Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

Em tempos de #coronavirus, as lives têm sido um ótimo passatempo pra muitos seguidores e mais uma oportunidade de produtores de conteúdo e marcas se conectarem mais intimamente com suas audiências no Instagram. ⁣

É lindo ver creators se disponibilizando a entreter, inspirar, informar e educar seus públicos por meio de conteúdos ao vivo. Caso tenhas interesse em fazer o mesmo, a hora é agora. Te dou algumas dicas pra otimizar ainda mais a tua live!⁣

✔️ Prepare a audiência | Não surja do nada, você pode pegar sua audiência desprevenida. Combine dia e horário previamente e compartilhe a data marcada com seus seguidores⁣

✔️ Teste a conexão | Minutos antes de começar a live, veja como está a sua internet – reinicie, se necessário -, pra que a qualidade da sua live se mantenha boa até o fim⁣

✔️ Fixe horários | A própria rede comunica sua base quando sua live começa, então espere os seguidores e fique ao vivo por, pelo menos, 10 minutos. Menos que isso, melhor fazer stories e/ou IGTV, né?⁣

✔️ Faça roteiro | Não deixe sua live solta. Defina bem o tema e os tópicos a serem discutidos, pra que a conversa não caia na monotonia e isto cause tédio nos seguidores⁣

✔️ Interaja | Roteiro é bom, mas deixe espaço para a interação. É pra isso que as pessoas também acessam sua live: pra conversar e trocar ideias. Portanto, leia os comentários e responda perguntas eventuais. ⁣

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15 insights sobre os STORIES

Foto: Ana Lu

Em 2019, a Squid, empresa de marketing de influência, coletou e observou mais de 2 milhões de stories no intuito de entender melhor o comportamento da audiência nesse recurso do Instagram. Algumas das principais conclusões acerca de volume, horários, dias e engajamentos eu reuni na lista abaixo.

1 – O engajamento nos stories não sofre diferenças significativas conforme o horário ou dia da semana no instagram. Ele depende muito mais da audiência do perfil;

2 – As maiores taxas de engajamento são encontradas nos perfis entre 5k e 30k seguidores;

3 – Influenciadores entre 18 e 25 anos engajam mais que influencers de outras faixas etárias;

4 – Segundas e terças, entre 18h e 21h, são os dias com maior número de publicações. Domingo é o menor!

5 – SP, RJ e BA são os estados brasileiros que mais postam stories;

6 – 23h é o horário com o maior número de impressões em quase todos os dias da semana, especialmente às sextas-feiras;

7 – Às quartas-feiras, o pico de visualizações ocorre entre 19h e 22h;

8 – Praticamente 3/4 de todos os conteúdos publicados nos stories são vídeos. Apesar disso, as fotos têm uma média de 25% mais engajamento do que um vídeo;

9 – Mas os vídeos costumam receber menos toques para pular o story do que as imagens;

10 – 92% das imagens nos stories recebem toque para passar pro próximo; já os vídeos, 83%;

11 – Numa sequência, há uma queda média de engajamento de até 30% a partir do quarto story;

12 – O pico de taxa de saída (quando abandonamos os stories do perfil) ocorre mais entre o primeiro e segundo story;

13 – Se o seu seguidor resistiu e chegou até o terceiro story, há grandes chances de ele assistir ao conteúdo até o fim;

14 – Os stories são o canal que mais se aproxima da vida real do influenciador e gera conexão com a sua comunidade;

15 – Os stories permitem que o creator seja mais criativo e gere conversas a partir da gama de ferramentas que o recurso possui.

E por falar em stories, estou por lá também. | https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Conteúdos Digitais em tempos de Coronavírus

O pior erro que uma marca pode cometer neste momento é fingir miopia e seguir sua vida digital como se nada estivesse acontecendo. A pandemia é real e manter-se alheio a tudo isto é um comportamento que, nem de longe, vai agradar a sua audiência. Abaixo, quatro dicas de conteúdos em tempos de #coronavirus

1 – Não ignore o contexto | Rede Social sempre foi e continuará sendo sobre conteúdos em tempo real. Portanto, não se distancie do que estamos assistindo, discutindo e vivendo. Sua marca não é uma ilha! Seja empático e generoso: poste para amenizar esta realidade informando, educando, entretendo e/ou inspirando seu público;

2 – Mostre o que a sua empresa está fazendo pela equipe | Nem só de postagens informativas e discursos bonitos vive a reputação de uma marca. Viva o que você prega! Traduza dicas digitais em atitudes no seu ambiente de trabalho e mostre isso nas redes: transparência é bom e a gente gosta. Que tal ganhar sua audiência no exemplo?

3 – Dê voz para quem entende do assunto | Já falamos bastante sobre Curadoria de Conteúdo, né?! Quem aí lembra? Pois agora é hora de colocar o conhecimento em prática. Pesquise, consuma, reuna e compartilhe com seus seguidores conteúdos de profissionais e instituições referências no assunto. Se você não é da área de saúde nem domina o tema, saia do protagonismo e empreste seu perfil para quem vai, de fato, contribuir neste momento;

4 – Combata Fake News | Compartilhar, mas com responsabilidade SEMPRE. Em dias de tantas informações desencontradas, é importantíssimo se colocar à disposição como um filtro de fontes confiáveis para seu público. Consuma e repasse apenas conteúdos de perfis oficiais, como OMS, Ministério da Saúde, entre outros. Sem ansiedade e afobação, selecione bem o que você vai dividir nas suas redes pra depois não reclamar que caiu em descrédito na web.

Ah, e lave as mãos, tá?!
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#UmaDicaPorDia | Janeiro e Fevereiro

#UmaDicaPorDia é uma editoria dos meus stories. Nela, até o fim do ano, compartilharei 366 dicas práticas sobre Marketing Digital. E aqui no blog, a cada dois meses, um resumo destas dicas pra facilitar a vida de quem precisa delas.

