15 insights sobre os STORIES

Foto: Ana Lu

Em 2019, a Squid, empresa de marketing de influência, coletou e observou mais de 2 milhões de stories no intuito de entender melhor o comportamento da audiência nesse recurso do Instagram. Algumas das principais conclusões acerca de volume, horários, dias e engajamentos eu reuni na lista abaixo.

1 – O engajamento nos stories não sofre diferenças significativas conforme o horário ou dia da semana no instagram. Ele depende muito mais da audiência do perfil;

2 – As maiores taxas de engajamento são encontradas nos perfis entre 5k e 30k seguidores;

3 – Influenciadores entre 18 e 25 anos engajam mais que influencers de outras faixas etárias;

4 – Segundas e terças, entre 18h e 21h, são os dias com maior número de publicações. Domingo é o menor!

5 – SP, RJ e BA são os estados brasileiros que mais postam stories;

6 – 23h é o horário com o maior número de impressões em quase todos os dias da semana, especialmente às sextas-feiras;

7 – Às quartas-feiras, o pico de visualizações ocorre entre 19h e 22h;

8 – Praticamente 3/4 de todos os conteúdos publicados nos stories são vídeos. Apesar disso, as fotos têm uma média de 25% mais engajamento do que um vídeo;

9 – Mas os vídeos costumam receber menos toques para pular o story do que as imagens;

10 – 92% das imagens nos stories recebem toque para passar pro próximo; já os vídeos, 83%;

11 – Numa sequência, há uma queda média de engajamento de até 30% a partir do quarto story;

12 – O pico de taxa de saída (quando abandonamos os stories do perfil) ocorre mais entre o primeiro e segundo story;

13 – Se o seu seguidor resistiu e chegou até o terceiro story, há grandes chances de ele assistir ao conteúdo até o fim;

14 – Os stories são o canal que mais se aproxima da vida real do influenciador e gera conexão com a sua comunidade;

15 – Os stories permitem que o creator seja mais criativo e gere conversas a partir da gama de ferramentas que o recurso possui.

E por falar em stories, estou por lá também. | https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Conteúdos Digitais em tempos de Coronavírus

O pior erro que uma marca pode cometer neste momento é fingir miopia e seguir sua vida digital como se nada estivesse acontecendo. A pandemia é real e manter-se alheio a tudo isto é um comportamento que, nem de longe, vai agradar a sua audiência. Abaixo, quatro dicas de conteúdos em tempos de #coronavirus

1 – Não ignore o contexto | Rede Social sempre foi e continuará sendo sobre conteúdos em tempo real. Portanto, não se distancie do que estamos assistindo, discutindo e vivendo. Sua marca não é uma ilha! Seja empático e generoso: poste para amenizar esta realidade informando, educando, entretendo e/ou inspirando seu público;

2 – Mostre o que a sua empresa está fazendo pela equipe | Nem só de postagens informativas e discursos bonitos vive a reputação de uma marca. Viva o que você prega! Traduza dicas digitais em atitudes no seu ambiente de trabalho e mostre isso nas redes: transparência é bom e a gente gosta. Que tal ganhar sua audiência no exemplo?

3 – Dê voz para quem entende do assunto | Já falamos bastante sobre Curadoria de Conteúdo, né?! Quem aí lembra? Pois agora é hora de colocar o conhecimento em prática. Pesquise, consuma, reuna e compartilhe com seus seguidores conteúdos de profissionais e instituições referências no assunto. Se você não é da área de saúde nem domina o tema, saia do protagonismo e empreste seu perfil para quem vai, de fato, contribuir neste momento;

4 – Combata Fake News | Compartilhar, mas com responsabilidade SEMPRE. Em dias de tantas informações desencontradas, é importantíssimo se colocar à disposição como um filtro de fontes confiáveis para seu público. Consuma e repasse apenas conteúdos de perfis oficiais, como OMS, Ministério da Saúde, entre outros. Sem ansiedade e afobação, selecione bem o que você vai dividir nas suas redes pra depois não reclamar que caiu em descrédito na web.

Ah, e lave as mãos, tá?!
Estou no instagram: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

#UmaDicaPorDia | Janeiro e Fevereiro

#UmaDicaPorDia é uma editoria dos meus stories. Nela, até o fim do ano, compartilharei 366 dicas práticas sobre Marketing Digital. E aqui no blog, a cada dois meses, um resumo destas dicas pra facilitar a vida de quem precisa delas.

Abaixo, 15 dicas de janeiro e fevereiro. Pra acompanhar diariamente, só seguir: @pettersonfarias 

1 – Recicle conteúdos antigos

Ei, é perfeitamente aceitável (e a gente até incentiva) reciclar conteúdos antigos, viu?! Não caia nessa de que não se deve reaproveitar postagens… besteira!

Explore, sim, a mesma temática, o mesmo conteúdo em diversos formatos, plataformas e redes sociais. Só assim você vai atingir públicos diferentes e cada vez maiores em momentos diferentes.

