Buenos Aires: um lugar pra voltar sempre

Vem de câmbio paralelo, vem! Sim, minha gente, nada de Salinas nem Mosqueiro, esse post é pra enaltecer a princesinha Buenos Aires, a Mosqueiro do Brasil. 

Que Argentina é um destino banalizado, isso eu já sei. Considerado quintal do nosso país, está para o Sul do país tal qual Ilha do Combu está para Belém, mas, mana, eu moro na Amazônia. Só de atravessar mais de 20 estados brasileiros em 12 horas de viagem, eu já me sinto em Dubai. How can I say OBRIGADO, MEU DEUS in árabe?

E pra quem nunca foi, eu só te digo vai! Buenos Aires é tipo Europa, sabe?! Só que em pesos argentinos. A arquitetura me impressionou bastante. Eu andava o tempo inteiro olhando pros prédios maravilhado que nem Maria da Graça em Lua de Cristal quando chegou na cidade grande pra morar com a tia. 

Florida

Caminito

Floralis Genérica

No primeiro dia, em uma tarde, batemos perna (sim, ANDANDO MESMO) pela Nove de Julho, onde fica o famigerado Obelisco; pela Casa Rosada; Puerto Madero; Florida; e pela Avenida Corrientes que tem de tudo, INCLUSIVE E SOBRETUDO, livrarias de todos os tamanhos e gostos, uma pena meu espanhol se resumir aos stories do Maluma, acabei não comprando nenhum livro.

Lá, em dezembro é verão: 36 graus na sombra. REPREENDA, SENHOR! Porém suando menos que no Pedreira-Lomas em dia de chuva. GLÓRIAS TE DOU, SENHOR! Menos suor, mais calça roçando entre as pernas juntas: não se pode ter tudo, né?!

Posando com o famoso Obelisco

Caminito

Avenida Corrientes

– Pett, mas e a língua?
– Língua a gente beija, mulher
– Não, a outra língua. Dificuldade pra hablar?
– Juro que não. Em Buenos Aires tem mais brasileiro que no Jurunas e os argentinos já estão acostumados. Nas horas em que eu me sentia na série NARCOS e meu único instinto era soltar um NO ENTIENDO NADA, HIJO DE PUTA, eu gritava mozão baiano e tudo se resolvia. ‘OXENTE, o rapaz só deu boa tarde!’

Descobri que estava hospedado quase dentro do Café Tortoni, indicado pela maioria dos turistas empolgados. Conseguimos a façanha de ir duas vezes e não enfrentar fila, mas ao sair, nos deparamos com uma multidão de pessoas digna de uma corda do Círio. Impressões? Caro demais. ME BATAM!

Fomos ao Caminito: um complexo pequeno de ruas cheias de lojinhas, restaurantes e paredes coloridas pra blogueira nenhuma botar defeito. Fui sem expectativa, voltei de lá com mais sacola que a minha mãe quando sai do supermercado.

Museo Nacional de Bellas Artes

El Ateneo: considerada uma das livrarias mais lindas do mundo

Museo Nacional de Bellas Artes

Tentei a todo custo realizar o sonho de trocar meu guarda-roupa inteiro na Argentina, mas o máximo que consegui comprar foi doce de leite e capa de almofada. Não se iludam: Buenos Aires não é mais destino de compras (dizem que já foi bastante). Galerias Pacífico? Só pra bater foto e TCHAU, GOOD BYE PRA VOCÊ! Mas em compensação, comida, meu amor: comi carne, batata frita e doce por um ano inteeeeeiro. 

Ps: Dadá Bistrô (atrás das Galerias Pacífico), Las Lilas em Porto Madero, Cucina Paradiso e William’s Burger são lugares legais pra comer.

Um dos postais mais famosos de Buenos Aires: Caminito

Galerias Pacífico

Café Tortoni

Fui bem reticente ao parque da Floralis Genérica, mas acabei curtindo o rolê. Se numa tarde tu visitas o parque, dá um pulo no Museu de Belas Artes, roda no Shopping Design e te benze no cemitério da Recoleta, o passeio vale muito a pena. Só não visitei o cemitério porque já era noite e eu tenho amor pela minha vida DEUS QUE ME DIBRE CEMITÉRIO À NOITE, sou nem fã da Lana Queria Estar Morta del Rey.

E no último dia do ano – a viagem foi no réveillon de 2018 -, aproveitamos o clima de inverno e viramos a Feirinha de San Telmo do avesso. Achei até que ia comprar mais coisas, mas só fali mesmo com pôsteres. Minha parede vai ficar mais enfeitada que fantasia de Rainha das Rainhas.

Transporte? Vá de táxi. Não vi tanta diferença de valores entre eles e o uber.
Câmbio? Em Florida.
Uma dica? Aeroporto de Ezeiza é longe pra cacete. Mais 10km, a gente chega em Quatipuru. O Aeroparque fica mais perto do centro.

Buenos Aires é uma cidade linda. E sinto que não conheci metade dela. Suponho que a maioria dos brasileiros que esteve em Buenos Aires, voltou pra casa com esse gostinho de quero mais. Falo por mim, quero sim! Volto qualquer dia!

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Grandes erros da humanidade na web

Não raro, você olha para suas redes sociais e se questiona: por que minhas postagens não estão dando certo? Por que não engajamos tão quanto a concorrência?

A resposta é simples: a culpa é sua! Talvez você esteja pecando em alguns processos e entregando um conteúdo incapaz de atrair público, gerar vínculos e aumentar vendas.

Cinco dos maiores erros nas redes sociais estão aqui. Caso você se identifique com algum, tente rever suas atitudes, volte dez casas e refaça o caminho, mas dessa vez acertando os passos. Bom trabalho!

1 – Estar focado somente em vendas

Redes sociais não são sobre propaganda, são sobre relacionamentos. As pessoas ignoram seus posts, não se interessam pelo que você diz e deixam você falando sozinho, porque você ainda acha que o melhor a se fazer na Internet é apenas divulgar seus produtos e serviços. Seus seguidores estão interessados em conversar, aprender, inspirar-se, entreter-se e trocar afetos. Se seu Instagram, Facebook e/ou Youtube não oferece nada disso, você nunca vai impactar nem convencer ninguém.

Deixe de lado esse egoísmo: não fale somente de si, sobre a beleza e qualidade do que você tem para vender. Não passe para as pessoas a sensação de desespero, de uma marca que está ali só para bater metas e aumentar lucros. R E L A X E ! Ouça, troque ideias, converse, pergunte sobre o que seus consumidores querem falar, crie experiências valiosas, dê atenção, compartilhe sensações e faça seu fã se sentir parte do seu negócio.

2 – Comprar seguidores

Sabemos que as ofertas são tentadoras e a ansiedade de crescer rapidamente faz essa solução parecer a melhor do mundo, mas muita calma nessa hora! Pessoas e marcas que compram seguidores, mesmo que tentem fazer isso escondido, passam para o seu público a imagem de trapaceiras e desonestas. Assim como você não é corrupto (assim espero) nas dinâmicas e bastidores do seu negócio, não seja na Internet.

Tenha paciência e cresça organicamente. Acredite, a equação é simples: se você entrega um bom conteúdo, o público vem! Não importa se são duas ou dez mil, se as pessoas chegaram até você por livre e espontânea vontade, é porque elas acreditam no que você diz e isso é valioso demais.

Por último, pare de se comparar com a audiência alheia! Isso só vai fazer você se desesperar. Empenhe-se, sim, em ser original, pertinente, consistente e relevante. Ter um bom engajamento (pessoas interagindo com as suas postagens) será sempre mais importante do que um milhão de seguidores. Vai por mim!

