Você se comporta bem nas redes sociais?

Rede social é cartão de visita. Você nem conhece a pessoa direito, mas ela já visitou seu perfil, com certeza. E nesse universo digital, bom comportamento conta muito. Em uma entrevista de emprego, na paquera em aplicativo, no grupo de Whatsapp da família, nos stories: em cada um desses ambientes, você cria uma imagem a partir das suas reações, postagens e atitudes. Portanto, é importante que você seja coerente, honesto e muito responsável em tudo aquilo que faz. Abaixo, algumas dicas podem te ajudar a ser uma pessoa muito melhor nas redes.

 

  • Não compre seguidores
    O desespero que faz você comprar amigos e followers nas redes sociais pode criar na cabeça das pessoas que te seguem a imagem de alguém que faz qualquer coisa pelo engajamento, inclusive, pagar por aquilo que deveria ser orgânico, gratuito, conquistado um a um. Foque num bom conteúdo e não meça o sucesso somente pelo número de seguidores. Relevância é muito mais que isso!

 

  • Não mendigue atenção!
    Abordar as pessoas via direct, inbox, e-mail ou comentários pedindo que elas curtam, comentem ou compartilhem seu conteúdo não é legal. Todo mundo deve ter o livre arbítrio para consumir apenas o que gosta, então não force ninguém a nada. Se seu post, sua promoção, seu sorteio e o seu vídeo não engajaram como você havia imaginado, procure outras estratégias, como compartilhar novamente num bom horário, impulsionar o post, entre outros.

Redes Sociais: o que não fazer. Assista agora!

 

  • Não fale somente de si
    Bom conteúdo nas redes sociais é muito mais sobre o outro do que sobre a gente. Se você usa os canais digitais apenas para satisfazer o seu ego, falar somente dos seus feitos e da sua rotina, sem motivar, inspirar, educar ou entreter alguém, ninguém vai te curtir. Use o seu conteúdo a seu favor, mas abordando temas que interessam às pessoas. E como eu sei o que interessa meus seguidores? Observando o que eles curtem, compartilham e conversando com eles.

 

  • Não compartilhe notícias falsas
    Muitas vezes no desespero de dar uma informação em primeira mão ou ganhar likes a todo custo, as pessoas acabam compartilhando notícias e conteúdos falsos nas redes sociais. Muito cuidado, você é responsável pelo que você publica na sua timeline. Não ponha em risco sua credibilidade. Antes de compartilhar qualquer coisa, cheque, pergunte, se informe e veja se a fonte é segura.

 

  • Não fale sobre o que você não sabe
    Hoje usamos as redes sociais também para nos posicionarmos sobre assuntos importantes, necessários e, algumas vezes, polêmicos. Omitir-se não é visto como um bom comportamento nesse universo digital, mas muito importante: se vai falar, fale sobre o que você sabe. Não opine sobre assuntos que você não domina nem se meta em discussões cujo tema é algo completamente fora da sua realidade. Em casos assim, é muito mais prudente ler e ouvir do que falar.

Este post também foi matéria na Revista Líder de setembro, distribuída gratuitamente nos supermercados. Obrigado pelo convite, queridos!

 

 

 

Variar é importante. Nas redes sociais também

Não só os escândalos do Facebook em 2018, mas as próprias discussões anteriores acerca dos seus algoritmos já nos provocavam a uma reflexão acerca do conteúdo postado em uma só rede: será que é mesmo prudente e saudável? O Joe Pulizzi fala muito disso nos seus livros, Marketing de Conteúdo Épico e Conteúdo S.A., sobre o cuidado de não entregarmos a um só canal todos nossos esforços, conteúdos e audiência. Mesmo conhecendo a realidade de pequenos empresários que gerenciam suas próprias contas ou empresas que não possuem equipes suficientes para lidar com mais de uma rede social, é necessário a gente refletir e levar em consideração todas essas reviravoltas que chegam sem avisar e, algumas vezes, nos obrigam a recomeçar do zero aqui na web.

