Antes de contratar influenciadores digitais, pergunte-se…

Marketing de Influência é uma ferramenta potente de conexão entre negócios e influenciadores em prol de interesses em comum, quer seja a propagação de uma ideia e/ou conversão e fidelização de clientes. Entre os benefícios que resultam desta estratégia estão: alcance e intimidade com novos públicos; fortalecimento da marca e dos seus posicionamentos; pertencimento a uma comunidade; ganho de confiança; e influência de consumo. 

Se antes, os receios de se acreditar e investir nessa área eram muitos, hoje os números atestam a necessidade de não se negligenciar seu valor. Segundo o Instituto Qualibest, numa pesquisa realizada em 2019, 71% dos internautas brasileiros que usam redes sociais segue creators, 63% deles gostam que os influencers recomendem produtos, enquanto que 50% costuma pesquisar opinião de influenciadores antes de comprar.

Veja outros insights da Pesquisa Qualibest sobre Influenciadores Digitais aqui

Mas ressalto, não há influência que salve produtos, conteúdos e marcas ruins. Logo, antes de buscar visibilidade para o seu negócio, analise se ele está pronto para esta exposição. Arrume primeiro a casa para só depois abrir suas portas e convidar as pessoas a entrarem; do modo contrário, sua ação vai atrair olhares para um mau momento da sua empresa e os danos podem ser enormes. 

Algumas perguntas te ajudam a entender se agora é hora da sua marca investir em Marketing de Influência. Responda sincera e atentamente. Se as respostas forem positivas, invista nos creators e alavanque seus negócios.

1 – Sua marca está preparada?

Antes de qualquer coisa: sua empresa está pronta para esta exposição? Há estoque suficiente para novas demandas? Seu ponto de venda está em bom estado, com equipe treinada e capacitada? A imagem do seu negócio está límpida ou ainda tem rasuras de uma crise recente?

Tudo precisa estar no seu devido lugar para recepcionar os novos seguidores e possíveis clientes da melhor maneira possível. Se algo ainda precisa ser ajustado, repense a ação e contrate creators só mais adiante.  

2 – Seus canais digitais estão prontos?

Não só seus produtos, serviços, atendimento e logística precisam estar devidamente organizados antes de uma campanha de influência, mas seus canais digitais também. Seus perfis no Instagram, Twitter, Facebook, WhatsApp – ou qualquer outra rede que você utilize – serão as verdadeiras portas de entrada para quem for impactado pelos publiposts. Já pensou causar má impressão assim logo de cara? Não dá, né?! 

Primeiro produza conteúdos de excelência nas suas mídias, depois parta para a divulgação.

3 – Seus objetivos estão claros?

Qual sua real intenção nessa campanha: alcançar novos públicos, engajar suas redes, posicionar-se sobre algum tema, fortalecer valores, criar intimidade com a audiência, lançar um produto, vender mais?

“Acho que um pouquinho de cada”. Se essa é a sua resposta, volte dez casas e foque no real objetivo da sua empresa, pra depois não reclamar de tempo e dinheiro jogados fora. 

4 – Você é capaz de fazer as melhores escolhas?

Não confunda preferências pessoais com as necessidades da sua marca e trate com seriedade a escolha de influenciadores digitais para sua campanha. Não é o amigo nem a blogueira que você ama, mas quem, de fato, compactua com seus valores e pode melhor traduzir os seus objetivos nas redes sociais. Se você não consegue manter esse distanciamento na hora de escolher, contrate alguém para fazer isso por você.

5 – Tem tempo disponível?

Agora que a sua campanha está no ar é que o trabalho se intensifica. Não pense que os resultados cairão do céu. Você precisa disponibilizar tempo para acompanhar e mensurar o andamento dos conteúdos que falam da sua marca via influenciadores digitais. E não só pra isso, mas para interagir também com a nova audiência que deve chegar. Se os seguidores recém-chegados perceberem seus canais como ambientes desinteressantes e pouco empenhados em dialogar, eles logo deixarão de te seguir.

6 – Tem dinheiro para investir?

Nem só de permuta vive o creator, tá?! Se não há capital disponível, nem comece. Aliás, muitas marcas, hoje em dia, preveem orçamentos para influenciadores ainda no planejamento estratégico de suas ações, ao invés de destinarem apenas “o que sobrou” para campanhas como estas, porque elas já entenderam que Marketing de Influência envolve gastos, sim. E nem falo somente de cachês, mas de custos como os de transporte, impulsionamentos de postagens, produção de kits, social medias, sistemas de monitoramento, entre outros.

7 – Há contexto?

