. Achei até que ia comprar mais coisas, mas só fali mesmo com pôsteres. Minha parede vai ficar mais enfeitada que fantasia de Rainha das Rainhas.

Transporte? Vá de táxi. Não vi tanta diferença de valores entre eles e o uber.
Câmbio? Em Florida.
Uma dica? Aeroporto de Ezeiza é longe pra cacete. Mais 10km, a gente chega em Quatipuru. O Aeroparque fica mais perto do centro.

Buenos Aires é uma cidade linda. E sinto que não conheci metade dela. Suponho que a maioria dos brasileiros que esteve em Buenos Aires, voltou pra casa com esse gostinho de quero mais. Falo por mim, quero sim! Volto qualquer dia!

Eu também compartilho minhas viagens e outras impressões de mundo aqui: instagram.com/pettersonfarias

Impressões sobre Nova York

Eu amei Nova York. Fui, irei novamente e recomendo pra quem quer que seja. Estive lá no finalzinho de 2018 e anotei algumas dicas pra compartilhar com você, que pretende ir logo mais e não sabe por onde iniciar a pesquisa dessa viagem.

Pra começar, o aeroporto é bem distante do centro de Manhattan e há inúmeras possibilidades de transporte. Nós fomos de Transfer (uma espécie de motorista particular que te apanha na saída do aeroporto, $130) e voltamos de Uber (pagamos $83 porque pedimos em horário de pico). Mas há opções bem mais em conta, como ônibus e metrô, por exemplo.

Visto
O que mais me afastava da vontade de conhecer os Estados Unidos era a impressão de que tirar o visto seria difícil demais. Mas descobri que há diversas assessorias especializadas em visto e acabei contratando uma delas. A Globalvisa (tem em todo o Brasil) foi a escolhida. Eles nos ajudam desde o preenchimento do formulário em inglês até às dicas de como se comportar na entrevista. Eu escolhi ser entrevistado em Recife e foi muito tranquilo. As pessoas nos metem tanto medo, mas comigo foi super de boa. Três perguntinhas e, em menos de dez dias, o visto estava nas minhas mãos.

Hospedagem
Nossa escolha foi o Radisson Martinique, que fica na 32 street, entre a quinta e a sexta avenida. Embora o hotel não ofereça café da manhã (você pode pagar por fora) e o preço não seja tão barato assim, a localização vale muito a pena. No entorno, as principais lojas, boas lanchonetes, restaurantes e alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade, como o Empire State e a Times Square.

Alimentação
Eu sinceramente esperava mais. Ok, ok, que a gente vive num país de gastronomia sem defeitos, mas, de fato: assim como não comi nada ruim, também nada me surpreendeu. Em média, gastamos 25 dólares por refeição, comendo duas ou três vezes ao dia. E claro, nos entupimos dos famigerados brunchs e burgers de fast foods como The Five Guys, Starbucks, The Harold, Panera Bread e Shake Shack.

Mas uma coisa eu amei: nos restaurantes sempre têm água da casa e em abundância. ❤

Nossa primeira refeição na cidade. No The Harold, que fica ao ladinho do Hotel Radisson Martinique

The Harold

Idioma
Nova York é uma cidade bem receptiva e generosa com os turistas, mas se eu não estivesse com alguém que fala em inglês, eu teria encontrado dificuldades, porque na hora H, por mais que você entenda minimamente o idioma, bate o nervoso, a mente trava e você passa vergonha. Agora uma coisa é certa: em uma semaninha, você já começa a ter algumas noções de como pedir as coisas em lojas, restaurantes e consegue estabelecer um contato mínimo pra não morrer de fome nem ficar mudo na frente dos outros.

Dezembro: dias frios, clima natalino morno
Pra quem ama o frio, o mês de dezembro é ótimo, porque é quando a temperatura cai bastante, mas não esfria tanto quanto de janeiro em diante, eles dizem. É um mês especial também porque a cidade se enfeita para o natal, mexendo assim com todo aquele nosso imaginário, adquirido com muitos filmes da Sessão da Tarde. Se você for nessa época, a sua primeira compra deve ser: luvas e camisa térmica. A minha camisa eu comprei por 19 dólares na Uniqlo.