3 – Automatizar seu relacionamento

Quanto maior for a atenção que você dá aos seus clientes e seguidores, melhor será seu desempenho nas redes. Não caia nessa de ‘não tenho tempo para responder as pessoas nem de olhar meu direct’. Tempo você tem, o que te falta é encarar esse relacionamento como PRIORIDADE.

Para ter relevância na web, você precisa entender a importância de prestar atenção no outro e de tratar suas relações como fundamentais para o sucesso da sua marca.

Não deixe esse diálogo com fãs e consumidores nas mãos de alguém despreparado. Não entregue somente frases prontas e contatos automatizados. Caso a sua semana seja corrida demais (eu compreendo isso), reserve uma hora no dia só para atender e estimular essas conversações. E personalize o máximo que você puder, tirando dúvidas, chamando pelo nome, sendo cordial. Depois de um tempo, você vai ver o resultado que isso gera. Quando as pessoas se sentem valorizadas, elas entregam o que você quiser. Seguidores apaixonados são os bens mais valiosos que você pode ganhar num trabalho de comunicação digital. E isso não se compra, conquista-se.

Leia também: Seu engajamento está baixo porque você não interage

4 – Ser a cópia da cópia

Você já se deu conta de quantos conteúdos diários competem com o seu pela atenção do seu seguidor? Dezenas, centenas? Não, milhares. Portanto, não se iluda! Se suas abordagens não forem criativas e originais, seu alcance será baixíssimo. Se você insistir no conteúdo feijão com arroz, copiado dos outros, você não sairá do lugar.

Não tenha medo de testar e ousar. Confie no seu DNA, na essência da sua marca e traduza tudo isso em fotos, vídeos e textos surpreendentes. Não é difícil tanto quanto você pensa. Só é preciso perder o medo de fazer.

Claro, no meio do processo, algo pode dar errado e o conteúdo pode não agradar tanto assim ao seu público. Caso isso aconteça, refaça, adeque e não desista de testar. Rearranjos fazem parte do trabalho.

5 – Não ter planejamento

Nesse ano, por exemplo, eu tô testando um planejamento analógico para os conteúdos do Cacos Metafóricos

No post anterior, eu falei que a Internet não é bagunça. Portanto, é preciso planejar! Para que seus esforços de comunicação nas redes engajem, você precisa enxergá-los como uma grande narrativa dividida em diversos capítulos (postagens) coerentes, com início, meio e fim. Para isso, há de se ter, minimamente, uma noção do que será postado amanhã, na semana que vem, no mês seguinte.

Não importa se num quadro, numa parede, folha de caderno, num aplicativo ou no Excel, faça seu planejamento de conteúdos. Crie cronogramas, determine dias e horários para postar, mesmo que mude depois. Veja quais posts precisam de mais tempo para serem trabalhados, discrimine as etapas de execução e procure, na medida do possível, respeitar esse planejamento. Só assim seu trabalho vai vingar!

Leia também: 4 livros para entender Marketing e Comunicação Digital

Estou no Instagram também. Se quiser seguir, é só clicar aqui: instagram.com/pettersonfarias

Até a próxima! o/

O que esperamos das marcas nas redes sociais?

Em qualquer esforço de comunicação digital, atirar no escuro ou apenas seguir o fluxo sem refletir sobre o que está sendo entregue ao público pode ser muito prejudicial. Internet não é bagunça e você precisa, minimamente, entender o que seus seguidores esperam de você enquanto marca. 

Foto: Tereza & Aryanne

Algumas dessas expectativas que nós, enquanto consumidores, temos, eu compartilho aqui com vocês.

1 – Relacionamentos e afetos

Entre nas redes sociais para criar relacionamentos e trocar afetos. Ok, talvez soe piegas isso, mas o resultado é real. Grande parte do baixo engajamento das marcas na web se deve ao fato de que elas se preocupam bem mais com a propaganda dos seus produtos e serviços e pouco se dispõem a se relacionar profundamente com seus seguidores e clientes.

Empresas centradas somente em si, que não olham para os lados, não falam na língua dos consumidores, não conversam e usam seus perfis somente para exposição dos seus negócios ainda precisam aprender muito para, de fato, engajar e atingir seus objetivos na Internet.

> Crie diálogos: não adianta você ter a postagem mais bonita se você não responde comentários, só manda coraçãozinho no direct, ignora inbox e e-mail e segue falando sozinho achando que essa é a melhor estratégia. Seguidores gostam de se sentir valorizados, fazendo parte da comunicação da marca. Se possível, enquanto conversa, chame as pessoas pelo nome!

> Acredite nas entrelinhas: seu interesse ao entrar numa rede social pode ser gerar vendas, bater metas, aumentar lucros, mas jamais transfira esse seu desejo (ou desespero em alguns casos) para quem te segue. As pessoas não acessam Facebook, Instagram, Youtube, por exemplo, para serem impactadas por publicidade. Portanto, entenda sua estratégia na rede como um jogo de sedução, em que, pra conquistar alguém, você não precisa a todo instante reafirmar seu intuito comercial. Venda de forma invisível, seja criativo, interessante, pertinente, atenda necessidades e desejos dos seguidores, compartilhe expertises, responda perguntas. Só assim eles vão se interessar pelo conteúdo que você entrega e, quem sabe, dar ‘Match’ com seus produtos e serviços.

Você pode compartilhar curiosidades do seu universo como o Jardim da Saudade

Ou compartilhar as melhores coxinhas da cidade como os meninos da @macucotv

Ou ajudar suas noivinhas com dicas sobre orçamento como faz o @mia.decor

> Não mendigue atenção: ‘me curta, comente meus posts, compartilhe meu vídeo’. Abordar individualmente as pessoas assim é muito chato e pra uma marca pode pegar muito mal. Suas postagens terão sempre o alcance que merecem ter. Se as pessoas não interagiram com elas, é porque não foram suficientemente interessantes. Então antes de pedir likes, comentários e compartilhamentos, reveja sua estratégia e seja mais criativo nos conteúdos futuros.

É óbvio que você pode direcionar esse seu pedido para um público amplo (como faço no final desse post), sem problema algum. Só não constranja INDIVIDUALMENTE as pessoas, para que elas não se sintam coagidas a interagirem com algo que elas não gostaram.

> Dê antes de receber: Marketing de Conteúdo é, em suma, entender essa lógica e entregar ao público postagens e temáticas que, dialoguem com o universo da sua marca, mas que, sobretudo, respondam e atendam perguntas, necessidades e desejos de alguém. Preocupe-se sempre em ser útil, entretendo, informando, inspirando e/ou educando. Fazendo isso, naturalmente seus seguidores vão se interessar pelo que você tem a oferecer.

Você pode compartilhar caseirices como faz @acasacomoelae

Ou brincar com o universo das séries como faz a doceria @take1doceria

E até abordar temáticas mais sérias como o perfil @todxsbrasil

2 – Discursos mais profundos

E dentro dessa lógica de Marketing de Conteúdo, você deve estar se perguntando: se não for pra falar de mim, do meu produto, da minha marca, o que sobra? Sobra tudo, sobra o mundo. Negócios que se permitem sair do protagonismo e usam suas redes sociais como plataformas para discursos profundos, causas sociais, temáticas importantes, têm chances maiores de se destacar.

Então a partir do relacionamento que você deve construir com seu público, descubra sobre o que ele está falando naquele momento; entenda suas visões de mundo; seus ideais; seus estilos de vida; suas agonias, expectativas, interesses; e fale sobre cada um deles. 

É impossível generalizar a noção do que é um conteúdo interessante, porque isso varia bastante. Internet é feita de nichos, comunidades e cada um com interesses diversos. Por isso, é seu papel, a partir de conversações, entender o que é pertinente para o seu público. 