Podcasts funcionam como um programa de rádio, a diferença é que você pode ouvir o que quiser e na hora que bem entender. Basta acessar, dar no play e/ou baixar o episódio. Um Milkshake Chamado Wanda é sobre entretenimento e cultura pop.

Quando o Twitter estava no auge, as pessoas começaram a migrar para o Facebook e Instagram. Snapchat no auge, os seguidores fugiram para os stories. Audiência incrível no Facebook, os números começam a cair. E isso não vai parar! Os ciclos digitais são muito mais curtos do que estávamos acostumados mesmo. O eterno aprendizado não é mero clichê, é realidade. A Internet empresta dessa geração a liquidez das coisas e leva muito a sério suas efemeridades. Não estou aqui para dizer se isso é bom ou ruim, mas que o sentimento é de sempre estar correndo atrás pra quem-sabe-talvez-de-repente-a-gente-consiga-dar-conta, ah, isso é! Quem influenciou ano passado, hoje a gente já nem lembra. Histórias que se esvaem em 24 horas. Memes de um só dia. ‘Que tiro foi esse?’ Passou e eu nem vi.

Pinterest é uma rede social de compartilhamento de fotos que funciona como um grande arquivo de inspirações. E a sua marca pode ter um perfil lá, como o Buzzfeed tem.

E as redes seguem o fluxo. E mudam quando querem. E não nos pedem opiniões. E a gente também muda. E nossas mudanças refletem nas redes. E por isso são chamadas Redes Sociais. E mudar é ótimo! A gente só não pode ficar refém. Seu cliente e sua marca também não. E uma das saídas talvez seja essa: não confiar todo nosso trabalho digital a uma só rede social. A Internet é vasta o suficiente para isso. Tente construir sua audiência e reputação em diversos canais. Não precisa abraçar o mundo, mas pergunte onde seus seguidores estão. Explore caminhos fora do combo ‘facebook/instagram’. Vá para o Spotify, faça podcasts, converse no Whatsapp, acesse o Linkedin, entre no Skoob, envie newsletter, fuja para o Pinterest. E se o seu público estiver no Tinder ou no Grindr, vá até lá também, ora, e sem preconceitos pra ser feliz.

A Rede Ovelha Negra, por exemplo, varia seus conteúdos produzindo newsletters mensais.

O Governo do Pará, um perfil de comunicação pública, explorando redes menos usuais como o Spotify

O Yummy Sensations, perfil no instagram comandado pela Ana Olívia, também produz e-books descomplicando a culinária e ajudando seus seguidores a cozinharem

Seu engajamento está baixo porque você não interage

Com quedas constantes de alcance em redes como Facebook e Instagram, muita gente me pergunta o que fazer. ‘Tenho me empenhado nas postagens, com conteúdo interessante e material bem produzido, mas parece que não adianta, meu engajamento continua caindo’. E é aí que mora o erro. Porque produzir boas postagens não basta, amigos! Isso é apenas parte do processo, sempre foi. Rede Social foi feita para se relacionar, trocar, dar e receber. Se depois de ajeitar, organizar e melhorar o seu perfil ou o do seu cliente/marca, você não põe a cara no sol, de nada adianta. É preciso terminar o serviço, indo à timeline pra curtir, comentar, compartilhar, seguir e/ou retuitar conteúdos alheios. Só assim você vai ser visto!

O Facebook do Nubank é um bom exemplo de interação

Gerar bom conteúdo e ficar paradinho na sua é tipo você, quando quer conquistar alguém, vestir a melhor roupa, passar o melhor perfume, ficar impecável e… continuar trancado em casa. Se você não chama pra sair, o crush não vai te notar. E assim se comportam algumas marcas na Internet, por achar que produzem conteúdos excelentes (e produzem mesmo!), elas não se dão o trabalho de sair do seu cantinho pra interagir e se relacionar com outras marcas e pessoas. Ou seja, infelizmente, produzem conteúdos somente para patrão ver.

