8 critérios para avaliar e contratar influenciadores digitais

Dificilmente você vai alcançar seus objetivos se continuar achando que a única forma de selecionar influenciadores digitais é pelo número de seguidores. Quando falamos em influência, há outros tantos aspectos que devem ser levados em consideração, sempre a partir dos seus interesses e da posição que diferentes creators ocupam no mercado e na mente dos seus seguidores.

Nesse post, há oito critérios importantes que podem te ajudar a comparar perfis e, por fim, escolher os que mais combinam com as suas estratégias.

1 – HISTÓRICO

Sua audiência tem memória, hein?! Então, por mais que aquele creator esteja num bom momento, não deixe de pesquisar sua história, para que não haja surpresas indesejadas adiante. Com que outras marcas ele já se conectou? Seu trabalho foi satisfatório? Como a sua comunidade reagiu? O que falam dele nos bastidores do mercado? Ele já vivenciou alguma crise? E como se saiu dela?

Além das redes do influenciador, analise também seu MÍDIA KIT – portfólio que resume sua carreira, por meio de números, ações, premiações, estatísticas e marcas com as quais já trabalhou. Com estas informações, com certeza você terá mais clareza na hora de escolher com quem trabalhar.

2 – ALCANCE

Embora a gente sempre reafirme que números isolados não definem a relevância de ninguém, eles, ainda assim, nos dão indicativos do alcance – número de pessoas impactadas – do Criador de Conteúdo. Portanto, se seu intuito é aparecer para mais pessoas e conquistar novos públicos, dados como quantidade de seguidores, visualizações, inscritos e impressões, entre outros, devem ser levados em consideração.

3 – RELEVÂNCIA

Repare se os valores, discursos e propósitos do influenciador se identificam com os da sua marca. De nada adianta alcançar milhares de pessoas se não há compatibilidade no que vocês dizem, se não há conexão entre os universos de vocês. Tudo que for dito precisa estar uniforme e soar realmente relevante para a sua audiência. 

4 – PODER CRIATIVO

Se você acha que ações com criadores de conteúdo se resumem a “recebidinhos” e publiposts focados em elogios a marcas, saiba que o Marketing de Influência vai além. Mas para ser bem-sucedido nesta investida, você precisa investigar o potencial criativo de cada influenciador. Quanto ele pode contribuir NO DESENVOLVIMENTO da ação, ao invés de receber um conteúdo pronto apenas para reproduzi-lo? Quais ideias ele pode trazer para o projeto a partir das suas vivências e da relação com a sua audiência? 

Entenda, quanto mais DNA deste creator na ação, mais parecida ela é com o conteúdo que ele entrega cotidianamente, logo, mais leve e natural sua estratégia aparente ser. E lembre-se: ninguém fala melhor com a comunidade deste influenciador do que ele mesmo, portanto, sua contribuição será sempre muito bem-vinda.

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5 – PODER EXECUTIVO

Como criar não basta, é importante também levar em consideração o potencial executivo do creator. Se suas ideias são boas, quantas delas este influenciador consegue colocar em prática? Quais suas habilidades? É bom contador de histórias? Edita vídeos, fotografa, escreve bem? Quais destas habilidades podem contribuir para sua narrativa?

6 – CONTEÚDO

Que narrativas este influenciador transmite ao seu público no dia a dia? Que ideias, propósitos e valores ele transforma em conteúdos e com que objetivos? Suas publicações fazem a diferença na vida de alguém, satisfazem necessidades e interesses alheios ou não passam de postagens “lifestyle” desinteressantes que não agregam nada a ninguém?

Se este profissional não é capaz de mover vidas por meio do seu trabalho, dificilmente ele fará isto ao se conectar com a sua marca.

7 – RESSONÂNCIA/ENGAJAMENTO

Até onde chega a voz do influenciador? Suas mensagens voam longe ou não passam da esquina? Ressonância diz respeito à capacidade que ele tem de repercutir e engajar. Dependendo dos seus objetivos, não é nada interessante contratar alguém que, mesmo alcançando muita gente, não tem capacidade suficiente de fazer alguém interagir, dar likes, comentar, compartilhar, ou seja, engajar um conteúdo. 

Como a audiência enxerga este influenciador: ele é ouvido? Quanto de efetividade e qualidade há nos comentários, não apenas das suas postagens comuns, mas também de seus publiposts? As pessoas, de fato, reparam na marca que ele divulga ou ela passa e ninguém vê? Quantas outras pessoas e marcas relevantes daquele nicho, mercado, cidade e/ou região o seguem?

8 – PONTOS DELICADOS E POLÊMICOS

Se você está a fim de disseminar uma ideia, propagar um conceito, posicionar-se diante do mercado e dos seus consumidores de maneira satisfatória, dificilmente você vai querer se aliar com alguém que rompe com tudo que você, enquanto marca, acredita, estou certo?