Sua marca pode estar preparadíssima, com objetivos claros, tempo e dinheiro disponíveis, mas se não há clima para isto, melhor deixar para depois. Uma campanha de influência alienada, despregada da realidade, pode destruir o seu negócio. As redes sociais são muito sensíveis ao que acontece no mundo, portanto, todo bom conteúdo, necessariamente, deve ter coerência com o que está sendo dito, postado, dito e comentado naquele exato momento.

Bem, já presenciamos diversos influenciadores digitais sendo expostos por atitudes que contrariam uma realidade de pandemia e distanciamento social em 2020, né?! Então não preciso falar mais nada.

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O que aprendemos sobre redes sociais em dias de coronavirus

Muita gente precisou de uma pandemia devastadora pra se dar conta do que as redes sociais nos ensinam há mais de uma década, né?! Olhos atentos sempre, porque tudo muda a todo instante. Quem entendeu isso lá atrás, sentiu menos o baque. Já pra quem negligenciou, não houve outra saída a não ser aprender em meio ao caos. 

Seguimos isolados e muito distantes do fim, porém um mês já foi suficiente para o distanciamento social nos dar alguns insights. 

1 – Presença digital: quem construiu antes, está melhor!

Mas se você parou só agora para construir sua presença na web, tudo bem também. Só promete pro tio que daqui em diante seu olhar para as redes sociais vai ser muito mais cuidadoso e atento, por favor. 

Aproveite o momento para se dedicar aos seus perfis digitais: ouça quem pode te ajudar; analise suas estatísticas; busque referências; estude on-line; profissionalize seus conteúdos. E não desista no meio do caminho. Rede Social é assim mesmo: sedução a longo prazo, tem que investir pra dar certo.

2 – Planejamento é bom, mas não é tudo!

Já dizia Marshall Berman: ’Tudo que é sólido desmancha no ar’. E como as redes sociais levam isso ao pé da letra, não é, menina?! Planejar-se é bom? É maravilhoso! Nos traz consistência e disciplina, ajuda a organizar as ideias e a construir uma grande narrativa digital repartida em postagens ao longo do tempo. Mas se for pra te engessar, melhor nem começar.

Se planejamento é bom, estar atento ao que a rede conversa e sente, é melhor ainda. Bom conteúdo, acima de tudo, tem contexto, tem frescor e total sintonia com o que a sua audiência consome no agora. Por isso, sempre que necessário, reordene, refaça, mude de ideia, adapte-se, mas jamais deixe de falar a língua dos seus seguidores só pra se manter fiel a um planejamento defasado.

Leia também: Conteúdos Digitais em Tempos de Coronavirus
Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

3 – Mais que postar, viva as redes

A magia acontece não quando você posta, mas entre uma postagem e outra, no tempo que você se dedica às redes, aos seus conteúdos e aos seus seguidores. Se você não está cotidianamente apto a uma conversa franca com seu público, você jamais saberá o que ele espera da sua marca e seus conteúdos continuarão falando com absolutamente ninguém. 

Todo dia, estabeleça um tempinho para observar o que as pessoas andam comentando na Internet, a grande polêmica, o assunto vigente, o meme da hora… ‘Ah, Petterson, mas eu não tenho tempo pra isso’. Se você não tem, alguém tem que ter por você. Caso contrário, seus posts bonitinhos e cheios de filtros continuarão passando pelo feed alheio falando pro vazio.  

4 – É possível comunicar sem vender

Oh… Surpreso? Se finalmente, num contexto de isolamento, sem conseguir comercializar, você entendeu que é possível conversar com sua audiência de um jeito ‘despretensioso’, sem a necessidade de empurrar no peito dela algo para vender, saiba que, enfim, você entendeu como funcionam as redes sociais. 

‘Os seus clientes não se preocupam com você, seus produtos ou seus serviços. Eles se preocupam consigo mesmos’, é o que Joe Pulizzi fala há quase 20 anos. E é isto: quanto mais você se empenha em falar somente de si nas redes, mais desesperado você vai parecer e mais distante de ti seu público vai ficar.

Relaxe! Preocupe-se primeiro em ajudar as pessoas, ouvindo-as, trocando afetos, satisfazendo necessidades e respondendo perguntas que, naturalmente, elas chegarão até você e comprarão o que você tem pra vender. 