Abaixo, 15 dicas de janeiro e fevereiro. Pra acompanhar diariamente, só seguir: @pettersonfarias 

1 – Recicle conteúdos antigos

Ei, é perfeitamente aceitável (e a gente até incentiva) reciclar conteúdos antigos, viu?! Não caia nessa de que não se deve reaproveitar postagens… besteira!

Explore, sim, a mesma temática, o mesmo conteúdo em diversos formatos, plataformas e redes sociais. Só assim você vai atingir públicos diferentes e cada vez maiores em momentos diferentes.

2 – Squid para influenciadores

Squid é uma plataforma que conecta creators e marcas, garimpando, filtrando, gerenciando e mensurando trabalhos de Marketing de Influência. Se você é um criador de conteúdos digitais e tem dificuldade para acessar grandes marcas, empresas nacionais, você pode se cadastrar, selecionar as temáticas que aborda nas suas redes e aguardar propostas de marcas interessadas em perfis iguais ao seu. Simples assim!

Acesse: https://app.squidit.com.br

3 – Mostre seu ponto de venda

Use suas redes a seu favor e poste hoje mesmo no feed, nos stories, IGTV e/ou nos destaques seu pdv, sua fachada, salão, interior de loja, estacionamento e todos os espaços físicos do seu negócio. É frustrante para consumidores acostumados a buscar informações na Internet não encontrar dados suficientes para tomar suas decisões de compra.

Entenda de uma vez por todas: as pessoas não têm a obrigação de saber onde você está e é seu dever orientá-las como chegar, tá?!

4 – Datas comemorativas

Datas comemorativas são ótimas abordagens para você conversar de igual pra igual com as pessoas nas redes e estreitar ainda mais seus laços com os consumidores. Portanto, mapeie datas relacionadas ao seu negócio e produza conteúdos sobre elas. Mostre para seus clientes que você tem timing e sabe conversar sobre outras temáticas, ao invés de falar somente sobre seus produtos e serviços.

Mas ó, faça isso de modo criativo. Se for só pra desejar feliz dia, por meio de postagens clichês e desinteressantes, melhor nem fazer.

5 – Curadoria de Conteúdo

Rede Social é compartilhar. Então compartilhe o que é do outro também! Assimile a ideia de que seu conteúdo não é o único interessante na Internet. E é elegante, gentil e generoso dividir com seu público postagens de outras empresas, creators e até (por que não?) da concorrência. Se gostou, não guarde pra si.

Mas, claro, tenha coerência: só compartilhe conteúdos relacionados ao seu negócio e ao seu público.

6 – Compartilhe o que você sabe e as pessoas comprarão o que você vende

Esta é uma boa forma de mostrar ao público o que você tem a oferecer comercialmente, mas de modo sutil, sem ser invasivo e sem pesar a mão. Funciona, mais ou menos, como a amostra grátis no supermercado: ofereça algo de graça para que saibam que você existe, para mostrar porque você é melhor que a concorrência, para despertar o interesse e, por fim, gerar vendas. Já superamos a era da propaganda pela propaganda, em que discursos de autoafirmação, regados a muuuuuitos autoelogios, fisgavam as pessoas. Desacreditamos dessas abordagens, porque o tempo nos provou que muitas marcas, nesse processo, mentiram descaradamente, disfarçaram suas mazelas e nos enganaram. Hoje, se você quer ser visto como o melhor e o maior, como o mais gostoso e mais incrível, vai ter que provar!

O que te faz achar que chama mais atenção postagens insistentes sobre preços, liquidações e queimas de estoque do que conteúdos sobre os valores da marca, seus posicionamentos acerca de causas sociais importantes, dia a dia, memes (por que não?), dicas e informações que podem melhorar ainda mais a minha experiência com produto X e/ou serviço Y?

Claro, há espaço para tudo! Mas se você está propenso a entregar apenas propaganda na timeline alheia, sinto muito, vai continuar falando sozinho. Porque você não se colocou no lugar do consumidor nem sequer perguntou a ele o que ele gosta de consumir na web. Porque você só pensa no próprio umbigo. Porque você é um spam. Putz, você não entendeu nada da brincadeira. Volte dez casas e recomece o jogo!

Antes de enxergar Facebook, Instagram, Twitter ou qualquer outra rede como mero espaço de vendas, onde seu único esforço é impactar pessoas com publicidade, entenda a Internet como plataforma de DIÁLOGO, em que a audiência está muito mais interessada em se entreter, informar-se, educar-se e inspirar-se. Proporcione isso! Seus seguidores naturalmente, em contrapartida, se interessarão pelo que você tem a dizer e vender.

7 – Alcance e Impressões

Alcance: número de contas únicas que viram suas publicações num intervalo de tempo;
Impressões: total de vezes que essas contas únicas viram suas publicações num intervalo de tempo;

Exemplo: nesta semana, meu pai, meu irmão e minha namorada viram minhas publicações, logo, alcancei 3 pessoas.
Cada uma delas viu um post meu no feed e dois stories, logo, tive 9 impressões.

8 – Fale o óbvio

Embora você ache, nem todo mundo sabe o que você sabe, faz e vende. E é seu papel ensinar, informar e educar o público. Portanto, não tenha medo de falar o óbvio. Facilite a vida de quem usa as redes sociais para aprender e agregue valor ao seu negócio a partir de conteúdos consistentes, didáticos e relevantes. Só assim, seu público vai entender e valorizar ainda mais seu produto/serviço e enxergar a importância de consumi-lo. 

9 – Peça licença antes de entrar no whatsapp

E por falar em óbvio: lembre-se, é extremamente mal educado enviar mensagens sem pedir permissão no WhatsApp. Não importa se é fã, cliente ou seguidor, não se comporte como SPAM. Antes de entrar, peça licença!

