Você NÃO tem que agradar todo mundo!

Não, você não tem que agradar todo mundo nas redes sociais. Pelo contrário, quanto mais nichado – segmentado, focado – você for, melhores ficarão os seus conteúdos e as suas conversas; mais íntima a sua marca será do público que ela quer tanto conquistar.

Já tem gente demais produzindo na internet. Já tem marcas demais disputando pela atenção das pessoas na web. Há milhões de conteúdos superficiais despejados nas redes sociais diariamente. E eu tenho certeza que você não quer ser só mais um, mas enquanto você estiver nessa de atingir homens e mulheres, de 8 a 80 anos, de todas as classes sociais, do Brasil inteiro, ou seja, TODO MUNDO, você nunca vai construir comunidade nem criar relações verdadeiras com quem de fato interessa ao seu negócio. 

Fora o fato de que quem tenta agradar geral nunca sai do lugar, engessado pelo medo de desagradar este ou aquele grupo. Não há Marketing de Conteúdo que vigore sem sair de cima do muro. Tem que tomar partido, tem que se posicionar, tem que escolher um lado. É imperativo dizer ao mundo no que você acredita, que princípios a sua marca carrega, para que ela se conecte com quem compactua com seus ideais e, naturalmente, conquiste consumidores, seguidores e fãs fiéis. 

Faça recortes, tenha um foco muito bem estabelecido. E para além das características clássicas, como classe social, idade e localização, trace o perfil desse público-alvo a partir dos seus comportamentos também.

> o que move essas pessoas politicamente?

> como elas usam as redes sociais?

> quais são as suas paixões?

> e os assuntos que mais elas buscam na internet?

> quais são suas verdadeiras dificuldades e necessidades?

> elas compram on-line, pechincham valores, pagam à vista?

> que fatores seus potenciais compradores levam em consideração na hora de comprar?

> O que eles associam ao sucesso?

> Quem eles admiram, quais suas referências e inspirações?

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O que aprendemos com a dupla Gil e Juliette e podemos aplicar nas redes sociais

🌵🎓 AAAAAAAI, BRASIIIIIIIL! 🌵🎓

Independentemente de qualquer resultado, é inegável o sucesso dessa dupla. Gilberto e Juliette, em 3 meses, pararam o Brasil e transcenderam o programa da TV. Invadiram a Internet, mobilizaram torcidas, apaixonaram o país e nos ensinaram muito como se conectar genuinamente com seguidores e fãs.

Muitos desses ensinamentos, podemos (e devemos) aplicar nas redes sociais. Quer ver? 🤓

1 – NORDESTINO, GAY, ECONOMISTA E MÓRMON… esse é Gil do Vigor!

2 – TRANSMÍDIA ARRETADA

Já o sucesso da Juliette também se deve à incrível capacidade da sua equipe de criar suas próprias narrativas sem depender da TV. Nestes 100 dias, eles criaram editorias divertidas, potencializaram os bordões da sister, abraçaram causas sociais, mobilizaram artistas, posicionaram-se politicamente e causaram na Internet.

Sua marca precisa fazer o mesmo. Não se prenda a uma só rede social. Conquiste a audiência por meio de uma comunicação que se estabeleça por meio de histórias interessantes, diversos canais e diferentes formatos.

Os seguidores amam marcas criativas!

3 – O BRASIL DA CACHORRADA!

Gil do Vigor serviu (E MUITO!) entretenimento nesses meses de BBB. 

Autossuficiente em memes, bordões e regozijos, o brother protagonizou momentos inesquecíveis na casa, mesmo competindo com outros 19 participantes pela atenção do público.

A equação é simples: se você usa as redes apenas para se autopromover e falar dos seus produtos e serviços, ninguém se interessa pelo que você tem a dizer; mas se seus conteúdos visam, antes de qualquer coisa, ENTRETER o seu público, pode apostar, ele nunca vai abandonar você.

4 – NÃO CRIE EXPECTATIVAS, CRIE CACTOS!

5 – GIL, O PHD EM BIG BROTHER BRASIIIIIIIIIL

Antes de ser participante, Gilberto sempre foi um cara apaixonado pelo BBB. Isso fez dele um grande estudioso das dinâmicas do reality show e, consequentemente, um forte jogador, respeitado pelos seus adversários.

Quanto mais você estuda, melhor você fica! E quando se trata de redes sociais, reflexões e análises são essenciais. Isso aqui muda a todo instante e agir sem mensurar, produzir sem refletir, nunca vai fazer de você um campeão. 

