Conteúdos Digitais na Prática

A quarentena me fez escrever um livro. Conteúdos Digitais na Prática é o primeiro e-book que eu compartilho com o mundo: resultado não só de 4 meses de criação e correções infinitas, mas também de anos de experiência. ⁣⁣

Nele, você vai encontrar 50 dicas práticas sobre planejamento, produção de conteúdos, aplicativos e ferramentas úteis, referências literárias e comportamento web.⁣

Este livro é para:
– empreendedores e autônomos que querem divulgar suas marcas nas redes sociais;
– social medias e creators que querem desenvolver novas técnicas e habilidades;
– estudantes que querem aprender sobre Comunicação e Marketing na web;
– pessoas que ainda se sentem perdidas no mundo digital;

Nele, você vai encontrar:
– 50 dicas sobre texto, foto e vídeo que eu pratico diariamente nas minhas redes;
– técnicas, exemplos, aplicativos, ferramentas e indicações literárias;
– boas práticas para a construção de uma marca forte na Internet;

Neste e-book NÃO TEM:
– dicas de conteúdos e relacionamentos automatizados;
– foco em número de seguidores;
– promessa de crescimento meteórico;
– informações engessadas como “horários nobres”, “melhor rede social para vender” e “frequência de postagens”;

PEGUE O SEU!

O que os leitores falam do e-book Conteúdos Digitais na Prática…


O investimento é de $29,9. Pegue o seu!
Estou também no Instagram: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

O que aprendemos com Rupaul’s Drag Race e podemos aplicar em nossas redes sociais

The category is…

Rupaul’s Drag Race: a competição entre drag queens que é, há mais de uma década, sucesso mundial. Entre perucas, maquiagens, looks e shades, 9 lições que o programa nos dá sobre como criar e produzir conteúdos de uma forma única e memorável nas redes sociais.

Now sissy that walk. 👠

1 – Comece com o que tem!

Se hoje a competição de drag queens é um dos programas mais vistos na TV mundial, é porque lá atrás, Rupaul não se importou em começar com um cenário precário e filmagens duvidosas… Pelo contrário, acreditou no projeto e foi assim mesmo.

Se esse é o seu medo hoje, está perdendo tempo. Enquanto você espera o momento ideal, outras pessoas estão construindo suas histórias agora e com o que tem.

2 – “If you can’t love yourself, how in the hell you’re gonna love somebody else?”
“Se você não consegue se amar, como você vai conseguir amar outra pessoa?”

Pare de se comparar. Na Internet, tem espaço para todo mundo. E o seu, ninguém tira. Yvie Oddly, Bianca del Rio e Jinkx Monsoon, por exemplo, são drags com apelos diferentes, mas que venceram justamente porque eram únicas e tinham algo original para oferecer.

3 – Seja adaptável

Sei que você se planejou para entregar um conteúdo campeão nas redes, mas nem sempre as coisas acontecem como imaginamos. Nessas horas, é preciso reconhecer o fracasso e reagir a ele da melhor forma. Nada de entregar os pontos antes de tentar dar a volta por cima. 

Se é para lutar pela sua vida, liberte-se das máscaras e duble como uma campeã. 

4 – Tenha editorias consistentes

Já pensou RuPaul’s Drag Race sem musicais, lipsyncs, provas de costura e Snatch Game? Não seria a mesma coisa. Nas redes sociais, deixe sua marca e fidelize a audiência por meio de editorias criativas, consistentes e originais. Só assim, você será alguém relevante na web. 

5 – Seja surpreendente!

“Mas tudo já foi feito em lipsyncs”…

Se Sasha Velour pensasse dessa forma, ela não teria feito uma das performances mais icônicas do reality NA NONA TEMPORADA. Não é porque todo mundo já falou de moda, literatura ou veganismo na Internet, que você não pode encontrar um jeito único de falar também. 

Observe seu público, busque referências e crie de um jeito surpreendente.

6 – Posicione-se

Enquanto as drags se produzem para mais um desafio semanal, as conversas entre elas também servem para deixar à mostra, a cada programa, posicionamentos, valores e discursos que a comunidade, o reality e a própria Rupaul acreditam, tanto em relação à LGBTfobia, quanto a outros assuntos como política, machismo, racismo e xenofobia.

Não se esconda nas redes sociais. Assim como o público de Rupal’s Drag Race, seus seguidores também querem saber que causas você acredita e defende.

7 – Ouça os feedbacks

Michelle Visage, Carson Kressley e Ross Mathews não estão ali à toa. As críticas e dicas dos jurados são importantíssimas no desenvolvimento das drags durante o programa. Uma das finalistas (contém spoiler) da mais recente edição, Crystal Methyd, é um grande exemplo disso: ouviu os feedbacks e cresceu na competição.

Vulnerabilize-se você também! Esteja atento ao que sua audiência diz e disponível para sempre melhorar o conteúdo que você entrega nas redes. 

8 – Untucked…

… É uma derivação de Rupaul’s Drag Race que, a cada episódio, mostra os bastidores da competição, com fatos, diálogos e desdobramentos que, nem sempre, aparecem no programa e complementam a experiência do espectador. 

Na Internet, as pessoas também amam bastidores. É legal ver produtos, serviços e eventos prontos? Sim, mas é incrível também assistir processos e jornadas que fizeram parte da construção do seu trabalho. Mostre isso para as pessoas. Elas vão se sentir muito mais próximas de você e da sua marca.

9 – Sashay, away!
Para quem é hater e não valoriza o teu conteúdo.

Shantay, you stay!
Para os fãs, seguidores e amigos que vibram contigo. 

O que aprendemos com Sandy e Jr e podemos aplicar nas nossas redes sociais

Este post é dedicado aos fãs de Rupaul’s Drag Race.
Can I Get an Amen?

Veja aqui também: https://www.instagram.com/p/CDZiA7HBZmx/

#UmaDicaPorDia | Maio e Junho

#UmaDicaPorDia é uma editoria dos meus stories. Nela, até o fim do ano, compartilharei 366 dicas práticas sobre Marketing Digital. E aqui no blog, a cada dois meses, um resumo destas dicas pra facilitar a vida de quem precisa delas.

Abaixo, 15 dicas de maio e junho. Pra acompanhar diariamente, só seguir: @pettersonfarias

Para ler as dicas de JANEIRO E FEVEREIRO, clique aqui
Já as dicas de MARÇO E ABRIL estão aqui

1 – Antes de pedir divulgação para o seu negócio, 3 reflexões…

> você fez o dever de casa?
Suas redes sociais estão prontas para essa visibilidade maior? Há informações essenciais na sua bio? Os links disponíveis estão atualizados? Há stories e postagens recentes? Porque não adianta nada pedir para as pessoas divulgarem seu negócio na Internet se ele não é atrativo e não tem nada para oferecer ao público.