Mas ó, preciso ser honesto com vocês, mesmo com as lojas enfeitadas, a árvore enorme e linda do Rockfeller, entre outros atrativos, eu esperava mais do clima natalino de Nova York. Pelo menos comigo, rolou uma leve decepção.

A famosa árvore natalina do Rockefeller

Roteiros Turísticos
Uma das minhas maiores dificuldades ao pesquisar turismo em NYC foi descobrir o que é perto de quê. Os blogs e canais especializados não falam muito sobre isso. Fui morrendo de medo de não entender as distâncias e proximidades e gastar o dobro de dinheiro visitando em dias diferentes pontos turísticos próximos.

Mas pra minha surpresa, além de Nova York ser uma cidade muito fácil de se entender, por causa das ruas numeradas (isso é maravilhoso!), há umas regiões que aglomeram diversos pontos icônicos, te permitindo assim, num dia, conhecer tudo de uma só vez.

Como essa minha primeira viagem foi menos pra produzir conteúdo e mais pra namorar, descansar e conhecer, a gente não se forçou a correr demais pra fazer mil check-ins. Porém, abaixo seguem alguns lugares em que estive e como você pode se organizar pra visitá-los também:

Roteiro 1

Oculus, Memorial World Trade Center e One World Observatory. Próximos dali estão também a grande loja da Century 21 e o polo gastronômico Eataly;

Oculus é estação de trem, shopping center, ponto turístico e faz parte do grande complexo que relembra os atentados de 11 de setembro

Uma curiosidade: Oculus é projeto do arquiteto Santiago Calatrava, o mesmo que projetou o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro

Roteiro 2

Catedral St. Patrick, Top of The Rock que tem vista panorâmica e a famosa árvore de natal do Rockefeller Center com sua pista de patinação;

E esses raios de sol fazendo a catedral brilhar? ❤

Interior da Catedral St. Patrick

Roteiro 3

Empire State Building, Biblioteca Pública e a Grand Central Station, que embora seja uma estação de trem e metrô, é um lugar bem bonito pra visitar;

Biblioteca Pública de Nova York que, assim como o Empire State, fica na Quinta Avenida

Pegando um trem na Estação Central pra ir à Stanford


Roteiro 4

MoMa – The Museum of Modern Art; Central Park e MET – The Metropolitan Museum of Art (preciso avisar que nesse caso, os museus não são tão próximos um do outro como nos outros roteiros);

No acervo do MoMa, obras de Van Gogh, Andy Warhol, Picasso e outros artistas incríveis. O espaço tem ainda uma livraria, uma lojinha que achei cara demais e um café que tem um sanduichinho de salmão e um suco MARAVILHOSO!

A entrada no MoMa e no MET custa 25 dólares

Central Park

The MET

Roteiro 5

Times Square; Madison Square; loja B&H; e outras dezenas de lojas;

Transporte
Melhor meio de locomoção: seus pés. Hahaha
Sinceramente? Andamos de uber umas três vezes (o app lá não aceita dinheiro, apenas cartão) e depois descobrimos que há ainda outros aplicativos mais baratos que ele. Pegamos trem e metrô apenas uma vez. E durante sete dias, caminhamos como se não houvesse amanhã. Tomando a Quinta Avenida como referência, por exemplo, você rápido aprende o que fica pra cima e o que fica pra baixo e logo você se localiza.

Além de o trânsito de NYC ser caótico como em qualquer outra grande cidade do mundo, bater perna te ajuda a conhecer os lugares, se localizar mais rápido e dar aquelas paradinhas quando bem entender no meio do caminho, pra entrar numa loja, num restaurante, etc. Andar a pé vale a pena!

Stonewall

Um dos momentos mais emocionantes nessa viagem pra mim, foi a visita ao pub Stonewall, que fica em Greenwich Village, e é símbolo da revolta que, em 1969, mobilizou gays, trans e outros marginalizados a lutarem contra a repressão da polícia, numa época em que a homossexualidade era considerada uma patologia nos Estados Unidos. O enfrentamento daquela madrugada mobilizou pessoas, uniu sentimentos e resultou em outras lutas que culminaram na Parada do Orgulho, que é realizada até hoje, não só na América, mas em todo o mundo.

