O que aprendemos com Rupaul’s Drag Race e podemos aplicar em nossas redes sociais

The category is…

Rupaul’s Drag Race: a competição entre drag queens que é, há mais de uma década, sucesso mundial. Entre perucas, maquiagens, looks e shades, 9 lições que o programa nos dá sobre como criar e produzir conteúdos de uma forma única e memorável nas redes sociais.

Now sissy that walk. 👠

1 – Comece com o que tem!

Se hoje a competição de drag queens é um dos programas mais vistos na TV mundial, é porque lá atrás, Rupaul não se importou em começar com um cenário precário e filmagens duvidosas… Pelo contrário, acreditou no projeto e foi assim mesmo.

Se esse é o seu medo hoje, está perdendo tempo. Enquanto você espera o momento ideal, outras pessoas estão construindo suas histórias agora e com o que tem.

2 – “If you can’t love yourself, how in the hell you’re gonna love somebody else?”
“Se você não consegue se amar, como você vai conseguir amar outra pessoa?”

Pare de se comparar. Na Internet, tem espaço para todo mundo. E o seu, ninguém tira. Yvie Oddly, Bianca del Rio e Jinkx Monsoon, por exemplo, são drags com apelos diferentes, mas que venceram justamente porque eram únicas e tinham algo original para oferecer.

3 – Seja adaptável

Sei que você se planejou para entregar um conteúdo campeão nas redes, mas nem sempre as coisas acontecem como imaginamos. Nessas horas, é preciso reconhecer o fracasso e reagir a ele da melhor forma. Nada de entregar os pontos antes de tentar dar a volta por cima. 

Se é para lutar pela sua vida, liberte-se das máscaras e duble como uma campeã. 

4 – Tenha editorias consistentes

Já pensou RuPaul’s Drag Race sem musicais, lipsyncs, provas de costura e Snatch Game? Não seria a mesma coisa. Nas redes sociais, deixe sua marca e fidelize a audiência por meio de editorias criativas, consistentes e originais. Só assim, você será alguém relevante na web. 

5 – Seja surpreendente!

“Mas tudo já foi feito em lipsyncs”…

Se Sasha Velour pensasse dessa forma, ela não teria feito uma das performances mais icônicas do reality NA NONA TEMPORADA. Não é porque todo mundo já falou de moda, literatura ou veganismo na Internet, que você não pode encontrar um jeito único de falar também. 

Observe seu público, busque referências e crie de um jeito surpreendente.

6 – Posicione-se

Enquanto as drags se produzem para mais um desafio semanal, as conversas entre elas também servem para deixar à mostra, a cada programa, posicionamentos, valores e discursos que a comunidade, o reality e a própria Rupaul acreditam, tanto em relação à LGBTfobia, quanto a outros assuntos como política, machismo, racismo e xenofobia.

Não se esconda nas redes sociais. Assim como o público de Rupal’s Drag Race, seus seguidores também querem saber que causas você acredita e defende.

7 – Ouça os feedbacks

Michelle Visage, Carson Kressley e Ross Mathews não estão ali à toa. As críticas e dicas dos jurados são importantíssimas no desenvolvimento das drags durante o programa. Uma das finalistas (contém spoiler) da mais recente edição, Crystal Methyd, é um grande exemplo disso: ouviu os feedbacks e cresceu na competição.

Vulnerabilize-se você também! Esteja atento ao que sua audiência diz e disponível para sempre melhorar o conteúdo que você entrega nas redes. 

8 – Untucked…

… É uma derivação de Rupaul’s Drag Race que, a cada episódio, mostra os bastidores da competição, com fatos, diálogos e desdobramentos que, nem sempre, aparecem no programa e complementam a experiência do espectador. 

Na Internet, as pessoas também amam bastidores. É legal ver produtos, serviços e eventos prontos? Sim, mas é incrível também assistir processos e jornadas que fizeram parte da construção do seu trabalho. Mostre isso para as pessoas. Elas vão se sentir muito mais próximas de você e da sua marca.

9 – Sashay, away!
Para quem é hater e não valoriza o teu conteúdo.