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Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

Em tempos de #coronavirus, as lives têm sido um ótimo passatempo pra muitos seguidores e mais uma oportunidade de produtores de conteúdo e marcas se conectarem mais intimamente com suas audiências no Instagram. ⁣

É lindo ver creators se disponibilizando a entreter, inspirar, informar e educar seus públicos por meio de conteúdos ao vivo. Caso tenhas interesse em fazer o mesmo, a hora é agora. Te dou algumas dicas pra otimizar ainda mais a tua live!⁣

✔️ Prepare a audiência | Não surja do nada, você pode pegar sua audiência desprevenida. Combine dia e horário previamente e compartilhe a data marcada com seus seguidores⁣

✔️ Teste a conexão | Minutos antes de começar a live, veja como está a sua internet – reinicie, se necessário -, pra que a qualidade da sua live se mantenha boa até o fim⁣

✔️ Fixe horários | A própria rede comunica sua base quando sua live começa, então espere os seguidores e fique ao vivo por, pelo menos, 10 minutos. Menos que isso, melhor fazer stories e/ou IGTV, né?⁣

✔️ Faça roteiro | Não deixe sua live solta. Defina bem o tema e os tópicos a serem discutidos, pra que a conversa não caia na monotonia e isto cause tédio nos seguidores⁣

✔️ Interaja | Roteiro é bom, mas deixe espaço para a interação. É pra isso que as pessoas também acessam sua live: pra conversar e trocar ideias. Portanto, leia os comentários e responda perguntas eventuais. ⁣

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Qual a sua missão nas redes sociais?

Foto: Tarso Sarraf

Se o seu conteúdo desaparecesse hoje das redes sociais, alguém sentiria falta? Caso a resposta seja NÃO, temos um problema: seu perfil precisa tornar-se parte da vida dos seus seguidores. E o melhor caminho para que suas postagens atraiam e apaixonem seu público, é falar PARA ELE SOBRE ELE, e não conversar somente sobre você, como uma marca egocêntrica e pouco disposta ao diálogo. 

Joe Pulizzi, em seu livro Marketing de Conteúdo Épico, diz que todo conteúdo digital deve atender a uma missão e mesmo que seu intuito seja comercial (vender mais, gerar leads, fidelizar clientes), é necessário criar na intenção de satisfazer uma necessidade e/ou responder a uma pergunta dos seus seguidores. Costumo dizer ‘bom conteúdo é aquele que você antecipa a pergunta que seu seguidor jogaria no Google, vai lá e responde’. 

E aí eu pergunto: você sabe qual é a sua missão nas redes sociais ou cada post é criado sem nenhum critério, com pouca ou quase nenhuma estratégia?

Mas calma, se você nunca pensou na sua missão de conteúdo, a hora é agora.
De acordo com Pulizzi, a MISSÃO inclui 3 itens:

1 – PÚBLICO-ALVO

2 – MATERIAL QUE SERÁ ENTREGUE A ESSE PÚBLICO (temas e formatos de postagens)

3 – RESULTADO QUE ESSE MATERIAL VAI GERAR PARA O SEU PÚBLICO

Notem que a missão, repito, é sobre o outro e não somente sobre você. Mas, claro, tudo que você postar nas redes sociais a fim de atender a uma necessidade do seu público deve orbitar na realidade da sua marca. Exemplo: se seu perfil tem uma missão literária, você não vai falar de games; tem interesse em falar com crossfiteiros, então não há motivos pra postar sobre doutrinas da Igreja Católica; tem perfil gastronômico? Foque na gastronomia, não em turismo.

Óbvio que a Internet nos ensina a ser plural, quanto mais assunto tivermos, mais rica é a nossa rede social. Os exemplos acima são apenas para mostrar que você precisa ser fiel à missão que você escolher para sua marca. Porém, sim, em algum momento até rola seu perfil literário falar de games, desde que tenha uma coerência para o público.

Abaixo, alguns exemplos de Missão de Conteúdo que podem te ajudar na sua busca:

Google
Organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível

Coca-Cola
Refrescar o mundo, inspirar momentos de otimismo, criar valor e fazer a diferença

Petterson Farias
Contribuir para uma Internet melhor, ajudando as pessoas a produzirem bons conteúdos nas suas redes sociais

Cacos Metafóricos
Democratizar a literatura entre as pessoas que consomem cultura nas redes sociais

 

Se essa dica foi útil para você, compartilhe com quem também precisa aprender.
Conteúdos como este, no meu instagram: @pettersonfarias

 

Artistas nas redes sociais: 7 dicas de como atrair fãs e seguidores

Amigo artista, talvez o seu perfil nas redes ainda não atraia tanta gente como a sua voz, seu dom e seu talento merecem. Há algumas hipóteses para que isso esteja acontecendo: uma delas é a de que você ainda encare as redes sociais como um espaço de mera divulgação do seu trabalho. E é aí que está o erro!

Rede Social é espaço para relacionamento. E se você não se dispõe a isso, ninguém vai reparar em ti. Como aquele artista que não se destaca e as pessoas passam por ele, sem nem lhe dar uma atenção.