Estar lá me emocionou. Foi um momento de agradecimento a todos aqueles que vieram antes de nós e lutaram por uma sociedade mais justa, tolerante e livre.

Compras
Tudo que falarem de bom da Century 21, acredite, é verdade! A loja tem de tudo e se você não se policiar, você deixa sua vida lá. A Zara, assim como aqui no Brasil, eu amei. E fiquei apaixonado pela Urban Outfitters também.

Se você ama audiovisual, não deixe de visitar a B&H, que tem de tudo pra quem produz fotografia, vídeo e/ou conteúdos para a Internet. Só atenção para os horários de funcionamento.

E pra quem é amante de Literatura, recomendo uma visita (com tempo disponível) à Strand Books. Essa livraria me enlouqueceu! Amei demais!

Agora assim, se você tem juízo, converta antes de comprar, porque às vezes pode sair mais caro que comprar no Brasil.

Strand Books

Não é uma livraria tão barata, mas do lado de fora eles mantêm umas prateleiras com diversos livros a 1 dólar

Wi-Fi
Acesso à Internet por toda parte. Quanto a isso, nem se preocupe. Da lanchonete da esquina ao hotel, em todos os lugares é bem facinho se conectar. Emprestamos um chip de um amigo do meu namorado, mas se estivéssemos sem ele, ainda assim nos viraríamos muito bem.

Por último, um blog que me ajudou bastante com dicas de Nova York foi esse aqui: nyandabout.com

Nos destaques e no IGTV do meu Instagram, você pode assistir a todos os stories da viagem. Siga instagram.com/pettersonfarias


Até a próxima!

10 stories que eu amo assistir

O Story é um dos principais atrativos do Instagram e prende uma parcela enorme dos usuários pela criatividade, originalidade e relevância dos seus conteúdos, feitos por creators empenhados em trocar experiências, compartilhar seu dia a dia e inspirar pessoas. 10 dos meus preferidos HOJE estão nessa lista, feita de gente que não transforma seus vídeos de 15 segundos em uma sequência desnecessária de publiposts e pratica os quatro verbinhos essenciais de um bom conteúdo digital: ENTRETER, INSPIRAR, EDUCAR e INFORMAR. ❤

Também estou nos stories, quem quiser acompanhar, só clicar aqui.

1 – HÉLDER MOITA
Humor, memes e música

O Hélder é o maior garoto-propaganda do Eurovision que os Supermercados Guanabara já viram. É de Belém, mas mora no RJ e passa o dia inteiro que Deus dá xoxando cantoras teen com memes da webdiva Tulla Luana. É o verdadeiro lixo da internet que eu amo assistir, porque só ele consegue misturar em 15 segundos referências do k-pop com vídeos d’A Fazenda, falas do Clodovil e ainda militar usando cenas do Big Brother Brasil. Sim, os stories dele são pra esquizofrênicos!

2 – GÉSSYCKA GINO
Humor, lifestyle, regionalismo paraense e moda

Modelo paraense, fã número um do Michael Jackson e filha da Gina Lobrista, já começa por aí! Entre uma dancinha e outra com muitas palmas e língua pra fora, a Géssycka faz dos stories seu diário e compartilha todos os detalhes da sua vida, com muito humor, viado, festa, grito e baixaria, tudo que a gente ama nesse mundo. Por entender que só se vive uma vez, ela não economiza na quantidade de stories, tem dia que é preciso pedir folga no trabalho pra acompanhar a rotina dela.

3 – BRUNA FEIA
Shades, gatos, memes e vacilos amorosos

Bruna é a rainha do insulto e não só ama perder o amigo pra não perder a piada como vários deles já quiseram bater nela um dia. Seus stories não são recomendados pra alérgicos por motivos de: só pelo de gato. Mas mesmo morando numa aldeia, ela consegue sustentar sua audiência com memes duvidosos, receitas que só ela experimenta (jurando que estão gostosas) e vacilos amorosos, um dos quadros semanais mais esperados no perfil dela.

