Conteúdos Digitais na Prática

A quarentena me fez escrever um livro. Conteúdos Digitais na Prática é o primeiro e-book que eu compartilho com o mundo: resultado não só de 4 meses de criação e correções infinitas, mas também de anos de experiência. ⁣⁣

Nele, você vai encontrar 50 dicas práticas sobre planejamento, produção de conteúdos, aplicativos e ferramentas úteis, referências literárias e comportamento web.⁣

Este livro é para:
– empreendedores e autônomos que querem divulgar suas marcas nas redes sociais;
– social medias e creators que querem desenvolver novas técnicas e habilidades;
– estudantes que querem aprender sobre Comunicação e Marketing na web;
– pessoas que ainda se sentem perdidas no mundo digital;

Nele, você vai encontrar:
– 50 dicas sobre texto, foto e vídeo que eu pratico diariamente nas minhas redes;
– técnicas, exemplos, aplicativos, ferramentas e indicações literárias;
– boas práticas para a construção de uma marca forte na Internet;

Neste e-book NÃO TEM:
– dicas de conteúdos e relacionamentos automatizados;
– foco em número de seguidores;
– promessa de crescimento meteórico;
– informações engessadas como “horários nobres”, “melhor rede social para vender” e “frequência de postagens”;

PEGUE O SEU!

O que os leitores falam do e-book Conteúdos Digitais na Prática…


O investimento é de $29,9. Pegue o seu!
Estou também no Instagram: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

#UmaDicaPorDia | Maio e Junho

#UmaDicaPorDia é uma editoria dos meus stories. Nela, até o fim do ano, compartilharei 366 dicas práticas sobre Marketing Digital. E aqui no blog, a cada dois meses, um resumo destas dicas pra facilitar a vida de quem precisa delas.

Abaixo, 15 dicas de maio e junho. Pra acompanhar diariamente, só seguir: @pettersonfarias

Para ler as dicas de JANEIRO E FEVEREIRO, clique aqui
Já as dicas de MARÇO E ABRIL estão aqui

1 – Antes de pedir divulgação para o seu negócio, 3 reflexões…

> você fez o dever de casa?
Suas redes sociais estão prontas para essa visibilidade maior? Há informações essenciais na sua bio? Os links disponíveis estão atualizados? Há stories e postagens recentes? Porque não adianta nada pedir para as pessoas divulgarem seu negócio na Internet se ele não é atrativo e não tem nada para oferecer ao público.

> se é urgente, peça antes!
Não pense que pedindo hoje, imediatamente as pessoas estarão à disposição. Os outros também têm suas demandas, trabalhos e afazeres. Até mesmo aqueles que vivem na internet têm outras prioridades. Seu tempo não é o tempo do outro, portanto tenha paciência, tato e educação ao pedir. 

Sempre bom lembrar: o mundo não gira no seu entorno, né?! 

> Ninguém é obrigado!
Direito seu pedir, direito do outro negar. Seu trabalho pode ser lindo, maravilhoso e de qualidade, mas o outro não tem o dever de compartilhar/divulgar. Você não sabe se ele está num bom momento, se ele tem exclusividade com outras marcas e negócios, se ele quer… Portanto, ao pedir, deixe o outro à vontade para dizer não.

2 – Ver recompartilhamento de stories

Sim, o Instagram te mostra quem compartilhou seu post nos stories nas últimas 24h. Pra ver, siga os passos:

Passo 1: clique nos 3 pontinhos ali no canto superior direito

Passo 2: clique em Ver Recompartilhamentos do Story

O Instagram vai te mostrar quem compartilhou seu post nos stories.

3 – Influenciador não é salvador da pátria

Marketing de Influência pode, sim, ser uma ferramenta excelente para você atingir seus objetivos nas redes sociais, afinal, estamos falando de uma realidade em que, segundo o Instituto Qualibest, 71% dos internautas brasileiros segue influenciadores, 63% deles gosta que os influenciadores recomendem produtos, enquanto que 50% costumam pesquisar opinião de influencers antes de comprar. ⁣

Mas entenda: creator não faz milagres!

O trabalho destes profissionais contribui sobremaneira na visibilidade de marcas e possibilita, entre outras coisas, maior intimidade entre empresas e suas audiências, fidelização de clientes, fortalecimento de posicionamentos e até conversão em vendas, porém não transfira a responsabilidade total do seu negócio para criadores de conteúdos digitais. ⁣

Um publipost bem executado, assim como toda e qualquer co-criação com influenciadores, vai te proporcionar retornos excelentes, claro, desde que você faça a sua parte também. Porque não há influência que salve produtos ruins, canais digitais capengas, pontos de venda nada atrativos e péssimos atendimentos de marcas desinteressantes. ⁣

Portanto, só atraia visibilidade para você, por meio de ações de influência, depois de ter certeza que a sua marca está pronta. Caso contrário, as pessoas vão reparar apenas nas suas falhas e jamais darão atenção a outros estímulos de comunicação e marketing da sua marca nas redes. 

4 – Abuse de listas

Textão é legal, mas vá com calma!

Nas redes sociais, lidamos cotidianamente com seguidores extremamente ansiosos e imediatistas. Portanto, uma forma inteligente de fisgar a atenção deles, é produzir conteúdos em formato de listas. Quebre seu texto enorme em tópicos, frases ligeiras e títulos atraentes (como este post que você lê agora). Depois me diga o resultado!

5 – LIVRO: Design para quem não é designer

Obviamente, um livro como esse não substitui o trabalho de um bom profissional, portanto, se você tem condições, insista num bom designer e deixe que ele execute o trabalho por você. A garantia de sucesso é muito maior. 