Anitta homenageando Mariah Carey, um dos seus ídolos

Abaixo, algumas dicas que podem te ajudar a usar a Internet ao seu favor:

1 – Não use as redes sociais apenas para divulgar seu trabalho 

Seguidor é egoísta e usa a Internet para resolver seus problemas, atender suas necessidades e realizar seus desejos, e não pra consumir propaganda de marcas e/ou artistas. Então não seja invasivo nem se torne spam! Ao invés de falar só de si, preocupar-se somente com a divulgacão do seu novo clipe, sua playlist no Spotify e/ou sua agenda de shows, olhe para os lados e entenda o que o fã quer de ti. Esteja pronto para dar aquilo que as pessoas buscam nas redes: re-la-cio-na-men-to, o segundo item da nossa lista

2 – Relacione-se com seus fãs

Nando Reis conversando com a sua fã no Twitter

Internet não é palco. Nela, você está no mesmo patamar que o seu seguidor. E ele sabe disso. E ele busca essa intimidade que implica uma relação de igual pra igual, sem travas, sem desníveis, numa via de mão dupla, em que todo mundo fala, ouve, compartilha, doa, troca. E quanto mais você tenta se distanciar disso, pior fica a sua comunicação. Para o fã, não importa se você é celebridade internacional ou um artista local, ele quer dialogar. Portanto, entre uma postagem e outra, responda seus directs; interaja com seus comentários; visite, de surpresa, o perfil daquele seu fã assíduo e fiel; atenda o que seus seguidores pedem; interaja com os perfis que você segue; assista aos stories alheios; compartilhe algo legal que você viu… Só fazendo isso, você vai começar a entender a real dinâmica das redes sociais

3 – Mostre seu Lado B: humanize-se!

Tatá Werneck compartilhando um de seus momentos íntimos com o esposo no dia do seu aniversário

E se rede social pede relacionamento, uma das melhores formas de se fazer isso é se humanizando. Porque quanto mais você tenta esconder seus bastidores, mais engessados, superficiais e desumanos tendem a ficar seus conteúdos. Sem trair sua privacidade, mostre sua rotina, seus altos e baixos, sua história, seus perrengues e tudo aquilo que não é dito nem visto no seu release, na sua comunicação oficial. Quanto mais você se descontroi e consegue rir de si mesmo, sem a necessidade de parecer sempre perfeito para o público, mais as pessoas criam afinidade, empatia e admiração pelo que você tem a oferecer. Só assim elas se sentem íntimas, amigas e fazendo parte do teu trabalho. 

O STORY do Instagram, por exemplo, é uma ferramenta poderosa para essa humanização. Experimente compartilhar trechos da sua vida nesse canal e veja o retorno dos seus fãs.

Beyoncé nos bastidores da sua turnê

Sandy atiçando seus fãs ao anunciar a formação da banda na turnê Nossa História

4 – Compartilhe seus processos

Seu fã não se contenta mais com o produto final. Ele também quer os processos. Ele quer o que acontece entre um disco e outro, entre um clipe e outro, entre uma turnê e outra. Quão disposto e interessado você está em registrar esses bastidores para presentear seu público? Não seja negligente com essa fonte inesgotável de conteúdos: capte tudo e transforme em conteúdos para as suas redes sociais.

Bastidores de Johnny Massaro

Bastidores de Jesuíta Barbosa

Bastidores do clipe de Maluma com Ricky Martin

Está compondo? Sem entregar o trabalho pronto, que tal falar dessa jornada de composição? O que você está sentindo? Quem tem te inspirado nesse momento? Que link esse novo trabalho faz com toda tua carreira? Como se dá teu processo criativo? Tem um cantinho preferido de composição ou não? Que gatilhos te fazem criar mais e melhor?

Está em turnê? Já pensou em compartilhar suas viagens, entradas e saídas das cidades por onde seu show vai passar? E os artistas que cruzam contigo nessa jornada? O que te causou espanto, medo, agonia, prazer, alegria? Um fato curioso, um fã especial, um mico no palco? Camarim, van, ônibus, carro, hotel, sempre tem algo a mostrar. Explore tudo isso!

Gravando clipe, desenhando, escrevendo, fotografando? Atraia teus seguidores pra junto de ti, compartilhando pequenas pílulas desse trabalho que chega logo mais.

Elza Soares, uma das lendas da MPB, compartilhando nas redes sociais seu nervosismo com uma foto da turnê de 2017

Paulo Gustavo está compartilhando o Making Of do seu novo filme, Minha Mãe É Uma Peça 3, no Instagram e está de chorar de rir

5 – Fale das suas referências e inspirações

Cantora Iza compartilhando playlists com seus fãs no Spotify

Freie o impulso de falar somente de você enaltecendo, dividindo, falando também do trabalho alheio. Quem te inspira? Que referências te influenciam?