Shantay, you stay!
Para os fãs, seguidores e amigos que vibram contigo. 

O que aprendemos com Sandy e Jr e podemos aplicar nas nossas redes sociais

Este post é dedicado aos fãs de Rupaul’s Drag Race.
Can I Get an Amen?

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O que aprendemos com Sandy e Jr e podemos aplicar em nossas redes sociais

Dig-Dig-Joy, dig-joy-popoy, sim, trajetórias lindas não só despertam paixão e admiração, mas podem nos proporcionar grandes aprendizados. E a carreira de Sandy e Jr está repleta deles. ⁣

Neste post, 9 insights sobre vida e música de uns dos maiores artistas pop do Brasil que podemos aplicar em nossas redes sociais. Vem brincar comigo!

1 – Nada é por acaso…

Então planeje-se. Tenha em mente sua missão, seus objetivos e produza conteúdos com antecedência. Mas se lembre que as redes sociais são imprevisíveis: mudança de planos é normal e você vai ter que rebolar.

2 – Somos mais que um só produto

Além da carreira musical, Sandy e Jr fizeram novela, filme, série, documentário, programa de auditório, carreira internacional… E assim como eles, você não se resume a um produto/serviço. Pense grande e enxergue as mil possibilidades que sua marca tem. 

 3 – Seus conteúdos refletem seus estágios de vida

Aniversário do Tatu na infância, Beijo é Bom na adolescência e mais tarde… enrosca o meu pescoço, dá um beijo no meu queixo e geme. Redes sociais amam narrativas humanas, então foque em contar as suas aos seguidores.

Compartilhe vivências, altos e baixos, imperfeições, inspirações e processos.

4 – Não traia sua privacidade

Não se traia em busca de likes e seguidores. Você não precisa expor o que não quer pra chamar atenção nas redes sociais. No auge da carreira, quando todo mundo insistia em saber sobre a vida privada da dupla, Sandy e Jr foram firmes em pautar na música sua relação com a imprensa e com o público.

5 – Seja inesquecível

 Milhares de conteúdos competem com os seus pelo turu turu apaixonado da audiência na web. Então descubra o que é interessante, bonito, relevante e mágico para ela e entregue posts inesquecíveis, capazes de prender, dominar os sentimentos e acelerar o batimento.

6 – Identidade

Um dos últimos álbuns da dupla foi também um dos mais autorais da carreira deles. Nele, Sandy e Jr imprimiram traços, letras e sonoridades que representavam suas identidades naquele momento.

“Mas todo mundo já falou sobre isso na internet”… Abandone esse discurso, olhe para dentro, confie nas suas habilidades e no seu DNA. Se for honesto consigo mesmo, com certeza, você vai encontrar um jeito único de criar e produzir conteúdos digitais. 

7 – Vamos construir uma ponte em nós

Rede social tem esse nome não é por acaso. Quanto mais você se conecta com seus seguidores, parceiros e clientes, mais sucesso você terá nas suas estratégias. Não seja egoísta nem orgulhoso. Esteja aberto ao relacionamento, olhe para os lados e dê aos outros tudo aquilo que você ama receber.

8 – Era uma vez…

Histórias bem contadas são irresistíveis. Não importa o tempo! A carreira de Sandy e Jr está aí para provar. Então pare de falar somente dos seus produtos e serviços nas redes e converse sobre pessoas, bastidores, processos. Envolva seu público com boas histórias, não importa se pra entreter, educar, inspirar, sorrir ou chorar… o coração é quem sabe.

9 – Saiba a hora de parar

Em 2007, Sandy e Jr anunciaram o fim da dupla e a última turnê de celebração de quase 2 décadas de sucesso. Seu produto é fantástico, sua editoria é divertida e seu bordão, juro, é muito legal. Mas você pesa a mão e tudo que é demais enjoa.

A audiência gosta de novidades e surpreendê-la, vez ou outra, é imperativo. Portanto, não confie nas fórmulas repetidas e crie novidades sempre! Você não vai querer ser dono de um hit só, né?!