Mas Design para quem não é Designer pode ser um divisor de águas na sua vida, caso você, que nem eu, seja uma negação em trabalhos visuais. A autora, de forma muito didática e simples, te apresenta os quatro princípios do bom design: repetição, contraste, alinhamento e proximidade. 

E a partir deles, garanto, seu olhar será outro ao imaginar um layout e um post para as redes. Livro daqueles pra ler rapidinho, numa tarde e pronto!

6 – Regionalismo nas redes

Ser global é bacana? Claro que sim. Mas manter-se conectado ao local também é interessantíssimo. E a mescla entre esses dois polos pode fazer toda a diferença na sua comunicação digital. 

As pessoas consomem nas redes conteúdos que, de algum modo, conectam-se com suas vivências, desejos, valores e aspirações. O regionalismo, na medida certa, claro, pode te ajudar a criar essas conexões. 

Aproprie-se de conceitos, personagens, lendas, sotaques, casos, memes e ícones que ilustrem e retratem suas raízes, sua cidade, seu estado, seu bairro, sua comunidade. Mas faça isso de forma original. Faça como ninguém ainda fez. Fuja das frases e associações clichês e vá além.

7 – Briefing, Brainstorm e Branding

Briefing: um documento que reúne as informações principais de um negócio. Informações estas que nortearão o trabalho de criação de uma equipe. Nele, pode conter comandos, direcionamentos, objetivos e dificuldades do cliente, curiosidades, entre outros. 

Brainstorm: um momento, uma dinâmica, uma reunião, onde os participantes criam algo. A “tempestade de ideias” é um dos passos essenciais na criação e no planejamento de novas ideias, projetos e trabalhos.

Branding: é gestão de marca. Consiste no conjunto de esforços que visa construir e manter uma boa imagem da marca diante não só dos consumidores, mas de todos os públicos de interesse dela. Da embalagem de um produto à abordagem dos atendentes, passando pelos posts nas redes sociais, cheiro do ponto de venda, preço, cores do logotipo, posicionamentos políticos, tudo conta nessa gestão. São estes, entre outros estímulos, que ajudam a construir na mente do consumidor a melhor imagem que uma marca pode ter, contribuindo para uma relação duradoura e, consequentemente, para maior propensão ao consumo dos seus produtos e serviços.

8 – Não há um só jeito de se planejar…⁣

– E tudo bem se for no caderninho, no planner ou num cronograma de papel. Meu digital sempre funcionou muito bem com o analógico, por exemplo;⁣

– Rede Social pede flexibilidade. Então esteja aberto! Porque no meio do processo, seu planejamento vai pedir alterações, sim;

– Há diversos modelos de planejamento Internet afora. Encontre o que mais tem a sua cara. Ou crie o seu!⁣

– Se é um cronograma de postagens pra cada rede social ou tudo junto, não importa, desde que faça sentido pra você;⁣

9 – Pare de procurar respostas prontas!

Enquanto você opta pelo caminho mais fácil, as outras pessoas seguem tentando, testando e experimentando. Rede Social não é ciência exata. E você não vai sair do lugar se continuar nessa de querer que as pessoas digam por você o que é melhor para a sua comunicação e seu marketing na web.

É natural ler livros, assistir a palestras, consultar pessoas, comprar cursos e e-books. Todos eles podem te ajudar e muito nessa jornada digital, mas desde que você esteja disposto a misturar tudo e tirar suas próprias conclusões por meio de exercícios, testes e práticas. E vai por mim, é bem mais gostoso assim!

Não há resposta única para perguntas sobre horários nobres de postagens e frequência de posts, cada caso é um caso. E ao invés de procurar cegamente por quem te responda isso, meta a cara e ache você suas próprias respostas. 

10 – Sobrepondo imagens: recurso stories

Agora sobrepor imagens nos stories ficou mais fácil. O Instagram disponibilizou este recurso e é fácil usá-lo.

 

Passo 1: suba a primeira imagem no story. (foto: Roncca)

Passo 2: vá nos recursos dos stories e clique no ícone assinalado na imagem

Passo 3: escolha a segunda foto e depois a organize como você quiser. (Foto: Roncca)

11 – Chamada Para Ação

‘Visite o site’, ‘arraste pra cima’, ‘acesse o link da bio’, ‘venha à nossa loja’, ‘veja os stories’, ‘inscreva-se’ são alguns exemplos de Call to Action ou Chamada para Ação (CPA): imperativos utilizados em seus posts para direcionar seu leitor aonde ele deve ir e/ou ao que ele deve fazer. Afinal, você produz conteúdo porque tem interesse em alguma atitude de quem te segue, né?! Portanto, deixe claro isto! 

Mostre ao seu seguidor o que ele ganha ao continuar navegando pelas suas publicações, mas não abuse do recurso. Chamadas para ação em excesso podem confundir e cansar sua audiência. Use com moderação! 

Algumas dicas ao fazer CPA:
> Seja direto e específico;
> Crie senso de urgência, mas não minta: ‘últimas vagas’; ‘os 10 primeiros…’; ‘você tem até o dia X para acessar’…;
> Comece a chamada com um verbo imperativo ou infinitivo;
> Use os recursos dos stories; 

12 – SIGA: @jonasamador

O Jonas é um creator paraense e em seus perfis, ele também compartilha diversas dicas e truques para a criação de conteúdos criativos. Tanto no Instagram quanto no TikTok.

13 – Plagiaram teu conteúdo nas redes?

Siga estes passos:
> Entre em contato. Refresque a memória da pessoa de que aquele conteúdo é seu e, portanto, você merece os créditos;

> Se não surtir efeito, denuncie a publicação para a própria rede social;

> Por fim, procure um advogado e vá atrás dos seus direitos;

Caso o plágio seja de uma marca, além dos créditos, ela deve pagar pelo uso do seu trabalho.

Estas dicas eu aprendi com a advogada e seguidora querida Amanda Ramalho.