10 – Economize o ENTER no WhatsApp

Ainda sobre Whatsapp: se a pessoa permitiu que você envie mensagens, ao fazer isto, sempre escreva tudo o que você tem pra dizer e só depois envie. Economize o ENTER, por favor! Não seja aquela pessoa/marca chata que dá ENTER a cada palavra digitada. Ninguém gosta de receber mil notificações, ainda mais quando a mensagem se resume a

‘Oi
Tudo
Bem
?’

11 – Recebido é aposta

Recebidinho é bom e (quase) todo influenciador gosta, né?! Mas mimos não são contratos e quem recebe tem o direito de escolha entre postar ou não. Se compartilhou, ótimo, ponto pra marca. Se não publicou, vida que segue. Vivo brincando, expondo e tocando na ferida de produtores de conteúdo irresponsáveis com o mercado, mas, por outro lado, há diversas empresas conduzindo o relacionamento com esses profissionais de maneira desordenada, sem se dar conta de que há regras e deveres em ambas as partes. 

É possível profissionalizar, minimamente, essa relação a partir do entendimento de que: se eu não contratei ou acertei algo previamente com o influenciador, eu não posso cobrar dele postagem, engajamento e alcance.

 Pouco se pratica esse senso de justiça: de que não devem estar em ponto de igualdade uma marca que se relaciona profundamente com o creator, por anos às vezes, e paga pelo espaço em seu perfil; e outra marca que mal subiu no ônibus, já quer sentar na janela. ‘Mas é só um presentinho’. Não é. É, sim, um investimento de marca por ela saber que pode ganhar visibilidade em troca de um recebido. Porém, que ao praticar essa relação, as empresas entendam que todo influenciador é uma mídia e para ter espaço nela, o buraco é mais embaixo, há acordos, negociações e contratos envolvidos. Muito se fala da banalização de maus comportamentos de alguns influenciadores digitais, mas é preciso falar também de marcas que se acham no direito de colocar preço no trabalho alheio e menosprezar o serviço de gente que, muitas vezes, vive do que posta nas redes sociais.

12 – Identifique seu publipost!

Resista à tentação e aos pedidos de marcas que querem publis mais ‘sutis’, fazendo com que você minta pra sua audiência, fingindo que aquilo foi uma manifestação espontânea, do nada, quando, na verdade, você tem um acordo e um contrato com a empresa.

Sua credibilidade é o seu maior trunfo. Perdê-la por mentira não é uma boa ideia. De acordo com uma pesquisa da Qualibest, de 2019, 78% dos consumidores que seguem influenciadores acham importante sinalizar publipost, por meio de uma hashtag ou algo do tipo. Seja transparente e não pise na bola!

13 – Floodar e Flopar

Floodar: significa postar demais; encher a timeline, o feed, os stories, as redes alheias de informações repetitivas, irrelevantes, enchendo a paciência de todo mundo;
Flopar: ter insucesso, postar algo e alcançar poucas pessoas, não engajar, dar muito errado;

14 – Ouça seus funcionários

O que sua equipe tem pra dizer? Se não sabe, pare pra ouvi-la agora!

Seus funcionários são fontes riquíssimas de informações, que podem te dar insights e ideias para futuros conteúdos. São eles que se relacionam diariamente com seus consumidores e clientes em potencial, lidando com desejos, necessidades, insatisfações e vontades diversos. 

Uma vez por dia, por semana ou por mês, converse com seus colaboradores. Crie grupo no Facebook, no WhatsApp… Estabeleça formas diferentes de escuta, mas jamais deixe de ouvir o que eles têm pra falar. Seu conteúdo agradece!

15 – Tenha paciência

Pouca gente te diz isso, mas trabalho nas redes sociais precisa de paciência. Internet é sobre relacionamento. E toda relação precisa de tempo. Ninguém dá match no Tinder num dia e se casa no dia seguinte, entre um momento e outro, há muita coisa pra acontecer.

Assim é produzir conteúdos e se relacionar com o público na web. Esteja disposto a entregar postagens criativas, a conhecer e ouvir seu público, atendendo suas necessidades e desejos pelo tempo que for que uma hora a coisa vinga, acredita em mim!

Te espero nos stories com mais dicas.
Até lá!
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Quando não me posicionar nas redes sociais?

Vocês já devem ter me ouvido falar à exaustão sobre a importância de uma marca se posicionar nas redes, diante de assuntos ‘polêmicos’, temáticas sociais, entre outros. E reitero: estar ao lado daqueles que consomem seus produtos e serviços, compartilhando e defendendo suas causas, tais como FEMINISMO, DIVERSIDADE, CAUSA ANIMAL E AMBIENTAL, pode te levar a uma intimidade muito maior com seu público, indo além das relações meramente comerciais.

Algumas marcas já entenderam esse imperativo e têm estado cada vez mais atentas e ativas nestes processos, tanto no on quanto no Off-line. Mas aí alguém pergunta: é preciso se posicionar SEMPRE ou há também um momento de se calar?

Petterson, quando NÃO me posicionar nas redes?
Eis as respostas.

1 – Quando você não dominar o assunto

Sabe aquela história de ‘se não sabe como ajudar, não atrapalha’? Pois é. Antes de qualquer posicionamento em seu perfil, é importantíssimo você (ou a sua marca) se questionar sobre seu lugar de fala. Não se aproprie de causas alheias, não roube o protagonismo de quem domina o assunto e sabe do que está falando. 

Estude, informe-se, busque referências, procure entender. Enquanto você não dominar realmente a temática, abra espaço para que outras pessoas possam falar. E aprenda com elas! 