O que aprendemos com Rupaul’s Drag Race e podemos aplicar em nossas redes sociais

Este post é dedicado a todos os fãs da dupla. ❤
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Kit Creator

Esse post é pra você, amigo creator/influenciador digital, que produz conteúdos para as redes sociais e deseja profissionalizar ainda mais seu trabalho e se relacionar melhor com as marcas do mercado.

⁣Tome nota desses itens básicos que, na maioria das vezes, são pedidos ou exigidos pelas empresas para contratação:⁣

1 – MÍDIA KIT: nada mais que um portfólio, um currículo visualmente chamativo, com o resumo dos seus números, trabalhos, estatísticas, redes sociais e o que você tem a oferecer ao mercado (publipost, cocriação, cobertura de eventos, consultoria, entre outros). O meu é em pdf, mas tá valendo em vídeo, powerpoint, imagem… como quiser.

2 – MEI: seja uma pessoa jurídica. Muitas marcas, as maiores, sobretudo, só contratam com esta condição;

3 – CONTA JURÍDICA: abra também uma conta jurídica no banco. Algumas dessas marcas só pagam cachês com esta condição;

4 – FOTOS E BIO ATUALIZADAS: dois elementos que sempre vão te pedir para usar em materiais de divulgação de lives, eventos, palestras, por exemplo.

Minha dica bônus é: se possível, contrate bons profissionais (fotógrafo, contador, designer) para executar estes trabalhos, caso você não tenha habilidade pra desenvolvê-los. ⁣Você não quer se profissionalizar fazendo trabalho de amador, né?!

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8 critérios para avaliar e contratar influenciadores
Antes de contratar influenciadores, pergunte-se

Dicas como esta, você encontra em: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Bata na porta antes de entrar (nas redes sociais também)

Perfil do outro nas redes sociais é como a casa dele: não entre sem ser convidado, muito menos sem pedir permissão. E talvez você já tenha esse entendimento e se comporte direitinho no Instagram, Twitter ou Facebook, por exemplo, mas é uma pena que no WhatsApp você ponha tudo a perder, por causa de comportamentos invasivos, que não respeitam a privacidade de ninguém. 

Se nessa que é uma das últimas fronteiras entre seu produto/serviço e seu consumidor, suas atitudes atormentam o sossego alheio, você até pode ter acertado inúmeras vezes, ainda assim, tudo que vai conseguir é irritar as pessoas que interessam ao seu negócio.

LEIA: 25 dicas para sua marca se relacionar melhor no WhatsApp

Logo, só interaja com seu público no WhatsApp se ele autorizar. Mesmo que seja um cliente assíduo ou um seguidor fiel, antes de qualquer coisa, pergunte se pode. E mesmo que ele autorize, respeite horários; só o inclua em grupos se ele quiser; seja sucinto, direto; não abuse de listas de transmissão; envie conteúdos criativos e não propagandas em demasia; seja útil e relevante; e, acima de tudo, esteja disponível para quando ele precisar. 

Rede Social é via de mão dupla e enquanto seu foco for apenas nos seus interesses, sem disposição para ouvir e satisfazer o outro, a relevância e o sucesso que sua marca tanto procura, vão continuar se escondendo de vocês. Vai por mim!  

Estas e outras dicas, você encontra aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Seu tempo não é o tempo do outro

‘Sua urgência não é responsabilidade minha’. Você é capaz de entender isto? 

Sei bem no que resulta o uso contínuo das redes sociais: entre outros efeitos colaterais, a ansiedade e o imediatismo, quase sempre, se estabelecem como verdadeiros maestros das nossas relações digitais, confundindo papéis, invadindo privacidades, potencializando egoísmos e causando enormes incômodos em trocas que deveriam ser pautadas, antes de qualquer coisa, no respeito, na empatia e no cuidado com o outro.

E se isto não é certo, precisamos – me incluindo aqui, tá?! – nos educar, né?! Começando pelo real entendimento de que seu tempo é diferente do meu e eu nada tenho a ver com seus deadlines curtíssismos e prazos pra ontem. Arque com as consequências do seu (não) planejamento sem causar terror e pânico nas pessoas, por gentileza. 