14 – Não frustre expectativas

Você pode ter chegado até aqui depois de ler todas as dicas. E até mesmo ter lido dicas de outros posts deste blog ou das minhas redes sociais e, ainda assim, achar que nada serve para a sua realidade. E tudo bem!

Desde que você cumpra o que prometeu, seja honesto e consistente com a sua audiência, você pode seguir suas próprias regras e fazer a sua história, sem seguir dica de ninguém. O sucesso será garantido pelo simples fato de que você não frustrou as expectativas dos seus seguidores. E isto é mais valioso do que qualquer cartilha na Internet.

Com isso, quero que você entenda que não é sobre quantidade de posts, melhor horário para postar nem em quantas redes você está, mas sim, sobre prometer algo valioso para as pessoas e entregar a longo prazo, aos pouquinhos, e de modo consistente. 

15 – Compre meu e-book Conteúdos Digitais na Prática

Conteúdos Digitais na Prática é o primeiro livro digital que eu compartilho com o mundo: resultado não só de 4 meses de criação e correções infinitas, mas também de anos de experiência. ⁣Mais um jeitinho que encontrei pra estarmos juntos, mesmo que à distância, nessa quarentena. ⁣⁣

Neste e-book, você vai encontrar 50 dicas práticas sobre planejamento, produção de conteúdos, aplicativos e ferramentas úteis, referências literárias e comportamento web.⁣ $29,9.

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Dicas como estas, no meu instagram. Segue lá! https://www.instagram.com/pettersonfarias/

O que aprendemos com Sandy e Jr e podemos aplicar em nossas redes sociais

Dig-Dig-Joy, dig-joy-popoy, sim, trajetórias lindas não só despertam paixão e admiração, mas podem nos proporcionar grandes aprendizados. E a carreira de Sandy e Jr está repleta deles. ⁣

Neste post, 9 insights sobre vida e música de uns dos maiores artistas pop do Brasil que podemos aplicar em nossas redes sociais. Vem brincar comigo!

1 – Nada é por acaso…

Então planeje-se. Tenha em mente sua missão, seus objetivos e produza conteúdos com antecedência. Mas se lembre que as redes sociais são imprevisíveis: mudança de planos é normal e você vai ter que rebolar.

2 – Somos mais que um só produto

Além da carreira musical, Sandy e Jr fizeram novela, filme, série, documentário, programa de auditório, carreira internacional… E assim como eles, você não se resume a um produto/serviço. Pense grande e enxergue as mil possibilidades que sua marca tem. 

 3 – Seus conteúdos refletem seus estágios de vida

Aniversário do Tatu na infância, Beijo é Bom na adolescência e mais tarde… enrosca o meu pescoço, dá um beijo no meu queixo e geme. Redes sociais amam narrativas humanas, então foque em contar as suas aos seguidores.

Compartilhe vivências, altos e baixos, imperfeições, inspirações e processos.

4 – Não traia sua privacidade

Não se traia em busca de likes e seguidores. Você não precisa expor o que não quer pra chamar atenção nas redes sociais. No auge da carreira, quando todo mundo insistia em saber sobre a vida privada da dupla, Sandy e Jr foram firmes em pautar na música sua relação com a imprensa e com o público.

5 – Seja inesquecível

 Milhares de conteúdos competem com os seus pelo turu turu apaixonado da audiência na web. Então descubra o que é interessante, bonito, relevante e mágico para ela e entregue posts inesquecíveis, capazes de prender, dominar os sentimentos e acelerar o batimento.

6 – Identidade

Um dos últimos álbuns da dupla foi também um dos mais autorais da carreira deles. Nele, Sandy e Jr imprimiram traços, letras e sonoridades que representavam suas identidades naquele momento.

“Mas todo mundo já falou sobre isso na internet”… Abandone esse discurso, olhe para dentro, confie nas suas habilidades e no seu DNA. Se for honesto consigo mesmo, com certeza, você vai encontrar um jeito único de criar e produzir conteúdos digitais. 

7 – Vamos construir uma ponte em nós

Rede social tem esse nome não é por acaso. Quanto mais você se conecta com seus seguidores, parceiros e clientes, mais sucesso você terá nas suas estratégias. Não seja egoísta nem orgulhoso. Esteja aberto ao relacionamento, olhe para os lados e dê aos outros tudo aquilo que você ama receber.

8 – Era uma vez…

Histórias bem contadas são irresistíveis. Não importa o tempo! A carreira de Sandy e Jr está aí para provar. Então pare de falar somente dos seus produtos e serviços nas redes e converse sobre pessoas, bastidores, processos. Envolva seu público com boas histórias, não importa se pra entreter, educar, inspirar, sorrir ou chorar… o coração é quem sabe.

9 – Saiba a hora de parar

Em 2007, Sandy e Jr anunciaram o fim da dupla e a última turnê de celebração de quase 2 décadas de sucesso. Seu produto é fantástico, sua editoria é divertida e seu bordão, juro, é muito legal. Mas você pesa a mão e tudo que é demais enjoa.

A audiência gosta de novidades e surpreendê-la, vez ou outra, é imperativo. Portanto, não confie nas fórmulas repetidas e crie novidades sempre! Você não vai querer ser dono de um hit só, né?!

O que aprendemos com Rupaul’s Drag Race e podemos aplicar em nossas redes sociais

Este post é dedicado a todos os fãs da dupla. ❤
Veja aqui também: https://www.instagram.com/p/CCqmn_bhbq-/

Seu tempo não é o tempo do outro

‘Sua urgência não é responsabilidade minha’. Você é capaz de entender isto? 