VEJA TAMBÉM: O que aprendemos com o BBB21 e podemos aplicar nas redes sociais

6 – ASSUMA SEU BO!

Mesmo quando Juliette foi retirada de pódios, rejeitada por todo mundo e a casa tentou fazê-la acreditar que estava errada, ela permaneceu fiel aos seus valores, às suas alianças, e não soltou a mão de quem ela gostava. A paraibana sustentou suas preferências e carregou os seus valores e discursos até o fim.  

Para ser autoridade e referência nas redes sociais, o caminho é o mesmo. Não vai ser atirando para todos os lados nem surfando em todas as modinhas da Internet que você vai se destacar. Hoje, creator de moda, amanhã blogueira de vida saudável, semana que vem especialista em Marketing Digital… Não! Seja, antes de qualquer coisa, franco com seus princípios, suas verdades, paixões e habilidades, mesmo que o mercado te cobre outra coisa. 

Trilhe seu caminho, crie suas narrativas, fale do seu jeito e, mesmo que o resultado não venha imediatamente, insista, logo as pessoas te reconhecerão.

7 – FAZ TEU VT!

Se estamos falando de um programa de televisão, não há erro algum em fazer VT. Encenar, chorar, fazer tchaki tchaki, cantar tchurubei tchurubai, encontrar formas criativas de atrair as câmeras para você é mais uma estratégia de todo bom jogador no BBB. 

Enquanto isso, a sua marca segue fazendo mais do mesmo, insistindo em conteúdos que são a cópia da cópia da cópia da cópia, por achar que dancinhas, dublagens, trends, memes e reels não são para você. 

Lembre-se: toda relação que não surpreende cai na monotonia. E a monotonia não vende nada. Se solta! Você não veio até aqui pra perder pra basculho, né?!

8 – O BRASIL TÁ LASCADO!

Imagens: TV Globo

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Dicas para o seu primeiro e-book

Nesses dias difíceis de pandemia, isolamento e chances menores de trabalho, alguns produtores de conteúdos encontraram nos infoprodutos (produtos digitais) a oportunidade para gerar renda e lucrar sem sair de casa. O E-BOOK (livro digital) é só mais um exemplo deles.

Em 2020, eu lancei o meu primeiro: Conteúdos Digitais na Prática – 50 dicas para quem cria nas redes sociais. Agora, em 2021, devo lançar o Construindo Minha Marca nas Redes Sociais, e a partir das minhas experiências, é que eu divido com vocês um passo a passo, para que você escreva e lance o seu também.

1 – OFEREÇA AMOSTRAS GRÁTIS

Antes de vender, compartilhe gratuitamente parte dos seus conhecimentos, informações e vivências. Use as redes ao seu favor e nelas, entregue aos seus seguidores conteúdos de valor, capazes de instigar neles o desejo de consumir mais, mesmo que pagando um preço por isso.

2 – CRIE UMA COMUNIDADE

Transforme estas pessoas interessadas nos seus conteúdos em um grupo e gere nelas um sentimento de pertencimento, a fim de mantê-las por perto, não só consumindo seu trabalho, mas também falando bem dele na web. Esteja disponível para diálogos mais profundos; responda seus seguidores engajados; crie grupos no WhatsApp, Facebook, Telegram; ofereça a eles conteúdos exclusivos; dê atenção; chame pelo nome; se interesse verdadeiramente pelas suas conversas, dúvidas, depoimentos, críticas e sugestões.

3 – CONHEÇA AS PERGUNTAS NÃO RESPONDIDAS REAIS DESSA COMUNIDADE

Porque só a partir dessas conversas e dessa relação mais íntima com a sua comunidade, é que você vai descobrir quais são as suas dúvidas reais, seus objetivos e interesses, suas lacunas e as grandes necessidades que atormentam a sua vida: todos eles, insights valiosos e matéria-prima para o seu primeiro e-book.

4 – COMECE A ESCREVER

Após descobrir e elencar as principais dúvidas dos seus seguidores, empenhe-se em responder uma a uma em um livro digital. Entenda: se não for ensinar nem educar ninguém, de nada vale seu esforço. Seu e-book PRECISA fazer a diferença na vida das pessoas.

Ah, visual conta muito, hein?! Não basta um bom texto, o layout tem que surpreender. E se você não domina o DESIGN, contrate alguém para fazer isso por você.