Um livro que influenciou o nome do disco, uma foto que ajudou na criação do teu figurino, um cartaz de filme que inspirou teu traço no lettering, uma música que te levou a escrever uma história, um artista que te incentivou a cantar… Nunca falou sobre nada disso nas tuas redes sociais? A hora é agora!

Lia Sophia cantando uma das suas referências, Djavan, no Instagram

Lucy Alves falando do Padre Fábio de Melo

Johnny Massaro homenageando Caetano em seu aniversário

6 – Seja plural…

… E permaneça interessante. A melhor forma de perder a atenção do seu público é falar de um só assunto. De vez em quando, meio que ‘despretensiosamente’, comente sobre o assunto do momento, brinque com um meme, conte uma história, confesse uma gafe sua, distancie-se um pouco do seu universo artístico e surpreenda seus seguidores e fãs com um tema completamente novo.

Lucy usando suas redes para falar sobre maus-tratos contra animais

Iza, no dia dos pais, homenageado o seu pai

O cantor Silva compartilhando bastidores da sua turnê

7 – Mostre o seu trabalho! 

Agora, só não cometa o maior pecado que um artista pode cometer numa rede social: jamais deixe de mostrar seu trabalho, seu produto final, sua música, sua arte, seu talento. Afinal, você está ali justamente pra isso. Cante, desenhe, interprete, escreva, componha, crie. O público vai amar consumir o que você tem a oferecer. 

E caso você esteja pensando que esse item contrapõe o primeiro, você está enganadx! O segredo é o equilíbrio: não mostrar nem demais nem de menos, mas na medida.

O escritor gaúcho Carpinejar no Facebook

Ilustradora Layse Almada divulgando seu trabalho na web

Liniker usando o IGTV para soltar seu vozerão ❤

O escritor Zack Magiezi em sua página no Facebook

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Sorteio nas redes sociais: pode ou não pode?

Olá, querido amigo que ama realizar sorteios para ganhar seguidores nas redes sociais! Tudo bem?

Sabemos que promoções como estas costumam atrair muita gente para os nossos perfis, portanto, parece ser a melhor solução numa estratégia digital. Mas o que você talvez não saiba, é que nesse assunto há leis e regras também.

Pra começar, a lei nem é tão nova e, embora muitos ainda fechem os olhos para ela, é super antiga e existe desde 2013. E o que ela diz?

1 – Sorteio (toda promoção que envolve sorte) é proibido nas redes sociais
Ele só será permitido se você solicitar autorização da SEFEL, Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria do Ministério da Fazenda. Antes, a Caixa Econômica Federal era a responsável por esta liberação, mas desde dezembro de 2018, a responsabilidade passou a ser da SEFEL. O processo pode durar mais de 30 dias, por isso, planejamento é fundamental; e você deve pagar uma taxa relativa ao valor do prêmio oferecido no sorteio. Por exemplo, se a premiação custar até 1.000,00, o valor da taxa será de 27 reais;

2 – Apenas empresas (pessoas jurídicas) podem realizar sorteios, desde que estejam em dia com seus tributos
Se você é produtor de conteúdo e deseja sortear algo, caso você seja pessoa física, somente a marca parceira pode pedir autorização desse sorteio à Sefel;

3 – Os prêmios podem ser em produtos, serviços, mas NUNCA em dinheiro

E se minha promoção for um CONCURSO CULTURAL, por exemplo? Posso? Sim, mas há regras também e descumpri-las, pode descaracterizar o seu concurso.

Concurso Cultural é uma ação promocional que não envolve sorte. Nela, o participante depende somente do seu mérito cultural, artístico, desportivo ou recreativo.

1 – É proibido exigir que o consumidor elogie a marca;

2 – O nome da empresa deve aparecer apenas como promotora do concurso e nunca no seu nome, chamada ou mecânica;

ERRADO: Participe da promoção da marca X! Basta escrever uma frase sobre seu amor pela marca X. A mais criativa leva o prêmio!

3 – A empresa NÃO pode premiar o ganhador com produtos ou serviços da própria marca;

4 – O concurso NÃO pode exigir que o participante utilize algum produto da marca nem que ele pague algo para para validar sua participação;

ERRADO: Para participar, junte 10 tampinhas de refrigerantes!

