“O TikTok não é pra mim…”

🗣 CALMA! 🗣 

✨nada contra quem faz dancinhas e dublagens no TikTok, inclusive faço✨

Mas esse post é só pra te lembrar que a rede social dos vídeos rápidos e trends divertidas não se resume a estes formatos; pelo contrário, tem muuuuita gente criando conteúdos originais, divertidos, úteis e relevantes lá, cada um na sua linguagem, no seu jeito. E você pode fazer isso também! 

O TikTok cresceu absurdamente no Brasil no último ano e tem sido mais um importante canal pra produtores de conteúdos e negócios que querem construir uma marca forte na Internet. 

Tem gente compartilhando receitas, dando dicas de moda, fazendo tutoriais de vídeos, conversando sobre saúde mental, analisando voz de cantores, comentando realities shows, enaltecendo a Amazônia, divulgando novidades do Marketing Digital, discutindo causas importantes… Ih, o que não falta é conteúdo interessante! 

Baixe o app, observe, pesquise, consuma conteúdos e se inspire! Também estou lá, só procurar por pettersonfarias 🙃🤝

(Ah, e se quiser ficar nas dancinhas e dublagens, tá tudo bem também)

Crise nas redes sociais: o que não fazer?

Crise é um negócio difícil mesmo, não é?! E a gente morre de medo de passar por uma, eu sei. Porém, mesmo não estando em uma agora (jogue suas mãos para os céus e agradeça), estuda-las é uma estratégia importante para sofrermos danos menores se um dia elas acontecerem. 

Veja abaixo algumas dicas importantes sobre como NÃO se comportar em uma crise digital:

1 – DEMORAR PARA RESPONDER

Óbvio que não incentivo comportamentos precipitados, sem estudo prévio da situação, aumentando assim as chances de agravar ainda mais a crise; mas é preciso agir rápido. Quanto mais você demora, mais margem você dá para fake news, inquietação da audiência e boatos nas redes sociais. Ao menor sinal de crise, comece a observá-la, acione a equipe e comece a trabalhar.

2 – NÃO PEDIR DESCULPAS

Ao se manifestar, peça desculpas. Sabemos que ninguém erra querendo errar, muito menos você. Mas se o problema surgiu e a crise aconteceu, durante a sua gestão, sua marca vai lidar com um grupo de pessoas extremamente irritado e insatisfeito e só reconhecendo o seu erro é que você será capaz de acalmar os ânimos, iniciar um diálogo e encerrar a crise da melhor maneira.

3 – ISENTAR-SE E CULPAR A AUDIÊNCIA PELO MAL-ENTENDIDO

Ao interagir com a audiência, não adianta se esconder por trás de boas intenções, tentando se isentar da culpa. Algo deu errado e ponto: você precisa arcar com as suas responsabilidades e jogar a culpa para a audiência, por meio de discursos como “vocês que não entenderam” e “não foi isso que eu quis dizer”, só vai piorar a situação.

4 – RESSALTAR APENAS SUAS QUALIDADES E TRAJETÓRIA

Não use notas oficiais SOMENTE para falar de si. “Se a sua carreira não te impediu de cometer esse erro, não é sobre ele que eu quero conversar agora, compreende?”. Num momento de fúria coletiva, o que menos os seguidores e clientes querem saber é quantos anos você tem de mercado e quantos prêmios tem na sua estante, mas sobre o que toda essa experiência pode fazer pra contornar a situação difícil. 

5 – NÃO ESTUDAR A CRISE QUANDO ELA ACABA

Por fim, o ciclo de uma crise só se encerra favorável ao seu negócio se você e a sua equipe estiverem dispostos a conversar sobre. Caso não dediquem um tempo para analisar os motivos, as fontes nem a condução desse momento ruim, ninguém vai aprender nada e quando uma nova crise aparecer, vocês continuarão insistindo nos mesmos erros. Portanto, estude a crise!

Dicas como estas, aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Quanto custa?

Orientar sua comunicação nas redes sociais; encontrar a missão dos seus conteúdos digitais; fazê-los harmonizar com a sua comunicação off-line; definir os objetivos da sua marca na web; desenvolver editorias criativas e relevantes; estabelecer um Marketing Onicanal (em diversas redes); definir dias e horários de postagens; transformar os assuntos do momento em possibilidades de diálogo com seus clientes; aprovar publicações com gestores que rechaçam redes sociais; convencer seus funcionários que a comunicação digital é importante; responder seguidores; aturar haters; relacionar-se com a sua audiência pelos comentários, directs, e-mails, whatsapp; avaliar resultados; fazer Marketing de Influência; introduzir sua empresa nas rodinhas de conversa da Internet; e fortalecer a sua presença no ambiente digital usando meu celular, minha câmera, minha energia elétrica e meu 4G por 300,00? 