Pois bem, então, por fim, analise minuciosamente os pontos, temas e conteúdos sensíveis que podem promover polêmicas desnecessárias e gerar crises para o seu negócio. Se o fardo for grande demais, melhor partir para outra, a não ser que você queira dispensar tempo, dinheiro e paciência para apagar incêndios na Internet. 

Bom trabalho!

Estas e outras dicas, você encontra aqui também: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Antes de contratar influenciadores digitais, pergunte-se…

Marketing de Influência é uma ferramenta potente de conexão entre negócios e influenciadores em prol de interesses em comum, quer seja a propagação de uma ideia e/ou conversão e fidelização de clientes. Entre os benefícios que resultam desta estratégia estão: alcance e intimidade com novos públicos; fortalecimento da marca e dos seus posicionamentos; pertencimento a uma comunidade; ganho de confiança; e influência de consumo. 

Se antes, os receios de se acreditar e investir nessa área eram muitos, hoje os números atestam a necessidade de não se negligenciar seu valor. Segundo o Instituto Qualibest, numa pesquisa realizada em 2019, 71% dos internautas brasileiros que usam redes sociais segue creators, 63% deles gostam que os influencers recomendem produtos, enquanto que 50% costuma pesquisar opinião de influenciadores antes de comprar.

Veja outros insights da Pesquisa Qualibest sobre Influenciadores Digitais aqui

Mas ressalto, não há influência que salve produtos, conteúdos e marcas ruins. Logo, antes de buscar visibilidade para o seu negócio, analise se ele está pronto para esta exposição. Arrume primeiro a casa para só depois abrir suas portas e convidar as pessoas a entrarem; do modo contrário, sua ação vai atrair olhares para um mau momento da sua empresa e os danos podem ser enormes. 

Algumas perguntas te ajudam a entender se agora é hora da sua marca investir em Marketing de Influência. Responda sincera e atentamente. Se as respostas forem positivas, invista nos creators e alavanque seus negócios.

1 – Sua marca está preparada?

Antes de qualquer coisa: sua empresa está pronta para esta exposição? Há estoque suficiente para novas demandas? Seu ponto de venda está em bom estado, com equipe treinada e capacitada? A imagem do seu negócio está límpida ou ainda tem rasuras de uma crise recente?

Tudo precisa estar no seu devido lugar para recepcionar os novos seguidores e possíveis clientes da melhor maneira possível. Se algo ainda precisa ser ajustado, repense a ação e contrate creators só mais adiante.  

2 – Seus canais digitais estão prontos?

Não só seus produtos, serviços, atendimento e logística precisam estar devidamente organizados antes de uma campanha de influência, mas seus canais digitais também. Seus perfis no Instagram, Twitter, Facebook, WhatsApp – ou qualquer outra rede que você utilize – serão as verdadeiras portas de entrada para quem for impactado pelos publiposts. Já pensou causar má impressão assim logo de cara? Não dá, né?! 

Primeiro produza conteúdos de excelência nas suas mídias, depois parta para a divulgação.

3 – Seus objetivos estão claros?

Qual sua real intenção nessa campanha: alcançar novos públicos, engajar suas redes, posicionar-se sobre algum tema, fortalecer valores, criar intimidade com a audiência, lançar um produto, vender mais?

“Acho que um pouquinho de cada”. Se essa é a sua resposta, volte dez casas e foque no real objetivo da sua empresa, pra depois não reclamar de tempo e dinheiro jogados fora. 

4 – Você é capaz de fazer as melhores escolhas?

Não confunda preferências pessoais com as necessidades da sua marca e trate com seriedade a escolha de influenciadores digitais para sua campanha. Não é o amigo nem a blogueira que você ama, mas quem, de fato, compactua com seus valores e pode melhor traduzir os seus objetivos nas redes sociais. Se você não consegue manter esse distanciamento na hora de escolher, contrate alguém para fazer isso por você.

5 – Tem tempo disponível?

Agora que a sua campanha está no ar é que o trabalho se intensifica. Não pense que os resultados cairão do céu. Você precisa disponibilizar tempo para acompanhar e mensurar o andamento dos conteúdos que falam da sua marca via influenciadores digitais. E não só pra isso, mas para interagir também com a nova audiência que deve chegar. Se os seguidores recém-chegados perceberem seus canais como ambientes desinteressantes e pouco empenhados em dialogar, eles logo deixarão de te seguir.

6 – Tem dinheiro para investir?

