Dicas para o seu primeiro e-book

Nesses dias difíceis de pandemia, isolamento e chances menores de trabalho, alguns produtores de conteúdos encontraram nos infoprodutos (produtos digitais) a oportunidade para gerar renda e lucrar sem sair de casa. O E-BOOK (livro digital) é só mais um exemplo deles.

Em 2020, eu lancei o meu primeiro: Conteúdos Digitais na Prática – 50 dicas para quem cria nas redes sociais. Agora, em 2021, devo lançar o Construindo Minha Marca nas Redes Sociais, e a partir das minhas experiências, é que eu divido com vocês um passo a passo, para que você escreva e lance o seu também.

1 – OFEREÇA AMOSTRAS GRÁTIS

Antes de vender, compartilhe gratuitamente parte dos seus conhecimentos, informações e vivências. Use as redes ao seu favor e nelas, entregue aos seus seguidores conteúdos de valor, capazes de instigar neles o desejo de consumir mais, mesmo que pagando um preço por isso.

2 – CRIE UMA COMUNIDADE

Transforme estas pessoas interessadas nos seus conteúdos em um grupo e gere nelas um sentimento de pertencimento, a fim de mantê-las por perto, não só consumindo seu trabalho, mas também falando bem dele na web. Esteja disponível para diálogos mais profundos; responda seus seguidores engajados; crie grupos no WhatsApp, Facebook, Telegram; ofereça a eles conteúdos exclusivos; dê atenção; chame pelo nome; se interesse verdadeiramente pelas suas conversas, dúvidas, depoimentos, críticas e sugestões.

3 – CONHEÇA AS PERGUNTAS NÃO RESPONDIDAS REAIS DESSA COMUNIDADE

Porque só a partir dessas conversas e dessa relação mais íntima com a sua comunidade, é que você vai descobrir quais são as suas dúvidas reais, seus objetivos e interesses, suas lacunas e as grandes necessidades que atormentam a sua vida: todos eles, insights valiosos e matéria-prima para o seu primeiro e-book.

4 – COMECE A ESCREVER

Após descobrir e elencar as principais dúvidas dos seus seguidores, empenhe-se em responder uma a uma em um livro digital. Entenda: se não for ensinar nem educar ninguém, de nada vale seu esforço. Seu e-book PRECISA fazer a diferença na vida das pessoas.

Ah, visual conta muito, hein?! Não basta um bom texto, o layout tem que surpreender. E se você não domina o DESIGN, contrate alguém para fazer isso por você.

5 – COMPARTILHE OS BASTIDORES DE TODO O PROCESSO

Enquanto você escreve e desenvolve o e-book, não se esconda. Transforme cada instante dessa jornada em curiosidades, teasers (conteúdos de expectativa) e momentos de interação com o seu público-alvo nas redes sociais. Desde o início, você precisa plantar a sementinha que vai crescer e despertar o interesse da audiência.

Gostou? Vem consumir outros conteúdos como este aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Conteúdos Digitais na Prática

A quarentena me fez escrever um livro. Conteúdos Digitais na Prática é o primeiro e-book que eu compartilho com o mundo: resultado não só de 4 meses de criação e correções infinitas, mas também de anos de experiência. ⁣⁣

Nele, você vai encontrar 50 dicas práticas sobre planejamento, produção de conteúdos, aplicativos e ferramentas úteis, referências literárias e comportamento web.⁣

Este livro é para:
– empreendedores e autônomos que querem divulgar suas marcas nas redes sociais;
– social medias e creators que querem desenvolver novas técnicas e habilidades;
– estudantes que querem aprender sobre Comunicação e Marketing na web;
– pessoas que ainda se sentem perdidas no mundo digital;

Nele, você vai encontrar:
– 50 dicas sobre texto, foto e vídeo que eu pratico diariamente nas minhas redes;
– técnicas, exemplos, aplicativos, ferramentas e indicações literárias;
– boas práticas para a construção de uma marca forte na Internet;

Neste e-book NÃO TEM:
– dicas de conteúdos e relacionamentos automatizados;
– foco em número de seguidores;
– promessa de crescimento meteórico;
– informações engessadas como “horários nobres”, “melhor rede social para vender” e “frequência de postagens”;

PEGUE O SEU!