De repente, seus seguidores querem ver você se posicionar sobre causas específicas, como o feminismo, diversidade e/ou tolerância religiosa. Talvez não, de repente, eles querem saber o que você acha da causa animal, da causa amazônida, da sua consciência ambiental. Em algumas situações, você pode fisgar esse público dialogando sobre indígenas, nordestinos, crianças, idosos, entre outros.

Mas vale uma ressalva: fale sobre assuntos que você tenha conhecimento, que você domina e pratica no mercado. ‘Surfar na onda’ sem praticar o que você está propagando aos quatro cantos, pode ser um tiro no pé e afundar o seu negócio. Não seja oportunista, estamos de olho!

3 – Acesso à informação

Facilite a vida dos seus consumidores. Não seja um mistério, não torne suas informações uma caça ao tesouro. Seu produto, seu serviço, seu preço, sua localização não são o Santo Graal, portanto, compartilhe! 

Lembre-se sempre: nós estamos lidando com pessoas sem tempo e, às vezes, é necessário pouco menos de um segundo pra fisgar a atenção delas. Se você não democratiza aquilo que o público quer saber, sua concorrência pode entregar o que ele quer e roubar toda sua clientela. 

> Quanto custa: a não ser que políticas internas da empresa te proíbam, compartilhe seu preço. Qual o problema em dizer que seu prato custa 25 reais ou a sua saia custa 45?

> Geolocalização: compartilhe o seu endereço, porque ninguém é obrigado a saber onde seu ponto de venda está localizado;

> Horário de Funcionamento: deixe na sua bio seus horários; comunique em postagens, quando houver qualquer mudança no seu funcionamento, seus horários especiais no final de semana e no feriado, etc.;

4 – Consistência

Marca que entra quando quer nas redes sociais, faz uma postagem hoje e outra só daqui a 3 meses, jamais vai engajar. A internet também pede consistência, assiduidade. Planeje-se para cumprir o que você prometeu. Não importa se um vídeo por mês, um artigo por semana ou dois stories por dia, só não caia em descrédito traindo a expectativa do público que espera pelos seus conteúdos.

Além disso, viva a sua timeline: assista, interaja. Desse olhar frequente, você pode obter diversos insights e entregar material mais assertivo para os seus seguidores.

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Meus livros preferidos de 2018

Entre altos e baixos, no ano passado, o saldo foi de 25 obras lidas: de leituras sobre Marketing e Comunicação Digital, minhas profissões, a diversos autores inéditos que foram ótimas surpresas pra mim. Entre eles, escolhi meus cinco livros preferidos. O mais legal de tudo: ainda não tinha lido nenhum destes autores da lista antes de 2018. 

Os livros que li em 2018. Falei de cada um deles no Cacos Metafóricos

1 – Um Milhão de Finais Felizes – Vitor Martins

‘Eu te amo e tenho certeza de que, mesmo passando por tanta coisa ruim na vida, você ainda guarda um milhão de finais felizes aí dentro’. Ah, cacete! Mais uma daquelas frases que mexem demais com a gente! Eu amei esse livro do @vitormrtns, assim como Quinze Dias, sua primeira obra, porque neles a gente se enxerga, neles, o autor fala de nós: gays brasileiros fora do padrão e viciados em memes de Internet. AAAAA

A história de amor do Jonas e Arthur, o Barba Ruiva, é boa do início ao fim. E mesmo aparentando ser, num primeiro olhar, mais um desses romances juvenis água com açúcar, ele aborda diversos temas delicados e muito necessários, como a relação entre homossexualidade, família e religião. Livrão, sim! E eu terminei apaixonado pelo casal, quase stalkeio os dois no Instagram pra propor um poliamor, aí lembrei que eram só personagens. 😦 Que alegria ter Vitor Martins entre nós. Que venham outros finais felizes por aí!

2 – Quem Tem Medo do Feminismo Negro? – Djamila Ribeiro

E aí, quem tem medo? Que livro mais necessário esse, hein?! Uma obra que escancara duas grandes doenças da nossa sociedade, o Machismo e o Racismo, e traz à tona diversas discussões, como o próprio Feminismo que, segundo ela, durante muito tempo invisibilizou a luta da mulher negra; e o uso de termos que a gente segue reproduzindo sem nem perceber que eles carregam consigo uma lógica racista. MULATA, por exemplo, que significa uma mistura imprópria, que não deveria existir, e se referia, lá atrás, a bebês nascidos com a pele mais clara por conta da mistura entre a escrava e o senhor do engenho. É uma leitura que indico demais, sobretudo pra você que não se acha racista, mas não entende muitas das dificuldades que as mulheres negras passam. ‘Quem tem medo do feminismo negro?’ é pra ler de peito aberto, sem medo, mesmo que você se depare com alguma atitude racista relatada e que você, infelizmente, ainda reproduz. Viva @djamilaribeiro1!

3 – 1984 – George Orwell

E aí que, justo num ano político complicado para o Brasil, eu resolvi ler 1984 e desgraçar ainda mais meu juízo. Um livraço, inclusive. O protagonista vive sob um regime político de opressão, representado pela figura do Grande Irmão, o olho que tudo vê. Na Oceânia, pensar diferente é crime. Ser contrário, transgredir; esboçar alegria ou prazer, crime também; que pode levar uma pessoa à tortura e até à morte. George Orwell narra uma história longe de ser mera ficção, fala de exercícios de poder que já devastaram diversos povos e que ainda ameaçam sociedades como a nossa. É uma baita obra, vale muito a pena ler.

4 – Marketing de Conteúdo Épico – Joe Pulizzi

‘Os seus clientes não se preocupam com você, seus produtos ou seus serviços. Eles se preocupam consigo mesmos’. @joepulizzi, um especialista até então desconhecido pra mim, vai na ferida e explica os motivos que levam muitas marcas a fracassar nas redes sociais: pautadas na única preocupação de somente vender seus produtos, deixam de olhar pros lados, contar histórias e produzir conteúdos que impactem de fato a vida das pessoas. Bato nessa tecla há séculos e ele, nesse livro, atesta que ganha mais quem usa a Internet para produzir conteúdos relevantes e pertinentes, porque só assim conseguimos nos destacar na multidão. Ótima leitura, não dou nota máxima, porque, mais uma vez, por se tratar de uma obra sobre marketing digital, é normal que alguns conceitos envelheçam com o tempo. Mas super recomendo!

5 – Me Chame pelo Seu Nome – André Aciman

‘É a primeira lembrança que tenho dele, e parece que ainda hoje consigo ouvi-lo. Até depois! Fecho os olhos e estou de volta à Itália, observando-o sair do táxi com uma camisa azul esvoaçante, óculos escuros, muita pele à mostra’. Eu ainda estou impactado com esse livro do André Aciman. Nada mexia tanto comigo desde ‘Travessuras da Menina Má’ e ‘Precisamos Falar Sobre o Kevin’. Que história mais sensível, quente e incrível. Oliver e Elio, um descobrindo no corpo e na alma do outro todas as nuances de um amor potente, entre dois iguais, no interior da Itália. As sentimentalidades escondidas querendo explodir; as descobertas sexuais; os altos e baixos de um coração confuso; o amor tímido; os diálogos de dois apaixonados; a viagem para Roma; tudo isso fez de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ um dos livros mais lindos que já li. Está no meu Top 3, sem dúvida alguma. É uma obra delicada, mas sem ser clichê. Retrata lindamente o primeiro amor na vida de um gay: as dúvidas, os medos, as angústias, os sentimentos ditos nos gestos mais sutis, como o pé de um enterrado no pé do outro por baixo da mesa, absolutamente tudo, ilustração fiel do que um dia já vivemos ou ainda vamos viver. ‘Você vai me matar se parar’. Leiam, vocês não vão se arrepender!