NÃO, NÉ?!

Sou social media, não super-herói!

Pra começar, não estou dizendo que a sua intenção é, de fato, desvalorizar o trabalho alheio, mas, às vezes, é como soa, é como o mercado entende. 

Exigir que um profissional execute o trabalho de vários, como se ele fosse uma agência, uma lenda, uma máquina, e pior, querendo pagar o mínimo só vai te distanciar dos bons e comunicar ao mundo o quanto sua marca é mesquinha, leviana e desonesta nos seus processos.

Portanto, se você quer construir uma marca forte, interessante e honesta, respeitada por todos no mercado, cuide dos seus bastidores também. E jogue limpo!

Pague o quanto vale, o resultado é incrível! ❤️

Ps: este perfil também acredita em negociações, parcerias e descontos. Desde que ambos os lados estejam satisfeitos, claro.

Estou aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

VENDE-SE!

Rede social é ambiente de entretenimento, inspiração, informação e diálogo também. Sua marca precisa estar disposta a entregar conteúdos que satisfaçam necessidades, tirem dúvidas, eduquem e entretenham as pessoas e, para além da mera venda, sejam capazes de atrair a atenção e criar relacionamentos profundos e duradouros com as pessoas.

Usar as mídias digitais APENAS para falar dos seus produtos e serviços, ao invés de gerar vendas, vai soar desespero e afastar ainda mais as pessoas do seu perfil.

👉🏾 NÃO SEJA UMA MARCA QUE OLHA APENAS PARA O PRÓPRIO UMBIGO 👈🏾

É possível falar sobre outros assuntos – o ideal é que sejam relacionados ao universo da marca, claro -; brincar com memes; conversar sobre os temas que estão bombando na Internet; sair do protagonismo e se comunicar da melhor maneira sem querer empurrar goela abaixo o que você tem pra vender a todo instante. 

Mais dicas como estas aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Blogueirinha ela…

Porque se rede social é sobre dar também e não só receber, justo refletirmos sobre esses comportamentos, né?!

Blogueiragem para você, trabalho sério para o outro. E se, de algum modo, te interessa usufruir disso em prol do seu negócio, faça o seu dever de casa: incentive, agregue, impulsione, salve, comente, compartilhe. Atitudes como essas podem ajudar muito o negócio digital do seu colega, amigo, namorada e conhecido a crescer. 

Pare de botar preço no trabalho alheio

Ei, amigo, pare de tentar botar preço no meu trabalho, por gentileza!⁣

Combinemos assim: eu não apareço na sua empresa tentando comprar seu produto/serviço mais valioso por dois reais e você não tenta pagar pelo meu trabalho o que ele não vale, beleza? ⁣

Reflita comigo: se você deseja contratar um creator ou social media, é porque você acredita que ele pode te ajudar. Então não estrague essa relação promissora já no primeiro contato. Aqui do outro lado, há pessoas que investem em graduação, qualificação, equipamentos, estrutura, tecnologia, equipe – sim, igualzinho a você -, itens que custam caro e que, infelizmente, ainda não são pagos com “mimos”. Só nós sabemos o quanto custa a nossa produção de conteúdos, logo, confie no que a gente te diz.⁣

Porque se você, marca/empresário/cliente, tenta à exaustão barganhar, tirar proveito de negociações que, ao invés de buscarem descontos, só diminuem o valor do outro, sinto muito, mas o máximo que você vai conseguir é demonstrar seu jeito leviano e desonesto de tentar ganhar em cima do negócio alheio. E isso, não digo que pra todo mundo, mas pra muita gente é feio demais. ⁣

Permuta, recebidinho, desconto, abatimento, parcelamento NUNCA (vou repetir: NUNCA) foram palavras proibidas em nosso vocabulário, mas compreenda e respeite quando te dissermos o quanto o nosso trabalho vale. Esse é um bom começo em qualquer conversa, viu? Vai por mim.⁣

Com amor, ⁣
Petterson.

Antes de contratar influenciadores digitais, pergunte-se…

Marketing de Influência é uma ferramenta potente de conexão entre negócios e influenciadores em prol de interesses em comum, quer seja a propagação de uma ideia e/ou conversão e fidelização de clientes. Entre os benefícios que resultam desta estratégia estão: alcance e intimidade com novos públicos; fortalecimento da marca e dos seus posicionamentos; pertencimento a uma comunidade; ganho de confiança; e influência de consumo. 