2 – Quando o tema não faz a menor diferença para o seu público

Eu sei, a Internet, às vezes, gera uma ansiedade na gente, criando em nós uma necessidade nociva de falar sobre tudo a toda hora, para estar em evidência. E isso pode te induzir ao erro. No desespero de se posicionar, você pode dar um tiro no próprio pé e ser obrigado a lidar com aquele sentimento de ‘eu poderia ter ficado calado’. 

Entenda: você não precisa falar sobre tudo e é prudente se calar de vez em quando. Nem todo assunto importa para seus clientes e seguidores. E há temas que não interferem em nada na decisão de compra dele, portanto, não gaste sua energia em vão.

‘E como eu sei quais temáticas são mais importantes para o meu público?’

A resposta é simples: interagindo com ele. Não fuja das conversas e interações e logo logo você vai saber tudo sobre as pessoas que interessam ao seu negócio.

3 – Quando você ainda é internamente mal resolvido em relação ao assunto

Se o teto é de vidro, por que atrair todos os olhares pra ele? Antes de reproduzir discursos vazios pelas redes sociais, em postagens lindas e empoderadas, resolva-se internamente. Sua comunicação e seus bastidores – processos internos, equipe e lógicas de consumo – precisam estar em consonância sempre. Não caia em contradição! 

Procure praticar o que você prega e só depois se posicione na web. Um bom posicionamento passa, inevitavelmente, pela coerência.

4 – Quando você, sinceramente, sabe que seu posicionamento é só pra ganhar likes

Não surfe numa onda que não é sua. As pessoas sabem quando você está se apropriando de um assunto só para se aproveitar dele e isso é leviano. Você não quer passar a imagem de uma marca desonesta, hipócrita e mentirosa para seus consumidores, não é?

Portanto, repense a ideia sempre que você, lá no fundo, tiver a consciência de que o seu posicionamento é apenas para ganhar likes e não para fazer alguma diferença no mundo.

 

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Belém além das Docas (outros rolês pela capital paraense)

Qual é a Belém que vai além dos cartões postais já tão disseminados em roteiros de viagens mundo afora? O que é mesmo que o turista pode desfrutar nessa cidade quatrocentona ainda tão cheia de charme e história? Entre tantos atrativos urbanos, ecológicos e culturais, reuni nesse post os meus rolês preferidos, hoje em dia, na cidade em que trabalho, vivo e amo. Espero que essa Belém do Pará também te encante.

1 – Fazer canoagem na Ilha das Onças

Que tal começar o dia praticando a canoagem na Baía do Guajará? O passeio da @caruanasvaa sai do Ver-o-Rio e te leva até a Ilha das Onças. Chegando lá, a parada é no Seu Celso, que oferece um café da manhã ribeirinho, com tapioca, cafezinho, pupunha e macaxeira; e um tour pela casa dele que é 100% sustentável.

Para o passeio, é preciso levar uma garrafa d’água, usar roupas leves, protetor solar e boné. Iniciantes podem praticar a remada e o valor por pessoa é R$ 60,00 (passeio) + R$ 15,00 (café da manhã)

Saída às 7h e retorno às 10h30. Para reservar seu passeio individual ou em grupo, entre no instagram dos Caruanas: @caruanasvaa

5 perguntas frequentes sobre canoagem

2 – Tomar café da manhã no Hotel Atrium Quinta de Pedras

A poucos passos do Mangal das Garças, na Praça do Arsenal/Cidade Velha, está um dos hotéis mais charmosos da cidade. O Atrium Quinta de Pedras já foi escola, já foi mosteiro, e hoje recebe turistas do mundo inteiro com uma arquitetura linda e intervenções artísticas de encher os olhos. No seu térreo, está o Restaurante Buiagu, aberto ao público para café da manhã, almoço e jantar.

O café da manhã é livre e custa $ 39,00 por pessoa.

 3 – Caminhar e pedalar no Parque do Utinga

O Parque do Utinga é uma Unidade de Conservação (UC) Estadual de Proteção Integral e está localizado na avenida João Paulo II. Lá, os visitantes encontram mais de 400 espécies de animais, 151 espécies de plantas, dois grandes lagos que abastecem 70% da população da Região Metropolitana de Belém e ainda podem realizar várias atividades esportivas, como o rappel, o tree climbing e o boia cross. É possível, ainda, aventurar-se em alguma das nove trilhas, caminhar, correr, andar de bicicleta ou simplesmente contemplar a natureza.

O aluguel de bikes custa R$ 10,00 (a hora);
Para programar trilhas e outras atividades guiadas, entre em contato com a: Amazônia Aventura
O Parque do Utinga tem entrada gratuita e funciona das 6h às 17h. É proibida a entrada de animais de estimação e não abre às terças-feiras;

4 – Atravessar para a Ilha Branca

Mais uma ilha na lista, dessa vez a do Murutucum, onde fica o Restaurante Ilha Branca: um lugar distante dos badalados estabelecimentos do Combu e tão bom quanto. Com espaço pra tomar banho, comer, beber, relaxar e até fazer umas fotos legais pras redes sociais, rs, o Ilha Branca é uma ótima opção pra quem quer passar um dia longe de tudo e em contato com a natureza.

Serviço
– Terça a sexta, apenas agendado;
– Finais de semana e feriados, acesso livre, 10h às 18h;
– Travessia pelo Espaço Náutico, ao lado da UFPA;
– Para agendar a lancha da travessia: (91) 98490-7652

Outros atrativos da Ilha do Combu

5 – Passear na Vila Container

O Vila Container é um complexo cultural estruturado em containers, com lojinhas, bares, cafés, lanchonetes e galerias, ali na avenida Magalhães Barata, 62, pertinho da Basílica Santuário Nossa Senhora de Nazaré. Um lugar bem legal pra tomar uma no finzinho de tarde. O acesso é gratuito.