2 – Squid para influenciadores

Squid é uma plataforma que conecta creators e marcas, garimpando, filtrando, gerenciando e mensurando trabalhos de Marketing de Influência. Se você é um criador de conteúdos digitais e tem dificuldade para acessar grandes marcas, empresas nacionais, você pode se cadastrar, selecionar as temáticas que aborda nas suas redes e aguardar propostas de marcas interessadas em perfis iguais ao seu. Simples assim!

Acesse: https://app.squidit.com.br

3 – Mostre seu ponto de venda

Use suas redes a seu favor e poste hoje mesmo no feed, nos stories, IGTV e/ou nos destaques seu pdv, sua fachada, salão, interior de loja, estacionamento e todos os espaços físicos do seu negócio. É frustrante para consumidores acostumados a buscar informações na Internet não encontrar dados suficientes para tomar suas decisões de compra.

Entenda de uma vez por todas: as pessoas não têm a obrigação de saber onde você está e é seu dever orientá-las como chegar, tá?!

4 – Datas comemorativas

Datas comemorativas são ótimas abordagens para você conversar de igual pra igual com as pessoas nas redes e estreitar ainda mais seus laços com os consumidores. Portanto, mapeie datas relacionadas ao seu negócio e produza conteúdos sobre elas. Mostre para seus clientes que você tem timing e sabe conversar sobre outras temáticas, ao invés de falar somente sobre seus produtos e serviços.

Mas ó, faça isso de modo criativo. Se for só pra desejar feliz dia, por meio de postagens clichês e desinteressantes, melhor nem fazer.

5 – Curadoria de Conteúdo

Rede Social é compartilhar. Então compartilhe o que é do outro também! Assimile a ideia de que seu conteúdo não é o único interessante na Internet. E é elegante, gentil e generoso dividir com seu público postagens de outras empresas, creators e até (por que não?) da concorrência. Se gostou, não guarde pra si.

Mas, claro, tenha coerência: só compartilhe conteúdos relacionados ao seu negócio e ao seu público.

6 – Compartilhe o que você sabe e as pessoas comprarão o que você vende

Esta é uma boa forma de mostrar ao público o que você tem a oferecer comercialmente, mas de modo sutil, sem ser invasivo e sem pesar a mão. Funciona, mais ou menos, como a amostra grátis no supermercado: ofereça algo de graça para que saibam que você existe, para mostrar porque você é melhor que a concorrência, para despertar o interesse e, por fim, gerar vendas. Já superamos a era da propaganda pela propaganda, em que discursos de autoafirmação, regados a muuuuuitos autoelogios, fisgavam as pessoas. Desacreditamos dessas abordagens, porque o tempo nos provou que muitas marcas, nesse processo, mentiram descaradamente, disfarçaram suas mazelas e nos enganaram. Hoje, se você quer ser visto como o melhor e o maior, como o mais gostoso e mais incrível, vai ter que provar!

O que te faz achar que chama mais atenção postagens insistentes sobre preços, liquidações e queimas de estoque do que conteúdos sobre os valores da marca, seus posicionamentos acerca de causas sociais importantes, dia a dia, memes (por que não?), dicas e informações que podem melhorar ainda mais a minha experiência com produto X e/ou serviço Y?

Claro, há espaço para tudo! Mas se você está propenso a entregar apenas propaganda na timeline alheia, sinto muito, vai continuar falando sozinho. Porque você não se colocou no lugar do consumidor nem sequer perguntou a ele o que ele gosta de consumir na web. Porque você só pensa no próprio umbigo. Porque você é um spam. Putz, você não entendeu nada da brincadeira. Volte dez casas e recomece o jogo!

Antes de enxergar Facebook, Instagram, Twitter ou qualquer outra rede como mero espaço de vendas, onde seu único esforço é impactar pessoas com publicidade, entenda a Internet como plataforma de DIÁLOGO, em que a audiência está muito mais interessada em se entreter, informar-se, educar-se e inspirar-se. Proporcione isso! Seus seguidores naturalmente, em contrapartida, se interessarão pelo que você tem a dizer e vender.

7 – Alcance e Impressões

Alcance: número de contas únicas que viram suas publicações num intervalo de tempo;
Impressões: total de vezes que essas contas únicas viram suas publicações num intervalo de tempo;

Exemplo: nesta semana, meu pai, meu irmão e minha namorada viram minhas publicações, logo, alcancei 3 pessoas.
Cada uma delas viu um post meu no feed e dois stories, logo, tive 9 impressões.

8 – Fale o óbvio

Embora você ache, nem todo mundo sabe o que você sabe, faz e vende. E é seu papel ensinar, informar e educar o público. Portanto, não tenha medo de falar o óbvio. Facilite a vida de quem usa as redes sociais para aprender e agregue valor ao seu negócio a partir de conteúdos consistentes, didáticos e relevantes. Só assim, seu público vai entender e valorizar ainda mais seu produto/serviço e enxergar a importância de consumi-lo. 

9 – Peça licença antes de entrar no whatsapp

E por falar em óbvio: lembre-se, é extremamente mal educado enviar mensagens sem pedir permissão no WhatsApp. Não importa se é fã, cliente ou seguidor, não se comporte como SPAM. Antes de entrar, peça licença!