Se o orçamento é pra quarta-feira, que tal solicitá-lo, no mínimo, dois dias antes? Se a criação precisa ser aprovada até dia 15, legal entrar em contato semanas antes, hein?! Só lembrou do trabalho no domingo à noite? Espere amanhecer pra ligar em dia e horário comerciais, o mundo não vai acabar nas próximas 12 horas, juro. Saiba esperar a resposta no WhatsApp, no direct, no e-mail. O mundo não gira no seu entorno e as pessoas não vivem inertes apenas à espera do seu próximo contato: elas também têm suas demandas, agonias, famílias, seus processos, seus ócios, seu TEMPO. 

Não é porque você está pagando que tem direito de ser abusivo. Dê espaço, não sufoque. Trate as pessoas como você gostaria de ser tratado, pra que a relação (de trabalho, de namoro, de amizade) seja satisfatória pra ambos os lados, na Internet também. 

Óbvio que há exceções. E eu NÃO estou falando delas. Meu papo é com pessoas e marcas insistente e recorrentemente disponíveis APENAS quando é pra olhar pros seus próprios umbigos. Deus e o mundo estão vendo…

Por fim, eu entendo: contatos apressados irão acontecer. Orçamentos, conversas, telefonemas e reuniões PRA AGORA, eventualmente, serão inevitáveis. Portanto, quando isso acontecer, aprenda a valorizar e agradecer quem foi gentil e empático com você. Feedbacks como, por exemplo, ‘VOCÊ NÃO FOI APROVADO, MAS AGRADEÇO A DISPONIBILIDADE’ e ‘OBRIGADO POR RESPONDER’ não fazem cair o braço de ninguém. E ó, garanto, quem está do outro lado vai ficar muito feliz. 

Agora respira, caralho!
Bora junto! Beijos ❤

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8 critérios para avaliar e contratar influenciadores digitais

Dificilmente você vai alcançar seus objetivos se continuar achando que a única forma de selecionar influenciadores digitais é pelo número de seguidores. Quando falamos em influência, há outros tantos aspectos que devem ser levados em consideração, sempre a partir dos seus interesses e da posição que diferentes creators ocupam no mercado e na mente dos seus seguidores.

Nesse post, há oito critérios importantes que podem te ajudar a comparar perfis e, por fim, escolher os que mais combinam com as suas estratégias.

1 – HISTÓRICO

Sua audiência tem memória, hein?! Então, por mais que aquele creator esteja num bom momento, não deixe de pesquisar sua história, para que não haja surpresas indesejadas adiante. Com que outras marcas ele já se conectou? Seu trabalho foi satisfatório? Como a sua comunidade reagiu? O que falam dele nos bastidores do mercado? Ele já vivenciou alguma crise? E como se saiu dela?

Além das redes do influenciador, analise também seu MÍDIA KIT – portfólio que resume sua carreira, por meio de números, ações, premiações, estatísticas e marcas com as quais já trabalhou. Com estas informações, com certeza você terá mais clareza na hora de escolher com quem trabalhar.

2 – ALCANCE

Embora a gente sempre reafirme que números isolados não definem a relevância de ninguém, eles, ainda assim, nos dão indicativos do alcance – número de pessoas impactadas – do Criador de Conteúdo. Portanto, se seu intuito é aparecer para mais pessoas e conquistar novos públicos, dados como quantidade de seguidores, visualizações, inscritos e impressões, entre outros, devem ser levados em consideração.

3 – RELEVÂNCIA

Repare se os valores, discursos e propósitos do influenciador se identificam com os da sua marca. De nada adianta alcançar milhares de pessoas se não há compatibilidade no que vocês dizem, se não há conexão entre os universos de vocês. Tudo que for dito precisa estar uniforme e soar realmente relevante para a sua audiência. 

4 – PODER CRIATIVO

Se você acha que ações com criadores de conteúdo se resumem a “recebidinhos” e publiposts focados em elogios a marcas, saiba que o Marketing de Influência vai além. Mas para ser bem-sucedido nesta investida, você precisa investigar o potencial criativo de cada influenciador. Quanto ele pode contribuir NO DESENVOLVIMENTO da ação, ao invés de receber um conteúdo pronto apenas para reproduzi-lo? Quais ideias ele pode trazer para o projeto a partir das suas vivências e da relação com a sua audiência? 