Nem só de permuta vive o creator, tá?! Se não há capital disponível, nem comece. Aliás, muitas marcas, hoje em dia, preveem orçamentos para influenciadores ainda no planejamento estratégico de suas ações, ao invés de destinarem apenas “o que sobrou” para campanhas como estas, porque elas já entenderam que Marketing de Influência envolve gastos, sim. E nem falo somente de cachês, mas de custos como os de transporte, impulsionamentos de postagens, produção de kits, social medias, sistemas de monitoramento, entre outros.

7 – Há contexto?

Sua marca pode estar preparadíssima, com objetivos claros, tempo e dinheiro disponíveis, mas se não há clima para isto, melhor deixar para depois. Uma campanha de influência alienada, despregada da realidade, pode destruir o seu negócio. As redes sociais são muito sensíveis ao que acontece no mundo, portanto, todo bom conteúdo, necessariamente, deve ter coerência com o que está sendo dito, postado, dito e comentado naquele exato momento.

Bem, já presenciamos diversos influenciadores digitais sendo expostos por atitudes que contrariam uma realidade de pandemia e distanciamento social em 2020, né?! Então não preciso falar mais nada.

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O que aprendemos sobre redes sociais em dias de coronavirus

Muita gente precisou de uma pandemia devastadora pra se dar conta do que as redes sociais nos ensinam há mais de uma década, né?! Olhos atentos sempre, porque tudo muda a todo instante. Quem entendeu isso lá atrás, sentiu menos o baque. Já pra quem negligenciou, não houve outra saída a não ser aprender em meio ao caos. 

Seguimos isolados e muito distantes do fim, porém um mês já foi suficiente para o distanciamento social nos dar alguns insights. 

1 – Presença digital: quem construiu antes, está melhor!

Mas se você parou só agora para construir sua presença na web, tudo bem também. Só promete pro tio que daqui em diante seu olhar para as redes sociais vai ser muito mais cuidadoso e atento, por favor. 

Aproveite o momento para se dedicar aos seus perfis digitais: ouça quem pode te ajudar; analise suas estatísticas; busque referências; estude on-line; profissionalize seus conteúdos. E não desista no meio do caminho. Rede Social é assim mesmo: sedução a longo prazo, tem que investir pra dar certo.

2 – Planejamento é bom, mas não é tudo!

Já dizia Marshall Berman: ’Tudo que é sólido desmancha no ar’. E como as redes sociais levam isso ao pé da letra, não é, menina?! Planejar-se é bom? É maravilhoso! Nos traz consistência e disciplina, ajuda a organizar as ideias e a construir uma grande narrativa digital repartida em postagens ao longo do tempo. Mas se for pra te engessar, melhor nem começar.

Se planejamento é bom, estar atento ao que a rede conversa e sente, é melhor ainda. Bom conteúdo, acima de tudo, tem contexto, tem frescor e total sintonia com o que a sua audiência consome no agora. Por isso, sempre que necessário, reordene, refaça, mude de ideia, adapte-se, mas jamais deixe de falar a língua dos seus seguidores só pra se manter fiel a um planejamento defasado.

Leia também: Conteúdos Digitais em Tempos de Coronavirus
Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

3 – Mais que postar, viva as redes

A magia acontece não quando você posta, mas entre uma postagem e outra, no tempo que você se dedica às redes, aos seus conteúdos e aos seus seguidores. Se você não está cotidianamente apto a uma conversa franca com seu público, você jamais saberá o que ele espera da sua marca e seus conteúdos continuarão falando com absolutamente ninguém. 

Todo dia, estabeleça um tempinho para observar o que as pessoas andam comentando na Internet, a grande polêmica, o assunto vigente, o meme da hora… ‘Ah, Petterson, mas eu não tenho tempo pra isso’. Se você não tem, alguém tem que ter por você. Caso contrário, seus posts bonitinhos e cheios de filtros continuarão passando pelo feed alheio falando pro vazio.  

4 – É possível comunicar sem vender

Oh… Surpreso? Se finalmente, num contexto de isolamento, sem conseguir comercializar, você entendeu que é possível conversar com sua audiência de um jeito ‘despretensioso’, sem a necessidade de empurrar no peito dela algo para vender, saiba que, enfim, você entendeu como funcionam as redes sociais. 

‘Os seus clientes não se preocupam com você, seus produtos ou seus serviços. Eles se preocupam consigo mesmos’, é o que Joe Pulizzi fala há quase 20 anos. E é isto: quanto mais você se empenha em falar somente de si nas redes, mais desesperado você vai parecer e mais distante de ti seu público vai ficar.

Relaxe! Preocupe-se primeiro em ajudar as pessoas, ouvindo-as, trocando afetos, satisfazendo necessidades e respondendo perguntas que, naturalmente, elas chegarão até você e comprarão o que você tem pra vender. 