LIVRO BÔNUS

Empreendedorismo para Subversivos – Facundo Guerra

Embora Facundo Guerra afirme que empreender seja uma ciência inexata, uma arte, um caminho e que cada um deve, sim, escrever sua história à sua maneira, o livro ‘Empreendedorismo para Subversivos’ abre a nossa mente para esse universo e desconstrói muito do que se propaga acerca de um empreendedor. Alguns dos aprendizados que levo pra vida depois dessa leitura são esses:

– O empreendedor sabe que existem outras grandezas além do dinheiro. O empresário nem suspeita disso;

– Não se posicionar sobre causas controversas pode ser o beijo da morte de uma marca. O discurso ‘nossas marcas não se posicionam politicamente’ não cola mais. Hoje os consumidores entendem que as corporações são grandes articuladoras de energias diversas e, sim, muitas vezes têm maior capacidade de mudar o seu entorno do que governos;

– Tenha um propósito: a razão que te faz empreender. Se fizer isso só para ser rico, suas chances são diminutas. Produza com propósito: para aumentar seu capital social, sua vaidade, busca por excelência, ego ou sentimento de grandeza, reputação, curiosidade, enfim, a lista é enorme!

– Empreenda no intuito de resolver um problema. Concentre seu foco e sua energia para solucionar um problema legítimo e não somente para desenvolver um alto grau de inovação por puro fetiche, como no refinar de um produto que não precisava, no final das contas, de refinamento algum;

– Saiba quando parar. Seu negócio foi criado com uma narrativa e qualquer narrativa precisa de um fim. Não acredite que seu negócio durará para sempre porque não vai durar. Seja maduro e planeje até onde ele pode ir.

Se você quiser acompanhar as minhas leituras, siga o Cacos Metafóricos também. Até o próximo post!

Impressões sobre Nova York

Eu amei Nova York. Fui, irei novamente e recomendo pra quem quer que seja. Estive lá no finalzinho de 2018 e anotei algumas dicas pra compartilhar com você, que pretende ir logo mais e não sabe por onde iniciar a pesquisa dessa viagem.

Pra começar, o aeroporto é bem distante do centro de Manhattan e há inúmeras possibilidades de transporte. Nós fomos de Transfer (uma espécie de motorista particular que te apanha na saída do aeroporto, $130) e voltamos de Uber (pagamos $83 porque pedimos em horário de pico). Mas há opções bem mais em conta, como ônibus e metrô, por exemplo.

Visto
O que mais me afastava da vontade de conhecer os Estados Unidos era a impressão de que tirar o visto seria difícil demais. Mas descobri que há diversas assessorias especializadas em visto e acabei contratando uma delas. A Globalvisa (tem em todo o Brasil) foi a escolhida. Eles nos ajudam desde o preenchimento do formulário em inglês até às dicas de como se comportar na entrevista. Eu escolhi ser entrevistado em Recife e foi muito tranquilo. As pessoas nos metem tanto medo, mas comigo foi super de boa. Três perguntinhas e, em menos de dez dias, o visto estava nas minhas mãos.

Hospedagem
Nossa escolha foi o Radisson Martinique, que fica na 32 street, entre a quinta e a sexta avenida. Embora o hotel não ofereça café da manhã (você pode pagar por fora) e o preço não seja tão barato assim, a localização vale muito a pena. No entorno, as principais lojas, boas lanchonetes, restaurantes e alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade, como o Empire State e a Times Square.

Alimentação
Eu sinceramente esperava mais. Ok, ok, que a gente vive num país de gastronomia sem defeitos, mas, de fato: assim como não comi nada ruim, também nada me surpreendeu. Em média, gastamos 25 dólares por refeição, comendo duas ou três vezes ao dia. E claro, nos entupimos dos famigerados brunchs e burgers de fast foods como The Five Guys, Starbucks, The Harold, Panera Bread e Shake Shack.

Mas uma coisa eu amei: nos restaurantes sempre têm água da casa e em abundância. ❤

Nossa primeira refeição na cidade. No The Harold, que fica ao ladinho do Hotel Radisson Martinique

The Harold

Idioma
Nova York é uma cidade bem receptiva e generosa com os turistas, mas se eu não estivesse com alguém que fala em inglês, eu teria encontrado dificuldades, porque na hora H, por mais que você entenda minimamente o idioma, bate o nervoso, a mente trava e você passa vergonha. Agora uma coisa é certa: em uma semaninha, você já começa a ter algumas noções de como pedir as coisas em lojas, restaurantes e consegue estabelecer um contato mínimo pra não morrer de fome nem ficar mudo na frente dos outros.

Dezembro: dias frios, clima natalino morno
Pra quem ama o frio, o mês de dezembro é ótimo, porque é quando a temperatura cai bastante, mas não esfria tanto quanto de janeiro em diante, eles dizem. É um mês especial também porque a cidade se enfeita para o natal, mexendo assim com todo aquele nosso imaginário, adquirido com muitos filmes da Sessão da Tarde. Se você for nessa época, a sua primeira compra deve ser: luvas e camisa térmica. A minha camisa eu comprei por 19 dólares na Uniqlo.

Mas ó, preciso ser honesto com vocês, mesmo com as lojas enfeitadas, a árvore enorme e linda do Rockfeller, entre outros atrativos, eu esperava mais do clima natalino de Nova York. Pelo menos comigo, rolou uma leve decepção.

A famosa árvore natalina do Rockefeller

Roteiros Turísticos
Uma das minhas maiores dificuldades ao pesquisar turismo em NYC foi descobrir o que é perto de quê. Os blogs e canais especializados não falam muito sobre isso. Fui morrendo de medo de não entender as distâncias e proximidades e gastar o dobro de dinheiro visitando em dias diferentes pontos turísticos próximos.

Mas pra minha surpresa, além de Nova York ser uma cidade muito fácil de se entender, por causa das ruas numeradas (isso é maravilhoso!), há umas regiões que aglomeram diversos pontos icônicos, te permitindo assim, num dia, conhecer tudo de uma só vez.

Como essa minha primeira viagem foi menos pra produzir conteúdo e mais pra namorar, descansar e conhecer, a gente não se forçou a correr demais pra fazer mil check-ins. Porém, abaixo seguem alguns lugares em que estive e como você pode se organizar pra visitá-los também:

Roteiro 1

Oculus, Memorial World Trade Center e One World Observatory. Próximos dali estão também a grande loja da Century 21 e o polo gastronômico Eataly;

Oculus é estação de trem, shopping center, ponto turístico e faz parte do grande complexo que relembra os atentados de 11 de setembro

Uma curiosidade: Oculus é projeto do arquiteto Santiago Calatrava, o mesmo que projetou o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro

Roteiro 2

Catedral St. Patrick, Top of The Rock que tem vista panorâmica e a famosa árvore de natal do Rockefeller Center com sua pista de patinação;

E esses raios de sol fazendo a catedral brilhar? ❤

Interior da Catedral St. Patrick

Roteiro 3

Empire State Building, Biblioteca Pública e a Grand Central Station, que embora seja uma estação de trem e metrô, é um lugar bem bonito pra visitar;

Biblioteca Pública de Nova York que, assim como o Empire State, fica na Quinta Avenida

Pegando um trem na Estação Central pra ir à Stanford


Roteiro 4

MoMa – The Museum of Modern Art; Central Park e MET – The Metropolitan Museum of Art (preciso avisar que nesse caso, os museus não são tão próximos um do outro como nos outros roteiros);

No acervo do MoMa, obras de Van Gogh, Andy Warhol, Picasso e outros artistas incríveis. O espaço tem ainda uma livraria, uma lojinha que achei cara demais e um café que tem um sanduichinho de salmão e um suco MARAVILHOSO!