5 – O participante não é obrigado a aceitar receber conteúdos publicitários da marca para concorrer;

6 – NÃO pode exigir que o participante submeta seus dados a um cadastro e/ou responda à pesquisas para participar;

7 – Seu concurso não pode estar vinculado nem tampouco ser batizado com o nome de datas comemorativas, como dia dos namorados, dia dos pais e natal;

8 – IMPORTANTE! O seu concurso cultural NÃO pode ocorrer dentro de uma rede social, como Facebook, Instagram e Twitter. Estes canais devem ser utilizados APENAS para divulgar a promoção. O concurso deve acontecer num hotsite, aplicativo ou qualquer outra plataforma similar;

9 – E segundo as diretrizes do Facebook, usar termos como CURTA e COMPARTILHE também não é permitido!

As regras são estas e caso você insista em realizar sorteios e concursos culturais sem obedecê-las, além de arcar com uma multa no valor total da premiação, a sua empresa pode ficar até dois anos sem permissão para fazer qualquer tipo de promoção.

 

Gostou? Então compartilha com quem precisa saber dessas informações.
Mais dicas como estas, tem lá no meu perfil: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Melhore seus stories: 14 dicas que podem te ajudar

É inegável a importância dos STORIES em qualquer estratégia de comunicação digital hoje em dia. Muitas vezes com o seu alcance equiparado ao das postagens no feed, esse recurso do Instagram segue sendo uma boa opção para atingir e conversar com seu público. E como ser ainda mais interessante e relevante nas fotos e vídeos verticais que duram 24 horas? Eu te ajudo com algumas dicas.

1 – Vá direto ao ponto!

Os stories têm curta duração e não é por acaso: a atenção das pessoas está escassa e é disputada por milhares de conteúdos diários na Internet. Se você quer fisgar alguém, não enrole! Já aborde o assunto que você quer na primeira imagem (ou vídeo) e não entre nessa de criar expectativa em 4, 5 vídeos, porque nesse intervalo, a pessoa pode perder o interesse e te deixar falando sozinho.

2 – Seja sucinto!

Assim como é importante ir direto ao ponto, é necessário também ser sucinto. Se o assunto pede 4 stories, não há motivos para você se estender por outros dez. Mesmo que você ame e domine o tema abordado, fale o indispensável e se mantenha interessante do início ao fim, ao invés de cansar quem está te vendo. Em alguns casos, escrever e ensaiar o que você quer dizer, pode ajudar.

PS: Não há uma quantidade ideal de stories. Eles têm que durar o tempo que o conteúdo pedir.

3 – Cuidado com as mãos

Elas podem roubar o seu protagonismo e desviar a atenção dos seus seguidores. Enquanto você estiver falando pra câmera, mostre as mãos o mínimo possível. Se for difícil no começo, tente prendê-las na cintura, rs.

4 – Centralize seus textos

O seu celular não é, necessariamente, o mesmo de quem te segue, por isso, evite textos nas extremidades dos seus stories. Por mais que esteja tudo certinho na sua tela, na do coleguinha as frases podem estar cortadas e as palavras podem estar aparecendo pela metade. Portanto, textos centrais sempre.

5 –  Fale pra fora!

Não sussurre, fale num tom razoável para que as pessoas te ouçam. Mas é pra gritar? Não, meu anjo, não tem necessidade, até porque muita gente assiste aos seus stories com o fone no volume máximo. Porém, falar baixo demais pode deixar seus stories monótonos e desinteressantes.

6 – Variar é importante

E por falar em monotonia, os stories nos oferecem diversos recursos e possibilidades justamente para que a gente use a criatividade e surpreenda nossa audiência com conteúdos diferentes e originais. Então que tal sair da zona de conforto e testar estes formatos? Revezar fotos e vídeos; alternar stories em que você aparece e vídeos do ambiente em que você está; usar trilhas e ferramentas de interação são algumas das formas de você não cansar e surpreender os seus seguidores.

7 – Não abuse do Zoom

O zoom tem um efeito legal para momentos de surpresa, suspense e pausas dramáticas, por exemplo, mas não abuse do recurso! Isso pode deixar seu conteúdo chato e o seguidor zonzo. Aliás, como eu disse, variar é importante, portanto, abusar de qualquer recurso nos stories não vai te ajudar em nada.

8 – Não deixe sobras no início e fim dos seus vídeos

Iniciar e encerrar o vídeo falando torna seu conteúdo mais dinâmico e dá menos chances ao seu seguidor de ele desviar a atenção. Se a sua frase durou 5 segundos, não espere chegar em 10 pra parar de gravar. Quanto menos sobras no início e no fim, melhor. E outra: as pessoas tendem a pular stories em que elas já adivinharam o que você queria mostrar ou dizer. Por isso, rapidez e criatividade para surpreender sempre!