5 – COMPARTILHE OS BASTIDORES DE TODO O PROCESSO

Enquanto você escreve e desenvolve o e-book, não se esconda. Transforme cada instante dessa jornada em curiosidades, teasers (conteúdos de expectativa) e momentos de interação com o seu público-alvo nas redes sociais. Desde o início, você precisa plantar a sementinha que vai crescer e despertar o interesse da audiência.

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Crise nas redes sociais: o que não fazer?

Crise é um negócio difícil mesmo, não é?! E a gente morre de medo de passar por uma, eu sei. Porém, mesmo não estando em uma agora (jogue suas mãos para os céus e agradeça), estuda-las é uma estratégia importante para sofrermos danos menores se um dia elas acontecerem. 

Veja abaixo algumas dicas importantes sobre como NÃO se comportar em uma crise digital:

1 – DEMORAR PARA RESPONDER

Óbvio que não incentivo comportamentos precipitados, sem estudo prévio da situação, aumentando assim as chances de agravar ainda mais a crise; mas é preciso agir rápido. Quanto mais você demora, mais margem você dá para fake news, inquietação da audiência e boatos nas redes sociais. Ao menor sinal de crise, comece a observá-la, acione a equipe e comece a trabalhar.

2 – NÃO PEDIR DESCULPAS

Ao se manifestar, peça desculpas. Sabemos que ninguém erra querendo errar, muito menos você. Mas se o problema surgiu e a crise aconteceu, durante a sua gestão, sua marca vai lidar com um grupo de pessoas extremamente irritado e insatisfeito e só reconhecendo o seu erro é que você será capaz de acalmar os ânimos, iniciar um diálogo e encerrar a crise da melhor maneira.

3 – ISENTAR-SE E CULPAR A AUDIÊNCIA PELO MAL-ENTENDIDO

Ao interagir com a audiência, não adianta se esconder por trás de boas intenções, tentando se isentar da culpa. Algo deu errado e ponto: você precisa arcar com as suas responsabilidades e jogar a culpa para a audiência, por meio de discursos como “vocês que não entenderam” e “não foi isso que eu quis dizer”, só vai piorar a situação.

4 – RESSALTAR APENAS SUAS QUALIDADES E TRAJETÓRIA

Não use notas oficiais SOMENTE para falar de si. “Se a sua carreira não te impediu de cometer esse erro, não é sobre ele que eu quero conversar agora, compreende?”. Num momento de fúria coletiva, o que menos os seguidores e clientes querem saber é quantos anos você tem de mercado e quantos prêmios tem na sua estante, mas sobre o que toda essa experiência pode fazer pra contornar a situação difícil. 

5 – NÃO ESTUDAR A CRISE QUANDO ELA ACABA

Por fim, o ciclo de uma crise só se encerra favorável ao seu negócio se você e a sua equipe estiverem dispostos a conversar sobre. Caso não dediquem um tempo para analisar os motivos, as fontes nem a condução desse momento ruim, ninguém vai aprender nada e quando uma nova crise aparecer, vocês continuarão insistindo nos mesmos erros. Portanto, estude a crise!

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Quanto custa?

Orientar sua comunicação nas redes sociais; encontrar a missão dos seus conteúdos digitais; fazê-los harmonizar com a sua comunicação off-line; definir os objetivos da sua marca na web; desenvolver editorias criativas e relevantes; estabelecer um Marketing Onicanal (em diversas redes); definir dias e horários de postagens; transformar os assuntos do momento em possibilidades de diálogo com seus clientes; aprovar publicações com gestores que rechaçam redes sociais; convencer seus funcionários que a comunicação digital é importante; responder seguidores; aturar haters; relacionar-se com a sua audiência pelos comentários, directs, e-mails, whatsapp; avaliar resultados; fazer Marketing de Influência; introduzir sua empresa nas rodinhas de conversa da Internet; e fortalecer a sua presença no ambiente digital usando meu celular, minha câmera, minha energia elétrica e meu 4G por 300,00? 

NÃO, NÉ?!

Não entendi!

Falas difíceis e termos técnicos em demasia podem mais distanciar você do seu público do que criar um bom relacionamento entre vocês, sabia?

Não é forçando um comunicação altamente rebuscada que você vai mostrar para as pessoas que tem propriedade para falar sobre determinado assunto, pelo contrário, vai apenas soar arrogante, soberbo e distante.

Colocar-se em ponto de igualdade com a sua audiência, falando a sua língua e oferecendo conteúdos capazes de explicar o que é óbvio pra você, mas não é óbvio pra ela, é o que vai te levar a um nível mais profundo de conexão com o seu público. 

Seja acessível. Tire dúvidas. Fale fácil.