10 – Economize o ENTER no WhatsApp

Ainda sobre Whatsapp: se a pessoa permitiu que você envie mensagens, ao fazer isto, sempre escreva tudo o que você tem pra dizer e só depois envie. Economize o ENTER, por favor! Não seja aquela pessoa/marca chata que dá ENTER a cada palavra digitada. Ninguém gosta de receber mil notificações, ainda mais quando a mensagem se resume a

‘Oi
Tudo
Bem
?’

11 – Recebido é aposta

Recebidinho é bom e (quase) todo influenciador gosta, né?! Mas mimos não são contratos e quem recebe tem o direito de escolha entre postar ou não. Se compartilhou, ótimo, ponto pra marca. Se não publicou, vida que segue. Vivo brincando, expondo e tocando na ferida de produtores de conteúdo irresponsáveis com o mercado, mas, por outro lado, há diversas empresas conduzindo o relacionamento com esses profissionais de maneira desordenada, sem se dar conta de que há regras e deveres em ambas as partes. 

É possível profissionalizar, minimamente, essa relação a partir do entendimento de que: se eu não contratei ou acertei algo previamente com o influenciador, eu não posso cobrar dele postagem, engajamento e alcance.

 Pouco se pratica esse senso de justiça: de que não devem estar em ponto de igualdade uma marca que se relaciona profundamente com o creator, por anos às vezes, e paga pelo espaço em seu perfil; e outra marca que mal subiu no ônibus, já quer sentar na janela. ‘Mas é só um presentinho’. Não é. É, sim, um investimento de marca por ela saber que pode ganhar visibilidade em troca de um recebido. Porém, que ao praticar essa relação, as empresas entendam que todo influenciador é uma mídia e para ter espaço nela, o buraco é mais embaixo, há acordos, negociações e contratos envolvidos. Muito se fala da banalização de maus comportamentos de alguns influenciadores digitais, mas é preciso falar também de marcas que se acham no direito de colocar preço no trabalho alheio e menosprezar o serviço de gente que, muitas vezes, vive do que posta nas redes sociais.

12 – Identifique seu publipost!

Resista à tentação e aos pedidos de marcas que querem publis mais ‘sutis’, fazendo com que você minta pra sua audiência, fingindo que aquilo foi uma manifestação espontânea, do nada, quando, na verdade, você tem um acordo e um contrato com a empresa.

Sua credibilidade é o seu maior trunfo. Perdê-la por mentira não é uma boa ideia. De acordo com uma pesquisa da Qualibest, de 2019, 78% dos consumidores que seguem influenciadores acham importante sinalizar publipost, por meio de uma hashtag ou algo do tipo. Seja transparente e não pise na bola!

13 – Floodar e Flopar

Floodar: significa postar demais; encher a timeline, o feed, os stories, as redes alheias de informações repetitivas, irrelevantes, enchendo a paciência de todo mundo;
Flopar: ter insucesso, postar algo e alcançar poucas pessoas, não engajar, dar muito errado;

14 – Ouça seus funcionários

O que sua equipe tem pra dizer? Se não sabe, pare pra ouvi-la agora!

Seus funcionários são fontes riquíssimas de informações, que podem te dar insights e ideias para futuros conteúdos. São eles que se relacionam diariamente com seus consumidores e clientes em potencial, lidando com desejos, necessidades, insatisfações e vontades diversos. 

Uma vez por dia, por semana ou por mês, converse com seus colaboradores. Crie grupo no Facebook, no WhatsApp… Estabeleça formas diferentes de escuta, mas jamais deixe de ouvir o que eles têm pra falar. Seu conteúdo agradece!

15 – Tenha paciência

Pouca gente te diz isso, mas trabalho nas redes sociais precisa de paciência. Internet é sobre relacionamento. E toda relação precisa de tempo. Ninguém dá match no Tinder num dia e se casa no dia seguinte, entre um momento e outro, há muita coisa pra acontecer.

Assim é produzir conteúdos e se relacionar com o público na web. Esteja disposto a entregar postagens criativas, a conhecer e ouvir seu público, atendendo suas necessidades e desejos pelo tempo que for que uma hora a coisa vinga, acredita em mim!

Te espero nos stories com mais dicas.
Até lá!
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Quando não me posicionar nas redes sociais?

Vocês já devem ter me ouvido falar à exaustão sobre a importância de uma marca se posicionar nas redes, diante de assuntos ‘polêmicos’, temáticas sociais, entre outros. E reitero: estar ao lado daqueles que consomem seus produtos e serviços, compartilhando e defendendo suas causas, tais como FEMINISMO, DIVERSIDADE, CAUSA ANIMAL E AMBIENTAL, pode te levar a uma intimidade muito maior com seu público, indo além das relações meramente comerciais.

Algumas marcas já entenderam esse imperativo e têm estado cada vez mais atentas e ativas nestes processos, tanto no on quanto no Off-line. Mas aí alguém pergunta: é preciso se posicionar SEMPRE ou há também um momento de se calar?

Petterson, quando NÃO me posicionar nas redes?
Eis as respostas.

1 – Quando você não dominar o assunto

Sabe aquela história de ‘se não sabe como ajudar, não atrapalha’? Pois é. Antes de qualquer posicionamento em seu perfil, é importantíssimo você (ou a sua marca) se questionar sobre seu lugar de fala. Não se aproprie de causas alheias, não roube o protagonismo de quem domina o assunto e sabe do que está falando. 