Horários de funcionamento disponíveis no instagram: @vila.container

6 – Comer e beber no Bar do Parque

O Bar do Parque é um dos endereços mais tradicionais dessa cidade. Desde 1904, ele está ali do ladinho do Theatro da Paz e hoje, após reforma e sob nova administração, continua sendo um ponto de encontro charmosíssimo em Belém, uma boa pedida pra comer e beber.

Terça a quinta, 11h à 00h | Sexta, 11h às 2h | Sábado, 8h às 2h | Domingo, 8h à 00h

7 – Jantar na Casa do Saulo

Originalmente, a Casa do Saulo é de Carapanari. Suas portas dão para a imensidão do rio Tapajós e é uma experiência imperdível pra quem visita Santarém. Mas agora, suas janelas dão também para a Baía do Guajará, num espaço já bem conhecido dos turistas e paraenses, localizado ali no Complexo Feliz Lusitânia, no bairro da Cidade Velha.

Casa do Saulo das Onze Janelas funciona de terça a sábado e aos feriados, 11h à 00h; e domingo, 11h às 18h;

8 – Dançar e cantar na Casa de Dança Lambateria

A Lambateria é um acontecimento: casa de dança, ponto de encontro com amigos, karaokê de música paraense (paraokê) e lugar dedicado exclusivamente à cultura do Pará. Aberta de quinta a sábado, a partir das 19h, a casa tem em sua programação shows de artistas das mais variadas vertentes musicais. Vai por mim, você sai de lá com pelo menos dois refrões de Brega e alguns acordes de Guitarrada do Félix Robatto, o cara que comanda o espaço, impregnados na cabeça. É uma experiência sensacional pra quem quer vivenciar a arte feita no nosso Estado.

Localizada na rua 28 de Setembro, 1155, a Casa de Dança Lambateria é A OPÇÃO para encerrar esse seu rolê por Belém além das Docas. Espero que você tenha curtido!

Boa diversão! ;D

Meus livros preferidos de 2019

Variações Enigma entrou aí de ousado que é, porque eu o li em 2018.

Ano de tanta leitura incrível e de topar sem dó com escritores que eu desconhecia e passei a amar. 26 livros lidos em 2019 e cinco me tocaram lindamente. São eles:

1 – Os Sete Maridos de Evelyn Hugo – Taylor Jenkins Reid

– Isso te incomoda? Que seus maridos tenham se tornado um assunto tão importante?⁣
– Não. Porque eles são só maridos. A Evelyn Hugo sou eu.⁣

Eu estou ridiculamente apaixonado por esse livro. Li Os Sete Maridos de Evelyn Hugo num tapa e leria outras tantas páginas se maior ele fosse. Surpresa linda esse trabalho impecável da Taylor Jenkins Reid, que descortina os bastidores de Hollywood, a partir da personagem Evelyn Hugo, uma lendária estrela do cinema desde os anos 50.⁣

Ao narrar sua vida, a atriz fala sobre casamentos arranjados, disputas, egos, Oscar, negociações, relação dos astros com paparazzi, homossexualidade e tudo que ronda o universo cinematográfico até os anos 2000. ⁣Longe de ser romantizada, Evelyn é descrita como uma mulher super humana, com suas faces boa e ruim, alguém que não mediu esforços pra conquistar fama e dinheiro numa época preconceituosa e conservadora. ⁣

É um livro que você não consegue parar de ler. Com diversos pontos altos no decorrer da história e reviravoltas pra você ficar vidrado do início ao fim.

2 – Gabriela – Jorge Amado

Jorge Amado, que xodozinho, meu Deus! Eu tô cada vez mais apaixonado pela escrita dele. GABRIELA, Cravo e Canela, presente da @gisasmith, foi minha segunda leitura do autor baiano e, até agora, a minha preferida. O livro narra a história de amor entre Gabriela e seu Nacib, na Ilhéus dos anos 20. E sem se amarrar ao relacionamento dos protagonistas, Amado nos oferece uma leitura gostosa, transitando lindamente entre outros tantos personagens e histórias que enriquecem ainda mais a obra.

Sua escrita nesse livro me fez enxergar diversas semelhanças entre ele e Gabriel García Márquez, outro autor que amo demais. São dois gênios que dominam não só a escrita, mas também toda a raiz, a cultura e as camadas mais profundas dos seus lugares. Porém, o que verdadeiramente me apaixonou em Gabriela foi sua personalidade linda, contraponto irretocável de todas as mazelas, vícios, hábitos e costumes da Bahia à época. Numa Ilhéus machista, provinciana, assassina e prostíbula, Gabriela, Cravo e Canela atravessa a vida solta, leve, fogosa e feliz. É lindo de ver!

3 – Todas as Cores do Céu – Amita Trasi

‘Quando você quer enxergar uma coisa, você vê todos os sinais, sejam eles verdadeiros ou não’. Todas As Cores do Céu narra a história de Mukta, criança indiana vítima de uma tradição que prostitui meninas que mal saíram da puberdade. Não é uma leitura fácil de digerir, porque nesse primeiro romance da Amita Trasi, nos deparamos com uma realidade em que as mulheres ainda são rechaçadas, humilhadas, escravizadas e alheias aos seus próprios sonhos. Mas fala também de família, amor e laços profundos. Foi uma leitura que me lembrou muito as crianças das obras de Khaled Housseini, de quem eu sou fã demais. Embora triste, é uma narrativa linda do início ao fim. Leiam!