O que os leitores falam do e-book Conteúdos Digitais na Prática…


O investimento é de $29,9. Pegue o seu!
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Variar é importante. Nas redes sociais também

Não só os escândalos do Facebook em 2018, mas as próprias discussões anteriores acerca dos seus algoritmos já nos provocavam a uma reflexão acerca do conteúdo postado em uma só rede: será que é mesmo prudente e saudável? O Joe Pulizzi fala muito disso nos seus livros, Marketing de Conteúdo Épico e Conteúdo S.A., sobre o cuidado de não entregarmos a um só canal todos nossos esforços, conteúdos e audiência. Mesmo conhecendo a realidade de pequenos empresários que gerenciam suas próprias contas ou empresas que não possuem equipes suficientes para lidar com mais de uma rede social, é necessário a gente refletir e levar em consideração todas essas reviravoltas que chegam sem avisar e, algumas vezes, nos obrigam a recomeçar do zero aqui na web.

Podcasts funcionam como um programa de rádio, a diferença é que você pode ouvir o que quiser e na hora que bem entender. Basta acessar, dar no play e/ou baixar o episódio. Um Milkshake Chamado Wanda é sobre entretenimento e cultura pop.

Quando o Twitter estava no auge, as pessoas começaram a migrar para o Facebook e Instagram. Snapchat no auge, os seguidores fugiram para os stories. Audiência incrível no Facebook, os números começam a cair. E isso não vai parar! Os ciclos digitais são muito mais curtos do que estávamos acostumados mesmo. O eterno aprendizado não é mero clichê, é realidade. A Internet empresta dessa geração a liquidez das coisas e leva muito a sério suas efemeridades. Não estou aqui para dizer se isso é bom ou ruim, mas que o sentimento é de sempre estar correndo atrás pra quem-sabe-talvez-de-repente-a-gente-consiga-dar-conta, ah, isso é! Quem influenciou ano passado, hoje a gente já nem lembra. Histórias que se esvaem em 24 horas. Memes de um só dia. ‘Que tiro foi esse?’ Passou e eu nem vi.

Pinterest é uma rede social de compartilhamento de fotos que funciona como um grande arquivo de inspirações. E a sua marca pode ter um perfil lá, como o Buzzfeed tem.

E as redes seguem o fluxo. E mudam quando querem. E não nos pedem opiniões. E a gente também muda. E nossas mudanças refletem nas redes. E por isso são chamadas Redes Sociais. E mudar é ótimo! A gente só não pode ficar refém. Seu cliente e sua marca também não. E uma das saídas talvez seja essa: não confiar todo nosso trabalho digital a uma só rede social. A Internet é vasta o suficiente para isso. Tente construir sua audiência e reputação em diversos canais. Não precisa abraçar o mundo, mas pergunte onde seus seguidores estão. Explore caminhos fora do combo ‘facebook/instagram’. Vá para o Spotify, faça podcasts, converse no Whatsapp, acesse o Linkedin, entre no Skoob, envie newsletter, fuja para o Pinterest. E se o seu público estiver no Tinder ou no Grindr, vá até lá também, ora, e sem preconceitos pra ser feliz.

A Rede Ovelha Negra, por exemplo, varia seus conteúdos produzindo newsletters mensais.

O Governo do Pará, um perfil de comunicação pública, explorando redes menos usuais como o Spotify

O Yummy Sensations, perfil no instagram comandado pela Ana Olívia, também produz e-books descomplicando a culinária e ajudando seus seguidores a cozinharem