Entenda, quanto mais DNA deste creator na ação, mais parecida ela é com o conteúdo que ele entrega cotidianamente, logo, mais leve e natural sua estratégia aparente ser. E lembre-se: ninguém fala melhor com a comunidade deste influenciador do que ele mesmo, portanto, sua contribuição será sempre muito bem-vinda.

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5 – PODER EXECUTIVO

Como criar não basta, é importante também levar em consideração o potencial executivo do creator. Se suas ideias são boas, quantas delas este influenciador consegue colocar em prática? Quais suas habilidades? É bom contador de histórias? Edita vídeos, fotografa, escreve bem? Quais destas habilidades podem contribuir para sua narrativa?

6 – CONTEÚDO

Que narrativas este influenciador transmite ao seu público no dia a dia? Que ideias, propósitos e valores ele transforma em conteúdos e com que objetivos? Suas publicações fazem a diferença na vida de alguém, satisfazem necessidades e interesses alheios ou não passam de postagens “lifestyle” desinteressantes que não agregam nada a ninguém?

Se este profissional não é capaz de mover vidas por meio do seu trabalho, dificilmente ele fará isto ao se conectar com a sua marca.

7 – RESSONÂNCIA/ENGAJAMENTO

Até onde chega a voz do influenciador? Suas mensagens voam longe ou não passam da esquina? Ressonância diz respeito à capacidade que ele tem de repercutir e engajar. Dependendo dos seus objetivos, não é nada interessante contratar alguém que, mesmo alcançando muita gente, não tem capacidade suficiente de fazer alguém interagir, dar likes, comentar, compartilhar, ou seja, engajar um conteúdo. 

Como a audiência enxerga este influenciador: ele é ouvido? Quanto de efetividade e qualidade há nos comentários, não apenas das suas postagens comuns, mas também de seus publiposts? As pessoas, de fato, reparam na marca que ele divulga ou ela passa e ninguém vê? Quantas outras pessoas e marcas relevantes daquele nicho, mercado, cidade e/ou região o seguem?

8 – PONTOS DELICADOS E POLÊMICOS

Se você está a fim de disseminar uma ideia, propagar um conceito, posicionar-se diante do mercado e dos seus consumidores de maneira satisfatória, dificilmente você vai querer se aliar com alguém que rompe com tudo que você, enquanto marca, acredita, estou certo?

Pois bem, então, por fim, analise minuciosamente os pontos, temas e conteúdos sensíveis que podem promover polêmicas desnecessárias e gerar crises para o seu negócio. Se o fardo for grande demais, melhor partir para outra, a não ser que você queira dispensar tempo, dinheiro e paciência para apagar incêndios na Internet. 

Bom trabalho!

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Antes de contratar influenciadores digitais, pergunte-se…

Marketing de Influência é uma ferramenta potente de conexão entre negócios e influenciadores em prol de interesses em comum, quer seja a propagação de uma ideia e/ou conversão e fidelização de clientes. Entre os benefícios que resultam desta estratégia estão: alcance e intimidade com novos públicos; fortalecimento da marca e dos seus posicionamentos; pertencimento a uma comunidade; ganho de confiança; e influência de consumo. 

Se antes, os receios de se acreditar e investir nessa área eram muitos, hoje os números atestam a necessidade de não se negligenciar seu valor. Segundo o Instituto Qualibest, numa pesquisa realizada em 2019, 71% dos internautas brasileiros que usam redes sociais segue creators, 63% deles gostam que os influencers recomendem produtos, enquanto que 50% costuma pesquisar opinião de influenciadores antes de comprar.

Veja outros insights da Pesquisa Qualibest sobre Influenciadores Digitais aqui

Mas ressalto, não há influência que salve produtos, conteúdos e marcas ruins. Logo, antes de buscar visibilidade para o seu negócio, analise se ele está pronto para esta exposição. Arrume primeiro a casa para só depois abrir suas portas e convidar as pessoas a entrarem; do modo contrário, sua ação vai atrair olhares para um mau momento da sua empresa e os danos podem ser enormes. 