Estude, informe-se, busque referências, procure entender. Enquanto você não dominar realmente a temática, abra espaço para que outras pessoas possam falar. E aprenda com elas! 

2 – Quando o tema não faz a menor diferença para o seu público

Eu sei, a Internet, às vezes, gera uma ansiedade na gente, criando em nós uma necessidade nociva de falar sobre tudo a toda hora, para estar em evidência. E isso pode te induzir ao erro. No desespero de se posicionar, você pode dar um tiro no próprio pé e ser obrigado a lidar com aquele sentimento de ‘eu poderia ter ficado calado’. 

Entenda: você não precisa falar sobre tudo e é prudente se calar de vez em quando. Nem todo assunto importa para seus clientes e seguidores. E há temas que não interferem em nada na decisão de compra dele, portanto, não gaste sua energia em vão.

‘E como eu sei quais temáticas são mais importantes para o meu público?’

A resposta é simples: interagindo com ele. Não fuja das conversas e interações e logo logo você vai saber tudo sobre as pessoas que interessam ao seu negócio.

3 – Quando você ainda é internamente mal resolvido em relação ao assunto

Se o teto é de vidro, por que atrair todos os olhares pra ele? Antes de reproduzir discursos vazios pelas redes sociais, em postagens lindas e empoderadas, resolva-se internamente. Sua comunicação e seus bastidores – processos internos, equipe e lógicas de consumo – precisam estar em consonância sempre. Não caia em contradição! 

Procure praticar o que você prega e só depois se posicione na web. Um bom posicionamento passa, inevitavelmente, pela coerência.

4 – Quando você, sinceramente, sabe que seu posicionamento é só pra ganhar likes

Não surfe numa onda que não é sua. As pessoas sabem quando você está se apropriando de um assunto só para se aproveitar dele e isso é leviano. Você não quer passar a imagem de uma marca desonesta, hipócrita e mentirosa para seus consumidores, não é?

Portanto, repense a ideia sempre que você, lá no fundo, tiver a consciência de que o seu posicionamento é apenas para ganhar likes e não para fazer alguma diferença no mundo.

 

Mais dicas como estas, aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Qual a sua missão nas redes sociais?

Foto: Tarso Sarraf

Se o seu conteúdo desaparecesse hoje das redes sociais, alguém sentiria falta? Caso a resposta seja NÃO, temos um problema: seu perfil precisa tornar-se parte da vida dos seus seguidores. E o melhor caminho para que suas postagens atraiam e apaixonem seu público, é falar PARA ELE SOBRE ELE, e não conversar somente sobre você, como uma marca egocêntrica e pouco disposta ao diálogo. 

Joe Pulizzi, em seu livro Marketing de Conteúdo Épico, diz que todo conteúdo digital deve atender a uma missão e mesmo que seu intuito seja comercial (vender mais, gerar leads, fidelizar clientes), é necessário criar na intenção de satisfazer uma necessidade e/ou responder a uma pergunta dos seus seguidores. Costumo dizer ‘bom conteúdo é aquele que você antecipa a pergunta que seu seguidor jogaria no Google, vai lá e responde’. 

E aí eu pergunto: você sabe qual é a sua missão nas redes sociais ou cada post é criado sem nenhum critério, com pouca ou quase nenhuma estratégia?

Mas calma, se você nunca pensou na sua missão de conteúdo, a hora é agora.
De acordo com Pulizzi, a MISSÃO inclui 3 itens:

1 – PÚBLICO-ALVO

2 – MATERIAL QUE SERÁ ENTREGUE A ESSE PÚBLICO (temas e formatos de postagens)

3 – RESULTADO QUE ESSE MATERIAL VAI GERAR PARA O SEU PÚBLICO

Notem que a missão, repito, é sobre o outro e não somente sobre você. Mas, claro, tudo que você postar nas redes sociais a fim de atender a uma necessidade do seu público deve orbitar na realidade da sua marca. Exemplo: se seu perfil tem uma missão literária, você não vai falar de games; tem interesse em falar com crossfiteiros, então não há motivos pra postar sobre doutrinas da Igreja Católica; tem perfil gastronômico? Foque na gastronomia, não em turismo.

Óbvio que a Internet nos ensina a ser plural, quanto mais assunto tivermos, mais rica é a nossa rede social. Os exemplos acima são apenas para mostrar que você precisa ser fiel à missão que você escolher para sua marca. Porém, sim, em algum momento até rola seu perfil literário falar de games, desde que tenha uma coerência para o público.

Abaixo, alguns exemplos de Missão de Conteúdo que podem te ajudar na sua busca:

Google
Organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível

Coca-Cola
Refrescar o mundo, inspirar momentos de otimismo, criar valor e fazer a diferença

Petterson Farias
Contribuir para uma Internet melhor, ajudando as pessoas a produzirem bons conteúdos nas suas redes sociais

Cacos Metafóricos
Democratizar a literatura entre as pessoas que consomem cultura nas redes sociais

 

Se essa dica foi útil para você, compartilhe com quem também precisa aprender.
Conteúdos como este, no meu instagram: @pettersonfarias

 

13 informações importantíssimas sobre o mercado de influência no Brasil

O Marketing de Influência, há tempos, já mostrou seu poder e, hoje, qualquer estratégia que negligencie essa disciplina corre sérios riscos de perder forças.