> se é urgente, peça antes!
Não pense que pedindo hoje, imediatamente as pessoas estarão à disposição. Os outros também têm suas demandas, trabalhos e afazeres. Até mesmo aqueles que vivem na internet têm outras prioridades. Seu tempo não é o tempo do outro, portanto tenha paciência, tato e educação ao pedir. 

Sempre bom lembrar: o mundo não gira no seu entorno, né?! 

> Ninguém é obrigado!
Direito seu pedir, direito do outro negar. Seu trabalho pode ser lindo, maravilhoso e de qualidade, mas o outro não tem o dever de compartilhar/divulgar. Você não sabe se ele está num bom momento, se ele tem exclusividade com outras marcas e negócios, se ele quer… Portanto, ao pedir, deixe o outro à vontade para dizer não.

2 – Ver recompartilhamento de stories

Sim, o Instagram te mostra quem compartilhou seu post nos stories nas últimas 24h. Pra ver, siga os passos:

Passo 1: clique nos 3 pontinhos ali no canto superior direito

Passo 2: clique em Ver Recompartilhamentos do Story

O Instagram vai te mostrar quem compartilhou seu post nos stories.

3 – Influenciador não é salvador da pátria

Marketing de Influência pode, sim, ser uma ferramenta excelente para você atingir seus objetivos nas redes sociais, afinal, estamos falando de uma realidade em que, segundo o Instituto Qualibest, 71% dos internautas brasileiros segue influenciadores, 63% deles gosta que os influenciadores recomendem produtos, enquanto que 50% costumam pesquisar opinião de influencers antes de comprar. ⁣

Mas entenda: creator não faz milagres!

O trabalho destes profissionais contribui sobremaneira na visibilidade de marcas e possibilita, entre outras coisas, maior intimidade entre empresas e suas audiências, fidelização de clientes, fortalecimento de posicionamentos e até conversão em vendas, porém não transfira a responsabilidade total do seu negócio para criadores de conteúdos digitais. ⁣

Um publipost bem executado, assim como toda e qualquer co-criação com influenciadores, vai te proporcionar retornos excelentes, claro, desde que você faça a sua parte também. Porque não há influência que salve produtos ruins, canais digitais capengas, pontos de venda nada atrativos e péssimos atendimentos de marcas desinteressantes. ⁣

Portanto, só atraia visibilidade para você, por meio de ações de influência, depois de ter certeza que a sua marca está pronta. Caso contrário, as pessoas vão reparar apenas nas suas falhas e jamais darão atenção a outros estímulos de comunicação e marketing da sua marca nas redes. 

4 – Abuse de listas

Textão é legal, mas vá com calma!

Nas redes sociais, lidamos cotidianamente com seguidores extremamente ansiosos e imediatistas. Portanto, uma forma inteligente de fisgar a atenção deles, é produzir conteúdos em formato de listas. Quebre seu texto enorme em tópicos, frases ligeiras e títulos atraentes (como este post que você lê agora). Depois me diga o resultado!

5 – LIVRO: Design para quem não é designer

Obviamente, um livro como esse não substitui o trabalho de um bom profissional, portanto, se você tem condições, insista num bom designer e deixe que ele execute o trabalho por você. A garantia de sucesso é muito maior. 

Mas Design para quem não é Designer pode ser um divisor de águas na sua vida, caso você, que nem eu, seja uma negação em trabalhos visuais. A autora, de forma muito didática e simples, te apresenta os quatro princípios do bom design: repetição, contraste, alinhamento e proximidade. 

E a partir deles, garanto, seu olhar será outro ao imaginar um layout e um post para as redes. Livro daqueles pra ler rapidinho, numa tarde e pronto!

6 – Regionalismo nas redes

Ser global é bacana? Claro que sim. Mas manter-se conectado ao local também é interessantíssimo. E a mescla entre esses dois polos pode fazer toda a diferença na sua comunicação digital. 

As pessoas consomem nas redes conteúdos que, de algum modo, conectam-se com suas vivências, desejos, valores e aspirações. O regionalismo, na medida certa, claro, pode te ajudar a criar essas conexões. 

Aproprie-se de conceitos, personagens, lendas, sotaques, casos, memes e ícones que ilustrem e retratem suas raízes, sua cidade, seu estado, seu bairro, sua comunidade. Mas faça isso de forma original. Faça como ninguém ainda fez. Fuja das frases e associações clichês e vá além.

7 – Briefing, Brainstorm e Branding

Briefing: um documento que reúne as informações principais de um negócio. Informações estas que nortearão o trabalho de criação de uma equipe. Nele, pode conter comandos, direcionamentos, objetivos e dificuldades do cliente, curiosidades, entre outros. 

Brainstorm: um momento, uma dinâmica, uma reunião, onde os participantes criam algo. A “tempestade de ideias” é um dos passos essenciais na criação e no planejamento de novas ideias, projetos e trabalhos.

Branding: é gestão de marca. Consiste no conjunto de esforços que visa construir e manter uma boa imagem da marca diante não só dos consumidores, mas de todos os públicos de interesse dela. Da embalagem de um produto à abordagem dos atendentes, passando pelos posts nas redes sociais, cheiro do ponto de venda, preço, cores do logotipo, posicionamentos políticos, tudo conta nessa gestão. São estes, entre outros estímulos, que ajudam a construir na mente do consumidor a melhor imagem que uma marca pode ter, contribuindo para uma relação duradoura e, consequentemente, para maior propensão ao consumo dos seus produtos e serviços.

8 – Não há um só jeito de se planejar…⁣

– E tudo bem se for no caderninho, no planner ou num cronograma de papel. Meu digital sempre funcionou muito bem com o analógico, por exemplo;⁣

– Rede Social pede flexibilidade. Então esteja aberto! Porque no meio do processo, seu planejamento vai pedir alterações, sim;

– Há diversos modelos de planejamento Internet afora. Encontre o que mais tem a sua cara. Ou crie o seu!⁣

– Se é um cronograma de postagens pra cada rede social ou tudo junto, não importa, desde que faça sentido pra você;⁣

9 – Pare de procurar respostas prontas!

Enquanto você opta pelo caminho mais fácil, as outras pessoas seguem tentando, testando e experimentando. Rede Social não é ciência exata. E você não vai sair do lugar se continuar nessa de querer que as pessoas digam por você o que é melhor para a sua comunicação e seu marketing na web.