Que tal começar hoje mesmo a exercitar essas atitudes nas suas redes?

1 – Dê atenção ao Direct

As mensagens enviadas via direct, DM, inbox e messenger são meios importantíssimos de se abrir um canal de conversação com o seu público. Se você ignora isso, você se fecha para grandes chances de engajamento, crescimento, prospecção e vendas;

Não seja como esse perfil que responde em maio perguntas de fevereiro

2 – Curta o conteúdo alheio

Postar no seu feed é só 50% do trabalho. A outra metade é interagir com os conteúdos dos seus clientes, parceiros, concorrentes (por que não?). Não seja egoísta: reserve um tempo para isso e aja de forma orgânica e personalizada, sem automatizar esse contato que pode, inclusive, te ajudar a ter bons insights sobre o que seu seguidor busca nas redes. Se for apenas pra deixar (obrigado) coraçõezinhos ou fazer comentários genéricos, melhor nem se dar o trabalho;

3 – Stalkeie!

Stalkear é o famigerado ‘fuçar a vida alheia’, mas aqui isso pode ser feito de forma honesta e sadia. rs Só stalkeando você vai ampliar seus horizontes, conhecer mais o seu público e interagir com possíveis novos seguidores também. Ao stalkear e curtir, por exemplo, posts de uma pessoa (com o perfil aberto) no Instagram, você se mostra, diz que você existe e caso haja interesse, ela pode acessar seu perfil de volta e até mesmo te seguir;

4 – Assista aos stories

Não ignore esses conteúdos. Assista aos stories alheios; veja quais são os assuntos mais recorrentes; interaja, responda aos estímulos, participe das enquetes; e note como as pessoas estão criando vídeos de 15 segundos. Agindo assim, quando você for criar os seus, o processo criativo será bem menos doloroso;

Inclusive, estou sempre por lá, só clicar aqui e assistir

5 – Não negue informações

Os dados relacionados ao seu negócio não podem ser um mistério. Democratize a informação e torne mais fácil a vida de quem deseja consumir seus produtos e serviços. Informações como geolocalização, preços, contato e horário de funcionamento, por exemplo, não podem estar escondidas, elas precisam, pelo contrário, ser reforçadas e estarem acessíveis. Mas se mesmo assim as pessoas perguntarem o que já foi dito, não deixe-as no vácuo, responda!

6 –  Indique algo que você gostou

Assim como você ama ser curtido, comentado e compartilhado, as outras pessoas também amam. E quantas vezes você fez isso? Quantas vezes você já indicou um perfil legal, um vídeo bacana ou um post de um blog maneiro (não que eu esteja te induzindo a algo)? Experimente a generosidade! A pessoa que você indicar certamente vai ficar muito mais propensa a interagir com você e a compartilhar seus conteúdos também;

Veja a lista dos meus perfis paraenses preferidos no Instagram

7 – Dê atenção aos seus seguidores!

A gente deseja tanto conquistar seguidores, amigos e fãs, mas quando isso acontece, nada é feito para que essa relação se mantenha. A pior coisa que você pode fazer nas suas redes é negligenciar quem te segue. Mesmo que você não consiga seguir de volta todo mundo, retribua o carinho, stalkeie de vez em quando, chame pelo nome, curta suas postagens, responda comentários, conheça, converse e crie um relacionamento duradouro. Só assim você vai ter seguidores fiéis e dispostos a te defender, te amar e te ajudar a crescer.

O clássico reply da Netflix ❤

4 livros para entender Marketing e Comunicação Digital

Indicar literatura sobre comunicação digital é sempre um desafio. Com a velocidade que as dinâmicas e os processos se modificam nas redes sociais, as chances de o conteúdo do livro se defasar são muito altas. Mas estas obras seguem resistentes ao tempo e contribuindo muito para a construção da sua marca na Internet. Vale muito a pena lê-las! E, se possível, leiam, preferencialmente, na ordem abaixo.