Os motivos são diversos: marcas sem capilaridade nas redes; consumidores incrédulos diante de estímulos publicitários; e comunidades digitais com lugar de destaque na decisão de compra de seus integrantes. Ou você nunca levou em consideração a opinião de amigos, familiares, pessoas que você admira antes de comprar algo? Pois é. 

Sobre esse tema, a Spark, empresa referência em Marketing de Influência, com o Instituto Qualibest acabaram de divulgar uma pesquisa que respondeu algumas perguntas acerca da receptividade e reação do público em relação aos influenciadores digitais e seus publiposts; e outros hábitos de consumo na web.

Reuni 13 itens valiosos da pesquisa nesse post. Espero que eles te ajudem nas tuas próximas ações com creators/influenciadores digitais. Boa leitura!

SOBRE INFLUÊNCIA

1 – 71% dos internautas brasileiros que usam redes sociais segue influenciadores

2 – 63%  gostam que os influenciadores recomendem produtos

3 – 50% costumam pesquisar opinião de influenciadores antes de comprar

4 – 72% discordam que a confiança em publipost cai

5 – 76% já compraram algo depois da indicação de um influenciador digital

6 – 78% dos seguidores considera importante que o influenciador identifique publis com hashtags como: #publi #ad #promo #publipost

7 – Onde os brasileiros mais seguem influenciadores:

> Youtube – 81%

> Instagram – 81%

> Facebook – 49%

> Twitter – 24%

8 – E porque seguem influenciadores digitais:

> 69% – os assuntos que eles abordam me interessam

> 56% – indicações e recomendações de produtos e serviços que eles dão 

> 54% – para me divertir/passar o tempo

> 50% – os tutoriais, construir coisas

> 43% – experiências pessoais deles/ seu dia a dia

> 33% – me ajuda a dominar os assuntos que eles abordam

> 28% – as viagens que fazem ou indicam

> 25% – para me desenvolver pessoal e/ou profissionalmente

HÁBITOS DE CONSUMO

9 – Maiores INTERESSES dos seguidores em conteúdos de influenciadores

> Humor/Comédia
> Entretenimento/Cultura
> Beleza
> Moda
> Viagem/Turismo
> Saúde/Fitness

10 – No Instagram, Feed e Stories têm igual preferência

> Feed: 48%
> Stories: 45%
> IGTV: 7%

11 – 41% dos seguidores só ativam o áudio dos stories se as imagens interessarem

12 – Itens mais comprados por indicação dos influenciadores (público de homens e mulheres juntos)

> Produtos de beleza (52%)
> Livros (42%)
> Moda e acessórios (42%)

13 – Sobre a CONFIANÇA do público

AUMENTA quando:

83% – o influenciador é natural e verdadeiro (mostra seu dia a dia como realmente é/defende seus ideais)

82% – Domina os assuntos que aborda

79% – Indica e avalia produtos com base em suas experiências reais

75% – Interage com seguidores

68% – Tem bom humor/é divertido

DIMINUI quando:

74% – faz comentários/atitudes racistas ou preconceituosas (no presente e no passado)

14 – Principais razões para unfollow em influenciadores digitais:

> Conteúdo deixou de ser relevante

> Ficou chato/sem graça

> Mudou de personalidade/temas abordados

> Parecia um vendedor, não era autêntico nas suas indicações de produtos/serviços

> Era preconceituoso

> Falava muito palavrão/ofendia as pessoas

Rafael Coca, da Spark, apresentando a pesquisa no Youpix Summit, em SP

De acordo com a Spark e Qualibest, a partir desses números, duas conclusões são importantíssimas:

1 – É fundamental ser natural e demonstrar domínio do assunto abordado!
2 – #publi não espanta seguidor nem retrai engajamento

Se você gostou, compartilhe com o coleguinha!
Estas e outras informações sobre redes sociais e comportamento web, tem aqui também: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Artistas nas redes sociais: 7 dicas de como atrair fãs e seguidores

Amigo artista, talvez o seu perfil nas redes ainda não atraia tanta gente como a sua voz, seu dom e seu talento merecem. Há algumas hipóteses para que isso esteja acontecendo: uma delas é a de que você ainda encare as redes sociais como um espaço de mera divulgação do seu trabalho. E é aí que está o erro!

Rede Social é espaço para relacionamento. E se você não se dispõe a isso, ninguém vai reparar em ti. Como aquele artista que não se destaca e as pessoas passam por ele, sem nem lhe dar uma atenção.