É natural ler livros, assistir a palestras, consultar pessoas, comprar cursos e e-books. Todos eles podem te ajudar e muito nessa jornada digital, mas desde que você esteja disposto a misturar tudo e tirar suas próprias conclusões por meio de exercícios, testes e práticas. E vai por mim, é bem mais gostoso assim!

Não há resposta única para perguntas sobre horários nobres de postagens e frequência de posts, cada caso é um caso. E ao invés de procurar cegamente por quem te responda isso, meta a cara e ache você suas próprias respostas. 

10 – Sobrepondo imagens: recurso stories

Agora sobrepor imagens nos stories ficou mais fácil. O Instagram disponibilizou este recurso e é fácil usá-lo.

 

Passo 1: suba a primeira imagem no story. (foto: Roncca)

Passo 2: vá nos recursos dos stories e clique no ícone assinalado na imagem

Passo 3: escolha a segunda foto e depois a organize como você quiser. (Foto: Roncca)

11 – Chamada Para Ação

‘Visite o site’, ‘arraste pra cima’, ‘acesse o link da bio’, ‘venha à nossa loja’, ‘veja os stories’, ‘inscreva-se’ são alguns exemplos de Call to Action ou Chamada para Ação (CPA): imperativos utilizados em seus posts para direcionar seu leitor aonde ele deve ir e/ou ao que ele deve fazer. Afinal, você produz conteúdo porque tem interesse em alguma atitude de quem te segue, né?! Portanto, deixe claro isto! 

Mostre ao seu seguidor o que ele ganha ao continuar navegando pelas suas publicações, mas não abuse do recurso. Chamadas para ação em excesso podem confundir e cansar sua audiência. Use com moderação! 

Algumas dicas ao fazer CPA:
> Seja direto e específico;
> Crie senso de urgência, mas não minta: ‘últimas vagas’; ‘os 10 primeiros…’; ‘você tem até o dia X para acessar’…;
> Comece a chamada com um verbo imperativo ou infinitivo;
> Use os recursos dos stories; 

12 – SIGA: @jonasamador

O Jonas é um creator paraense e em seus perfis, ele também compartilha diversas dicas e truques para a criação de conteúdos criativos. Tanto no Instagram quanto no TikTok.

13 – Plagiaram teu conteúdo nas redes?

Siga estes passos:
> Entre em contato. Refresque a memória da pessoa de que aquele conteúdo é seu e, portanto, você merece os créditos;

> Se não surtir efeito, denuncie a publicação para a própria rede social;

> Por fim, procure um advogado e vá atrás dos seus direitos;

Caso o plágio seja de uma marca, além dos créditos, ela deve pagar pelo uso do seu trabalho.

Estas dicas eu aprendi com a advogada e seguidora querida Amanda Ramalho.

14 – Não frustre expectativas

Você pode ter chegado até aqui depois de ler todas as dicas. E até mesmo ter lido dicas de outros posts deste blog ou das minhas redes sociais e, ainda assim, achar que nada serve para a sua realidade. E tudo bem!

Desde que você cumpra o que prometeu, seja honesto e consistente com a sua audiência, você pode seguir suas próprias regras e fazer a sua história, sem seguir dica de ninguém. O sucesso será garantido pelo simples fato de que você não frustrou as expectativas dos seus seguidores. E isto é mais valioso do que qualquer cartilha na Internet.

Com isso, quero que você entenda que não é sobre quantidade de posts, melhor horário para postar nem em quantas redes você está, mas sim, sobre prometer algo valioso para as pessoas e entregar a longo prazo, aos pouquinhos, e de modo consistente. 

15 – Compre meu e-book Conteúdos Digitais na Prática

Conteúdos Digitais na Prática é o primeiro livro digital que eu compartilho com o mundo: resultado não só de 4 meses de criação e correções infinitas, mas também de anos de experiência. ⁣Mais um jeitinho que encontrei pra estarmos juntos, mesmo que à distância, nessa quarentena. ⁣⁣

Neste e-book, você vai encontrar 50 dicas práticas sobre planejamento, produção de conteúdos, aplicativos e ferramentas úteis, referências literárias e comportamento web.⁣ $29,9.

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Dicas como estas, no meu instagram. Segue lá! https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Kit Creator

Esse post é pra você, amigo creator/influenciador digital, que produz conteúdos para as redes sociais e deseja profissionalizar ainda mais seu trabalho e se relacionar melhor com as marcas do mercado.

⁣Tome nota desses itens básicos que, na maioria das vezes, são pedidos ou exigidos pelas empresas para contratação:⁣

1 – MÍDIA KIT: nada mais que um portfólio, um currículo visualmente chamativo, com o resumo dos seus números, trabalhos, estatísticas, redes sociais e o que você tem a oferecer ao mercado (publipost, cocriação, cobertura de eventos, consultoria, entre outros). O meu é em pdf, mas tá valendo em vídeo, powerpoint, imagem… como quiser.

2 – MEI: seja uma pessoa jurídica. Muitas marcas, as maiores, sobretudo, só contratam com esta condição;

3 – CONTA JURÍDICA: abra também uma conta jurídica no banco. Algumas dessas marcas só pagam cachês com esta condição;

4 – FOTOS E BIO ATUALIZADAS: dois elementos que sempre vão te pedir para usar em materiais de divulgação de lives, eventos, palestras, por exemplo.

Minha dica bônus é: se possível, contrate bons profissionais (fotógrafo, contador, designer) para executar estes trabalhos, caso você não tenha habilidade pra desenvolvê-los. ⁣Você não quer se profissionalizar fazendo trabalho de amador, né?!

LEIA TAMBÉM: Sobre Creators e outras aflições
8 critérios para avaliar e contratar influenciadores
Antes de contratar influenciadores, pergunte-se

Dicas como esta, você encontra em: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Bata na porta antes de entrar (nas redes sociais também)

Perfil do outro nas redes sociais é como a casa dele: não entre sem ser convidado, muito menos sem pedir permissão. E talvez você já tenha esse entendimento e se comporte direitinho no Instagram, Twitter ou Facebook, por exemplo, mas é uma pena que no WhatsApp você ponha tudo a perder, por causa de comportamentos invasivos, que não respeitam a privacidade de ninguém. 

Se nessa que é uma das últimas fronteiras entre seu produto/serviço e seu consumidor, suas atitudes atormentam o sossego alheio, você até pode ter acertado inúmeras vezes, ainda assim, tudo que vai conseguir é irritar as pessoas que interessam ao seu negócio.