Conheça 6 escritores que amei conhecer recentemente

4 – George – Alex Gino

George é uma menina trans e suas descobertas são narradas do jeito mais lindo, inocente e poético por Alex Gino neste livro. Além da ousadia em abordar esse tema ainda tão tabu para muitos, o que mais amei nessa história foi o fato de o narrador sempre se referir a George, mesmo num corpo de menino, no gênero feminino. ⁣

George me trouxe empatia. Pensar na dor, na opressão e no autoboicote a que toda pessoa transexual é submetida no início da sua vida até se entender e se aceitar, foi um grande exercício pra mim, que, sem dúvida, gerou em mim muito mais amor pelo universo trans.

5 – Redemoinho em Dia Quente – Jarid Arraes

Redemoinho em Dia Quente me deixou aos pés de @jaridarraes. Um encontro do acaso. Livro emprestado do @carlosraffaeli. Uma série de contos com a cara da minha infância. Identificação imediata.⁣ Escrita fresquinha, literatura com sotaque, um livro genuinamente brasileiro, com as cores do norte e nordeste.⁣

O Carlos disse ‘a gente lê Jarid como se ela fosse uma amiga contando suas histórias sentada na beira da calçada’. E é bem isso! Se eu fosse tu, sentaria nessa calçada hoje mesmo.⁣ Que Jarid seja generosa com o mundo e nos deixe a par da sua poesia outras tantas vezes.⁣

Falo de literatura no Instagram também. Só clicar aqui.

Qual a sua missão nas redes sociais?

Foto: Tarso Sarraf

Se o seu conteúdo desaparecesse hoje das redes sociais, alguém sentiria falta? Caso a resposta seja NÃO, temos um problema: seu perfil precisa tornar-se parte da vida dos seus seguidores. E o melhor caminho para que suas postagens atraiam e apaixonem seu público, é falar PARA ELE SOBRE ELE, e não conversar somente sobre você, como uma marca egocêntrica e pouco disposta ao diálogo. 

Joe Pulizzi, em seu livro Marketing de Conteúdo Épico, diz que todo conteúdo digital deve atender a uma missão e mesmo que seu intuito seja comercial (vender mais, gerar leads, fidelizar clientes), é necessário criar na intenção de satisfazer uma necessidade e/ou responder a uma pergunta dos seus seguidores. Costumo dizer ‘bom conteúdo é aquele que você antecipa a pergunta que seu seguidor jogaria no Google, vai lá e responde’. 

E aí eu pergunto: você sabe qual é a sua missão nas redes sociais ou cada post é criado sem nenhum critério, com pouca ou quase nenhuma estratégia?

Mas calma, se você nunca pensou na sua missão de conteúdo, a hora é agora.
De acordo com Pulizzi, a MISSÃO inclui 3 itens:

1 – PÚBLICO-ALVO

2 – MATERIAL QUE SERÁ ENTREGUE A ESSE PÚBLICO (temas e formatos de postagens)

3 – RESULTADO QUE ESSE MATERIAL VAI GERAR PARA O SEU PÚBLICO

Notem que a missão, repito, é sobre o outro e não somente sobre você. Mas, claro, tudo que você postar nas redes sociais a fim de atender a uma necessidade do seu público deve orbitar na realidade da sua marca. Exemplo: se seu perfil tem uma missão literária, você não vai falar de games; tem interesse em falar com crossfiteiros, então não há motivos pra postar sobre doutrinas da Igreja Católica; tem perfil gastronômico? Foque na gastronomia, não em turismo.

Óbvio que a Internet nos ensina a ser plural, quanto mais assunto tivermos, mais rica é a nossa rede social. Os exemplos acima são apenas para mostrar que você precisa ser fiel à missão que você escolher para sua marca. Porém, sim, em algum momento até rola seu perfil literário falar de games, desde que tenha uma coerência para o público.

Abaixo, alguns exemplos de Missão de Conteúdo que podem te ajudar na sua busca:

Google
Organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível

Coca-Cola
Refrescar o mundo, inspirar momentos de otimismo, criar valor e fazer a diferença

Petterson Farias
Contribuir para uma Internet melhor, ajudando as pessoas a produzirem bons conteúdos nas suas redes sociais

Cacos Metafóricos
Democratizar a literatura entre as pessoas que consomem cultura nas redes sociais

 

Se essa dica foi útil para você, compartilhe com quem também precisa aprender.
Conteúdos como este, no meu instagram: @pettersonfarias

 

6 escritores que amei conhecer recentemente

Foto: Petterson Farias

A gente já lê tão pouco que quando sobra tempo, quase não arriscamos escritores novos, por medo de se frustrar. Mas nos últimos dois anos, transitei entre novas escritas e me apaixonei por autores até então desconhecidos pra mim. 

Listei seis. E eu espero que eles chamem tua atenção também.

1 – Taylor Jenkins Reid

Taylor é amor recente. Recentíssimo mesmo. Recebi o livro dela pela TAG Inéditos, clube de leitura que assino, e demorei muito a lê-lo. Talvez porque o título não tenha me chamado tanta atenção. Até que uma seguidora disse pra eu ler e eu fiquei ridiculamente apaixonado. Que narrativa sensacional!

Os Sete Maridos de Evelyn Hugo descortina os bastidores de Hollywood, a partir da personagem Evelyn Hugo, uma lendária estrela do cinema desde os anos 50. Ao narrar sua vida, a atriz fala sobre casamentos arranjados, disputas, egos, Oscar, negociações, relação dos astros com paparazzi, homossexualidade e tudo que ronda o universo cinematográfico até os anos 2000. ⁣

Esse trabalho impecável de Taylor Jenkins foi finalista do Goodreads Choice Awards de 2017 na categoria Melhor Ficção Histórica; Best Book Of The Month, prêmio dado pelo clube de assinaturas americano Book of the Month ao melhor livro enviado no ano; e destaque na Must List da revista Entertainment Weekly.