Sei bem no que resulta o uso contínuo das redes sociais: entre outros efeitos colaterais, a ansiedade e o imediatismo, quase sempre, se estabelecem como verdadeiros maestros das nossas relações digitais, confundindo papéis, invadindo privacidades, potencializando egoísmos e causando enormes incômodos em trocas que deveriam ser pautadas, antes de qualquer coisa, no respeito, na empatia e no cuidado com o outro.

E se isto não é certo, precisamos – me incluindo aqui, tá?! – nos educar, né?! Começando pelo real entendimento de que seu tempo é diferente do meu e eu nada tenho a ver com seus deadlines curtíssismos e prazos pra ontem. Arque com as consequências do seu (não) planejamento sem causar terror e pânico nas pessoas, por gentileza. 

Se o orçamento é pra quarta-feira, que tal solicitá-lo, no mínimo, dois dias antes? Se a criação precisa ser aprovada até dia 15, legal entrar em contato semanas antes, hein?! Só lembrou do trabalho no domingo à noite? Espere amanhecer pra ligar em dia e horário comerciais, o mundo não vai acabar nas próximas 12 horas, juro. Saiba esperar a resposta no WhatsApp, no direct, no e-mail. O mundo não gira no seu entorno e as pessoas não vivem inertes apenas à espera do seu próximo contato: elas também têm suas demandas, agonias, famílias, seus processos, seus ócios, seu TEMPO. 

Não é porque você está pagando que tem direito de ser abusivo. Dê espaço, não sufoque. Trate as pessoas como você gostaria de ser tratado, pra que a relação (de trabalho, de namoro, de amizade) seja satisfatória pra ambos os lados, na Internet também. 

Óbvio que há exceções. E eu NÃO estou falando delas. Meu papo é com pessoas e marcas insistente e recorrentemente disponíveis APENAS quando é pra olhar pros seus próprios umbigos. Deus e o mundo estão vendo…

Por fim, eu entendo: contatos apressados irão acontecer. Orçamentos, conversas, telefonemas e reuniões PRA AGORA, eventualmente, serão inevitáveis. Portanto, quando isso acontecer, aprenda a valorizar e agradecer quem foi gentil e empático com você. Feedbacks como, por exemplo, ‘VOCÊ NÃO FOI APROVADO, MAS AGRADEÇO A DISPONIBILIDADE’ e ‘OBRIGADO POR RESPONDER’ não fazem cair o braço de ninguém. E ó, garanto, quem está do outro lado vai ficar muito feliz. 

Agora respira, caralho!
Bora junto! Beijos ❤

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Sobre creators e outras aflições

Se você cria conteúdos para as redes sociais, quer seja para sua marca, seu contratante, quer seja para seus perfis pessoais, você, com certeza, já sentiu uma leve angústia ao se deparar com algumas aflições recorrentes na vida de creators/social medias.

Caso este seja o seu caso, deixa eu te falar.

1 – COMECE COM O QUE TEM!

Essa coisa de esperar o momento ideal para produzir, em que você vai estar mais preparado, munido com os melhores equipamentos, assessoria, equipe, entre outros, só vai te atrapalhar, porque quer saber de uma coisa? Esse dia pode nunca chegar. Perca o medo e comece hoje mesmo com aquilo que você tem em mãos. Mais do que do perfeito, a Internet gosta do FEITO. Clichezão, eu sei, mas um clichê real oficial. Com o resultado dos primeiros trabalhos, eu garanto, você vai se aperfeiçoar, enriquecer seu arsenal de produção e profissionalizar seus conteúdos digitais.

2 – A VERGONHA SÓ VAI EMBORA POSTANDO

Esse receio e esse medo são mais comuns do que você pensa, mas eles não podem te imobilizar. A má notícia é que a vergonha só vai embora gravando, fazendo, postando. Já a boa é que isso acontece assim que as primeiras interações positivas chegam. Então aí vão algumas dicas: comece gravando só pra você e melhore aquilo que te desagrada; depois entregue seus conteúdos para quem você confia, namorado, esposa, melhores amigos, família; por fim, com mais autoconfiança, abra para o público suas publicações e acolha o seu Feedback.

3 – QUEM DISSE QUE HÁ FÓRMULAS?

Procurar insistentemente por respostas prontas sobre conteúdos digitais só vai te afastar de um trabalho único, consistente e genuíno. Se as redes sociais são suficientemente democráticas e abertas ao diferente, use isto a seu favor. Ao invés de ficar o tempo inteiro buscando por horários nobres, número de seguidores necessário para ser influenciador, melhores hashtags para ‘bombar’, frequência ideal de postagens, foque em se relacionar com a sua audiência, a partir dos seus conhecimentos, talentos, paixões e habilidades, e em entregar o que ela pede. Nesse processo, com toda certeza, você vai encontrar sua missão, sua verdade e suas próprias fórmulas.

4 – FAÇA SENTIDO PARA QUEM TE SEGUE

Redes Sociais, entenda, não são sobre agradar o mundo inteiro, mas sobre conquistar quem importa. Portanto, descubra, entenda, conheça e se relacione verdadeiramente com o público que você quer ver consumindo seus conteúdos, mensagens, produtos e serviços. E aprenda a ignorar o que qualquer pessoa fora desse nicho, dessa sua comunidade, pensa acerca do que você produz e entrega na Internet. Seus conteúdos são para os seus seguidores. Os outros são os outros.

5 – VÃO TE COPIAR!

Já internalize isso para não sofrer mais adiante. E quando acontecer, abstraia, só copiam o que é bom.

Agora é com você. Boa jornada!
Estas e outras dicas, você também encontra aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

#UmaDicaPorDia | Março e Abril

#UmaDicaPorDia é uma editoria dos meus stories. Nela, até o fim do ano, compartilharei 366 dicas práticas sobre Marketing Digital. E aqui no blog, a cada dois meses, um resumo destas dicas pra facilitar a vida de quem precisa delas.