Se antes, os receios de se acreditar e investir nessa área eram muitos, hoje os números atestam a necessidade de não se negligenciar seu valor. Segundo o Instituto Qualibest, numa pesquisa realizada em 2019, 71% dos internautas brasileiros que usam redes sociais segue creators, 63% deles gostam que os influencers recomendem produtos, enquanto que 50% costuma pesquisar opinião de influenciadores antes de comprar.

Veja outros insights da Pesquisa Qualibest sobre Influenciadores Digitais aqui

Mas ressalto, não há influência que salve produtos, conteúdos e marcas ruins. Logo, antes de buscar visibilidade para o seu negócio, analise se ele está pronto para esta exposição. Arrume primeiro a casa para só depois abrir suas portas e convidar as pessoas a entrarem; do modo contrário, sua ação vai atrair olhares para um mau momento da sua empresa e os danos podem ser enormes. 

Algumas perguntas te ajudam a entender se agora é hora da sua marca investir em Marketing de Influência. Responda sincera e atentamente. Se as respostas forem positivas, invista nos creators e alavanque seus negócios.

1 – Sua marca está preparada?

Antes de qualquer coisa: sua empresa está pronta para esta exposição? Há estoque suficiente para novas demandas? Seu ponto de venda está em bom estado, com equipe treinada e capacitada? A imagem do seu negócio está límpida ou ainda tem rasuras de uma crise recente?

Tudo precisa estar no seu devido lugar para recepcionar os novos seguidores e possíveis clientes da melhor maneira possível. Se algo ainda precisa ser ajustado, repense a ação e contrate creators só mais adiante.  

2 – Seus canais digitais estão prontos?

Não só seus produtos, serviços, atendimento e logística precisam estar devidamente organizados antes de uma campanha de influência, mas seus canais digitais também. Seus perfis no Instagram, Twitter, Facebook, WhatsApp – ou qualquer outra rede que você utilize – serão as verdadeiras portas de entrada para quem for impactado pelos publiposts. Já pensou causar má impressão assim logo de cara? Não dá, né?! 

Primeiro produza conteúdos de excelência nas suas mídias, depois parta para a divulgação.

3 – Seus objetivos estão claros?

Qual sua real intenção nessa campanha: alcançar novos públicos, engajar suas redes, posicionar-se sobre algum tema, fortalecer valores, criar intimidade com a audiência, lançar um produto, vender mais?

“Acho que um pouquinho de cada”. Se essa é a sua resposta, volte dez casas e foque no real objetivo da sua empresa, pra depois não reclamar de tempo e dinheiro jogados fora. 

4 – Você é capaz de fazer as melhores escolhas?

Não confunda preferências pessoais com as necessidades da sua marca e trate com seriedade a escolha de influenciadores digitais para sua campanha. Não é o amigo nem a blogueira que você ama, mas quem, de fato, compactua com seus valores e pode melhor traduzir os seus objetivos nas redes sociais. Se você não consegue manter esse distanciamento na hora de escolher, contrate alguém para fazer isso por você.

5 – Tem tempo disponível?

Agora que a sua campanha está no ar é que o trabalho se intensifica. Não pense que os resultados cairão do céu. Você precisa disponibilizar tempo para acompanhar e mensurar o andamento dos conteúdos que falam da sua marca via influenciadores digitais. E não só pra isso, mas para interagir também com a nova audiência que deve chegar. Se os seguidores recém-chegados perceberem seus canais como ambientes desinteressantes e pouco empenhados em dialogar, eles logo deixarão de te seguir.

6 – Tem dinheiro para investir?

Nem só de permuta vive o creator, tá?! Se não há capital disponível, nem comece. Aliás, muitas marcas, hoje em dia, preveem orçamentos para influenciadores ainda no planejamento estratégico de suas ações, ao invés de destinarem apenas “o que sobrou” para campanhas como estas, porque elas já entenderam que Marketing de Influência envolve gastos, sim. E nem falo somente de cachês, mas de custos como os de transporte, impulsionamentos de postagens, produção de kits, social medias, sistemas de monitoramento, entre outros.

7 – Há contexto?

Sua marca pode estar preparadíssima, com objetivos claros, tempo e dinheiro disponíveis, mas se não há clima para isto, melhor deixar para depois. Uma campanha de influência alienada, despregada da realidade, pode destruir o seu negócio. As redes sociais são muito sensíveis ao que acontece no mundo, portanto, todo bom conteúdo, necessariamente, deve ter coerência com o que está sendo dito, postado, dito e comentado naquele exato momento.