9 – Não fale RÍSTORIS

O correto é ISTÓRIS. ❤

10 – Use as ferramentas do próprio Story

  • Localização

Além de dizer ao seu público por onde você anda, a localização te ajuda a alcançar pessoas que não te seguem, mas que se interessam pelo lugar em que você está, aumentando assim seus views.

  • Menção

Marque as pessoas que aparecem nos seus stories. Elas podem compartilhar seu conteúdo, fazendo assim você aparecer para mais gente também.

  • Perguntas e Enquete

Ao usar esses recursos, além de despertar nos seguidores o interesse de interagir, você pode concentrar num só lugar todas as respostas sobre determinado assunto. Enquete eu recomendo para perguntas de múltipla escolha, algo mais direto. Perguntas eu recomendo para aqueles momentos em que você necessitar de respostas mais elaboradas.

PS: diferente das mensagens do seu direct, respostas da Enquete e Perguntas somem em 24 horas.

  • GIF

Para tornar seus stories mais atrativos e divertidos, você pode usar os gifs disponíveis também.

11 – Use o Spotify

Caso queira usar trilha nos seus vídeos, uma forma de fazer isso sem ter que editar em outro aplicativo, é dar play na música dentro do Spotify e, em seguida, ir para o Instagram gravar seu story com a faixa tocando.

12 – Não enfeite demais

Editar fotos e vídeos pode ser legal em momentos específicos, mas se permita também postar stories menos elaborados e sem edição de vez em quando, porque conteúdos rebuscados demais podem passar a ideia ao seu público de algo muito publicitário, feito somente para vender, ou seja, tudo o que a gente não quer nas redes sociais.

13 – Seja humano!

Planeje o melhor conteúdo, tenha senso estético e muito cuidado com as imagens e temáticas dos seus stories, mas jamais abandone o seu lado humano. Vulnerabilize-se. Não há a menor necessidade de você aparecer sempre perfeitinho no vídeo, isso pode até afastar seus seguidores. Eles querem seguir pessoas reais. Então se permita mostrar seu lado humano: seus perrengues, seus altos e baixos, conquistas, mas erros e tropeços também. Claro, sempre respeitando sua privacidade. Não se esqueça: sua audiência segue sua vida como se fosse uma novela.

14 – Apps que me ajudam a editar stories

  • Perfect Video

Absolutamente todos os meus vídeos são editados nesse aplicativo, inclusive aqueles stories com imagens sobrepostas.

  • Canva

O Canva te ajuda em praticamente tudo nessa vida – de slides à cartazes -, até a fazer stories mais elaborados, com intervenções visuais, gráficas e textuais.

  • Picsart

Geralmente, eu uso o picsart pra fazer colagem de imagens e/ou sobrepor uma imagem na outra, quando quero, por exemplo, inserir um logotipo na foto. Assim como o Canva, ele pode te ajudar também.

  • Camcorder

Sabe aquele filtro de VHS, que envelhece os stories alheios? Pois é, você pode fazer isso também usando o Camcorder.

  • Vscocam, Snapseed e filtros do Iphone

Algumas pessoas se preocupam em editar imagens até pra postar nos stories e não se contentam com os filtros que a ferramenta disponibiliza. Se você é uma dessas pessoas, você pode usar o vscocam, o snapseed ou os filtros do próprio iphone pra isso.

Eu espero que essas dicas te ajudem de alguma forma. Se quiser contribuir com a lista também, fique à vontade, eu vou amar. Pra me acompanhar nos stories, só clicar aqui ou procurar por instagram.com/pettersonfarias. Beijo

Influenciadores Digitais: será que influenciam mesmo?

Sobre a relevância dos Influenciadores Digitais ou, como prefiro chamá-los, dos bons produtores de conteúdo:

Mesmo que você diga que não é influenciado por ninguém, não há saída, se nos relacionamos, influenciamos e somos influenciados. Você é um ser social. Da hora que acorda até a hora que dorme, você é influenciado por algo ou alguém. E a relevância dos produtores de conteúdo está no fato de que redes sociais são feitas por e para as pessoas. Nelas, marcas costumam ser intrusas, além de desacreditadas; por conta de todos os vícios e exageros da publicidade tradicional das últimas décadas, muitas empresas ainda são vistas como falsas e mentirosas. Portanto, nesse contexto, pessoas tendem a ouvir pessoas, para o bem e para o mal; pessoas se conectam com quem gostam e ninguém (eu disse ninguém) gasta deliberadamente seu 4G pra ser bombardeado por marcas somente preocupadas em vender. A gente se conecta para ver a vida alheia, para aprender uma receita, para pegar dicas de viagem, para falar e ouvir, ler e escrever, trocar conhecimentos, afetos e ideias.