Algumas perguntas te ajudam a entender se agora é hora da sua marca investir em Marketing de Influência. Responda sincera e atentamente. Se as respostas forem positivas, invista nos creators e alavanque seus negócios.

1 – Sua marca está preparada?

Antes de qualquer coisa: sua empresa está pronta para esta exposição? Há estoque suficiente para novas demandas? Seu ponto de venda está em bom estado, com equipe treinada e capacitada? A imagem do seu negócio está límpida ou ainda tem rasuras de uma crise recente?

Tudo precisa estar no seu devido lugar para recepcionar os novos seguidores e possíveis clientes da melhor maneira possível. Se algo ainda precisa ser ajustado, repense a ação e contrate creators só mais adiante.  

2 – Seus canais digitais estão prontos?

Não só seus produtos, serviços, atendimento e logística precisam estar devidamente organizados antes de uma campanha de influência, mas seus canais digitais também. Seus perfis no Instagram, Twitter, Facebook, WhatsApp – ou qualquer outra rede que você utilize – serão as verdadeiras portas de entrada para quem for impactado pelos publiposts. Já pensou causar má impressão assim logo de cara? Não dá, né?! 

Primeiro produza conteúdos de excelência nas suas mídias, depois parta para a divulgação.

3 – Seus objetivos estão claros?

Qual sua real intenção nessa campanha: alcançar novos públicos, engajar suas redes, posicionar-se sobre algum tema, fortalecer valores, criar intimidade com a audiência, lançar um produto, vender mais?

“Acho que um pouquinho de cada”. Se essa é a sua resposta, volte dez casas e foque no real objetivo da sua empresa, pra depois não reclamar de tempo e dinheiro jogados fora. 

4 – Você é capaz de fazer as melhores escolhas?

Não confunda preferências pessoais com as necessidades da sua marca e trate com seriedade a escolha de influenciadores digitais para sua campanha. Não é o amigo nem a blogueira que você ama, mas quem, de fato, compactua com seus valores e pode melhor traduzir os seus objetivos nas redes sociais. Se você não consegue manter esse distanciamento na hora de escolher, contrate alguém para fazer isso por você.

5 – Tem tempo disponível?

Agora que a sua campanha está no ar é que o trabalho se intensifica. Não pense que os resultados cairão do céu. Você precisa disponibilizar tempo para acompanhar e mensurar o andamento dos conteúdos que falam da sua marca via influenciadores digitais. E não só pra isso, mas para interagir também com a nova audiência que deve chegar. Se os seguidores recém-chegados perceberem seus canais como ambientes desinteressantes e pouco empenhados em dialogar, eles logo deixarão de te seguir.

6 – Tem dinheiro para investir?

Nem só de permuta vive o creator, tá?! Se não há capital disponível, nem comece. Aliás, muitas marcas, hoje em dia, preveem orçamentos para influenciadores ainda no planejamento estratégico de suas ações, ao invés de destinarem apenas “o que sobrou” para campanhas como estas, porque elas já entenderam que Marketing de Influência envolve gastos, sim. E nem falo somente de cachês, mas de custos como os de transporte, impulsionamentos de postagens, produção de kits, social medias, sistemas de monitoramento, entre outros.

7 – Há contexto?

Sua marca pode estar preparadíssima, com objetivos claros, tempo e dinheiro disponíveis, mas se não há clima para isto, melhor deixar para depois. Uma campanha de influência alienada, despregada da realidade, pode destruir o seu negócio. As redes sociais são muito sensíveis ao que acontece no mundo, portanto, todo bom conteúdo, necessariamente, deve ter coerência com o que está sendo dito, postado, dito e comentado naquele exato momento.

Bem, já presenciamos diversos influenciadores digitais sendo expostos por atitudes que contrariam uma realidade de pandemia e distanciamento social em 2020, né?! Então não preciso falar mais nada.

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O que aprendemos sobre redes sociais em dias de coronavirus

Muita gente precisou de uma pandemia devastadora pra se dar conta do que as redes sociais nos ensinam há mais de uma década, né?! Olhos atentos sempre, porque tudo muda a todo instante. Quem entendeu isso lá atrás, sentiu menos o baque. Já pra quem negligenciou, não houve outra saída a não ser aprender em meio ao caos. 