Abaixo, 15 dicas de março e abril. Pra acompanhar diariamente, só seguir: @pettersonfarias

Para ler as dicas de JANEIRO E FEVEREIRO, clique aqui 

1 – Não prometa demais

Sabe aquela pessoa que almeja ser autoridade na web, mas nunca chega a lugar nenhum com suas postagens? Você já deve ter se frustrado com aquele perfil que está sempre prometendo algo consistente, porém sem sair da superfície, né?! Com certeza você está se lembrando de algum nesse momento, inclusive. 

Essa frustração é resultado de sucessivas expectativas quebradas. O que é uma pena, porque isto é tudo que você não deve fazer na Internet.  Vá direto ao ponto e, de fato, entregue conteúdo. Não seja um creator/marca que vive de descumprir o que prometeu – e quando cumpre, entrega algo aquém do que o público espera. 

Surpreender é a chave! 

Criar suspense, revelar uma prévia de algo que você está produzindo, brincar com “teaser” (conteúdos de expectativa) pode ser legal, sim, desde que você faça isso com moderação, muito de vez em quando. Você lida com uma audiência imediatista e ansiosa, que odeia esperar. Se há algo para ser dito ou mostrado, faça isto agora. Não perca a chance de fisgar a atenção dos seus seguidores por estar prometendo demais.  

2 – O que é engajamento?

Engajamento ou Envolvimento diz respeito a toda e qualquer atitude que a sua audiência toma em relação às suas publicações, como CURTIR, COMENTAR, RETUÍTAR, SALVAR, ENVIAR, entre outros. Quando ela não consome passivamente sua postagem e dá deedbacks, dizemos que seu post foi engajado. 

Engajar a publicação que você gosta, ou seja, retribuir por meio de ações práticas, é importante, portanto, porque só assim o ALGORITMO das redes sociais entende que aquela publicação é útil, necessária, relevante e pertinente para os seguidores. Logo, ele vai entrega-la para mais e mais pessoas. Caso contrário, haverá restrição do seu ALCANCE – outra métrica da qual já falamos aqui.

3 – Atualize seu LINKEDIN

Esta é uma rede social valiosa para você que quer se tornar autoridade na web ou até mesmo buscar novas oportunidades de emprego. Linkedin trata-se de um canal voltado para trocas profissionais entre marcas e pessoas que pertencem a um determinado nicho de mercado.

Lá, você pode expor os detalhes da sua carreira, seu histórico, assim como suas habilidades e competências, além de se atualizar sobre as novidades da sua área, por meio do Feed de Notícias. 

Mas ó, não seja como a maioria dos usuários, que atualiza seus perfis no Linkedin apenas quando perde o emprego. Mantenha-o sempre novo e atrativo, hein?!

Meu perfil: https://www.linkedin.com/in/pettersonfarias/

4 – Estatísticas Twitter

Se você também cria no Twitter, saiba como acessar as estatísticas mensais dos seus conteúdos:

Passo 1: no canto esquerdo da tela do seu computador, clique em MORE

Passo 2: clique em ANALYTICS

No campo superior da tela, o Twitter mostra seus números atuais comparados ao mês anterior

Por fim, ele mostra suas principais estatísticas mensais

5 – Creator, tenha Mídia Kit/CNPJ

Se você produz conteúdos na Internet e deseja trabalhar com grandes marcas, comece profissionalizando não só suas publicações, mas também sua relação com estas empresas. 

Caso ainda não tenha um Mídia Kit, com o resumo do seu trabalho, números de engajamento e experiências nas redes, crie um agora mesmo. Em formato pdf mesmo, reuna o que de melhor você tem para mostrar às marcas e dê ainda mais argumentos para que elas te contratem. 

Por fim, ao lidar com grandes empresas, necessariamente, você terá que emitir notas fiscais e, muitas vezes, ter conta jurídica para receber seus cachês. Portanto, abra uma MEI e se transforme em Pessoa Jurídica.

6 – Playlists Spotify

Crie vínculos emocionais com a sua audiência por meio do Spotify também. De acordo com o universo do seu negócio, faça playlists para momentos diferentes da vida do seu seguidor. 

Se sua marca está vinculada ao bem-estar e vida saudável, crie, por exemplo, listas de música para pedalar, correr, meditar. Se você é do ramo de eventos, ofereça playlists para aniversários, chás de bebê, ensaios fotográficos, entre outros. Use a música para se aproximar ainda mais do seu público-alvo.

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7 – Banco de Imagens

Honesto da sua parte comprar imagens de bancos da Internet, ao invés de usá-las sem permissão em suas postagens. Mas muito cuidado nesse processo: escolha sempre fotografias que retratem fielmente a realidade do seu público, para que haja identificação imediata e não cause distanciamento. 

Se seu público é nortista, por exemplo, não opte por esteriótipos sulistas. Bom conteúdo tem que atrair, sobretudo, visualmente. De preferência, escolha imagens feitas por profissionais da sua cidade e região; eles, com certeza, retratarão de forma fidedigna o que você quer comunicar.

8 – Perguntas Frequentes

Naqueles dias de baixa criatividade, sabe como criar conteúdos assertivos para o seu público? Transforme as perguntas frequentes dele em postagens para suas redes sociais. 

Liste todas as dúvidas que você costuma responder quase que diariamente e reproduza em posts criativos no seu feed, nos stories, na timeline do Twitter, numa lista de transmissão do WhatsApp, entre outros. 

9 – Cardápio e horário de funcionamento

No primeiro tópico afirmei: seguidor é imediatista e ansioso. Aqui eu acrescento: e, muitas vezes, compra por impulso. Caso você ainda esteja nessa de esconder suas informações, tais como cardápio e horário de funcionamento, saiba que não há impulso que resista às tentativas frustradas de obter detalhes para uma compra e não achá-los.