LEIA: 25 dicas para sua marca se relacionar melhor no WhatsApp

Logo, só interaja com seu público no WhatsApp se ele autorizar. Mesmo que seja um cliente assíduo ou um seguidor fiel, antes de qualquer coisa, pergunte se pode. E mesmo que ele autorize, respeite horários; só o inclua em grupos se ele quiser; seja sucinto, direto; não abuse de listas de transmissão; envie conteúdos criativos e não propagandas em demasia; seja útil e relevante; e, acima de tudo, esteja disponível para quando ele precisar. 

Rede Social é via de mão dupla e enquanto seu foco for apenas nos seus interesses, sem disposição para ouvir e satisfazer o outro, a relevância e o sucesso que sua marca tanto procura, vão continuar se escondendo de vocês. Vai por mim!  

Estas e outras dicas, você encontra aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Seu tempo não é o tempo do outro

‘Sua urgência não é responsabilidade minha’. Você é capaz de entender isto? 

Sei bem no que resulta o uso contínuo das redes sociais: entre outros efeitos colaterais, a ansiedade e o imediatismo, quase sempre, se estabelecem como verdadeiros maestros das nossas relações digitais, confundindo papéis, invadindo privacidades, potencializando egoísmos e causando enormes incômodos em trocas que deveriam ser pautadas, antes de qualquer coisa, no respeito, na empatia e no cuidado com o outro.

E se isto não é certo, precisamos – me incluindo aqui, tá?! – nos educar, né?! Começando pelo real entendimento de que seu tempo é diferente do meu e eu nada tenho a ver com seus deadlines curtíssismos e prazos pra ontem. Arque com as consequências do seu (não) planejamento sem causar terror e pânico nas pessoas, por gentileza. 

Se o orçamento é pra quarta-feira, que tal solicitá-lo, no mínimo, dois dias antes? Se a criação precisa ser aprovada até dia 15, legal entrar em contato semanas antes, hein?! Só lembrou do trabalho no domingo à noite? Espere amanhecer pra ligar em dia e horário comerciais, o mundo não vai acabar nas próximas 12 horas, juro. Saiba esperar a resposta no WhatsApp, no direct, no e-mail. O mundo não gira no seu entorno e as pessoas não vivem inertes apenas à espera do seu próximo contato: elas também têm suas demandas, agonias, famílias, seus processos, seus ócios, seu TEMPO. 

Não é porque você está pagando que tem direito de ser abusivo. Dê espaço, não sufoque. Trate as pessoas como você gostaria de ser tratado, pra que a relação (de trabalho, de namoro, de amizade) seja satisfatória pra ambos os lados, na Internet também. 

Óbvio que há exceções. E eu NÃO estou falando delas. Meu papo é com pessoas e marcas insistente e recorrentemente disponíveis APENAS quando é pra olhar pros seus próprios umbigos. Deus e o mundo estão vendo…

Por fim, eu entendo: contatos apressados irão acontecer. Orçamentos, conversas, telefonemas e reuniões PRA AGORA, eventualmente, serão inevitáveis. Portanto, quando isso acontecer, aprenda a valorizar e agradecer quem foi gentil e empático com você. Feedbacks como, por exemplo, ‘VOCÊ NÃO FOI APROVADO, MAS AGRADEÇO A DISPONIBILIDADE’ e ‘OBRIGADO POR RESPONDER’ não fazem cair o braço de ninguém. E ó, garanto, quem está do outro lado vai ficar muito feliz. 

Agora respira, caralho!
Bora junto! Beijos ❤

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Sobre creators e outras aflições

Se você cria conteúdos para as redes sociais, quer seja para sua marca, seu contratante, quer seja para seus perfis pessoais, você, com certeza, já sentiu uma leve angústia ao se deparar com algumas aflições recorrentes na vida de creators/social medias.

Caso este seja o seu caso, deixa eu te falar.

1 – COMECE COM O QUE TEM!

Essa coisa de esperar o momento ideal para produzir, em que você vai estar mais preparado, munido com os melhores equipamentos, assessoria, equipe, entre outros, só vai te atrapalhar, porque quer saber de uma coisa? Esse dia pode nunca chegar. Perca o medo e comece hoje mesmo com aquilo que você tem em mãos. Mais do que do perfeito, a Internet gosta do FEITO. Clichezão, eu sei, mas um clichê real oficial. Com o resultado dos primeiros trabalhos, eu garanto, você vai se aperfeiçoar, enriquecer seu arsenal de produção e profissionalizar seus conteúdos digitais.

2 – A VERGONHA SÓ VAI EMBORA POSTANDO

Esse receio e esse medo são mais comuns do que você pensa, mas eles não podem te imobilizar. A má notícia é que a vergonha só vai embora gravando, fazendo, postando. Já a boa é que isso acontece assim que as primeiras interações positivas chegam. Então aí vão algumas dicas: comece gravando só pra você e melhore aquilo que te desagrada; depois entregue seus conteúdos para quem você confia, namorado, esposa, melhores amigos, família; por fim, com mais autoconfiança, abra para o público suas publicações e acolha o seu Feedback.

3 – QUEM DISSE QUE HÁ FÓRMULAS?

Procurar insistentemente por respostas prontas sobre conteúdos digitais só vai te afastar de um trabalho único, consistente e genuíno. Se as redes sociais são suficientemente democráticas e abertas ao diferente, use isto a seu favor. Ao invés de ficar o tempo inteiro buscando por horários nobres, número de seguidores necessário para ser influenciador, melhores hashtags para ‘bombar’, frequência ideal de postagens, foque em se relacionar com a sua audiência, a partir dos seus conhecimentos, talentos, paixões e habilidades, e em entregar o que ela pede. Nesse processo, com toda certeza, você vai encontrar sua missão, sua verdade e suas próprias fórmulas.

4 – FAÇA SENTIDO PARA QUEM TE SEGUE

Redes Sociais, entenda, não são sobre agradar o mundo inteiro, mas sobre conquistar quem importa. Portanto, descubra, entenda, conheça e se relacione verdadeiramente com o público que você quer ver consumindo seus conteúdos, mensagens, produtos e serviços. E aprenda a ignorar o que qualquer pessoa fora desse nicho, dessa sua comunidade, pensa acerca do que você produz e entrega na Internet. Seus conteúdos são para os seus seguidores. Os outros são os outros.

5 – VÃO TE COPIAR!

Já internalize isso para não sofrer mais adiante. E quando acontecer, abstraia, só copiam o que é bom.

Agora é com você. Boa jornada!
Estas e outras dicas, você também encontra aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

8 critérios para avaliar e contratar influenciadores digitais

Dificilmente você vai alcançar seus objetivos se continuar achando que a única forma de selecionar influenciadores digitais é pelo número de seguidores. Quando falamos em influência, há outros tantos aspectos que devem ser levados em consideração, sempre a partir dos seus interesses e da posição que diferentes creators ocupam no mercado e na mente dos seus seguidores.