Seguimos isolados e muito distantes do fim, porém um mês já foi suficiente para o distanciamento social nos dar alguns insights. 

1 – Presença digital: quem construiu antes, está melhor!

Mas se você parou só agora para construir sua presença na web, tudo bem também. Só promete pro tio que daqui em diante seu olhar para as redes sociais vai ser muito mais cuidadoso e atento, por favor. 

Aproveite o momento para se dedicar aos seus perfis digitais: ouça quem pode te ajudar; analise suas estatísticas; busque referências; estude on-line; profissionalize seus conteúdos. E não desista no meio do caminho. Rede Social é assim mesmo: sedução a longo prazo, tem que investir pra dar certo.

2 – Planejamento é bom, mas não é tudo!

Já dizia Marshall Berman: ’Tudo que é sólido desmancha no ar’. E como as redes sociais levam isso ao pé da letra, não é, menina?! Planejar-se é bom? É maravilhoso! Nos traz consistência e disciplina, ajuda a organizar as ideias e a construir uma grande narrativa digital repartida em postagens ao longo do tempo. Mas se for pra te engessar, melhor nem começar.

Se planejamento é bom, estar atento ao que a rede conversa e sente, é melhor ainda. Bom conteúdo, acima de tudo, tem contexto, tem frescor e total sintonia com o que a sua audiência consome no agora. Por isso, sempre que necessário, reordene, refaça, mude de ideia, adapte-se, mas jamais deixe de falar a língua dos seus seguidores só pra se manter fiel a um planejamento defasado.

Leia também: Conteúdos Digitais em Tempos de Coronavirus
Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

3 – Mais que postar, viva as redes

A magia acontece não quando você posta, mas entre uma postagem e outra, no tempo que você se dedica às redes, aos seus conteúdos e aos seus seguidores. Se você não está cotidianamente apto a uma conversa franca com seu público, você jamais saberá o que ele espera da sua marca e seus conteúdos continuarão falando com absolutamente ninguém. 

Todo dia, estabeleça um tempinho para observar o que as pessoas andam comentando na Internet, a grande polêmica, o assunto vigente, o meme da hora… ‘Ah, Petterson, mas eu não tenho tempo pra isso’. Se você não tem, alguém tem que ter por você. Caso contrário, seus posts bonitinhos e cheios de filtros continuarão passando pelo feed alheio falando pro vazio.  

4 – É possível comunicar sem vender

Oh… Surpreso? Se finalmente, num contexto de isolamento, sem conseguir comercializar, você entendeu que é possível conversar com sua audiência de um jeito ‘despretensioso’, sem a necessidade de empurrar no peito dela algo para vender, saiba que, enfim, você entendeu como funcionam as redes sociais. 

‘Os seus clientes não se preocupam com você, seus produtos ou seus serviços. Eles se preocupam consigo mesmos’, é o que Joe Pulizzi fala há quase 20 anos. E é isto: quanto mais você se empenha em falar somente de si nas redes, mais desesperado você vai parecer e mais distante de ti seu público vai ficar.

Relaxe! Preocupe-se primeiro em ajudar as pessoas, ouvindo-as, trocando afetos, satisfazendo necessidades e respondendo perguntas que, naturalmente, elas chegarão até você e comprarão o que você tem pra vender. 

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Marcas, não soltem a mão de ninguém

Quem diria que a relação entre marcas e creators seria exposta a tantas provações, né?! Vínculos que, a priori, eram estritamente comerciais, tomaram outra proporção e hoje extrapolam os estímulos de venda, ganhando assim aspectos bem mais profundos. Se você já olhou pra um influencer e, imediatamente, lembrou de alguma marca, você talvez entenda o que eu estou falando.

Mas na mesma medida em que essas parcerias têm um bocado de paixão, lealdade, transparência e, em alguns casos, até amor, impossível negar que há também objetivos muito claros de popularidade, nutrição de leads, vendas, aumento de lucro, entre outros. E não são poucos aqueles que, nos últimos anos, usufruíram (e bastante!) dos benefícios que o Marketing de Influência pode gerar: atraindo novos seguidores, prospects e clientes para seus perfis e pontos de vendas. Você é um? Então é contigo que eu estou falando.