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Marcas, não soltem a mão de ninguém

Quem diria que a relação entre marcas e creators seria exposta a tantas provações, né?! Vínculos que, a priori, eram estritamente comerciais, tomaram outra proporção e hoje extrapolam os estímulos de venda, ganhando assim aspectos bem mais profundos. Se você já olhou pra um influencer e, imediatamente, lembrou de alguma marca, você talvez entenda o que eu estou falando.

Mas na mesma medida em que essas parcerias têm um bocado de paixão, lealdade, transparência e, em alguns casos, até amor, impossível negar que há também objetivos muito claros de popularidade, nutrição de leads, vendas, aumento de lucro, entre outros. E não são poucos aqueles que, nos últimos anos, usufruíram (e bastante!) dos benefícios que o Marketing de Influência pode gerar: atraindo novos seguidores, prospects e clientes para seus perfis e pontos de vendas. Você é um? Então é contigo que eu estou falando.

Hoje, diante de uma pandemia avassaladora, que tem surpreendido e arrasado com os planos de milhões de pessoas, a conexão marca/creator é posta à prova mais uma vez e minhas reflexões passam justamente por este ponto: quanto de esforço a sua marca – e me refiro aqui a marcas grandes, com condições mesmo em meio à crise – tem demandado pra não desamparar criadores de conteúdo que outrora lhe deram ótimos retornos e geraram um valor absurdo para o seu negócio? Em meio ao caos, você tem olhado para os lados e amparado seus parceiros? 

Porque afinal, todo relacionamento não passa disto: um amontoado de altos e baixos, onde as partes se ajustam e se amparam de acordo com a realidade, procede? E, infelizmente, a realidade hoje é um caos gigantesco, capaz de destruir o negócio e o sustento de muitos, que sem ter de onde tirar, podem não conseguir sustentar nem a si nem as suas famílias.

E veja, não estou aqui tentando amenizar nenhum dano. Tem sido difícil e obscuro, sim. Mas pra todos. Sei de empresas que mal estão conseguindo manter seus funcionários… Não é com vocês que eu estou falando. A reflexão, pelo contrário, é bem mais sobre cooperação; contribuições mútuas; parcerias; e reciprocidade. Na saúde, na doença, na riqueza, na pobreza, até que, bem, o resto vocês sabem… 

É desabafo e pedido, em nome de milhares de pessoas autônomas que fazem das suas redes vitrines para produtos e serviços como os seus; em nome de diversos profissionais que nunca hesitaram em criar estratégias para potencializar o negócio de terceiros; e de criadores de conteúdos cuja única fonte de renda é sua rede social. É menos em meu nome, já que consigo monetizar de outras maneiras desde sempre, mas em nome de um mercado que teme o abandono.

Possibilidades para amenizar os prejuízos há. Desde que não haja conexões oportunistas nem publiposts descolados da realidade, afinal estamos atravessando uma quarentena e isto não pode ser omitido. Desde que haja disponibilidade para conversar e construir conjuntamente. Que seja só mais uma fase. Que tudo passe já. E que mesmo evitando o contato, ninguém solte a mão de ninguém! 

Grandes marcas, não abandonem seus creators! E não preciso nem dizer, né?! Creators, não abandonem as marcas pequenas que sempre acreditaram no trabalho de vocês. Somos uma coisa só. Vamos todos juntos!

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Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

Em tempos de #coronavirus, as lives têm sido um ótimo passatempo pra muitos seguidores e mais uma oportunidade de produtores de conteúdo e marcas se conectarem mais intimamente com suas audiências no Instagram. ⁣

É lindo ver creators se disponibilizando a entreter, inspirar, informar e educar seus públicos por meio de conteúdos ao vivo. Caso tenhas interesse em fazer o mesmo, a hora é agora. Te dou algumas dicas pra otimizar ainda mais a tua live!⁣

✔️ Prepare a audiência | Não surja do nada, você pode pegar sua audiência desprevenida. Combine dia e horário previamente e compartilhe a data marcada com seus seguidores⁣

✔️ Teste a conexão | Minutos antes de começar a live, veja como está a sua internet – reinicie, se necessário -, pra que a qualidade da sua live se mantenha boa até o fim⁣

✔️ Fixe horários | A própria rede comunica sua base quando sua live começa, então espere os seguidores e fique ao vivo por, pelo menos, 10 minutos. Menos que isso, melhor fazer stories e/ou IGTV, né?⁣

✔️ Faça roteiro | Não deixe sua live solta. Defina bem o tema e os tópicos a serem discutidos, pra que a conversa não caia na monotonia e isto cause tédio nos seguidores⁣

✔️ Interaja | Roteiro é bom, mas deixe espaço para a interação. É pra isso que as pessoas também acessam sua live: pra conversar e trocar ideias. Portanto, leia os comentários e responda perguntas eventuais. ⁣

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15 insights sobre os STORIES

Foto: Ana Lu

Em 2019, a Squid, empresa de marketing de influência, coletou e observou mais de 2 milhões de stories no intuito de entender melhor o comportamento da audiência nesse recurso do Instagram. Algumas das principais conclusões acerca de volume, horários, dias e engajamentos eu reuni na lista abaixo.