Deixe à mostra seu cardápio – com valores, óbvio – não só em postagens no feed, mas também nos DESTAQUES do seu perfil. 

E seu HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO precisa estar na sua bio, assim como em legendas de posts periodicamente. Ajude as pessoas a consumirem seus produtos e serviços, por favor!

10 – Antes de perguntar, procure

E quando você estiver na posição de consumidor de informações nas redes sociais, antes de perguntar, procure a resposta entre postagens e destaques do perfil da marca. As chances são enormes de sua dúvida já ter sido respondida. Seja empático e facilite a vida de quem previu sua necessidade e procurou saná-la alguns conteúdos atrás.

11 – Quando não legendar meus posts?

Jamais, nunca, em hipótese nenhuma. Prender a atenção de alguém é uma das coisas mais difíceis na Internet, por que desperdiça-la fazendo postagens sem texto de apoio? Não jogue nenhuma oportunidade de conversar com a sua audiência fora. Deixe de preguiça e capriche nas legendas. 

12 – Evite o autoelogio

Sei que você tem um produto/serviço formidável em mãos e não duvido da competência da sua marca, mas dizer isso a todo instante nas redes soa vazio, pedante e desinteressante para o seu público. Se quer reforçar os benefícios, características e valores do seu negócio, foque em atender da melhor forma sua clientela, para que ela fale POR você. 

Opiniões de amigos, familiares, influenciadores e formadores de opinião são levadas muito mais em consideração do que estímulos de marca. Então transforme a necessidade de dizer que o que você vende é incrível em disponibilidade para oferecer um atendimento impecável para quem te consome. Sem dúvidas, os feedbacks e depoimentos alheios serão a sua melhor estratégia de marketing.

Mas ó, testemunhais devem ser espontâneos. Não seja invasivo nem mendigue elogios. 

13 – Influenciadores e Permutas

Se você deseja trabalhar com influenciadores digitais e quer pagá-los com permuta – divulgação em troca de produtos do seu portfólio -, não há nada de errado nisso, mas desde que seja legal para ambos os lados. E para que ninguém saia perdendo nessa, é importantíssimo entender de PROPORÇÃO.

Antes de sugerir qualquer troca, investigue os valores praticados pelo influenciador e aproxime a quantidade de produtos ao preço dele, para que a permuta seja justa. Não seja leviano ao enviar recebidinho para a casa de um creator, por exemplo, cujo custo para você não passa de 10 reais querendo que ele dê visibilidade a você, quando há outras marcas dispostas a pagar, de forma justa, por essa divulgação.

Tenho certeza que você não aceitaria alguém aparecer em seu estabelecimento oferecendo 5 reais em troca do produto mais caro da sua loja, né? Portanto, não aja assim com os outros. 

14 – Leia: Brandwashed e Marketing 4.0

Brandwashed

Martin Lindstrom é um especialista em Neuromarketing e profundo conhecedor dos estímulos de marcas e comportamentos do consumidor. No livro, ele fala da relação entre sexo, nostalgia, fama e consumo. E traz diversos insights sobre como marcas podem lançar mão de gatilhos mentais para atrair clientes, assim como, por outro lado, abre os olhos do leitor para as armadilhas invisíveis que nos rodeiam e nos fazem comprar mais.⁣

⁣Embora traga alguns dados defasados, já que traz informações de 10, 15 anos atrás, o livro, ainda assim, é ótimo.

Marketing 4.0

Nesse livro, Philip Kotler fala de nós. Dos nossos anseios enquanto consumidores, seres humanos e cidadãos da internet (netzens). Vai na ferida de empresas e marcas que, ainda muito imersas no padrão antiquado de se promover, acabam por meter os pés pelas mãos ao se relacionar na contemporaneidade. Mesmo pra quem é leigo, não é um livro difícil de se ler, repito: ele é sobre nós.

O autor rompe com a ideia equivocada de que o digital acabou com o tradicional: ele acredita na coexistência, no Marketing Onicanal, numa comunicação alinhada e uniforme, não focada apenas em vendas, mas, sobretudo, na conquista de seguidores apaixonados e consumidores fiéis.

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15 – #Hashtags

Hashtags, para começar, são palavras-chave que etiquetam seus conteúdos. Como se você fosse engavetar seus posts e, em cada gaveta, você tivesse que colocar uma palavra para identificar o que está guardado ali. Para isto que elas servem. Logo, hashtags não são frases extensas nem parágrafos. Quanto mais simples e de fácil leitura elas forem, mais fácil acharão o seu conteúdo nesse universo infinito de gavetas que é a Internet. 

Além de usar hashtags que, de fato, tenham relação com o que você posta, é interessante você criar a sua. Pense em algo que resuma bem seu universo ou transforme o nome de uma editoria sua em tag. Massifique-a entre seus seguidores e os incentive a usá-la! Em 2020, a #UmaDicaPorDia – editoria dos meus stories e desse post que você lê agora – é a minha hashtag principal, aquela que, imediatamente, os seguidores associam a mim. 

Ah, e siga hashtags do seu interesse no Instagram. Sim, isso mesmo, assim como você segue marcas e pessoas, é possível segui-las e receber conteúdos relacionados a elas. 

Gostou? Há dicas diárias como estas lá nos meus stories. Só seguir: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

O que aprendemos sobre redes sociais em dias de coronavirus

Muita gente precisou de uma pandemia devastadora pra se dar conta do que as redes sociais nos ensinam há mais de uma década, né?! Olhos atentos sempre, porque tudo muda a todo instante. Quem entendeu isso lá atrás, sentiu menos o baque. Já pra quem negligenciou, não houve outra saída a não ser aprender em meio ao caos. 

Seguimos isolados e muito distantes do fim, porém um mês já foi suficiente para o distanciamento social nos dar alguns insights. 