Anitta homenageando Mariah Carey, um dos seus ídolos

Abaixo, algumas dicas que podem te ajudar a usar a Internet ao seu favor:

1 – Não use as redes sociais apenas para divulgar seu trabalho 

Seguidor é egoísta e usa a Internet para resolver seus problemas, atender suas necessidades e realizar seus desejos, e não pra consumir propaganda de marcas e/ou artistas. Então não seja invasivo nem se torne spam! Ao invés de falar só de si, preocupar-se somente com a divulgacão do seu novo clipe, sua playlist no Spotify e/ou sua agenda de shows, olhe para os lados e entenda o que o fã quer de ti. Esteja pronto para dar aquilo que as pessoas buscam nas redes: re-la-cio-na-men-to, o segundo item da nossa lista

2 – Relacione-se com seus fãs

Nando Reis conversando com a sua fã no Twitter

Internet não é palco. Nela, você está no mesmo patamar que o seu seguidor. E ele sabe disso. E ele busca essa intimidade que implica uma relação de igual pra igual, sem travas, sem desníveis, numa via de mão dupla, em que todo mundo fala, ouve, compartilha, doa, troca. E quanto mais você tenta se distanciar disso, pior fica a sua comunicação. Para o fã, não importa se você é celebridade internacional ou um artista local, ele quer dialogar. Portanto, entre uma postagem e outra, responda seus directs; interaja com seus comentários; visite, de surpresa, o perfil daquele seu fã assíduo e fiel; atenda o que seus seguidores pedem; interaja com os perfis que você segue; assista aos stories alheios; compartilhe algo legal que você viu… Só fazendo isso, você vai começar a entender a real dinâmica das redes sociais

3 – Mostre seu Lado B: humanize-se!

Tatá Werneck compartilhando um de seus momentos íntimos com o esposo no dia do seu aniversário

E se rede social pede relacionamento, uma das melhores formas de se fazer isso é se humanizando. Porque quanto mais você tenta esconder seus bastidores, mais engessados, superficiais e desumanos tendem a ficar seus conteúdos. Sem trair sua privacidade, mostre sua rotina, seus altos e baixos, sua história, seus perrengues e tudo aquilo que não é dito nem visto no seu release, na sua comunicação oficial. Quanto mais você se descontroi e consegue rir de si mesmo, sem a necessidade de parecer sempre perfeito para o público, mais as pessoas criam afinidade, empatia e admiração pelo que você tem a oferecer. Só assim elas se sentem íntimas, amigas e fazendo parte do teu trabalho. 

O STORY do Instagram, por exemplo, é uma ferramenta poderosa para essa humanização. Experimente compartilhar trechos da sua vida nesse canal e veja o retorno dos seus fãs.

Beyoncé nos bastidores da sua turnê

Sandy atiçando seus fãs ao anunciar a formação da banda na turnê Nossa História

4 – Compartilhe seus processos

Seu fã não se contenta mais com o produto final. Ele também quer os processos. Ele quer o que acontece entre um disco e outro, entre um clipe e outro, entre uma turnê e outra. Quão disposto e interessado você está em registrar esses bastidores para presentear seu público? Não seja negligente com essa fonte inesgotável de conteúdos: capte tudo e transforme em conteúdos para as suas redes sociais.

Bastidores de Johnny Massaro

Bastidores de Jesuíta Barbosa

Bastidores do clipe de Maluma com Ricky Martin

Está compondo? Sem entregar o trabalho pronto, que tal falar dessa jornada de composição? O que você está sentindo? Quem tem te inspirado nesse momento? Que link esse novo trabalho faz com toda tua carreira? Como se dá teu processo criativo? Tem um cantinho preferido de composição ou não? Que gatilhos te fazem criar mais e melhor?

Está em turnê? Já pensou em compartilhar suas viagens, entradas e saídas das cidades por onde seu show vai passar? E os artistas que cruzam contigo nessa jornada? O que te causou espanto, medo, agonia, prazer, alegria? Um fato curioso, um fã especial, um mico no palco? Camarim, van, ônibus, carro, hotel, sempre tem algo a mostrar. Explore tudo isso!

Gravando clipe, desenhando, escrevendo, fotografando? Atraia teus seguidores pra junto de ti, compartilhando pequenas pílulas desse trabalho que chega logo mais.

Elza Soares, uma das lendas da MPB, compartilhando nas redes sociais seu nervosismo com uma foto da turnê de 2017

Paulo Gustavo está compartilhando o Making Of do seu novo filme, Minha Mãe É Uma Peça 3, no Instagram e está de chorar de rir

5 – Fale das suas referências e inspirações

Cantora Iza compartilhando playlists com seus fãs no Spotify

Freie o impulso de falar somente de você enaltecendo, dividindo, falando também do trabalho alheio. Quem te inspira? Que referências te influenciam?

Um livro que influenciou o nome do disco, uma foto que ajudou na criação do teu figurino, um cartaz de filme que inspirou teu traço no lettering, uma música que te levou a escrever uma história, um artista que te incentivou a cantar… Nunca falou sobre nada disso nas tuas redes sociais? A hora é agora!

Lia Sophia cantando uma das suas referências, Djavan, no Instagram

Lucy Alves falando do Padre Fábio de Melo

Johnny Massaro homenageando Caetano em seu aniversário

6 – Seja plural…

… E permaneça interessante. A melhor forma de perder a atenção do seu público é falar de um só assunto. De vez em quando, meio que ‘despretensiosamente’, comente sobre o assunto do momento, brinque com um meme, conte uma história, confesse uma gafe sua, distancie-se um pouco do seu universo artístico e surpreenda seus seguidores e fãs com um tema completamente novo.