1 – O engajamento nos stories não sofre diferenças significativas conforme o horário ou dia da semana no instagram. Ele depende muito mais da audiência do perfil;

2 – As maiores taxas de engajamento são encontradas nos perfis entre 5k e 30k seguidores;

3 – Influenciadores entre 18 e 25 anos engajam mais que influencers de outras faixas etárias;

4 – Segundas e terças, entre 18h e 21h, são os dias com maior número de publicações. Domingo é o menor!

5 – SP, RJ e BA são os estados brasileiros que mais postam stories;

6 – 23h é o horário com o maior número de impressões em quase todos os dias da semana, especialmente às sextas-feiras;

7 – Às quartas-feiras, o pico de visualizações ocorre entre 19h e 22h;

8 – Praticamente 3/4 de todos os conteúdos publicados nos stories são vídeos. Apesar disso, as fotos têm uma média de 25% mais engajamento do que um vídeo;

9 – Mas os vídeos costumam receber menos toques para pular o story do que as imagens;

10 – 92% das imagens nos stories recebem toque para passar pro próximo; já os vídeos, 83%;

11 – Numa sequência, há uma queda média de engajamento de até 30% a partir do quarto story;

12 – O pico de taxa de saída (quando abandonamos os stories do perfil) ocorre mais entre o primeiro e segundo story;

13 – Se o seu seguidor resistiu e chegou até o terceiro story, há grandes chances de ele assistir ao conteúdo até o fim;

14 – Os stories são o canal que mais se aproxima da vida real do influenciador e gera conexão com a sua comunidade;

15 – Os stories permitem que o creator seja mais criativo e gere conversas a partir da gama de ferramentas que o recurso possui.

E por falar em stories, estou por lá também. | https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Conteúdos Digitais em tempos de Coronavírus

O pior erro que uma marca pode cometer neste momento é fingir miopia e seguir sua vida digital como se nada estivesse acontecendo. A pandemia é real e manter-se alheio a tudo isto é um comportamento que, nem de longe, vai agradar a sua audiência. Abaixo, quatro dicas de conteúdos em tempos de #coronavirus

1 – Não ignore o contexto | Rede Social sempre foi e continuará sendo sobre conteúdos em tempo real. Portanto, não se distancie do que estamos assistindo, discutindo e vivendo. Sua marca não é uma ilha! Seja empático e generoso: poste para amenizar esta realidade informando, educando, entretendo e/ou inspirando seu público;

2 – Mostre o que a sua empresa está fazendo pela equipe | Nem só de postagens informativas e discursos bonitos vive a reputação de uma marca. Viva o que você prega! Traduza dicas digitais em atitudes no seu ambiente de trabalho e mostre isso nas redes: transparência é bom e a gente gosta. Que tal ganhar sua audiência no exemplo?

3 – Dê voz para quem entende do assunto | Já falamos bastante sobre Curadoria de Conteúdo, né?! Quem aí lembra? Pois agora é hora de colocar o conhecimento em prática. Pesquise, consuma, reuna e compartilhe com seus seguidores conteúdos de profissionais e instituições referências no assunto. Se você não é da área de saúde nem domina o tema, saia do protagonismo e empreste seu perfil para quem vai, de fato, contribuir neste momento;

4 – Combata Fake News | Compartilhar, mas com responsabilidade SEMPRE. Em dias de tantas informações desencontradas, é importantíssimo se colocar à disposição como um filtro de fontes confiáveis para seu público. Consuma e repasse apenas conteúdos de perfis oficiais, como OMS, Ministério da Saúde, entre outros. Sem ansiedade e afobação, selecione bem o que você vai dividir nas suas redes pra depois não reclamar que caiu em descrédito na web.

Ah, e lave as mãos, tá?!
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13 informações importantíssimas sobre o mercado de influência no Brasil

O Marketing de Influência, há tempos, já mostrou seu poder e, hoje, qualquer estratégia que negligencie essa disciplina corre sérios riscos de perder forças.

Os motivos são diversos: marcas sem capilaridade nas redes; consumidores incrédulos diante de estímulos publicitários; e comunidades digitais com lugar de destaque na decisão de compra de seus integrantes. Ou você nunca levou em consideração a opinião de amigos, familiares, pessoas que você admira antes de comprar algo? Pois é. 

Sobre esse tema, a Spark, empresa referência em Marketing de Influência, com o Instituto Qualibest acabaram de divulgar uma pesquisa que respondeu algumas perguntas acerca da receptividade e reação do público em relação aos influenciadores digitais e seus publiposts; e outros hábitos de consumo na web.