A MARCA PÓS-MODERNA
Andrea Semprini

Li esse livro pela primeira vez em 2009, em meio ao desespero de se parir um TCC. E ele salvou minha vida. Andrea Semprini foi quem abriu meus olhos pra tudo que eu reconheceria na prática e no mercado anos mais tarde. Mesmo desconhecendo a importância da comunicação digital que aumentaria consideravelmente dali a alguns anos, o autor já falava sobre algo essencial a qualquer marca atual: bom discurso. Num mercado em que produtos se assemelham cada vez mais, você só se diferencia pelos seus discursos, pelos valores que você sustenta e pela imagem que você impregna na mente dos seus consumidores. Esse discurso, ele chama de ‘Mundo Possível’. Semprini acredita que quanto maior for a sua capacidade de desenvolver mundos possíveis sólidos e coerentes na sua comunicação, maior é a possibilidade de você estreitar laços e se tornar indispensável na vida dos seus consumidores.

MARKETING 4.0
Philip Kotler

Nesse livro, Philip Kotler fala de nós. Dos nossos anseios enquanto consumidores, seres humanos e cidadãos da internet (netzens). Vai na ferida de empresas e marcas que, ainda muito imersas no padrão antiquado de se promover, acabam por meter os pés pelas mãos ao se relacionar na contemporaneidade. Mesmo pra quem é leigo, não é um livro difícil de ler, repito: ele é sobre nós.

O autor rompe com a ideia equivocada de que o digital acabou com o tradicional: ele acredita na coexistência, no Marketing Onicanal, numa comunicação alinhada e uniforme, não focada apenas em vendas, mas, sobretudo, na conquista de seguidores apaixonados e consumidores fiéis.

MARKETING DE CONTEÚDO ÉPICO
Joe Pulizzi

‘Os seus clientes não se preocupam com você, seus produtos ou seus serviços. Eles se preocupam consigo mesmos’. Joe Pulizzi, um especialista até então desconhecido pra mim, explica os motivos que levam muitas marcas a fracassarem nas redes sociais: pautadas na preocupação única de vender seus produtos, deixam de olhar pros lados, contar histórias e produzir conteúdos que impactem de fato a vida das pessoas. Bato nessa tecla há séculos e ele, nesse livro, atesta que ganha mais visibilidade, notoriedade e engajamento quem usa a Internet para produzir conteúdos relevantes e pertinentes, só assim se consegue destaque em meio a multidão. Embora alguns pouquíssimos conceitos tenham envelhecido com o tempo, é uma ótima leitura. Recomendo!

EMPREENDEDORISMO PARA SUBVERSIVOS
Facundo Guerra

Embora Facundo Guerra afirme que empreender seja uma ciência inexata, uma arte, um caminho e que cada um deve, sim, escrever a sua história à sua maneira, o livro ‘Empreendedorismo para Subversivos’ abre a nossa mente para esse universo e desconstrói muito do que se propaga acerca de um empreendedor. Alguns dos aprendizados que levo pra vida depois dessa leitura são esses:

– O empreendedor sabe que existem outras grandezas além do dinheiro. O empresário nem suspeita disso;

– Não se posicionar sobre causas controversas pode ser o beijo da morte de uma marca. O discurso ‘minha marca não se posiciona politicamente’ não cola mais. Hoje os consumidores entendem que as corporações são grandes articuladoras de energias diversas e, sim, muitas vezes têm maior capacidade de mudar o seu entorno do que governos;

– Tenha um propósito: a razão que te faz empreender. Se fizer isso só para ser rico, suas chances são diminutas. Produza para aumentar seu capital social, sua vaidade, busca por excelência, ego ou sentimento de grandeza, reputação, curiosidade, enfim, a lista é enorme, mas não deixe de produzir com propósito;

– Empreenda no intuito de resolver um problema. Concentre seu foco e sua energia para solucionar um problema legítimo e não somente para desenvolver um alto grau de inovação por puro fetiche, como no refinar de um produto que não precisava, no final das contas, de refinamento algum;

– Saiba quando parar. Seu negócio foi criado com uma narrativa e qualquer narrativa precisa de um fim. Não acredite que seu negócio durará para sempre porque não vai durar. Seja maduro e planeje até onde ele pode ir.