Estou no: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Recebidinho é flerte!

Sim, meus senhores! Presentinho é bom e todo mundo gosta. Mas esse post não é sobre isso! É sobre empresas que enxergam envio de mimos para influenciadores como compromisso, quando, na verdade, não é.

Compromisso o influenciador tem é com empresas e negócios que assumem a parada, sabe? Com quem chama pra conversar, propõe criação colaborativa, discute contrapartidas, faz acordos, assina contratos, respeita o trabalho do outro. Aí sim é relacionamento sério, com cada uma das partes sabendo dos seus direitos e deveres e ambas com total liberdade pra cobrar ações, retornos, relatórios e afins.

Mimo, não… Mimo é flerte. Pode dar Match, como pode não dar. É beijo na balada. É aquela prospecção marota, não casamento. E enquanto empresa e influenciador não assumem namoro, cá entre nós, ninguém é obrigado a nada. Nem a marca de dar o que não quer nem o creator de fazer o que não deseja.

Acha estratégico presentear alguém? Tá errado, não. Mimos são ótimas portas de entrada pra um bom Marketing de Influência, pra relações verdadeiras e futuras entre negócios e produtores de conteúdos. O erro, amigos, está em pular etapas e cobrar antes de firmar compromissos, achando que sua marca é dona do conteúdo alheio por causa de uma caixinha bonita e recheada de produtos. Definitivamente, não é! 

Admira o trabalho de um influenciador digital e acha que ele pode contribuir para o seu negócio? Não viva de flertes eternos, antes que a sua concorrência o roube de você, chegue junto, peça em namoro e sejam felizes para sempre. 

Sou social media, não super-herói!

Pra começar, não estou dizendo que a sua intenção é, de fato, desvalorizar o trabalho alheio, mas, às vezes, é como soa, é como o mercado entende. 

Exigir que um profissional execute o trabalho de vários, como se ele fosse uma agência, uma lenda, uma máquina, e pior, querendo pagar o mínimo só vai te distanciar dos bons e comunicar ao mundo o quanto sua marca é mesquinha, leviana e desonesta nos seus processos.

Portanto, se você quer construir uma marca forte, interessante e honesta, respeitada por todos no mercado, cuide dos seus bastidores também. E jogue limpo!

Pague o quanto vale, o resultado é incrível! ❤️

Ps: este perfil também acredita em negociações, parcerias e descontos. Desde que ambos os lados estejam satisfeitos, claro.

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Amigos, amigos, negócios à parte!

Aquele ditado, né?! Amigos, amigos, negócios à parte. E tá tudo bem!

Sei que frustra, muitas vezes, seus amigos e familiares serem os últimos a valorizar o seu trabalho na Internet, mas saiba, isso não acontece só com você e é mais comum do que se pensa. Por isso, ter a consciência de que seus conteúdos e negócios não são pra eles é essencial na hora de se comunicar nas redes sociais. 🤳🏾

👉🏿 PRODUZA PARA QUEM É SEU PÚBLICO-ALVO!
👉🏿 SATISFAÇA AS NECESSIDADES DE QUEM CONSOME E VALORIZA SEU TRABALHO!

Se seus amigos vão curtir, comentar, compartilhar, engajar, incrível!
Se não vão fazer nada disso, vida que segue!
O mais importante é e sempre será agradar e atingir o seu alvo: pessoas e negócios que são potenciais consumidores dos seus produtos e serviços, porque são eles os verdadeiros mantenedores da sua marca, dentro e fora da Internet. 😉

VENDE-SE!

Rede social é ambiente de entretenimento, inspiração, informação e diálogo também. Sua marca precisa estar disposta a entregar conteúdos que satisfaçam necessidades, tirem dúvidas, eduquem e entretenham as pessoas e, para além da mera venda, sejam capazes de atrair a atenção e criar relacionamentos profundos e duradouros com as pessoas.

Usar as mídias digitais APENAS para falar dos seus produtos e serviços, ao invés de gerar vendas, vai soar desespero e afastar ainda mais as pessoas do seu perfil.

👉🏾 NÃO SEJA UMA MARCA QUE OLHA APENAS PARA O PRÓPRIO UMBIGO 👈🏾

É possível falar sobre outros assuntos – o ideal é que sejam relacionados ao universo da marca, claro -; brincar com memes; conversar sobre os temas que estão bombando na Internet; sair do protagonismo e se comunicar da melhor maneira sem querer empurrar goela abaixo o que você tem pra vender a todo instante. 

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