Hoje, diante de uma pandemia avassaladora, que tem surpreendido e arrasado com os planos de milhões de pessoas, a conexão marca/creator é posta à prova mais uma vez e minhas reflexões passam justamente por este ponto: quanto de esforço a sua marca – e me refiro aqui a marcas grandes, com condições mesmo em meio à crise – tem demandado pra não desamparar criadores de conteúdo que outrora lhe deram ótimos retornos e geraram um valor absurdo para o seu negócio? Em meio ao caos, você tem olhado para os lados e amparado seus parceiros? 

Porque afinal, todo relacionamento não passa disto: um amontoado de altos e baixos, onde as partes se ajustam e se amparam de acordo com a realidade, procede? E, infelizmente, a realidade hoje é um caos gigantesco, capaz de destruir o negócio e o sustento de muitos, que sem ter de onde tirar, podem não conseguir sustentar nem a si nem as suas famílias.

E veja, não estou aqui tentando amenizar nenhum dano. Tem sido difícil e obscuro, sim. Mas pra todos. Sei de empresas que mal estão conseguindo manter seus funcionários… Não é com vocês que eu estou falando. A reflexão, pelo contrário, é bem mais sobre cooperação; contribuições mútuas; parcerias; e reciprocidade. Na saúde, na doença, na riqueza, na pobreza, até que, bem, o resto vocês sabem… 

É desabafo e pedido, em nome de milhares de pessoas autônomas que fazem das suas redes vitrines para produtos e serviços como os seus; em nome de diversos profissionais que nunca hesitaram em criar estratégias para potencializar o negócio de terceiros; e de criadores de conteúdos cuja única fonte de renda é sua rede social. É menos em meu nome, já que consigo monetizar de outras maneiras desde sempre, mas em nome de um mercado que teme o abandono.

Possibilidades para amenizar os prejuízos há. Desde que não haja conexões oportunistas nem publiposts descolados da realidade, afinal estamos atravessando uma quarentena e isto não pode ser omitido. Desde que haja disponibilidade para conversar e construir conjuntamente. Que seja só mais uma fase. Que tudo passe já. E que mesmo evitando o contato, ninguém solte a mão de ninguém! 

Grandes marcas, não abandonem seus creators! E não preciso nem dizer, né?! Creators, não abandonem as marcas pequenas que sempre acreditaram no trabalho de vocês. Somos uma coisa só. Vamos todos juntos!

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Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

Em tempos de #coronavirus, as lives têm sido um ótimo passatempo pra muitos seguidores e mais uma oportunidade de produtores de conteúdo e marcas se conectarem mais intimamente com suas audiências no Instagram. ⁣

É lindo ver creators se disponibilizando a entreter, inspirar, informar e educar seus públicos por meio de conteúdos ao vivo. Caso tenhas interesse em fazer o mesmo, a hora é agora. Te dou algumas dicas pra otimizar ainda mais a tua live!⁣

✔️ Prepare a audiência | Não surja do nada, você pode pegar sua audiência desprevenida. Combine dia e horário previamente e compartilhe a data marcada com seus seguidores⁣

✔️ Teste a conexão | Minutos antes de começar a live, veja como está a sua internet – reinicie, se necessário -, pra que a qualidade da sua live se mantenha boa até o fim⁣

✔️ Fixe horários | A própria rede comunica sua base quando sua live começa, então espere os seguidores e fique ao vivo por, pelo menos, 10 minutos. Menos que isso, melhor fazer stories e/ou IGTV, né?⁣

✔️ Faça roteiro | Não deixe sua live solta. Defina bem o tema e os tópicos a serem discutidos, pra que a conversa não caia na monotonia e isto cause tédio nos seguidores⁣

✔️ Interaja | Roteiro é bom, mas deixe espaço para a interação. É pra isso que as pessoas também acessam sua live: pra conversar e trocar ideias. Portanto, leia os comentários e responda perguntas eventuais. ⁣

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