1 – Presença digital: quem construiu antes, está melhor!

Mas se você parou só agora para construir sua presença na web, tudo bem também. Só promete pro tio que daqui em diante seu olhar para as redes sociais vai ser muito mais cuidadoso e atento, por favor. 

Aproveite o momento para se dedicar aos seus perfis digitais: ouça quem pode te ajudar; analise suas estatísticas; busque referências; estude on-line; profissionalize seus conteúdos. E não desista no meio do caminho. Rede Social é assim mesmo: sedução a longo prazo, tem que investir pra dar certo.

2 – Planejamento é bom, mas não é tudo!

Já dizia Marshall Berman: ’Tudo que é sólido desmancha no ar’. E como as redes sociais levam isso ao pé da letra, não é, menina?! Planejar-se é bom? É maravilhoso! Nos traz consistência e disciplina, ajuda a organizar as ideias e a construir uma grande narrativa digital repartida em postagens ao longo do tempo. Mas se for pra te engessar, melhor nem começar.

Se planejamento é bom, estar atento ao que a rede conversa e sente, é melhor ainda. Bom conteúdo, acima de tudo, tem contexto, tem frescor e total sintonia com o que a sua audiência consome no agora. Por isso, sempre que necessário, reordene, refaça, mude de ideia, adapte-se, mas jamais deixe de falar a língua dos seus seguidores só pra se manter fiel a um planejamento defasado.

Leia também: Conteúdos Digitais em Tempos de Coronavirus
Dicas para aperfeiçoar suas LIVES

3 – Mais que postar, viva as redes

A magia acontece não quando você posta, mas entre uma postagem e outra, no tempo que você se dedica às redes, aos seus conteúdos e aos seus seguidores. Se você não está cotidianamente apto a uma conversa franca com seu público, você jamais saberá o que ele espera da sua marca e seus conteúdos continuarão falando com absolutamente ninguém. 

Todo dia, estabeleça um tempinho para observar o que as pessoas andam comentando na Internet, a grande polêmica, o assunto vigente, o meme da hora… ‘Ah, Petterson, mas eu não tenho tempo pra isso’. Se você não tem, alguém tem que ter por você. Caso contrário, seus posts bonitinhos e cheios de filtros continuarão passando pelo feed alheio falando pro vazio.  

4 – É possível comunicar sem vender

Oh… Surpreso? Se finalmente, num contexto de isolamento, sem conseguir comercializar, você entendeu que é possível conversar com sua audiência de um jeito ‘despretensioso’, sem a necessidade de empurrar no peito dela algo para vender, saiba que, enfim, você entendeu como funcionam as redes sociais. 

‘Os seus clientes não se preocupam com você, seus produtos ou seus serviços. Eles se preocupam consigo mesmos’, é o que Joe Pulizzi fala há quase 20 anos. E é isto: quanto mais você se empenha em falar somente de si nas redes, mais desesperado você vai parecer e mais distante de ti seu público vai ficar.

Relaxe! Preocupe-se primeiro em ajudar as pessoas, ouvindo-as, trocando afetos, satisfazendo necessidades e respondendo perguntas que, naturalmente, elas chegarão até você e comprarão o que você tem pra vender. 

Estou te esperando aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

15 insights sobre os STORIES

Foto: Ana Lu

Em 2019, a Squid, empresa de marketing de influência, coletou e observou mais de 2 milhões de stories no intuito de entender melhor o comportamento da audiência nesse recurso do Instagram. Algumas das principais conclusões acerca de volume, horários, dias e engajamentos eu reuni na lista abaixo.

1 – O engajamento nos stories não sofre diferenças significativas conforme o horário ou dia da semana no instagram. Ele depende muito mais da audiência do perfil;

2 – As maiores taxas de engajamento são encontradas nos perfis entre 5k e 30k seguidores;

3 – Influenciadores entre 18 e 25 anos engajam mais que influencers de outras faixas etárias;

4 – Segundas e terças, entre 18h e 21h, são os dias com maior número de publicações. Domingo é o menor!

5 – SP, RJ e BA são os estados brasileiros que mais postam stories;

6 – 23h é o horário com o maior número de impressões em quase todos os dias da semana, especialmente às sextas-feiras;

7 – Às quartas-feiras, o pico de visualizações ocorre entre 19h e 22h;

8 – Praticamente 3/4 de todos os conteúdos publicados nos stories são vídeos. Apesar disso, as fotos têm uma média de 25% mais engajamento do que um vídeo;

9 – Mas os vídeos costumam receber menos toques para pular o story do que as imagens;

10 – 92% das imagens nos stories recebem toque para passar pro próximo; já os vídeos, 83%;

11 – Numa sequência, há uma queda média de engajamento de até 30% a partir do quarto story;

12 – O pico de taxa de saída (quando abandonamos os stories do perfil) ocorre mais entre o primeiro e segundo story;

13 – Se o seu seguidor resistiu e chegou até o terceiro story, há grandes chances de ele assistir ao conteúdo até o fim;

14 – Os stories são o canal que mais se aproxima da vida real do influenciador e gera conexão com a sua comunidade;

15 – Os stories permitem que o creator seja mais criativo e gere conversas a partir da gama de ferramentas que o recurso possui.

E por falar em stories, estou por lá também. | https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Quando não me posicionar nas redes sociais?

Vocês já devem ter me ouvido falar à exaustão sobre a importância de uma marca se posicionar nas redes, diante de assuntos ‘polêmicos’, temáticas sociais, entre outros. E reitero: estar ao lado daqueles que consomem seus produtos e serviços, compartilhando e defendendo suas causas, tais como FEMINISMO, DIVERSIDADE, CAUSA ANIMAL E AMBIENTAL, pode te levar a uma intimidade muito maior com seu público, indo além das relações meramente comerciais.