Nesse post, há oito critérios importantes que podem te ajudar a comparar perfis e, por fim, escolher os que mais combinam com as suas estratégias.

1 – HISTÓRICO

Sua audiência tem memória, hein?! Então, por mais que aquele creator esteja num bom momento, não deixe de pesquisar sua história, para que não haja surpresas indesejadas adiante. Com que outras marcas ele já se conectou? Seu trabalho foi satisfatório? Como a sua comunidade reagiu? O que falam dele nos bastidores do mercado? Ele já vivenciou alguma crise? E como se saiu dela?

Além das redes do influenciador, analise também seu MÍDIA KIT – portfólio que resume sua carreira, por meio de números, ações, premiações, estatísticas e marcas com as quais já trabalhou. Com estas informações, com certeza você terá mais clareza na hora de escolher com quem trabalhar.

2 – ALCANCE

Embora a gente sempre reafirme que números isolados não definem a relevância de ninguém, eles, ainda assim, nos dão indicativos do alcance – número de pessoas impactadas – do Criador de Conteúdo. Portanto, se seu intuito é aparecer para mais pessoas e conquistar novos públicos, dados como quantidade de seguidores, visualizações, inscritos e impressões, entre outros, devem ser levados em consideração.

3 – RELEVÂNCIA

Repare se os valores, discursos e propósitos do influenciador se identificam com os da sua marca. De nada adianta alcançar milhares de pessoas se não há compatibilidade no que vocês dizem, se não há conexão entre os universos de vocês. Tudo que for dito precisa estar uniforme e soar realmente relevante para a sua audiência. 

4 – PODER CRIATIVO

Se você acha que ações com criadores de conteúdo se resumem a “recebidinhos” e publiposts focados em elogios a marcas, saiba que o Marketing de Influência vai além. Mas para ser bem-sucedido nesta investida, você precisa investigar o potencial criativo de cada influenciador. Quanto ele pode contribuir NO DESENVOLVIMENTO da ação, ao invés de receber um conteúdo pronto apenas para reproduzi-lo? Quais ideias ele pode trazer para o projeto a partir das suas vivências e da relação com a sua audiência? 

Entenda, quanto mais DNA deste creator na ação, mais parecida ela é com o conteúdo que ele entrega cotidianamente, logo, mais leve e natural sua estratégia aparente ser. E lembre-se: ninguém fala melhor com a comunidade deste influenciador do que ele mesmo, portanto, sua contribuição será sempre muito bem-vinda.

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5 – PODER EXECUTIVO

Como criar não basta, é importante também levar em consideração o potencial executivo do creator. Se suas ideias são boas, quantas delas este influenciador consegue colocar em prática? Quais suas habilidades? É bom contador de histórias? Edita vídeos, fotografa, escreve bem? Quais destas habilidades podem contribuir para sua narrativa?

6 – CONTEÚDO

Que narrativas este influenciador transmite ao seu público no dia a dia? Que ideias, propósitos e valores ele transforma em conteúdos e com que objetivos? Suas publicações fazem a diferença na vida de alguém, satisfazem necessidades e interesses alheios ou não passam de postagens “lifestyle” desinteressantes que não agregam nada a ninguém?

Se este profissional não é capaz de mover vidas por meio do seu trabalho, dificilmente ele fará isto ao se conectar com a sua marca.

7 – RESSONÂNCIA/ENGAJAMENTO

Até onde chega a voz do influenciador? Suas mensagens voam longe ou não passam da esquina? Ressonância diz respeito à capacidade que ele tem de repercutir e engajar. Dependendo dos seus objetivos, não é nada interessante contratar alguém que, mesmo alcançando muita gente, não tem capacidade suficiente de fazer alguém interagir, dar likes, comentar, compartilhar, ou seja, engajar um conteúdo. 

Como a audiência enxerga este influenciador: ele é ouvido? Quanto de efetividade e qualidade há nos comentários, não apenas das suas postagens comuns, mas também de seus publiposts? As pessoas, de fato, reparam na marca que ele divulga ou ela passa e ninguém vê? Quantas outras pessoas e marcas relevantes daquele nicho, mercado, cidade e/ou região o seguem?

8 – PONTOS DELICADOS E POLÊMICOS

Se você está a fim de disseminar uma ideia, propagar um conceito, posicionar-se diante do mercado e dos seus consumidores de maneira satisfatória, dificilmente você vai querer se aliar com alguém que rompe com tudo que você, enquanto marca, acredita, estou certo?

Pois bem, então, por fim, analise minuciosamente os pontos, temas e conteúdos sensíveis que podem promover polêmicas desnecessárias e gerar crises para o seu negócio. Se o fardo for grande demais, melhor partir para outra, a não ser que você queira dispensar tempo, dinheiro e paciência para apagar incêndios na Internet. 

Bom trabalho!

Estas e outras dicas, você encontra aqui também: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

#UmaDicaPorDia | Março e Abril

#UmaDicaPorDia é uma editoria dos meus stories. Nela, até o fim do ano, compartilharei 366 dicas práticas sobre Marketing Digital. E aqui no blog, a cada dois meses, um resumo destas dicas pra facilitar a vida de quem precisa delas.

Abaixo, 15 dicas de março e abril. Pra acompanhar diariamente, só seguir: @pettersonfarias

Para ler as dicas de JANEIRO E FEVEREIRO, clique aqui 

1 – Não prometa demais

Sabe aquela pessoa que almeja ser autoridade na web, mas nunca chega a lugar nenhum com suas postagens? Você já deve ter se frustrado com aquele perfil que está sempre prometendo algo consistente, porém sem sair da superfície, né?! Com certeza você está se lembrando de algum nesse momento, inclusive. 

Essa frustração é resultado de sucessivas expectativas quebradas. O que é uma pena, porque isto é tudo que você não deve fazer na Internet.  Vá direto ao ponto e, de fato, entregue conteúdo. Não seja um creator/marca que vive de descumprir o que prometeu – e quando cumpre, entrega algo aquém do que o público espera. 

Surpreender é a chave! 

Criar suspense, revelar uma prévia de algo que você está produzindo, brincar com “teaser” (conteúdos de expectativa) pode ser legal, sim, desde que você faça isso com moderação, muito de vez em quando. Você lida com uma audiência imediatista e ansiosa, que odeia esperar. Se há algo para ser dito ou mostrado, faça isto agora. Não perca a chance de fisgar a atenção dos seus seguidores por estar prometendo demais.  

2 – O que é engajamento?