A entrada no MoMa e no MET custa 25 dólares

Central Park

The MET

Roteiro 5

Times Square; Madison Square; loja B&H; e outras dezenas de lojas;

Transporte
Melhor meio de locomoção: seus pés. Hahaha
Sinceramente? Andamos de uber umas três vezes (o app lá não aceita dinheiro, apenas cartão) e depois descobrimos que há ainda outros aplicativos mais baratos que ele. Pegamos trem e metrô apenas uma vez. E durante sete dias, caminhamos como se não houvesse amanhã. Tomando a Quinta Avenida como referência, por exemplo, você rápido aprende o que fica pra cima e o que fica pra baixo e logo você se localiza.

Além de o trânsito de NYC ser caótico como em qualquer outra grande cidade do mundo, bater perna te ajuda a conhecer os lugares, se localizar mais rápido e dar aquelas paradinhas quando bem entender no meio do caminho, pra entrar numa loja, num restaurante, etc. Andar a pé vale a pena!

Stonewall

Um dos momentos mais emocionantes nessa viagem pra mim, foi a visita ao pub Stonewall, que fica em Greenwich Village, e é símbolo da revolta que, em 1969, mobilizou gays, trans e outros marginalizados a lutarem contra a repressão da polícia, numa época em que a homossexualidade era considerada uma patologia nos Estados Unidos. O enfrentamento daquela madrugada mobilizou pessoas, uniu sentimentos e resultou em outras lutas que culminaram na Parada do Orgulho, que é realizada até hoje, não só na América, mas em todo o mundo.

Estar lá me emocionou. Foi um momento de agradecimento a todos aqueles que vieram antes de nós e lutaram por uma sociedade mais justa, tolerante e livre.

Compras
Tudo que falarem de bom da Century 21, acredite, é verdade! A loja tem de tudo e se você não se policiar, você deixa sua vida lá. A Zara, assim como aqui no Brasil, eu amei. E fiquei apaixonado pela Urban Outfitters também.

Se você ama audiovisual, não deixe de visitar a B&H, que tem de tudo pra quem produz fotografia, vídeo e/ou conteúdos para a Internet. Só atenção para os horários de funcionamento.

E pra quem é amante de Literatura, recomendo uma visita (com tempo disponível) à Strand Books. Essa livraria me enlouqueceu! Amei demais!

Agora assim, se você tem juízo, converta antes de comprar, porque às vezes pode sair mais caro que comprar no Brasil.

Strand Books

Não é uma livraria tão barata, mas do lado de fora eles mantêm umas prateleiras com diversos livros a 1 dólar

Wi-Fi
Acesso à Internet por toda parte. Quanto a isso, nem se preocupe. Da lanchonete da esquina ao hotel, em todos os lugares é bem facinho se conectar. Emprestamos um chip de um amigo do meu namorado, mas se estivéssemos sem ele, ainda assim nos viraríamos muito bem.

Por último, um blog que me ajudou bastante com dicas de Nova York foi esse aqui: nyandabout.com

Nos destaques e no IGTV do meu Instagram, você pode assistir a todos os stories da viagem. Siga instagram.com/pettersonfarias


Até a próxima!

Melhore seus stories: 14 dicas que podem te ajudar

É inegável a importância dos STORIES em qualquer estratégia de comunicação digital hoje em dia. Muitas vezes com o seu alcance equiparado ao das postagens no feed, esse recurso do Instagram segue sendo uma boa opção para atingir e conversar com seu público. E como ser ainda mais interessante e relevante nas fotos e vídeos verticais que duram 24 horas? Eu te ajudo com algumas dicas.

1 – Vá direto ao ponto!

Os stories têm curta duração e não é por acaso: a atenção das pessoas está escassa e é disputada por milhares de conteúdos diários na Internet. Se você quer fisgar alguém, não enrole! Já aborde o assunto que você quer na primeira imagem (ou vídeo) e não entre nessa de criar expectativa em 4, 5 vídeos, porque nesse intervalo, a pessoa pode perder o interesse e te deixar falando sozinho.

2 – Seja sucinto!

Assim como é importante ir direto ao ponto, é necessário também ser sucinto. Se o assunto pede 4 stories, não há motivos para você se estender por outros dez. Mesmo que você ame e domine o tema abordado, fale o indispensável e se mantenha interessante do início ao fim, ao invés de cansar quem está te vendo. Em alguns casos, escrever e ensaiar o que você quer dizer, pode ajudar.

PS: Não há uma quantidade ideal de stories. Eles têm que durar o tempo que o conteúdo pedir.

3 – Cuidado com as mãos

Elas podem roubar o seu protagonismo e desviar a atenção dos seus seguidores. Enquanto você estiver falando pra câmera, mostre as mãos o mínimo possível. Se for difícil no começo, tente prendê-las na cintura, rs.

4 – Centralize seus textos

O seu celular não é, necessariamente, o mesmo de quem te segue, por isso, evite textos nas extremidades dos seus stories. Por mais que esteja tudo certinho na sua tela, na do coleguinha as frases podem estar cortadas e as palavras podem estar aparecendo pela metade. Portanto, textos centrais sempre.

5 –  Fale pra fora!

Não sussurre, fale num tom razoável para que as pessoas te ouçam. Mas é pra gritar? Não, meu anjo, não tem necessidade, até porque muita gente assiste aos seus stories com o fone no volume máximo. Porém, falar baixo demais pode deixar seus stories monótonos e desinteressantes.

6 – Variar é importante

E por falar em monotonia, os stories nos oferecem diversos recursos e possibilidades justamente para que a gente use a criatividade e surpreenda nossa audiência com conteúdos diferentes e originais. Então que tal sair da zona de conforto e testar estes formatos? Revezar fotos e vídeos; alternar stories em que você aparece e vídeos do ambiente em que você está; usar trilhas e ferramentas de interação são algumas das formas de você não cansar e surpreender os seus seguidores.

7 – Não abuse do Zoom

O zoom tem um efeito legal para momentos de surpresa, suspense e pausas dramáticas, por exemplo, mas não abuse do recurso! Isso pode deixar seu conteúdo chato e o seguidor zonzo. Aliás, como eu disse, variar é importante, portanto, abusar de qualquer recurso nos stories não vai te ajudar em nada.

8 – Não deixe sobras no início e fim dos seus vídeos

Iniciar e encerrar o vídeo falando torna seu conteúdo mais dinâmico e dá menos chances ao seu seguidor de ele desviar a atenção. Se a sua frase durou 5 segundos, não espere chegar em 10 pra parar de gravar. Quanto menos sobras no início e no fim, melhor. E outra: as pessoas tendem a pular stories em que elas já adivinharam o que você queria mostrar ou dizer. Por isso, rapidez e criatividade para surpreender sempre!

9 – Não fale RÍSTORIS

O correto é ISTÓRIS. ❤

10 – Use as ferramentas do próprio Story

  • Localização

Além de dizer ao seu público por onde você anda, a localização te ajuda a alcançar pessoas que não te seguem, mas que se interessam pelo lugar em que você está, aumentando assim seus views.

  • Menção

Marque as pessoas que aparecem nos seus stories. Elas podem compartilhar seu conteúdo, fazendo assim você aparecer para mais gente também.

  • Perguntas e Enquete

Ao usar esses recursos, além de despertar nos seguidores o interesse de interagir, você pode concentrar num só lugar todas as respostas sobre determinado assunto. Enquete eu recomendo para perguntas de múltipla escolha, algo mais direto. Perguntas eu recomendo para aqueles momentos em que você necessitar de respostas mais elaboradas.

PS: diferente das mensagens do seu direct, respostas da Enquete e Perguntas somem em 24 horas.