Algumas marcas já entenderam esse imperativo e têm estado cada vez mais atentas e ativas nestes processos, tanto no on quanto no Off-line. Mas aí alguém pergunta: é preciso se posicionar SEMPRE ou há também um momento de se calar?

Petterson, quando NÃO me posicionar nas redes?
Eis as respostas.

1 – Quando você não dominar o assunto

Sabe aquela história de ‘se não sabe como ajudar, não atrapalha’? Pois é. Antes de qualquer posicionamento em seu perfil, é importantíssimo você (ou a sua marca) se questionar sobre seu lugar de fala. Não se aproprie de causas alheias, não roube o protagonismo de quem domina o assunto e sabe do que está falando. 

Estude, informe-se, busque referências, procure entender. Enquanto você não dominar realmente a temática, abra espaço para que outras pessoas possam falar. E aprenda com elas! 

2 – Quando o tema não faz a menor diferença para o seu público

Eu sei, a Internet, às vezes, gera uma ansiedade na gente, criando em nós uma necessidade nociva de falar sobre tudo a toda hora, para estar em evidência. E isso pode te induzir ao erro. No desespero de se posicionar, você pode dar um tiro no próprio pé e ser obrigado a lidar com aquele sentimento de ‘eu poderia ter ficado calado’. 

Entenda: você não precisa falar sobre tudo e é prudente se calar de vez em quando. Nem todo assunto importa para seus clientes e seguidores. E há temas que não interferem em nada na decisão de compra dele, portanto, não gaste sua energia em vão.

‘E como eu sei quais temáticas são mais importantes para o meu público?’

A resposta é simples: interagindo com ele. Não fuja das conversas e interações e logo logo você vai saber tudo sobre as pessoas que interessam ao seu negócio.

3 – Quando você ainda é internamente mal resolvido em relação ao assunto

Se o teto é de vidro, por que atrair todos os olhares pra ele? Antes de reproduzir discursos vazios pelas redes sociais, em postagens lindas e empoderadas, resolva-se internamente. Sua comunicação e seus bastidores – processos internos, equipe e lógicas de consumo – precisam estar em consonância sempre. Não caia em contradição! 

Procure praticar o que você prega e só depois se posicione na web. Um bom posicionamento passa, inevitavelmente, pela coerência.

4 – Quando você, sinceramente, sabe que seu posicionamento é só pra ganhar likes

Não surfe numa onda que não é sua. As pessoas sabem quando você está se apropriando de um assunto só para se aproveitar dele e isso é leviano. Você não quer passar a imagem de uma marca desonesta, hipócrita e mentirosa para seus consumidores, não é?

Portanto, repense a ideia sempre que você, lá no fundo, tiver a consciência de que o seu posicionamento é apenas para ganhar likes e não para fazer alguma diferença no mundo.

 

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Qual a sua missão nas redes sociais?

Foto: Tarso Sarraf

Se o seu conteúdo desaparecesse hoje das redes sociais, alguém sentiria falta? Caso a resposta seja NÃO, temos um problema: seu perfil precisa tornar-se parte da vida dos seus seguidores. E o melhor caminho para que suas postagens atraiam e apaixonem seu público, é falar PARA ELE SOBRE ELE, e não conversar somente sobre você, como uma marca egocêntrica e pouco disposta ao diálogo. 

Joe Pulizzi, em seu livro Marketing de Conteúdo Épico, diz que todo conteúdo digital deve atender a uma missão e mesmo que seu intuito seja comercial (vender mais, gerar leads, fidelizar clientes), é necessário criar na intenção de satisfazer uma necessidade e/ou responder a uma pergunta dos seus seguidores. Costumo dizer ‘bom conteúdo é aquele que você antecipa a pergunta que seu seguidor jogaria no Google, vai lá e responde’. 

E aí eu pergunto: você sabe qual é a sua missão nas redes sociais ou cada post é criado sem nenhum critério, com pouca ou quase nenhuma estratégia?

Mas calma, se você nunca pensou na sua missão de conteúdo, a hora é agora.
De acordo com Pulizzi, a MISSÃO inclui 3 itens:

1 – PÚBLICO-ALVO

2 – MATERIAL QUE SERÁ ENTREGUE A ESSE PÚBLICO (temas e formatos de postagens)

3 – RESULTADO QUE ESSE MATERIAL VAI GERAR PARA O SEU PÚBLICO

Notem que a missão, repito, é sobre o outro e não somente sobre você. Mas, claro, tudo que você postar nas redes sociais a fim de atender a uma necessidade do seu público deve orbitar na realidade da sua marca. Exemplo: se seu perfil tem uma missão literária, você não vai falar de games; tem interesse em falar com crossfiteiros, então não há motivos pra postar sobre doutrinas da Igreja Católica; tem perfil gastronômico? Foque na gastronomia, não em turismo.

Óbvio que a Internet nos ensina a ser plural, quanto mais assunto tivermos, mais rica é a nossa rede social. Os exemplos acima são apenas para mostrar que você precisa ser fiel à missão que você escolher para sua marca. Porém, sim, em algum momento até rola seu perfil literário falar de games, desde que tenha uma coerência para o público.

Abaixo, alguns exemplos de Missão de Conteúdo que podem te ajudar na sua busca:

Google
Organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível

Coca-Cola
Refrescar o mundo, inspirar momentos de otimismo, criar valor e fazer a diferença

Petterson Farias
Contribuir para uma Internet melhor, ajudando as pessoas a produzirem bons conteúdos nas suas redes sociais

Cacos Metafóricos
Democratizar a literatura entre as pessoas que consomem cultura nas redes sociais

 

Se essa dica foi útil para você, compartilhe com quem também precisa aprender.
Conteúdos como este, no meu instagram: @pettersonfarias