Reuni 13 itens valiosos da pesquisa nesse post. Espero que eles te ajudem nas tuas próximas ações com creators/influenciadores digitais. Boa leitura!

SOBRE INFLUÊNCIA

1 – 71% dos internautas brasileiros que usam redes sociais segue influenciadores

2 – 63%  gostam que os influenciadores recomendem produtos

3 – 50% costumam pesquisar opinião de influenciadores antes de comprar

4 – 72% discordam que a confiança em publipost cai

5 – 76% já compraram algo depois da indicação de um influenciador digital

6 – 78% dos seguidores considera importante que o influenciador identifique publis com hashtags como: #publi #ad #promo #publipost

7 – Onde os brasileiros mais seguem influenciadores:

> Youtube – 81%

> Instagram – 81%

> Facebook – 49%

> Twitter – 24%

8 – E porque seguem influenciadores digitais:

> 69% – os assuntos que eles abordam me interessam

> 56% – indicações e recomendações de produtos e serviços que eles dão 

> 54% – para me divertir/passar o tempo

> 50% – os tutoriais, construir coisas

> 43% – experiências pessoais deles/ seu dia a dia

> 33% – me ajuda a dominar os assuntos que eles abordam

> 28% – as viagens que fazem ou indicam

> 25% – para me desenvolver pessoal e/ou profissionalmente

HÁBITOS DE CONSUMO

9 – Maiores INTERESSES dos seguidores em conteúdos de influenciadores

> Humor/Comédia
> Entretenimento/Cultura
> Beleza
> Moda
> Viagem/Turismo
> Saúde/Fitness

10 – No Instagram, Feed e Stories têm igual preferência

> Feed: 48%
> Stories: 45%
> IGTV: 7%

11 – 41% dos seguidores só ativam o áudio dos stories se as imagens interessarem

12 – Itens mais comprados por indicação dos influenciadores (público de homens e mulheres juntos)

> Produtos de beleza (52%)
> Livros (42%)
> Moda e acessórios (42%)

13 – Sobre a CONFIANÇA do público

AUMENTA quando:

83% – o influenciador é natural e verdadeiro (mostra seu dia a dia como realmente é/defende seus ideais)

82% – Domina os assuntos que aborda

79% – Indica e avalia produtos com base em suas experiências reais

75% – Interage com seguidores

68% – Tem bom humor/é divertido

DIMINUI quando:

74% – faz comentários/atitudes racistas ou preconceituosas (no presente e no passado)

14 – Principais razões para unfollow em influenciadores digitais:

> Conteúdo deixou de ser relevante

> Ficou chato/sem graça

> Mudou de personalidade/temas abordados

> Parecia um vendedor, não era autêntico nas suas indicações de produtos/serviços

> Era preconceituoso

> Falava muito palavrão/ofendia as pessoas

Rafael Coca, da Spark, apresentando a pesquisa no Youpix Summit, em SP

De acordo com a Spark e Qualibest, a partir desses números, duas conclusões são importantíssimas:

1 – É fundamental ser natural e demonstrar domínio do assunto abordado!
2 – #publi não espanta seguidor nem retrai engajamento

Se você gostou, compartilhe com o coleguinha!
Estas e outras informações sobre redes sociais e comportamento web, tem aqui também: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Artistas nas redes sociais: 7 dicas de como atrair fãs e seguidores

Amigo artista, talvez o seu perfil nas redes ainda não atraia tanta gente como a sua voz, seu dom e seu talento merecem. Há algumas hipóteses para que isso esteja acontecendo: uma delas é a de que você ainda encare as redes sociais como um espaço de mera divulgação do seu trabalho. E é aí que está o erro!

Rede Social é espaço para relacionamento. E se você não se dispõe a isso, ninguém vai reparar em ti. Como aquele artista que não se destaca e as pessoas passam por ele, sem nem lhe dar uma atenção.

Anitta homenageando Mariah Carey, um dos seus ídolos

Abaixo, algumas dicas que podem te ajudar a usar a Internet ao seu favor:

1 – Não use as redes sociais apenas para divulgar seu trabalho 

Seguidor é egoísta e usa a Internet para resolver seus problemas, atender suas necessidades e realizar seus desejos, e não pra consumir propaganda de marcas e/ou artistas. Então não seja invasivo nem se torne spam! Ao invés de falar só de si, preocupar-se somente com a divulgacão do seu novo clipe, sua playlist no Spotify e/ou sua agenda de shows, olhe para os lados e entenda o que o fã quer de ti. Esteja pronto para dar aquilo que as pessoas buscam nas redes: re-la-cio-na-men-to, o segundo item da nossa lista