Lucy usando suas redes para falar sobre maus-tratos contra animais

Iza, no dia dos pais, homenageado o seu pai

O cantor Silva compartilhando bastidores da sua turnê

7 – Mostre o seu trabalho! 

Agora, só não cometa o maior pecado que um artista pode cometer numa rede social: jamais deixe de mostrar seu trabalho, seu produto final, sua música, sua arte, seu talento. Afinal, você está ali justamente pra isso. Cante, desenhe, interprete, escreva, componha, crie. O público vai amar consumir o que você tem a oferecer. 

E caso você esteja pensando que esse item contrapõe o primeiro, você está enganadx! O segredo é o equilíbrio: não mostrar nem demais nem de menos, mas na medida.

O escritor gaúcho Carpinejar no Facebook

Ilustradora Layse Almada divulgando seu trabalho na web

Liniker usando o IGTV para soltar seu vozerão ❤

O escritor Zack Magiezi em sua página no Facebook

Se esse post te ajudou, compartilhe com quem também precisa ser ajudado.

Estes e outros conteúdos, você também encontra aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Rede Social é mais sobre dar do que receber

Compartilhar o que você sabe nas redes sociais é também uma forma de mostrar ao público o que você tem a oferecer comercialmente, mas de modo sutil, sem ser invasivo e sem pesar a mão. Funciona, mais ou menos, como a amostra grátis no supermercado: ofereça algo de graça para que saibam que você existe, para mostrar porque você é melhor que a concorrência, para despertar o interesse e, por fim, gerar vendas. Já superamos a era da propaganda pela propaganda, em que discursos de autoafirmação, regados a muuuuuitos autoelogios, fisgavam as pessoas. Desacreditamos dessas abordagens, porque o tempo nos provou que muitas marcas, nesse processo, mentiram descaradamente, disfarçaram suas mazelas e nos enganaram. Hoje, se você quer ser visto como o melhor e o maior, como o mais gostoso e mais incrível, vai ter que provar!

Não à toa, o Marketing de Conteúdo – essa prática de dar algo antes de pedir, de doar antes de vender, que a web tanto ama – é também conhecido como marketing da gentileza, porque nele, egoístas não sobrevivem. Se você não está disposto a TROCAR, jamais te darão importância. Aquela lógica antiga de empresas estabelecendo relações meramente comerciais com seu público não existe mais. As redes sociais nos deram a oportunidade de atingir outras camadas, ir mais a fundo em nossas conexões, e quem continua na superfície, com medo de se molhar, não é visto, não se destaca e não usufrui dos benefícios de um relacionamento genuíno, verdadeiro e consistente.

O que te faz achar que chama mais atenção postagens insistentes sobre preços, liquidações e queimas de estoque do que conteúdos sobre os valores da marca, seus posicionamentos acerca de causas sociais importantes, dia a dia, memes (por que não?), dicas e informações que podem melhorar ainda mais a minha experiência com produto X e/ou serviço Y? 

Importante dizer: há espaço para tudo! Mas se você está propenso a entregar apenas propaganda na timeline alheia, sinto muito, vai continuar falando sozinho. Porque você não se colocou no lugar do consumidor nem sequer perguntou a ele o que ele gosta de consumir na web. Porque você só pensa no próprio umbigo. Porque você é um spam. Putz, você não entendeu nada da brincadeira. Volte dez casas e recomece o jogo!

Antes de enxergar Facebook, Instagram, Twitter ou qualquer outra rede como mero espaço de vendas, onde seu único esforço é impactar pessoas com publicidade, entenda a Internet como plataforma de DIÁLOGO, em que a audiência está muito mais interessada em se entreter, informar-se, educar-se e inspirar-se. Proporcione isso! Seus seguidores naturalmente, em contrapartida, se interessarão pelo que você tem a dizer e vender. 

Dentro da sua realidade (como empresa ou creator), elenque temáticas, paixões e experiências que podem ser úteis ao outro e transforme tudo em conteúdos digitais excelentes. Entregue o seu melhor, sem medo de ser copiado pela concorrência ou de lucrar menos porque entregou algo de graça. O resultado é incrível! Soe interessante e despretensioso e pare de sufocar as pessoas com estímulos de comunicação que só deixam mais claro seu desespero por lucros e nada mais. Do contrário, você vai continuar afastando seu público por ele não se sentir valorizado dentro da sua estratégia. ’Só me chamou pra sair porque tá a fim de me comer, quando o que eu quero é envolvimento, paixão e relacionamento sério’. Sim, consumidores pensam assim. Sim, consumidores atuais (nós, no caso) são egocêntricos, mimados, apaixonados, carentes, fiéis e se sentem donos das marcas que eles gostam. E se você não devolve esse envolvimento na mesma medida, como num namoro que esfriou, ele parte pra outra.

 

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Sorteio nas redes sociais: pode ou não pode?

Olá, querido amigo que ama realizar sorteios para ganhar seguidores nas redes sociais! Tudo bem?

Sabemos que promoções como estas costumam atrair muita gente para os nossos perfis, portanto, parece ser a melhor solução numa estratégia digital. Mas o que você talvez não saiba, é que nesse assunto há leis e regras também.