  • GIF

Para tornar seus stories mais atrativos e divertidos, você pode usar os gifs disponíveis também.

11 – Use o Spotify

Caso queira usar trilha nos seus vídeos, uma forma de fazer isso sem ter que editar em outro aplicativo, é dar play na música dentro do Spotify e, em seguida, ir para o Instagram gravar seu story com a faixa tocando.

12 – Não enfeite demais

Editar fotos e vídeos pode ser legal em momentos específicos, mas se permita também postar stories menos elaborados e sem edição de vez em quando, porque conteúdos rebuscados demais podem passar a ideia ao seu público de algo muito publicitário, feito somente para vender, ou seja, tudo o que a gente não quer nas redes sociais.

13 – Seja humano!

Planeje o melhor conteúdo, tenha senso estético e muito cuidado com as imagens e temáticas dos seus stories, mas jamais abandone o seu lado humano. Vulnerabilize-se. Não há a menor necessidade de você aparecer sempre perfeitinho no vídeo, isso pode até afastar seus seguidores. Eles querem seguir pessoas reais. Então se permita mostrar seu lado humano: seus perrengues, seus altos e baixos, conquistas, mas erros e tropeços também. Claro, sempre respeitando sua privacidade. Não se esqueça: sua audiência segue sua vida como se fosse uma novela.

14 – Apps que me ajudam a editar stories

  • Perfect Video

Absolutamente todos os meus vídeos são editados nesse aplicativo, inclusive aqueles stories com imagens sobrepostas.

  • Canva

O Canva te ajuda em praticamente tudo nessa vida – de slides à cartazes -, até a fazer stories mais elaborados, com intervenções visuais, gráficas e textuais.

  • Picsart

Geralmente, eu uso o picsart pra fazer colagem de imagens e/ou sobrepor uma imagem na outra, quando quero, por exemplo, inserir um logotipo na foto. Assim como o Canva, ele pode te ajudar também.

  • Camcorder

Sabe aquele filtro de VHS, que envelhece os stories alheios? Pois é, você pode fazer isso também usando o Camcorder.

  • Vscocam, Snapseed e filtros do Iphone

Algumas pessoas se preocupam em editar imagens até pra postar nos stories e não se contentam com os filtros que a ferramenta disponibiliza. Se você é uma dessas pessoas, você pode usar o vscocam, o snapseed ou os filtros do próprio iphone pra isso.

Eu espero que essas dicas te ajudem de alguma forma. Se quiser contribuir com a lista também, fique à vontade, eu vou amar. Pra me acompanhar nos stories, só clicar aqui ou procurar por instagram.com/pettersonfarias. Beijo

Literatura LGBT: 5 livros que me fizeram muito bem

Representatividade importa tanto, muito mais do que você imagina! A possibilidade de se enxergar na música, nas novelas, nas artes plásticas e na literatura, por exemplo, devolve autoestima a tanta gente. Fortalece, inclui e dá poder a milhões de pessoas que passaram a vida inteira se achando menores simplesmente porque nunca se viram representadas em narrativas, personagens e obras que se recusaram a contar suas histórias.

Por isso vivo pra enaltecer quem, ao me representar nas artes, aquece a minha alma e me faz tão bem. Recentemente, na literatura, cinco livros mexeram comigo, sempre de um jeito diferente, mas de modo muito especial. Poesia, empatia, generosidade, informação e muito amor nutrem essas obras e dão a elas um valor inestimável. Espero que vocês leiam também e me digam depois o que acharam.

1 – A Cor Púrpura – Alice Walker

Celie é especial demais, cara. Tenho muito amor por ela. Negra, semianalfabeta e estuprada pelo padrasto, a personagem narra toda a sua vida em breves cartas para Deus e para sua irmã, e mesmo diante de tanta desgraça, seus textos, além de nos fazer refletir e chorar, ainda provocam o riso. ❤ Obrigada a se separar de seus filhos para se casar com um homem violento, ela vai encontrar amor justamente na sua relação com Shug Avery, amante do seu marido e uma mulher a frente do seu tempo, que ajuda Celie a se livrar de todas as amarras e sofrimentos da sua vida.

O livro premiadíssimo também virou filme, em 1985, dirigido por Steven Spielberg.

2 – Me Chame Pelo Seu Nome – André Aciman

‘É a primeira lembrança que tenho dele, e parece que ainda hoje consigo ouvi-lo. Até depois! Fecho os olhos e estou de volta à Itália, observando-o sair do táxi com uma camisa azul esvoaçante, óculos escuros, muita pele à mostra’. Esse livro do André Aciman me impactou demais. Nada mexia tanto comigo desde ‘Travessuras da Menina Má’ e ‘Precisamos Falar Sobre o Kevin’. Que história mais sensível, quente e incrível. Oliver e Elio, um descobrindo no corpo e na alma do outro todas as nuances de um amor potente, entre dois iguais, no interior da Itália. As sentimentalidades escondidas querendo explodir; as descobertas sexuais; os altos e baixos de um coração confuso; o amor tímido; os diálogos de dois apaixonados; a viagem para Roma; tudo isso fez de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ um dos livros mais lindos que já li. Está no meu Top 3, sem dúvida alguma. É uma obra delicada, mas sem ser clichê. Retrata lindamente o primeiro amor na vida de um gay: as dúvidas, os medos, as angústias, os sentimentos ditos nos gestos mais sutis, como o pé de um enterrado no pé do outro por baixo da mesa, absolutamente tudo, ilustração fiel do que um dia já vivemos ou ainda vamos viver. ‘Você vai me matar se parar’.

Também falo de Literatura aqui: @cacosmetaforicos

3 – O Fim do Armário – Bruno Bimbi

Bruno Bimbi é ativista e profundo conhecedor da história e da causa gay. Integrou a Federação LGBT que lutou pelo casamento igualitário na Argentina e é autor de O Fim do Armário. Topei com esse livro sem querer, procurando novidades na prateleira da livraria e trouxe pra casa. Belo acerto! Além de abordar camadas das nossas vidas de forma lúcida e didática, como as descobertas, o bullying, o próprio armário; Bimbi traz à tona aspectos políticos, narra como a homossexualidade é tratada em países do Oriente Médio, África, Europa e América; corrige conceitos e nos faz refletir sobre nosso papel nessa luta. Sim, é um livro empoderador (embora muitos rejeitem esse termo). Terminei bem feliz. A parte mais delicada é a que fala sobre as igrejas católica e evangélica, talvez você não goste do que vai ler lá! Mas é o que precisa ser dito e recomendo muitíssimo!

4 – A Garota Dinamarquesa – David Ebershoff

O livro é um recorte lindo e sensível da vida de uma mulher trans, que, ainda nos anos 20, enfrentou o medo, a falta de informação e o preconceito pra ser o que queria ser: Lili Elba. Inspirada em uma história real, a obra é maravilhosa, poética e poderosa. Pra mim, só peca nas partes demasiadamente descritivas, que quebram a narrativa, muitas vezes, apenas pra descrever o uniforme da atendente, por exemplo. Mas é lindo, curioso e arrebatador.

A Garota Dinamarquesa ganhou o prêmio Literário Lambda de 2000 na categoria de Ficção Transgênero e virou filme também.