 

Para mais dicas sobre literatura, siga @cacosmetaforicos.

25 dicas para sua marca se relacionar melhor no Whatsapp

Você que se vangloria de ter uma lista enorme de transmissão ou uma base grande de contatos no whatsapp, para quem você libera diariamente propaganda do seu negócio, já se perguntou quantos desses contatos estão felizes com essa interação? Você testa periodicamente essa audiência, pergunta se ela está realmente satisfeita? Ou a relação é via de mão única, apenas você liberando conteúdos e os contatos mudos visualizando sem responder?

Se o seu público não reage aos estímulos que você envia, esse relacionamento é abusivo e a pessoa te odeia. ‘Ah, mas fulano nunca reclamou!’, nunca reclamou PRA VOCÊ, mas se ele visualiza e não responde, não interage com o seu conteúdo, ele deve estar odiando e não sabe como te falar.

Pra começar, se o conteúdo satisfaz somente seu ego e/ou visa apenas o lucro do seu negócio, sem benefício, utilidade e recompensa alguma pra quem está do outro lado, sua comunicação já está equivocada. E mesmo que seja útil, quando a frequência é grande, as pessoas pegam abuso do mesmo jeito. A chave é: SER INTERESSANTE e não pesar a mão. Você tem que valer esse 4G gasto.

Tire um tempinho da sua vida agitada e bata esse papo com seus contatos, com suas listas de transmissão, e descubra em que nível está a satisfação dessas pessoas em relação ao seu trabalho no Whatsapp. Conversando, você vai conhecer os reais desejos e necessidades do seu alvo e ser muito mais certeiro nas suas estratégias dali em diante.

Abaixo, reuni algumas dicas que podem te ajudar a ser uma pessoa ou marca melhor no Whatsapp. Espero que ajude!

1 – A primeira coisa que você precisa compreender é que o Whatsapp também é uma rede social. Então não adianta nada você ser legal, relevante e criativo em outras redes se nela você incomoda. Portanto, você deve abrir esse canal para se relacionar, conversar e não apenas para vender. Pense primeiro em ajudar as pessoas a resolver um problema e produzir conteúdos que satisfaçam suas necessidades ou desejos;

2 – Tenha um número comercial e o divulgue nas suas outras redes sociais: na bio e nos stories do instagram; na assinatura do e-mail; num banner no Facebook; num tweet; entre outros. Mas não confunda seu whatsapp pessoal com o profissional e diminua as chances de cometer gafes, encaminhando conteúdos indevidos para seus clientes, por exemplo;

3 – Quer abrir mesmo esse canal de conversa? Antes de tudo, peça permissão e não seja invasivo. Apresente-se, diga qual é o seu interesse ali e pergunte se a pessoa deseja esse contato;

4 – A pessoa permitiu? Não abuse. Não é porque ela te autorizou a estabelecer contato, que você vai enviar cinco, dez, vinte postagens diárias. Bom senso, amiguinho! Entretanto, a quantidade semanal de conteúdos enviados, você deve definir a partir da necessidade e do comportamento do seu público. Não há como generalizar. Um restaurante que compartilha seu cardápio, por exemplo, permite interação diária. Já uma revendedora de carros, talvez não;

5 – Se depois de um tempo a pessoa reclamar ou sugerir insatisfação, pare! Não insista numa relação que não está sendo agradável para quem está do outro lado;

6 – Quando adicionar um cliente na sua agenda, sinalize com uma sigla, palavra ou tag que identifique os interesses dele, como, por exemplo, Maria Ananindeua, João Vegetariano ou Carla Atleta;

7 – Tenha uma identidade visual, um logotipo, e disponibilize no avatar;