2 – Relacione-se com seus fãs

Nando Reis conversando com a sua fã no Twitter

Internet não é palco. Nela, você está no mesmo patamar que o seu seguidor. E ele sabe disso. E ele busca essa intimidade que implica uma relação de igual pra igual, sem travas, sem desníveis, numa via de mão dupla, em que todo mundo fala, ouve, compartilha, doa, troca. E quanto mais você tenta se distanciar disso, pior fica a sua comunicação. Para o fã, não importa se você é celebridade internacional ou um artista local, ele quer dialogar. Portanto, entre uma postagem e outra, responda seus directs; interaja com seus comentários; visite, de surpresa, o perfil daquele seu fã assíduo e fiel; atenda o que seus seguidores pedem; interaja com os perfis que você segue; assista aos stories alheios; compartilhe algo legal que você viu… Só fazendo isso, você vai começar a entender a real dinâmica das redes sociais

3 – Mostre seu Lado B: humanize-se!

Tatá Werneck compartilhando um de seus momentos íntimos com o esposo no dia do seu aniversário

E se rede social pede relacionamento, uma das melhores formas de se fazer isso é se humanizando. Porque quanto mais você tenta esconder seus bastidores, mais engessados, superficiais e desumanos tendem a ficar seus conteúdos. Sem trair sua privacidade, mostre sua rotina, seus altos e baixos, sua história, seus perrengues e tudo aquilo que não é dito nem visto no seu release, na sua comunicação oficial. Quanto mais você se descontroi e consegue rir de si mesmo, sem a necessidade de parecer sempre perfeito para o público, mais as pessoas criam afinidade, empatia e admiração pelo que você tem a oferecer. Só assim elas se sentem íntimas, amigas e fazendo parte do teu trabalho. 

O STORY do Instagram, por exemplo, é uma ferramenta poderosa para essa humanização. Experimente compartilhar trechos da sua vida nesse canal e veja o retorno dos seus fãs.

Beyoncé nos bastidores da sua turnê

Sandy atiçando seus fãs ao anunciar a formação da banda na turnê Nossa História

4 – Compartilhe seus processos

Seu fã não se contenta mais com o produto final. Ele também quer os processos. Ele quer o que acontece entre um disco e outro, entre um clipe e outro, entre uma turnê e outra. Quão disposto e interessado você está em registrar esses bastidores para presentear seu público? Não seja negligente com essa fonte inesgotável de conteúdos: capte tudo e transforme em conteúdos para as suas redes sociais.

Bastidores de Johnny Massaro

Bastidores de Jesuíta Barbosa

Bastidores do clipe de Maluma com Ricky Martin

Está compondo? Sem entregar o trabalho pronto, que tal falar dessa jornada de composição? O que você está sentindo? Quem tem te inspirado nesse momento? Que link esse novo trabalho faz com toda tua carreira? Como se dá teu processo criativo? Tem um cantinho preferido de composição ou não? Que gatilhos te fazem criar mais e melhor?

Está em turnê? Já pensou em compartilhar suas viagens, entradas e saídas das cidades por onde seu show vai passar? E os artistas que cruzam contigo nessa jornada? O que te causou espanto, medo, agonia, prazer, alegria? Um fato curioso, um fã especial, um mico no palco? Camarim, van, ônibus, carro, hotel, sempre tem algo a mostrar. Explore tudo isso!

Gravando clipe, desenhando, escrevendo, fotografando? Atraia teus seguidores pra junto de ti, compartilhando pequenas pílulas desse trabalho que chega logo mais.

Elza Soares, uma das lendas da MPB, compartilhando nas redes sociais seu nervosismo com uma foto da turnê de 2017

Paulo Gustavo está compartilhando o Making Of do seu novo filme, Minha Mãe É Uma Peça 3, no Instagram e está de chorar de rir

5 – Fale das suas referências e inspirações

Cantora Iza compartilhando playlists com seus fãs no Spotify

Freie o impulso de falar somente de você enaltecendo, dividindo, falando também do trabalho alheio. Quem te inspira? Que referências te influenciam?

Um livro que influenciou o nome do disco, uma foto que ajudou na criação do teu figurino, um cartaz de filme que inspirou teu traço no lettering, uma música que te levou a escrever uma história, um artista que te incentivou a cantar… Nunca falou sobre nada disso nas tuas redes sociais? A hora é agora!

Lia Sophia cantando uma das suas referências, Djavan, no Instagram

Lucy Alves falando do Padre Fábio de Melo

Johnny Massaro homenageando Caetano em seu aniversário

6 – Seja plural…

… E permaneça interessante. A melhor forma de perder a atenção do seu público é falar de um só assunto. De vez em quando, meio que ‘despretensiosamente’, comente sobre o assunto do momento, brinque com um meme, conte uma história, confesse uma gafe sua, distancie-se um pouco do seu universo artístico e surpreenda seus seguidores e fãs com um tema completamente novo.