Li Evelyn Hugo em novembro e já estou doido pra ler outras obras de Reid. Desde 2013, quando publicou seu primeiro trabalho, ‘Forever, Interrupted’, ela não sai das listas de mais vendidos. Além da carreira literária, Taylor já trabalhou com produção cinematográfica em Los Angeles e hoje, sério, é dona do meu coração.  

2 – Vitor Martins

Eu conheci o trabalho do Vitor Martins ano passado. Lembro de ficar apaixonadíssimo pelos personagens de Quinze Dias, seu primeiro livro, e de me sentir lindamente representado pela sua escrita LGBT, com gostosos toques de cultura pop e memes de internet. Isso sem falar de Felipe, protagonista gordo e gay. Tudo pra mim!

Mas amor de verdade mesmo veio com Um Milhão de Finais Felizes, uma das histórias mais fofas que já li. Vontade de esmagar um a um todos que passaram por essa história. Começando pelo autor. UMFF é livro pra terminar abraçadinho, querendo que ele dure muito mais.

Vitor Martins é ilustrador, youtuber e autor do Rio de Janeiro, que mora em São Paulo, e contribui fortemente para a diversidade na literatura brasileira atual. Mesmo sem saber, me apresentou uma série de jovens autores do Brasil, que se posicionam ao escrever e falam de quem sempre se viu tão pouco representado nos livros. E é por isso que sou mega fã. Torço muito pra que sua trajetória siga incrível e ele nos surpreenda ainda mais com novas histórias de amor e outros tantos finais felizes.

Assista ao meu encontro com Vitor Martins, em Belém

3 – Amita Trasi

Sem dúvida, Todas as Cores do Céu é uma das minhas leituras preferidas de 2019 e sua autora, mais um amorzinho pro meu coração. Amita Trasi nasceu e cresceu em Mumbai, na Índia. Trabalhou em várias corporações internacionais e hoje vive nos Estados Unidos. 

Todas As Cores do Céu, seu primeiro livro, chegou até mim também pela TAG Inéditos e conta a história de Mukta, criança indiana vítima de uma tradição que prostitui meninas que mal saíram da puberdade. A história nos mostra uma realidade em que as mulheres ainda são rechaçadas, humilhadas, escravizadas e alheias aos seus próprios sonhos. Mas fala também de família, amor e laços profundos. Foi uma leitura que me lembrou muito as crianças das obras de Khaled Hosseini, de quem eu sou fã demais. Embora triste, é uma narrativa linda do início ao fim.

4 – Tarryn Fisher

Tarryn eu ainda quero desbravar bem mais, embora nosso primeiro encontro já tenha sido muito legal. A autora apaixonada por histórias sobre vilãs de personalidade forte é uma das escritoras mais vendidas dos EUA, de acordo com grandes jornais como o New York Times. 

Minha admiração por ela nasceu por meio do seu livro Stalker, obra dinâmica, sem muitas firulas e rodeios, que fala de uma psicopata, dessas que se inserem em nosso dia a dia e invadem nosso terreno se escondendo atrás de sorrisos e boas intenções, quando na verdade só quer o nosso mal. O melhor dessa obra é justamente isso: mostra as atitudes de uma psicopata, Fig, e de um sociopata, o marido da vizinha, a partir de uma perspectiva de pessoas normais, sem problemas aparentes, o que angustia o leitor, que se questiona o tempo inteiro ‘quantos desses há perto de mim?’.

Num bate-papo, Fisher revelou de onde veio a inspiração para escrever Stalker. Disse ela: ‘eu vivenciei uma experiência parecida e o livro foi minha terapia’. Leia a entrevista clicando aqui.

Os 7 autores preferidos de Tarryn Fisher

5 – André Aciman

Se Aciman quisesse se casar comigo, eu aceitaria na hora. Que homem! Nascido no Egito, é ensaísta, romancista e pesquisador da literatura do século XVII. É doutor em Literatura Comparada por Harvard e autor de livros como Variações Enigma e Me Chame Pelo Seu Nome, uma das obras preferidas da minha vida.

Nota 10 no Cacos, eu lembro de terminar Me Chame Pelo Seu Nome absolutamente embasbacado. Nada mexia tanto comigo desde ‘Travessuras da Menina Má’ e ‘Precisamos Falar Sobre o Kevin’. Que história mais sensível, quente e incrível. Oliver e Elio, um descobrindo no corpo e na alma do outro todas as nuances de um amor potente, entre dois iguais, no interior da Itália. As descobertas sexuais; os altos e baixos de um coração confuso; o amor tímido; os diálogos de dois apaixonados; a viagem para Roma; aff… ❤

Aciman soube escrever uma obra delicada, mas sem ser clichê, que retrata lindamente o primeiro amor na vida de um gay: as dúvidas, os medos, as angústias, os sentimentos ditos nos gestos mais sutis, como o pé de um enterrado no pé do outro por baixo da mesa, absolutamente tudo, ilustração fiel do que um dia já vivemos ou ainda vamos viver. ‘Você vai me matar se parar’.

6 – Jarid Arraes

Redemoinho Em Dia Quente veio parar nas minhas mãos semana passada e eu estou a p a i x o n a d o por Jarid Arraes desde então. Que coisa, garota! Escrita fresquinha, literatura com sotaque, narrativa com as cores da minha infância. Um livro genuinamente brasileiro, com cara de norte e nordeste.

O amigo que me emprestou seu livro disse ‘você lê Jarid como se ela fosse uma amiga te contando histórias sentada na beira da calçada’. E é bem isso! Se eu fosse você, sentaria nessa calçada com a gente hoje mesmo.

Tomara que Jarid seja generosa com o mundo e nos deixe a par de toda sua poesia outras tantas vezes.

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Além de falar sobre literatura neste blog, também estou no Cacos Metafóricos, lá no Instagram.
Até a próxima!
Boa leitura!