Bem, já presenciamos diversos influenciadores digitais sendo expostos por atitudes que contrariam uma realidade de pandemia e distanciamento social em 2020, né?! Então não preciso falar mais nada.

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Quando não me posicionar nas redes sociais?

Vocês já devem ter me ouvido falar à exaustão sobre a importância de uma marca se posicionar nas redes, diante de assuntos ‘polêmicos’, temáticas sociais, entre outros. E reitero: estar ao lado daqueles que consomem seus produtos e serviços, compartilhando e defendendo suas causas, tais como FEMINISMO, DIVERSIDADE, CAUSA ANIMAL E AMBIENTAL, pode te levar a uma intimidade muito maior com seu público, indo além das relações meramente comerciais.

Algumas marcas já entenderam esse imperativo e têm estado cada vez mais atentas e ativas nestes processos, tanto no on quanto no Off-line. Mas aí alguém pergunta: é preciso se posicionar SEMPRE ou há também um momento de se calar?

Petterson, quando NÃO me posicionar nas redes?
Eis as respostas.

1 – Quando você não dominar o assunto

Sabe aquela história de ‘se não sabe como ajudar, não atrapalha’? Pois é. Antes de qualquer posicionamento em seu perfil, é importantíssimo você (ou a sua marca) se questionar sobre seu lugar de fala. Não se aproprie de causas alheias, não roube o protagonismo de quem domina o assunto e sabe do que está falando. 

Estude, informe-se, busque referências, procure entender. Enquanto você não dominar realmente a temática, abra espaço para que outras pessoas possam falar. E aprenda com elas! 

2 – Quando o tema não faz a menor diferença para o seu público

Eu sei, a Internet, às vezes, gera uma ansiedade na gente, criando em nós uma necessidade nociva de falar sobre tudo a toda hora, para estar em evidência. E isso pode te induzir ao erro. No desespero de se posicionar, você pode dar um tiro no próprio pé e ser obrigado a lidar com aquele sentimento de ‘eu poderia ter ficado calado’. 

Entenda: você não precisa falar sobre tudo e é prudente se calar de vez em quando. Nem todo assunto importa para seus clientes e seguidores. E há temas que não interferem em nada na decisão de compra dele, portanto, não gaste sua energia em vão.

‘E como eu sei quais temáticas são mais importantes para o meu público?’

A resposta é simples: interagindo com ele. Não fuja das conversas e interações e logo logo você vai saber tudo sobre as pessoas que interessam ao seu negócio.

3 – Quando você ainda é internamente mal resolvido em relação ao assunto

Se o teto é de vidro, por que atrair todos os olhares pra ele? Antes de reproduzir discursos vazios pelas redes sociais, em postagens lindas e empoderadas, resolva-se internamente. Sua comunicação e seus bastidores – processos internos, equipe e lógicas de consumo – precisam estar em consonância sempre. Não caia em contradição! 

Procure praticar o que você prega e só depois se posicione na web. Um bom posicionamento passa, inevitavelmente, pela coerência.

4 – Quando você, sinceramente, sabe que seu posicionamento é só pra ganhar likes

Não surfe numa onda que não é sua. As pessoas sabem quando você está se apropriando de um assunto só para se aproveitar dele e isso é leviano. Você não quer passar a imagem de uma marca desonesta, hipócrita e mentirosa para seus consumidores, não é?

Portanto, repense a ideia sempre que você, lá no fundo, tiver a consciência de que o seu posicionamento é apenas para ganhar likes e não para fazer alguma diferença no mundo.

 

Mais dicas como estas, aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Grandes erros da humanidade na web

Não raro, você olha para suas redes sociais e se questiona: por que minhas postagens não estão dando certo? Por que não engajamos tão quanto a concorrência?

A resposta é simples: a culpa é sua! Talvez você esteja pecando em alguns processos e entregando um conteúdo incapaz de atrair público, gerar vínculos e aumentar vendas.

Cinco dos maiores erros nas redes sociais estão aqui. Caso você se identifique com algum, tente rever suas atitudes, volte dez casas e refaça o caminho, mas dessa vez acertando os passos. Bom trabalho!

1 – Estar focado somente em vendas

Redes sociais não são sobre propaganda, são sobre relacionamentos. As pessoas ignoram seus posts, não se interessam pelo que você diz e deixam você falando sozinho, porque você ainda acha que o melhor a se fazer na Internet é apenas divulgar seus produtos e serviços. Seus seguidores estão interessados em conversar, aprender, inspirar-se, entreter-se e trocar afetos. Se seu Instagram, Facebook e/ou Youtube não oferece nada disso, você nunca vai impactar nem convencer ninguém.