Engajamento ou Envolvimento diz respeito a toda e qualquer atitude que a sua audiência toma em relação às suas publicações, como CURTIR, COMENTAR, RETUÍTAR, SALVAR, ENVIAR, entre outros. Quando ela não consome passivamente sua postagem e dá deedbacks, dizemos que seu post foi engajado. 

Engajar a publicação que você gosta, ou seja, retribuir por meio de ações práticas, é importante, portanto, porque só assim o ALGORITMO das redes sociais entende que aquela publicação é útil, necessária, relevante e pertinente para os seguidores. Logo, ele vai entrega-la para mais e mais pessoas. Caso contrário, haverá restrição do seu ALCANCE – outra métrica da qual já falamos aqui.

3 – Atualize seu LINKEDIN

Esta é uma rede social valiosa para você que quer se tornar autoridade na web ou até mesmo buscar novas oportunidades de emprego. Linkedin trata-se de um canal voltado para trocas profissionais entre marcas e pessoas que pertencem a um determinado nicho de mercado.

Lá, você pode expor os detalhes da sua carreira, seu histórico, assim como suas habilidades e competências, além de se atualizar sobre as novidades da sua área, por meio do Feed de Notícias. 

Mas ó, não seja como a maioria dos usuários, que atualiza seus perfis no Linkedin apenas quando perde o emprego. Mantenha-o sempre novo e atrativo, hein?!

Meu perfil: https://www.linkedin.com/in/pettersonfarias/

4 – Estatísticas Twitter

Se você também cria no Twitter, saiba como acessar as estatísticas mensais dos seus conteúdos:

Passo 1: no canto esquerdo da tela do seu computador, clique em MORE

Passo 2: clique em ANALYTICS

No campo superior da tela, o Twitter mostra seus números atuais comparados ao mês anterior

Por fim, ele mostra suas principais estatísticas mensais

5 – Creator, tenha Mídia Kit/CNPJ

Se você produz conteúdos na Internet e deseja trabalhar com grandes marcas, comece profissionalizando não só suas publicações, mas também sua relação com estas empresas. 

Caso ainda não tenha um Mídia Kit, com o resumo do seu trabalho, números de engajamento e experiências nas redes, crie um agora mesmo. Em formato pdf mesmo, reuna o que de melhor você tem para mostrar às marcas e dê ainda mais argumentos para que elas te contratem. 

Por fim, ao lidar com grandes empresas, necessariamente, você terá que emitir notas fiscais e, muitas vezes, ter conta jurídica para receber seus cachês. Portanto, abra uma MEI e se transforme em Pessoa Jurídica.

6 – Playlists Spotify

Crie vínculos emocionais com a sua audiência por meio do Spotify também. De acordo com o universo do seu negócio, faça playlists para momentos diferentes da vida do seu seguidor. 

Se sua marca está vinculada ao bem-estar e vida saudável, crie, por exemplo, listas de música para pedalar, correr, meditar. Se você é do ramo de eventos, ofereça playlists para aniversários, chás de bebê, ensaios fotográficos, entre outros. Use a música para se aproximar ainda mais do seu público-alvo.

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7 – Banco de Imagens

Honesto da sua parte comprar imagens de bancos da Internet, ao invés de usá-las sem permissão em suas postagens. Mas muito cuidado nesse processo: escolha sempre fotografias que retratem fielmente a realidade do seu público, para que haja identificação imediata e não cause distanciamento. 

Se seu público é nortista, por exemplo, não opte por esteriótipos sulistas. Bom conteúdo tem que atrair, sobretudo, visualmente. De preferência, escolha imagens feitas por profissionais da sua cidade e região; eles, com certeza, retratarão de forma fidedigna o que você quer comunicar.

8 – Perguntas Frequentes

Naqueles dias de baixa criatividade, sabe como criar conteúdos assertivos para o seu público? Transforme as perguntas frequentes dele em postagens para suas redes sociais. 

Liste todas as dúvidas que você costuma responder quase que diariamente e reproduza em posts criativos no seu feed, nos stories, na timeline do Twitter, numa lista de transmissão do WhatsApp, entre outros. 

9 – Cardápio e horário de funcionamento

No primeiro tópico afirmei: seguidor é imediatista e ansioso. Aqui eu acrescento: e, muitas vezes, compra por impulso. Caso você ainda esteja nessa de esconder suas informações, tais como cardápio e horário de funcionamento, saiba que não há impulso que resista às tentativas frustradas de obter detalhes para uma compra e não achá-los.

Deixe à mostra seu cardápio – com valores, óbvio – não só em postagens no feed, mas também nos DESTAQUES do seu perfil. 

E seu HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO precisa estar na sua bio, assim como em legendas de posts periodicamente. Ajude as pessoas a consumirem seus produtos e serviços, por favor!

10 – Antes de perguntar, procure

E quando você estiver na posição de consumidor de informações nas redes sociais, antes de perguntar, procure a resposta entre postagens e destaques do perfil da marca. As chances são enormes de sua dúvida já ter sido respondida. Seja empático e facilite a vida de quem previu sua necessidade e procurou saná-la alguns conteúdos atrás.

11 – Quando não legendar meus posts?

Jamais, nunca, em hipótese nenhuma. Prender a atenção de alguém é uma das coisas mais difíceis na Internet, por que desperdiça-la fazendo postagens sem texto de apoio? Não jogue nenhuma oportunidade de conversar com a sua audiência fora. Deixe de preguiça e capriche nas legendas. 

12 – Evite o autoelogio

Sei que você tem um produto/serviço formidável em mãos e não duvido da competência da sua marca, mas dizer isso a todo instante nas redes soa vazio, pedante e desinteressante para o seu público. Se quer reforçar os benefícios, características e valores do seu negócio, foque em atender da melhor forma sua clientela, para que ela fale POR você. 

Opiniões de amigos, familiares, influenciadores e formadores de opinião são levadas muito mais em consideração do que estímulos de marca. Então transforme a necessidade de dizer que o que você vende é incrível em disponibilidade para oferecer um atendimento impecável para quem te consome. Sem dúvidas, os feedbacks e depoimentos alheios serão a sua melhor estratégia de marketing.

Mas ó, testemunhais devem ser espontâneos. Não seja invasivo nem mendigue elogios. 

13 – Influenciadores e Permutas

Se você deseja trabalhar com influenciadores digitais e quer pagá-los com permuta – divulgação em troca de produtos do seu portfólio -, não há nada de errado nisso, mas desde que seja legal para ambos os lados. E para que ninguém saia perdendo nessa, é importantíssimo entender de PROPORÇÃO.