O que fazer em Alter do Chão

Alter do Chão, em Santarém, tem tantas belezas e atrativos que jamais caberia tudo num post só. Cada vez que piso ali, volto encantado por algo completamente novo. Dos encantos naturais ao povo, tudo me faz bem. Mas sendo um lugar que ainda tem muito a me mostrar, compartilho com vocês o que, ATÉ AQUI, me surpreendeu nesse recanto amazônico. Óbvio que ainda há muito a se explorar e eu espero fazer isso logo mais.

Trapiche da Praia do CAT. Foto: Petterson Farias

Ah, e antes de qualquer coisa: ao programar sua ida para Alter do Chão, muito importante verificar o nível do rio Tapajós na data da sua viagem, porque, vai por mim, é ele que vai nortear todo seu rolê.

  • Fevereiro a junho: rio cheio
  • Junho a outubro: vazante
  • Novembro a janeiro: rio seco

Fim de tarde na Ilha do Amor. Foto: Petterson Farias

1 – Floresta Encantada

Foto: Petterson Farias

Um verdadeiro mergulho nas entranhas da Floresta Amazônica. Quando o rio Tapajós sobe, você pode transitar entre árvores, aves e o silêncio da natureza, num passeio de 40 minutos dentro de um barquinho. O valor do passeio é $ 30,00.

Na volta, já escolha uma mesa ali mesmo, no restaurante de onde saem os barcos. Nele, o preço da comida é justo e enquanto eles não te servem, você pode continuar aproveitando a paisagem dando mergulhos no lago.

2 – Casa do Saulo

Foto: Casa do Saulo

O restaurante mais famoso de Santarém atrai turistas do mundo inteiro, isto porque, lá a experiência vai além da gastronomia: tem atrativos para todos os sentidos. A Casa do Saulo não fica necessariamente em Alter, mas em Carapanari, e reserva não só pratos regionais deliciosos, mas também uma piscina com vista privilegiada para o Tapajós, assim como uma praia “particular”. Te indico ir cedo e passar a tarde inteira lá. 

A casa funciona de terça a domingo:
Terça a quinta: 11h às 16h
Sexta-feira: 11h às 17h
Sábado e domingo: 10h às 18h

Praia no quintal da Casa do Saulo. Foto: Petterson Farias

Restaurantes instagramáveis. Foto: Casa do Saulo

Foto: Petterson Farias

3 – Ilha do Amor

Ilha do Amor. Foto: Petterson Farias

A ilha que deu à Alter do Chão o título de praia de água doce mais bonita do mundo, pelo The Guardian, é o cartão postal mais famoso da vila. Sua faixa de areia branquinha revelada em meses de baixa do rio Tapajós é um espetáculo amazônico dos mais lindos. Nela, há barracas que vendem bebidas e comidas; aluguel de caiaques e pranchas para stand up paddle; e barcos/lanchas que fazem passeios para outros lugares de Alter, como a Ponta do Cururu. A travessia para a ilha é feita por catraias (canoas) e custa $ 5,00.

Foto: Petterson Farias

As catraias. Foto: Petterson Farias

4 – Ty Comederia

Bar e restaurante delicinha para ouvir boa música e se divertir com pé na areia. Com vista para a Ilha do Amor, é mais uma boa opção para curtir depois da praia. Ty Comederia funciona todos os dias, das 19h às 23h30.

Foto: Petterson Farias

Foto: Ty Comederia

Foto: Ty Comederia

Foto: Ty Comederia

5 – Pajuçara

Mais uma praia linda e enorme ao seu dispor. Pajuçara fica um pouco distante da vila de Alter do Chão, mas é também um lugar para encher os olhos e se conectar com as belezas naturais dessa região. 

Foto: Petterson Farias

Entardecer em Pajuçara. Foto: Petterson Farias

6 – X-Bom Hambúrguer

X-Bom é um dos rolês mais recomendados na vilinha de Alter. A lanchonete tem um cardápio curioso e delicioso, que atrai muitos turistas. Depois de tantas indicações de amigos, fui lá para experimentar o hambúrguer de piracuí (farinha de peixe) e amei.

A hamburgueria funciona das 17h30 às 23h.

Burger de Piracuí. Foto: Petterson Farias

7 – Pôr do Sol no Trapiche

Final de tarde é no trapiche de mais uma das praias de Alter do Chão: a Praia do CAT. Lá, o sol se põe majestoso e você tem uma visão privilegiada desse momento. Dependendo de qual seja o seu rolê, dá pra meditar, aplaudir o crepúsculo e/ou caçar muitos likes com fotos belíssimas pro teu instagram. 

Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

Trapiche da Praia do CAT. Foto: Petterson Farias

8 – Do Italiano

Outra boa opção pra quem gosta de beber e comer. O restaurante Do Italiano fica na pracinha central de Alter do Chão e é um ótimo lugar para encontrar pessoas, ouvir boa música, jogar conversa fora e descansar depois de um dia inteiro de atividades. 

9 – Çairé

Uma das festividades mais tradicionais e importantes do Pará, o Çairé ocorre no mês de setembro, começando sempre com seus rituais religiosos e terminando com a famosa disputa dos botos Tucuxi e Cor de Rosa. Um espetáculo pra encher os olhos, o espírito e o coração. 

A parte religiosa da Festa do Çairé. Foto: Petterson Farias

Alegorias da parte profana do Çairé. Foto: Petterson Farias

Boto Tucuxi. Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

Foto: Petterson Farias

10 – Pindobal

Essa praia pertence a Belterra, um município próximo de Alter do Chão. Com um visual incrível, de barraquinhas de palha e água a perder de vista, Pindobal é também uma atração imperdível. Se você estiver com tempo disponível, não deixe de dar um pulo lá.

Essas e outras dicas no meu instagram também: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Na pracinha central de Alter

Ilha do Amor

Casa do Saulo