5 – Um Milhão de Finais Felizes – Vitor Martins

‘Eu te amo e tenho certeza de que, mesmo passando por tanta coisa ruim na vida, você ainda guarda um milhão de finais felizes aí dentro’. Ah, cacete! Mais uma daquelas frases que mexem demais com a gente! ❤ Eu amei esse livro do Vitor Martins, assim como Quinze Dias, sua primeira obra, porque neles a gente se enxerga, neles o autor fala de nós: gays brasileiros fora do padrão e viciados em memes de Internet. AAAAA
A história de amor do Jonas e Arthur, o Barba Ruiva, é boa do início ao fim. E mesmo aparentando ser, num primeiro olhar, mais um desses romances juvenis água com açúcar, ele aborda diversos temas delicados e muito necessários, como a relação entre homossexualidade, família e religião. Livrão, sim! E eu terminei apaixonado pelo casal, quase stalkeio os dois no Instagram pra propor um poliamor, aí lembrei que eram só personagens. 😦 Que alegria ter Vitor Martins entre nós. Que venham outros finais felizes por aí!

Você se comporta bem nas redes sociais?

Rede social é cartão de visita. Você nem conhece a pessoa direito, mas ela já visitou seu perfil, com certeza. E nesse universo digital, bom comportamento conta muito. Em uma entrevista de emprego, na paquera em aplicativo, no grupo de Whatsapp da família, nos stories: em cada um desses ambientes, você cria uma imagem a partir das suas reações, postagens e atitudes. Portanto, é importante que você seja coerente, honesto e muito responsável em tudo aquilo que faz. Abaixo, algumas dicas podem te ajudar a ser uma pessoa muito melhor nas redes.

 

  • Não compre seguidores
    O desespero que faz você comprar amigos e followers nas redes sociais pode criar na cabeça das pessoas que te seguem a imagem de alguém que faz qualquer coisa pelo engajamento, inclusive, pagar por aquilo que deveria ser orgânico, gratuito, conquistado um a um. Foque num bom conteúdo e não meça o sucesso somente pelo número de seguidores. Relevância é muito mais que isso!

 

  • Não mendigue atenção!
    Abordar as pessoas via direct, inbox, e-mail ou comentários pedindo que elas curtam, comentem ou compartilhem seu conteúdo não é legal. Todo mundo deve ter o livre arbítrio para consumir apenas o que gosta, então não force ninguém a nada. Se seu post, sua promoção, seu sorteio e o seu vídeo não engajaram como você havia imaginado, procure outras estratégias, como compartilhar novamente num bom horário, impulsionar o post, entre outros.

Redes Sociais: o que não fazer. Assista agora!

 

  • Não fale somente de si
    Bom conteúdo nas redes sociais é muito mais sobre o outro do que sobre a gente. Se você usa os canais digitais apenas para satisfazer o seu ego, falar somente dos seus feitos e da sua rotina, sem motivar, inspirar, educar ou entreter alguém, ninguém vai te curtir. Use o seu conteúdo a seu favor, mas abordando temas que interessam às pessoas. E como eu sei o que interessa meus seguidores? Observando o que eles curtem, compartilham e conversando com eles.

 

  • Não compartilhe notícias falsas
    Muitas vezes no desespero de dar uma informação em primeira mão ou ganhar likes a todo custo, as pessoas acabam compartilhando notícias e conteúdos falsos nas redes sociais. Muito cuidado, você é responsável pelo que você publica na sua timeline. Não ponha em risco sua credibilidade. Antes de compartilhar qualquer coisa, cheque, pergunte, se informe e veja se a fonte é segura.

 

  • Não fale sobre o que você não sabe
    Hoje usamos as redes sociais também para nos posicionarmos sobre assuntos importantes, necessários e, algumas vezes, polêmicos. Omitir-se não é visto como um bom comportamento nesse universo digital, mas muito importante: se vai falar, fale sobre o que você sabe. Não opine sobre assuntos que você não domina nem se meta em discussões cujo tema é algo completamente fora da sua realidade. Em casos assim, é muito mais prudente ler e ouvir do que falar.

Este post também foi matéria na Revista Líder de setembro, distribuída gratuitamente nos supermercados. Obrigado pelo convite, queridos!

 

 

 

10 comidas para experimentar em Belém

Que Belém é o melhor lugar do mundo pra se comer, isso a gente não tá aqui nem pra discutir, né?! Então reuni os lugares que HOJE eu mais curto frequentar na cidade, pra comer, beber e ser feliz.

A famosa coxinha da Igrejinha

Tacacá do Renato

Picolé de açaí em Mosqueiro

1 – Clássico: Roxy Bar

O belenense vai dizer que é batido, que é clichê, mas não tem como fugir, Roxy continua sendo uma ótima opção, agora não só para jantar, mas também para almoçar. O restaurante, que funciona na Senador Lemos, abriu uma filial no Shopping Bosque Grão-Pará e ele abre durante o dia.

O prato Charlton Heston mora no meu coração, mas eu destacaria também a entradinha Cat food Gary Cooper, que são uns bolinhos de carne picada, recheados de queijo derretido e presunto.

Cat Food ❤

Roxy Bar no Shopping Bosque Grão Pará

Melhor prato da vida: Charlton Heston

Serviço
– Senador Lemos
Todos os dias: 19h15 às 23h30
– Shopping Bosque Grão-Pará
Todos os dias: 12h às 15h; das 19h às 23h;

2 – Amor Maior: Armazém Belém

Eu amo o Armazém e vou defendê-lo. Gosto do atendimento rápido e da variedade, o cardápio vai de pães a carpaccio, passando por risotos, saladas, sanduíches e pizzas. As porções costumam ser generosas e o chopp sempre gelado. Carinho especial pelo prato de filé com arroz à piamontese, pela coxinha de frango com jambu e pela Pizza Lôca que tem um tópico destinado somente a ela nesse post.

Coxinha de frango com jambu

Serviço
Nos shoppings Bosque Grão-Pará e Boulevard
(91) 3230-2806

3 – Descoberta: Buiagu

O Buiagu é um restaurante relativamente recente e fica no Hotel Atrium, na Praça do Arsenal, no bairro da Cidade Velha. O hotel por si só já é um charme, ele mantém traços da arquitetura do antigo mosteiro que lá já existiu e, mesmo que você não se hospede, pode visitá-lo para tomar um café da manhã, almoçar ou jantar.

Hotel Atrium

Ingredientes e sabores amazônicos como o filhote, jambu e tucupi estão no cardápio, que também tem uma entrada chamada ‘Taberna de São Jorge’ que eu recomendo. A taberna tem bolinhos diversos, entre eles, bolinho de feijoada, de maniçoba e joelho de porco.

Taberna de São Jorge

Serviço
Todos os dias: almoço e jantar
(91) 3199-1611
www.buiagu.com

4 – Comidas Leves: Mango

O Mango é uma das opções para quem quer comer comida gostosa e com pratos mais saudáveis. O restaurante fica na Braz de Aguiar e além da moqueca de filhote, camarões e lulas, tapioca de beterraba, risoto ao funghi e steak tartare, tem uma sobremesa que eu amo: bolo de cenoura com calda de chocolate (sem glúten e sem lactose).

Moqueca de filhote

Bolo de cenoura

Tapioca de beterraba

Serviço
Segunda a Sábado, de 11h30 às 16h; 18h às 22h; Aos domingos, das 11h30 às 16h.
www.mangoalimentacaosaudavel.com.br

5 – Dê uma chance pro: Remanso do Bosque

Linguiça artesanal de maniçoba

Por muito tempo fui levado pelo preconceito alheio e não fui ao Remanso por achar que era caro demais. Ok, barato não é, mas se come muito bem e por um preço justo. Geralmente, gasto em torno de 110 a 130 reais quando vou lá. O restaurante é um verdadeiro mergulho na gastronomia amazônica, com seus peixes, queijos e filés marajoaras e agora com as bebidas do Balcão Remanso também.

O Remanso do Bosque é um restaurante mundialmente famoso e está no nosso quintal. Não perca a oportunidade de conhecê-lo. Vá e peça a linguiça artesanal de maniçoba com cerveja preta acompanhada de pão como entrada e depois o clássico deles: o filhote na brasa com macaxeira cozida e feijão manteiguinha.