Antes de sugerir qualquer troca, investigue os valores praticados pelo influenciador e aproxime a quantidade de produtos ao preço dele, para que a permuta seja justa. Não seja leviano ao enviar recebidinho para a casa de um creator, por exemplo, cujo custo para você não passa de 10 reais querendo que ele dê visibilidade a você, quando há outras marcas dispostas a pagar, de forma justa, por essa divulgação.

Tenho certeza que você não aceitaria alguém aparecer em seu estabelecimento oferecendo 5 reais em troca do produto mais caro da sua loja, né? Portanto, não aja assim com os outros. 

14 – Leia: Brandwashed e Marketing 4.0

Brandwashed

Martin Lindstrom é um especialista em Neuromarketing e profundo conhecedor dos estímulos de marcas e comportamentos do consumidor. No livro, ele fala da relação entre sexo, nostalgia, fama e consumo. E traz diversos insights sobre como marcas podem lançar mão de gatilhos mentais para atrair clientes, assim como, por outro lado, abre os olhos do leitor para as armadilhas invisíveis que nos rodeiam e nos fazem comprar mais.⁣

⁣Embora traga alguns dados defasados, já que traz informações de 10, 15 anos atrás, o livro, ainda assim, é ótimo.

Marketing 4.0

Nesse livro, Philip Kotler fala de nós. Dos nossos anseios enquanto consumidores, seres humanos e cidadãos da internet (netzens). Vai na ferida de empresas e marcas que, ainda muito imersas no padrão antiquado de se promover, acabam por meter os pés pelas mãos ao se relacionar na contemporaneidade. Mesmo pra quem é leigo, não é um livro difícil de se ler, repito: ele é sobre nós.

O autor rompe com a ideia equivocada de que o digital acabou com o tradicional: ele acredita na coexistência, no Marketing Onicanal, numa comunicação alinhada e uniforme, não focada apenas em vendas, mas, sobretudo, na conquista de seguidores apaixonados e consumidores fiéis.

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15 – #Hashtags

Hashtags, para começar, são palavras-chave que etiquetam seus conteúdos. Como se você fosse engavetar seus posts e, em cada gaveta, você tivesse que colocar uma palavra para identificar o que está guardado ali. Para isto que elas servem. Logo, hashtags não são frases extensas nem parágrafos. Quanto mais simples e de fácil leitura elas forem, mais fácil acharão o seu conteúdo nesse universo infinito de gavetas que é a Internet. 

Além de usar hashtags que, de fato, tenham relação com o que você posta, é interessante você criar a sua. Pense em algo que resuma bem seu universo ou transforme o nome de uma editoria sua em tag. Massifique-a entre seus seguidores e os incentive a usá-la! Em 2020, a #UmaDicaPorDia – editoria dos meus stories e desse post que você lê agora – é a minha hashtag principal, aquela que, imediatamente, os seguidores associam a mim. 

Ah, e siga hashtags do seu interesse no Instagram. Sim, isso mesmo, assim como você segue marcas e pessoas, é possível segui-las e receber conteúdos relacionados a elas. 

Gostou? Há dicas diárias como estas lá nos meus stories. Só seguir: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

#UmaDicaPorDia | Janeiro e Fevereiro

#UmaDicaPorDia é uma editoria dos meus stories. Nela, até o fim do ano, compartilharei 366 dicas práticas sobre Marketing Digital. E aqui no blog, a cada dois meses, um resumo destas dicas pra facilitar a vida de quem precisa delas.

Abaixo, 15 dicas de janeiro e fevereiro. Pra acompanhar diariamente, só seguir: @pettersonfarias 

1 – Recicle conteúdos antigos

Ei, é perfeitamente aceitável (e a gente até incentiva) reciclar conteúdos antigos, viu?! Não caia nessa de que não se deve reaproveitar postagens… besteira!

Explore, sim, a mesma temática, o mesmo conteúdo em diversos formatos, plataformas e redes sociais. Só assim você vai atingir públicos diferentes e cada vez maiores em momentos diferentes.

2 – Squid para influenciadores

Squid é uma plataforma que conecta creators e marcas, garimpando, filtrando, gerenciando e mensurando trabalhos de Marketing de Influência. Se você é um criador de conteúdos digitais e tem dificuldade para acessar grandes marcas, empresas nacionais, você pode se cadastrar, selecionar as temáticas que aborda nas suas redes e aguardar propostas de marcas interessadas em perfis iguais ao seu. Simples assim!

Acesse: https://app.squidit.com.br

3 – Mostre seu ponto de venda

Use suas redes a seu favor e poste hoje mesmo no feed, nos stories, IGTV e/ou nos destaques seu pdv, sua fachada, salão, interior de loja, estacionamento e todos os espaços físicos do seu negócio. É frustrante para consumidores acostumados a buscar informações na Internet não encontrar dados suficientes para tomar suas decisões de compra.

Entenda de uma vez por todas: as pessoas não têm a obrigação de saber onde você está e é seu dever orientá-las como chegar, tá?!

4 – Datas comemorativas

Datas comemorativas são ótimas abordagens para você conversar de igual pra igual com as pessoas nas redes e estreitar ainda mais seus laços com os consumidores. Portanto, mapeie datas relacionadas ao seu negócio e produza conteúdos sobre elas. Mostre para seus clientes que você tem timing e sabe conversar sobre outras temáticas, ao invés de falar somente sobre seus produtos e serviços.

Mas ó, faça isso de modo criativo. Se for só pra desejar feliz dia, por meio de postagens clichês e desinteressantes, melhor nem fazer.

5 – Curadoria de Conteúdo

Rede Social é compartilhar. Então compartilhe o que é do outro também! Assimile a ideia de que seu conteúdo não é o único interessante na Internet. E é elegante, gentil e generoso dividir com seu público postagens de outras empresas, creators e até (por que não?) da concorrência. Se gostou, não guarde pra si.

Mas, claro, tenha coerência: só compartilhe conteúdos relacionados ao seu negócio e ao seu público.

6 – Compartilhe o que você sabe e as pessoas comprarão o que você vende

Esta é uma boa forma de mostrar ao público o que você tem a oferecer comercialmente, mas de modo sutil, sem ser invasivo e sem pesar a mão. Funciona, mais ou menos, como a amostra grátis no supermercado: ofereça algo de graça para que saibam que você existe, para mostrar porque você é melhor que a concorrência, para despertar o interesse e, por fim, gerar vendas. Já superamos a era da propaganda pela propaganda, em que discursos de autoafirmação, regados a muuuuuitos autoelogios, fisgavam as pessoas. Desacreditamos dessas abordagens, porque o tempo nos provou que muitas marcas, nesse processo, mentiram descaradamente, disfarçaram suas mazelas e nos enganaram. Hoje, se você quer ser visto como o melhor e o maior, como o mais gostoso e mais incrível, vai ter que provar!