Deixe de lado esse egoísmo: não fale somente de si, sobre a beleza e qualidade do que você tem para vender. Não passe para as pessoas a sensação de desespero, de uma marca que está ali só para bater metas e aumentar lucros. R E L A X E ! Ouça, troque ideias, converse, pergunte sobre o que seus consumidores querem falar, crie experiências valiosas, dê atenção, compartilhe sensações e faça seu fã se sentir parte do seu negócio.

2 – Comprar seguidores

Sabemos que as ofertas são tentadoras e a ansiedade de crescer rapidamente faz essa solução parecer a melhor do mundo, mas muita calma nessa hora! Pessoas e marcas que compram seguidores, mesmo que tentem fazer isso escondido, passam para o seu público a imagem de trapaceiras e desonestas. Assim como você não é corrupto (assim espero) nas dinâmicas e bastidores do seu negócio, não seja na Internet.

Tenha paciência e cresça organicamente. Acredite, a equação é simples: se você entrega um bom conteúdo, o público vem! Não importa se são duas ou dez mil, se as pessoas chegaram até você por livre e espontânea vontade, é porque elas acreditam no que você diz e isso é valioso demais.

Por último, pare de se comparar com a audiência alheia! Isso só vai fazer você se desesperar. Empenhe-se, sim, em ser original, pertinente, consistente e relevante. Ter um bom engajamento (pessoas interagindo com as suas postagens) será sempre mais importante do que um milhão de seguidores. Vai por mim!

3 – Automatizar seu relacionamento

Quanto maior for a atenção que você dá aos seus clientes e seguidores, melhor será seu desempenho nas redes. Não caia nessa de ‘não tenho tempo para responder as pessoas nem de olhar meu direct’. Tempo você tem, o que te falta é encarar esse relacionamento como PRIORIDADE.

Para ter relevância na web, você precisa entender a importância de prestar atenção no outro e de tratar suas relações como fundamentais para o sucesso da sua marca.

Não deixe esse diálogo com fãs e consumidores nas mãos de alguém despreparado. Não entregue somente frases prontas e contatos automatizados. Caso a sua semana seja corrida demais (eu compreendo isso), reserve uma hora no dia só para atender e estimular essas conversações. E personalize o máximo que você puder, tirando dúvidas, chamando pelo nome, sendo cordial. Depois de um tempo, você vai ver o resultado que isso gera. Quando as pessoas se sentem valorizadas, elas entregam o que você quiser. Seguidores apaixonados são os bens mais valiosos que você pode ganhar num trabalho de comunicação digital. E isso não se compra, conquista-se.

Leia também: Seu engajamento está baixo porque você não interage

4 – Ser a cópia da cópia

Você já se deu conta de quantos conteúdos diários competem com o seu pela atenção do seu seguidor? Dezenas, centenas? Não, milhares. Portanto, não se iluda! Se suas abordagens não forem criativas e originais, seu alcance será baixíssimo. Se você insistir no conteúdo feijão com arroz, copiado dos outros, você não sairá do lugar.

Não tenha medo de testar e ousar. Confie no seu DNA, na essência da sua marca e traduza tudo isso em fotos, vídeos e textos surpreendentes. Não é difícil tanto quanto você pensa. Só é preciso perder o medo de fazer.

Claro, no meio do processo, algo pode dar errado e o conteúdo pode não agradar tanto assim ao seu público. Caso isso aconteça, refaça, adeque e não desista de testar. Rearranjos fazem parte do trabalho.

5 – Não ter planejamento

Nesse ano, por exemplo, eu tô testando um planejamento analógico para os conteúdos do Cacos Metafóricos

No post anterior, eu falei que a Internet não é bagunça. Portanto, é preciso planejar! Para que seus esforços de comunicação nas redes engajem, você precisa enxergá-los como uma grande narrativa dividida em diversos capítulos (postagens) coerentes, com início, meio e fim. Para isso, há de se ter, minimamente, uma noção do que será postado amanhã, na semana que vem, no mês seguinte.

Não importa se num quadro, numa parede, folha de caderno, num aplicativo ou no Excel, faça seu planejamento de conteúdos. Crie cronogramas, determine dias e horários para postar, mesmo que mude depois. Veja quais posts precisam de mais tempo para serem trabalhados, discrimine as etapas de execução e procure, na medida do possível, respeitar esse planejamento. Só assim seu trabalho vai vingar!

Leia também: 4 livros para entender Marketing e Comunicação Digital

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Até a próxima! o/