O “clássico” do Remanso

Serviço
Terça a Quinta: 11h30-15h, 19h-22h30
Sexta e Sábabo: 11h30-15h30, 19h-23h30
Domingo: 11h30-15h30
www.restauranteremanso.com.br

6 – Pizza: Lôca

Já tive a minha fase Pizza Hut e gosto até hoje, mas imbatível no meu coração só a Pizza Lôca. Além dos sabores que fogem do convencional, eles têm uma de filé com calabresa apimentada que é maravilhosa. Pedir no delivery eu, sinceramente, acho caro, mas a opção brotinho do Armazém Belém eu amo.

Serviço
Shoppings Parque e Boulevard: segunda a sexta, das 17h às 23h; sábado, domingo e feriados: 11h às 23h;
www.pizzaloca.com.br/cardapio

7 – Sucos: Batistão e FOX

No quesito sucos, não tem pra ninguém: Batistão e Café da FOX são os meus preferidos. Batistão porque os sucos são enormes e sempre bem gelados, água na boca só de lembrar do de cupuaçu. Os da FOX porque têm umas combinações ótimas, a minha preferida é: suco de manga com laranja, gengibre e manjericão.

Serviço
Café Fox: todos os dias, de 9h às 21h;
www.facebook.com/foxbelem

8 – Docerias: Take 1 e Sweet by Sisters

As docerias têm sido os melhores pontos turísticos dessa cidade. Daria pra fazer um post só sobre onde morrer de comer doces em Belém. Mas Take 1 e Sweets by Sisters são hoje as minhas preferidas. Preço justo, porções generosas e bom atendimento fazem a diferença. Destaque para a palha italiana da Sweet e para torta de maracujá com chocolate da Take 1. Ah! E embora sejam docerias, nelas se come bons salgados também. Quiche de ricota, tomate seco e manjericão da Take 1 e o bolinho de costela bovina da Sweet são de comer rezando.

Palha italiana da Sweet

Maravilhoso! ❤

Quiche da Take 1

A Take 1 fica no Small Shopping, na Braz de Aguiar

Serviço
– Take 1
De segunda a sábado, de 10h às 20h.
– Sweet by Sisters
De terça a domingo, de 12h às 20h.

9 – Sorvetes: Cairu

Sorvete de açaí, na Cairu de Mosqueiro

Dispensa apresentações, né?! Não à toa, Cairu está sempre aparecendo nas listas das melhores sorveterias do Brasil. Difícil é escolher um sabor preferido, mas pavê de cupuaçu tem um lugar especial no meu coração.

Esse é o Mestiço: açaí com tapioca

Pavê de cupuaçu

Serviço
Sorveterias espalhadas por toda a cidade. A mais famosa é a da Estação das Docas.
(091) 3246-9129

10 – Maniçoba: da minha mãe

E ai de quem disser que não. ❤

Serviço

Instagram: @cozinhadaciveth

Seu engajamento está baixo porque você não interage

Com quedas constantes de alcance em redes como Facebook e Instagram, muita gente me pergunta o que fazer. ‘Tenho me empenhado nas postagens, com conteúdo interessante e material bem produzido, mas parece que não adianta, meu engajamento continua caindo’. E é aí que mora o erro. Porque produzir boas postagens não basta, amigos! Isso é apenas parte do processo, sempre foi. Rede Social foi feita para se relacionar, trocar, dar e receber. Se depois de ajeitar, organizar e melhorar o seu perfil ou o do seu cliente/marca, você não põe a cara no sol, de nada adianta. É preciso terminar o serviço, indo à timeline pra curtir, comentar, compartilhar, seguir e/ou retuitar conteúdos alheios. Só assim você vai ser visto!

O Facebook do Nubank é um bom exemplo de interação

Gerar bom conteúdo e ficar paradinho na sua é tipo você, quando quer conquistar alguém, vestir a melhor roupa, passar o melhor perfume, ficar impecável e… continuar trancado em casa. Se você não chama pra sair, o crush não vai te notar. E assim se comportam algumas marcas na Internet, por achar que produzem conteúdos excelentes (e produzem mesmo!), elas não se dão o trabalho de sair do seu cantinho pra interagir e se relacionar com outras marcas e pessoas. Ou seja, infelizmente, produzem conteúdos somente para patrão ver.

Que tal começar hoje mesmo a exercitar essas atitudes nas suas redes?

1 – Dê atenção ao Direct

As mensagens enviadas via direct, DM, inbox e messenger são meios importantíssimos de se abrir um canal de conversação com o seu público. Se você ignora isso, você se fecha para grandes chances de engajamento, crescimento, prospecção e vendas;

Não seja como esse perfil que responde em maio perguntas de fevereiro

2 – Curta o conteúdo alheio

Postar no seu feed é só 50% do trabalho. A outra metade é interagir com os conteúdos dos seus clientes, parceiros, concorrentes (por que não?). Não seja egoísta: reserve um tempo para isso e aja de forma orgânica e personalizada, sem automatizar esse contato que pode, inclusive, te ajudar a ter bons insights sobre o que seu seguidor busca nas redes. Se for apenas pra deixar (obrigado) coraçõezinhos ou fazer comentários genéricos, melhor nem se dar o trabalho;

3 – Stalkeie!

Stalkear é o famigerado ‘fuçar a vida alheia’, mas aqui isso pode ser feito de forma honesta e sadia. rs Só stalkeando você vai ampliar seus horizontes, conhecer mais o seu público e interagir com possíveis novos seguidores também. Ao stalkear e curtir, por exemplo, posts de uma pessoa (com o perfil aberto) no Instagram, você se mostra, diz que você existe e caso haja interesse, ela pode acessar seu perfil de volta e até mesmo te seguir;

4 – Assista aos stories

Não ignore esses conteúdos. Assista aos stories alheios; veja quais são os assuntos mais recorrentes; interaja, responda aos estímulos, participe das enquetes; e note como as pessoas estão criando vídeos de 15 segundos. Agindo assim, quando você for criar os seus, o processo criativo será bem menos doloroso;

Inclusive, estou sempre por lá, só clicar aqui e assistir

5 – Não negue informações

Os dados relacionados ao seu negócio não podem ser um mistério. Democratize a informação e torne mais fácil a vida de quem deseja consumir seus produtos e serviços. Informações como geolocalização, preços, contato e horário de funcionamento, por exemplo, não podem estar escondidas, elas precisam, pelo contrário, ser reforçadas e estarem acessíveis. Mas se mesmo assim as pessoas perguntarem o que já foi dito, não deixe-as no vácuo, responda!

6 –  Indique algo que você gostou

Assim como você ama ser curtido, comentado e compartilhado, as outras pessoas também amam. E quantas vezes você fez isso? Quantas vezes você já indicou um perfil legal, um vídeo bacana ou um post de um blog maneiro (não que eu esteja te induzindo a algo)? Experimente a generosidade! A pessoa que você indicar certamente vai ficar muito mais propensa a interagir com você e a compartilhar seus conteúdos também;

Veja a lista dos meus perfis paraenses preferidos no Instagram

7 – Dê atenção aos seus seguidores!

A gente deseja tanto conquistar seguidores, amigos e fãs, mas quando isso acontece, nada é feito para que essa relação se mantenha. A pior coisa que você pode fazer nas suas redes é negligenciar quem te segue. Mesmo que você não consiga seguir de volta todo mundo, retribua o carinho, stalkeie de vez em quando, chame pelo nome, curta suas postagens, responda comentários, conheça, converse e crie um relacionamento duradouro. Só assim você vai ter seguidores fiéis e dispostos a te defender, te amar e te ajudar a crescer.

O clássico reply da Netflix ❤