O que te faz achar que chama mais atenção postagens insistentes sobre preços, liquidações e queimas de estoque do que conteúdos sobre os valores da marca, seus posicionamentos acerca de causas sociais importantes, dia a dia, memes (por que não?), dicas e informações que podem melhorar ainda mais a minha experiência com produto X e/ou serviço Y?

Claro, há espaço para tudo! Mas se você está propenso a entregar apenas propaganda na timeline alheia, sinto muito, vai continuar falando sozinho. Porque você não se colocou no lugar do consumidor nem sequer perguntou a ele o que ele gosta de consumir na web. Porque você só pensa no próprio umbigo. Porque você é um spam. Putz, você não entendeu nada da brincadeira. Volte dez casas e recomece o jogo!

Antes de enxergar Facebook, Instagram, Twitter ou qualquer outra rede como mero espaço de vendas, onde seu único esforço é impactar pessoas com publicidade, entenda a Internet como plataforma de DIÁLOGO, em que a audiência está muito mais interessada em se entreter, informar-se, educar-se e inspirar-se. Proporcione isso! Seus seguidores naturalmente, em contrapartida, se interessarão pelo que você tem a dizer e vender.

7 – Alcance e Impressões

Alcance: número de contas únicas que viram suas publicações num intervalo de tempo;
Impressões: total de vezes que essas contas únicas viram suas publicações num intervalo de tempo;

Exemplo: nesta semana, meu pai, meu irmão e minha namorada viram minhas publicações, logo, alcancei 3 pessoas.
Cada uma delas viu um post meu no feed e dois stories, logo, tive 9 impressões.

8 – Fale o óbvio

Embora você ache, nem todo mundo sabe o que você sabe, faz e vende. E é seu papel ensinar, informar e educar o público. Portanto, não tenha medo de falar o óbvio. Facilite a vida de quem usa as redes sociais para aprender e agregue valor ao seu negócio a partir de conteúdos consistentes, didáticos e relevantes. Só assim, seu público vai entender e valorizar ainda mais seu produto/serviço e enxergar a importância de consumi-lo. 

9 – Peça licença antes de entrar no whatsapp

E por falar em óbvio: lembre-se, é extremamente mal educado enviar mensagens sem pedir permissão no WhatsApp. Não importa se é fã, cliente ou seguidor, não se comporte como SPAM. Antes de entrar, peça licença!

10 – Economize o ENTER no WhatsApp

Ainda sobre Whatsapp: se a pessoa permitiu que você envie mensagens, ao fazer isto, sempre escreva tudo o que você tem pra dizer e só depois envie. Economize o ENTER, por favor! Não seja aquela pessoa/marca chata que dá ENTER a cada palavra digitada. Ninguém gosta de receber mil notificações, ainda mais quando a mensagem se resume a

‘Oi
Tudo
Bem
?’

11 – Recebido é aposta

Recebidinho é bom e (quase) todo influenciador gosta, né?! Mas mimos não são contratos e quem recebe tem o direito de escolha entre postar ou não. Se compartilhou, ótimo, ponto pra marca. Se não publicou, vida que segue. Vivo brincando, expondo e tocando na ferida de produtores de conteúdo irresponsáveis com o mercado, mas, por outro lado, há diversas empresas conduzindo o relacionamento com esses profissionais de maneira desordenada, sem se dar conta de que há regras e deveres em ambas as partes. 

É possível profissionalizar, minimamente, essa relação a partir do entendimento de que: se eu não contratei ou acertei algo previamente com o influenciador, eu não posso cobrar dele postagem, engajamento e alcance.

 Pouco se pratica esse senso de justiça: de que não devem estar em ponto de igualdade uma marca que se relaciona profundamente com o creator, por anos às vezes, e paga pelo espaço em seu perfil; e outra marca que mal subiu no ônibus, já quer sentar na janela. ‘Mas é só um presentinho’. Não é. É, sim, um investimento de marca por ela saber que pode ganhar visibilidade em troca de um recebido. Porém, que ao praticar essa relação, as empresas entendam que todo influenciador é uma mídia e para ter espaço nela, o buraco é mais embaixo, há acordos, negociações e contratos envolvidos. Muito se fala da banalização de maus comportamentos de alguns influenciadores digitais, mas é preciso falar também de marcas que se acham no direito de colocar preço no trabalho alheio e menosprezar o serviço de gente que, muitas vezes, vive do que posta nas redes sociais.

12 – Identifique seu publipost!

Resista à tentação e aos pedidos de marcas que querem publis mais ‘sutis’, fazendo com que você minta pra sua audiência, fingindo que aquilo foi uma manifestação espontânea, do nada, quando, na verdade, você tem um acordo e um contrato com a empresa.

Sua credibilidade é o seu maior trunfo. Perdê-la por mentira não é uma boa ideia. De acordo com uma pesquisa da Qualibest, de 2019, 78% dos consumidores que seguem influenciadores acham importante sinalizar publipost, por meio de uma hashtag ou algo do tipo. Seja transparente e não pise na bola!

13 – Floodar e Flopar

Floodar: significa postar demais; encher a timeline, o feed, os stories, as redes alheias de informações repetitivas, irrelevantes, enchendo a paciência de todo mundo;
Flopar: ter insucesso, postar algo e alcançar poucas pessoas, não engajar, dar muito errado;

14 – Ouça seus funcionários

O que sua equipe tem pra dizer? Se não sabe, pare pra ouvi-la agora!

Seus funcionários são fontes riquíssimas de informações, que podem te dar insights e ideias para futuros conteúdos. São eles que se relacionam diariamente com seus consumidores e clientes em potencial, lidando com desejos, necessidades, insatisfações e vontades diversos. 

Uma vez por dia, por semana ou por mês, converse com seus colaboradores. Crie grupo no Facebook, no WhatsApp… Estabeleça formas diferentes de escuta, mas jamais deixe de ouvir o que eles têm pra falar. Seu conteúdo agradece!

15 – Tenha paciência

Pouca gente te diz isso, mas trabalho nas redes sociais precisa de paciência. Internet é sobre relacionamento. E toda relação precisa de tempo. Ninguém dá match no Tinder num dia e se casa no dia seguinte, entre um momento e outro, há muita coisa pra acontecer.

Assim é produzir conteúdos e se relacionar com o público na web. Esteja disposto a entregar postagens criativas, a conhecer e ouvir seu público, atendendo suas necessidades e desejos pelo tempo que for que uma hora a coisa vinga, acredita em mim!

Te espero nos stories com mais dicas.
Até lá!
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