4 – RAPHA LIMA
Rio de Janeiro, vida noturna, humor e baixaria

O Rapha é DJ, desbocado e ursão (ui!). Quando viaja, é viciado em achar coincidências entre grandes centros do mundo e o Rio de Janeiro. Debocha de tudo, se apropria de gírias gays e faz rir com seus stories, sempre carregados com aquele bom sotaque carioca. É amigo dos famosos, está sempre muito bem acompanhado, mas não perde a oportunidade de mandar um belo FODASSE pras convenções sociais. É legal assisti-lo!

5 – NAY D’OLIVEIRA
Bordões, maquiagem, humor e lifestyle

Naydo é bacharel em bordões e mestre em seleção de staff. Se você perdeu a temporada passada, já foi, o que te resta é ficar atento ao elenco e às frases mais usadas nos episódios recentes da vida dela. Linda, Linda, Linda e amiga de Belém inteira, não tem um dia comum nos stories da Nayanas, porque absolutamente tudo vira conteúdo. Entre os vídeos e fotos de humor, tem ainda dicas de maquiagem, amigos magia, diários de bordo e tentativas quase frustradas de ser musa fitness.

6 – CARLINHOS MAIA
Humor, vila, sotaque nordestino e histórias de vida

Vai que você esteve congelado nos últimos 2 anos e não saiba quem é Carlinhos Maia… Beleza, eu te explico. O alagoano tem um dos stories mais assistidos no mundo, que vivem de mostrar os personagens reais da sua vila, com muita graça e emoção. Ele é o grande maestro de uma narrativa que mistura histórias de superação, gente de verdade e stories pra gritar de rir. Carlinhos é outro que não economiza na hora de gravar, então esteja preparado pra gastar todo seu 4G assistindo pelo menos metade de um dia na vida dele. Vale a pena!

7 – CAIO BRAZ
Informação, moda, viagens, lifestyle e política

Caio tem um dos stories mais legais da paróquia, porque ele consegue prender a gente pela diversidade de temas interessantes, que vão desde bastidores de TV à saúde pública, passando por debates importantes, informações necessárias, baixarias não tão necessárias assim e ótimas dicas de moda e viagens. É pernambucano, mora no Rio de Janeiro e vive viajando. Pra mim, é um dos grandes retratos do creator atual, que mistura originalidade, relevância, criatividade e vanguardismo em seus conteúdos da melhor forma possível.

STORIES QUE EU AMO ACOMPANHAR QUANDO ESTÃO EM VIAGEM

8 – NAIANA GABY
Diário de bordo, São Paulo e gastronomia

Eu simplesmente amo quando a Naiana viaja. A vontade é de vender tudo dentro de casa e viajar junto com ela. Seus stories ficam especialmente legais quando ela vai pra algum lugar, porque ela dosa muito bem informações úteis e conteúdos que te inspiram. É muito bom de ver. No seu dia a dia, ela ainda mapeia os melhores lugares pra se comer em São Paulo e divide com a gente os bastidores do canal Cansei de Miojo, que ela produz junto com o Rafa.

9 – CAIO TRAVELS
Diário de bordo

O perfil do Caio no Instagram se propõe a isso mesmo: a dividir com seus seguidores todos os detalhes de uma viagem incrível, não importa se pra Amazônia ou pra Dubai. Ele compartilha tudo de uma forma leve, didática, curiosa e muito inspiradora também. Eu amo acompanhar!

10 – PAULA MARTINS
Diário de bordo, humor, cachorros e relacionamento

Tia Paula deveria cobrar ingresso pra assistirem aos stories dela quando viaja, porque são muito bons. O humor que já é marca registrada fica ainda melhor com as caboquices que ela apronta mundo afora. Perrengues e curiosidades que ninguém conta, ela faz questão de mostrar. Que Deus te dê muito publi, mana, pra gente sempre te ouvir gritando CARALHO, EU TÔ NA GRÉCIA!