Os números, os especialistas e as experiências de quem trabalha com comunicação digital dão conta de que hoje não há decisão de compra sem passar pela influência do que é dito, escrito e mostrado nas redes. Não adianta o hater chorar, isso só tende a aumentar. E quando falo em influência, falo de toda e qualquer influência: dos que se dizem influenciadores até aqueles que nem sabem que influenciam, mas influenciam tanto quanto. Pais, amigos, colegas de trabalho, pessoas que admiramos. Natural esse universo ainda ser tratado com desdém e desconfiança, porque nele há também muuuitos equívocos e exageros, mas marcas que vivem cotidianamente a Internet e compreendem, sem preconceito, a dita relevância dessas pessoas têm saído na frente e chegado ao seu consumidor de modo muito mais orgânico e eficaz. Cabe conhecer bem seu consumidor, seu nicho, e somar forças com quem abre seus canais de comunicação (pagando ou não) para dar visibilidade para marcas que muitas vezes não têm um terço da audiência que um grande produtor de conteúdo tem.

A gente ri dos que sonham somente com a fama; dos que usam seus seguidores para entrar no show da Anitta; dos que compram seguidores para virarem “digital influencer”; assim como de um monte de conteúdo ruim sendo produzido por aí; mas tem também muita gente séria, honesta, criativa e talentosa, que desenvolve um bom trabalho e tem feito trabalhos incríveis em parcerias com pequenas e grandes marcas, onde todo mundo ganha: as empresas, os seguidores, os produtores e a própria rede. Há de se separar o joio do trigo e criar uma relação sadia com essas pessoas, elas podem contribuir e muito para o seu negócio.

Ah, e não preciso nem dizer que você não precisa amar o conteúdo que o cara faz, né?! Ele pode nem ser para você. Mas se a análise é profissional, você consegue enxergar os bons produtores desse meio com toda certeza.

Na lista dos meus produtores de conteúdo preferidos HOJE estão nomes como:

1 – Carlinhos Maia

O nordestino Carlinhos Maia é um dos perfis de humor mais divertidos na Internet hoje. Ele transforma seu cotidiano em piadas e sacadas divertidas com aquele sotaque maravilhoso e hoje tem projeção nacional, com mais de 8 milhões de seguidores no Instagram. Seus vídeos no Facebook e seus stories são sensacionais. Vale a pena assisti-lo!

2 – Rod Pocket

O Rod mora no Rio de Janeiro e é uma das arrobas que mais fazem a diferença no Twitter. É tão bom entendedor das tiradas rápidas e das frases engraçadas que hoje tem mais de 80 mil seguidores na rede e já até integrou o time do site de humor Sensacionalista.

3 – Luly Mendonça

Paraense, instagrammer e blogueira sem blog. Já fez de tudo na Internet (eita, quase tudo!) e hoje é um dos perfis que mais gosto de seguir no Instagram. A gente se conheceu por causa do snapchat, mas o feed sempre em ordem, os posts inspiracionais sobre moda e feminismo, além dos stories divertidos, fizeram eu me apegar ainda mais. Luly é massa, pode seguir!

4 – Leonardo Picon

Picon é sensação entre o público mais jovem. Com menos de 25 anos já é empresário e tem quase 3 milhões de seguidores no Instagram. Quando se falar em perfil de moda masculina, o dele é um dos meus preferidos.

5 – Anna Laura

Eu queria morar no feed dela! Anna Laura tem um site com dicas de viagens com sua amiga, o Carpe Mundi, mas eu sou apaixonado mesmo é pelo instagram dela. Além de fotos impecáveis, de lugares que a gente sonha em visitar, ela ainda é super atenciosa com os seguidores, responde todo mundo, o que hoje, convenhamos, é algo raro entre os grandes influenciadores.

6 – Roncca

Tenho verdadeira paixão pelo feed dele. Fotógrafo dos bons, ele tem um dos perfis no instagram que mais curto. Suas fotos vão desde capturas aéreas de cidades como Salvador até retratos de indígenas de São Félix do Xingu/PA. Há quem diga que é um sortudo por estar sempre nos melhores rolês Brasil e mundo afora, mas sorte mesmo temos nós por poder acompanhar suas rotinas de trabalho por meio de imagens tão lindas.

7 – Bruna Feia

Serei obrigado a matar a pessoa que disser que sou suspeito pra falar da Bruna por ela ser minha amiga, mas é sério: ela é o melhor twitter que o Pará já viu e está entre os melhores perfis do Brasil, sem dúvida alguma. Conquistou mais de 30 mil seguidores com muito sarcasmo, deboche e post de gatos. No Instagram, recomendo muitíssimo seus stories também.