Lucy usando suas redes para falar sobre maus-tratos contra animais

Iza, no dia dos pais, homenageado o seu pai

O cantor Silva compartilhando bastidores da sua turnê

7 – Mostre o seu trabalho! 

Agora, só não cometa o maior pecado que um artista pode cometer numa rede social: jamais deixe de mostrar seu trabalho, seu produto final, sua música, sua arte, seu talento. Afinal, você está ali justamente pra isso. Cante, desenhe, interprete, escreva, componha, crie. O público vai amar consumir o que você tem a oferecer. 

E caso você esteja pensando que esse item contrapõe o primeiro, você está enganadx! O segredo é o equilíbrio: não mostrar nem demais nem de menos, mas na medida.

O escritor gaúcho Carpinejar no Facebook

Ilustradora Layse Almada divulgando seu trabalho na web

Liniker usando o IGTV para soltar seu vozerão ❤

O escritor Zack Magiezi em sua página no Facebook

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Rede Social é mais sobre dar do que receber

Compartilhar o que você sabe nas redes sociais é também uma forma de mostrar ao público o que você tem a oferecer comercialmente, mas de modo sutil, sem ser invasivo e sem pesar a mão. Funciona, mais ou menos, como a amostra grátis no supermercado: ofereça algo de graça para que saibam que você existe, para mostrar porque você é melhor que a concorrência, para despertar o interesse e, por fim, gerar vendas. Já superamos a era da propaganda pela propaganda, em que discursos de autoafirmação, regados a muuuuuitos autoelogios, fisgavam as pessoas. Desacreditamos dessas abordagens, porque o tempo nos provou que muitas marcas, nesse processo, mentiram descaradamente, disfarçaram suas mazelas e nos enganaram. Hoje, se você quer ser visto como o melhor e o maior, como o mais gostoso e mais incrível, vai ter que provar!

Não à toa, o Marketing de Conteúdo – essa prática de dar algo antes de pedir, de doar antes de vender, que a web tanto ama – é também conhecido como marketing da gentileza, porque nele, egoístas não sobrevivem. Se você não está disposto a TROCAR, jamais te darão importância. Aquela lógica antiga de empresas estabelecendo relações meramente comerciais com seu público não existe mais. As redes sociais nos deram a oportunidade de atingir outras camadas, ir mais a fundo em nossas conexões, e quem continua na superfície, com medo de se molhar, não é visto, não se destaca e não usufrui dos benefícios de um relacionamento genuíno, verdadeiro e consistente.

O que te faz achar que chama mais atenção postagens insistentes sobre preços, liquidações e queimas de estoque do que conteúdos sobre os valores da marca, seus posicionamentos acerca de causas sociais importantes, dia a dia, memes (por que não?), dicas e informações que podem melhorar ainda mais a minha experiência com produto X e/ou serviço Y? 

Importante dizer: há espaço para tudo! Mas se você está propenso a entregar apenas propaganda na timeline alheia, sinto muito, vai continuar falando sozinho. Porque você não se colocou no lugar do consumidor nem sequer perguntou a ele o que ele gosta de consumir na web. Porque você só pensa no próprio umbigo. Porque você é um spam. Putz, você não entendeu nada da brincadeira. Volte dez casas e recomece o jogo!

Antes de enxergar Facebook, Instagram, Twitter ou qualquer outra rede como mero espaço de vendas, onde seu único esforço é impactar pessoas com publicidade, entenda a Internet como plataforma de DIÁLOGO, em que a audiência está muito mais interessada em se entreter, informar-se, educar-se e inspirar-se. Proporcione isso! Seus seguidores naturalmente, em contrapartida, se interessarão pelo que você tem a dizer e vender. 

Dentro da sua realidade (como empresa ou creator), elenque temáticas, paixões e experiências que podem ser úteis ao outro e transforme tudo em conteúdos digitais excelentes. Entregue o seu melhor, sem medo de ser copiado pela concorrência ou de lucrar menos porque entregou algo de graça. O resultado é incrível! Soe interessante e despretensioso e pare de sufocar as pessoas com estímulos de comunicação que só deixam mais claro seu desespero por lucros e nada mais. Do contrário, você vai continuar afastando seu público por ele não se sentir valorizado dentro da sua estratégia. ’Só me chamou pra sair porque tá a fim de me comer, quando o que eu quero é envolvimento, paixão e relacionamento sério’. Sim, consumidores pensam assim. Sim, consumidores atuais (nós, no caso) são egocêntricos, mimados, apaixonados, carentes, fiéis e se sentem donos das marcas que eles gostam. E se você não devolve esse envolvimento na mesma medida, como num namoro que esfriou, ele parte pra outra.

 

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