Pra começar, a lei nem é tão nova e, embora muitos ainda fechem os olhos para ela, é super antiga e existe desde 2013. E o que ela diz?

1 – Sorteio (toda promoção que envolve sorte) é proibido nas redes sociais
Ele só será permitido se você solicitar autorização da SEFEL, Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria do Ministério da Fazenda. Antes, a Caixa Econômica Federal era a responsável por esta liberação, mas desde dezembro de 2018, a responsabilidade passou a ser da SEFEL. O processo pode durar mais de 30 dias, por isso, planejamento é fundamental; e você deve pagar uma taxa relativa ao valor do prêmio oferecido no sorteio. Por exemplo, se a premiação custar até 1.000,00, o valor da taxa será de 27 reais;

2 – Apenas empresas (pessoas jurídicas) podem realizar sorteios, desde que estejam em dia com seus tributos
Se você é produtor de conteúdo e deseja sortear algo, caso você seja pessoa física, somente a marca parceira pode pedir autorização desse sorteio à Sefel;

3 – Os prêmios podem ser em produtos, serviços, mas NUNCA em dinheiro

E se minha promoção for um CONCURSO CULTURAL, por exemplo? Posso? Sim, mas há regras também e descumpri-las, pode descaracterizar o seu concurso.

Concurso Cultural é uma ação promocional que não envolve sorte. Nela, o participante depende somente do seu mérito cultural, artístico, desportivo ou recreativo.

1 – É proibido exigir que o consumidor elogie a marca;

2 – O nome da empresa deve aparecer apenas como promotora do concurso e nunca no seu nome, chamada ou mecânica;

ERRADO: Participe da promoção da marca X! Basta escrever uma frase sobre seu amor pela marca X. A mais criativa leva o prêmio!

3 – A empresa NÃO pode premiar o ganhador com produtos ou serviços da própria marca;

4 – O concurso NÃO pode exigir que o participante utilize algum produto da marca nem que ele pague algo para para validar sua participação;

ERRADO: Para participar, junte 10 tampinhas de refrigerantes!

5 – O participante não é obrigado a aceitar receber conteúdos publicitários da marca para concorrer;

6 – NÃO pode exigir que o participante submeta seus dados a um cadastro e/ou responda à pesquisas para participar;

7 – Seu concurso não pode estar vinculado nem tampouco ser batizado com o nome de datas comemorativas, como dia dos namorados, dia dos pais e natal;

8 – IMPORTANTE! O seu concurso cultural NÃO pode ocorrer dentro de uma rede social, como Facebook, Instagram e Twitter. Estes canais devem ser utilizados APENAS para divulgar a promoção. O concurso deve acontecer num hotsite, aplicativo ou qualquer outra plataforma similar;

9 – E segundo as diretrizes do Facebook, usar termos como CURTA e COMPARTILHE também não é permitido!

As regras são estas e caso você insista em realizar sorteios e concursos culturais sem obedecê-las, além de arcar com uma multa no valor total da premiação, a sua empresa pode ficar até dois anos sem permissão para fazer qualquer tipo de promoção.

 

Gostou? Então compartilha com quem precisa saber dessas informações.
Mais dicas como estas, tem lá no meu perfil: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Hater: só mais um fã decepcionado

HATER: aquele odiador clássico da Internet, que te segue só pra te odiar. Se você não tem um desses, levante as mãos para os céus e agradeça. Mas se tem, preste bem atenção no que eu te digo: seu hater pode ser apenas um fã decepcionado.

RELACIONAMENTO é a palavra-chave para qualquer comunicação nas redes. Portanto, conquistar fãs e seguidores apaixonados deve ser uma busca constante, porque são eles que engajam suas postagens, viralizam seus conteúdos e até te defendem em momentos de crise. E entenda: processo de conquista demanda tempo, atenção e entrega. Se você, por pura preguiça, se distancia disso e cria um bloqueio entre você e seus seguidores, você frustra uma expectativa altíssima. E aquele fã que não é respondido, não é visto nem valorizado, se sente negligenciado e passa a procurar outras formas de chamar atenção, entre elas, a da ofensa. Isso se agrava quando, além de ignorar os comentários, directs e declarações apaixonadas dos seus seguidores, você passa a dar visibilidade a quem te ofende. Centenas de pessoas dizem todo dia que você é lindo e zero interação. ‘Não tenho tempo pra isso, Petterson’. Mas alguém te chama de feio e isso basta pra que você pare tudo que está fazendo pra responder o comentário, printar, postar nos stories, na timeline, imprimir, botar num outdoor, veiculou na TV… Mas olha, não é que você arrumou um tempo pra interagir na internet?! E o odiador pensa ‘Ufa! Finalmente fui notado!’.

Claro, tendemos sempre a reagir mais ao insulto do que ao elogio, porém isso não pode ser usado contra você. Inverta a lógica, ignore o HATER e valorize o fã (mesmo que pra ignorar o hater você precise respirar fundo duas horas seguidas). Converse, troque ideias, ouça, responda e ame o seu seguidor, porque quando você desvaloriza isso, você o perde. E depois que ele vira um odiador profissional, aí fica mais difícil reconquistá-lo.