8 – Deixe que o consumidor conduza a conversa. Se apenas você iniciar e insistir no contato sempre, as pessoas podem encarar seu comportamento como desespero e isso não é legal para a imagem da sua empresa;

9 – Se vai enviar áudio, pergunte antes se a pessoa pode ouvi-lo. E mesmo que a resposta seja ‘SIM’, vá direto ao ponto. Ninguém merece áudios de 3 minutos;

10 – Escreva tudo que você quer dizer e só depois aperte ENTER. Não mande uma frase por vez, porque as notificações em excesso podem irritar quem você está tentando agradar;

11 – Cuidado com a ortografia. Não precisa ser sisudo ou enviar mensagens na língua culta, mas erros ortográficos podem contribuir negativamente para a imagem do seu negócio;

12 – Chame a pessoa pelo nome. Quanto mais personalizada for a interação, maiores são as chances de a pessoa se interessar e te responder. Se for pra automatizar a conversa, enviar correntes e disparar o mesmo conteúdo pra todo mundo “porque facilita a sua vida”, nem comece! Rede social pede interação um a um e você agindo assim não vai rolar;

13 – Não foque APENAS em vendas. Foque na resolução de problemas dos seus clientes: uma dúvida, alguma novidade, diferentes usos do seu produto, localização, horário de atendimento, como chegar, etc. Só assim você vai atrair a atenção e engajar seus consumidores no Whatsapp;

14 – Envie informações rápidas e conteúdos leves. Você está competindo a atenção do seu cliente com centenas de outros estímulos. Se você for prolixo na mensagem ou entregar um vídeo pesado demais, você pode perder a única oportunidade que você tinha de fisgá-lo;

15 – Use o Whatsapp, sobretudo, com quem já é seu cliente. Seu potencial consumidor pode te achar invasivo e te marcar como spam antes mesmo da conversa começar;

16 – Invista no pós-venda. Depois que seu cliente realizar a compra, pergunte a ele como foi o atendimento na loja, se a experiência foi agradável, se o produto estava em boas condições. Verifique se ele enfrentou algum problema de uso e tente resolvê-lo. Agindo assim, num futuro muito próximo ele vai lembrar de você e entrar em contato mais uma vez;

17 – Seja ágil e esteja sempre disponível! Não adianta nada você abrir esse canal de conversação se você demora a responder, ignora mensagens ou nunca está disponível. A relação não pode ser via de mão única e atender somente às suas necessidades quando você quiser. No meio do processo, as pessoas podem desistir de você e optar pela sua concorrência, se você não der a atenção que elas querem;

18 – Caso não esteja disponível para responder o tempo inteiro, estabeleça horários. E comunique isso em suas conversas e em suas outras redes sociais. Mas se lembre que muitas dúvidas e decisões de compra surgem em horários não-comerciais e se você não estiver pronto para atender, pode acabar perdendo a venda;

19 – Evite grupos, segmente seus contatos e crie listas de transmissão. Por meio delas, você pode dividir seus clientes em listas de interesse e enviar a mesma mensagem para eles de forma privada, sem a necessidade de criar um grupo. Por exemplo, se você tem clientes em diferentes cidades, você pode fazer uma lista para cada uma delas; se entre as pessoas que consomem seu cardápio, há veganos, coloque-os numa lista única; se no seu salão de beleza há clientes que só fazem as unhas ou só escovam o cabelo, crie uma lista para cada um desses clientes;

IMPORTANTE: para criar uma lista de transmissão é importante que as pessoas tenham o seu contato salvo no celular e você tenha o contato delas salvo no seu também. Caso contrário, elas não receberão seu conteúdo.

20 – Deixe o cliente à vontade para sair da sua lista de transmissão a qualquer momento. De vez em quando, deixe uma mensagem no final do material que você enviou lembrando que se ele quiser sair da lista, isso pode ser dito;

21 – Treine sua equipe. Se outras pessoas respondem pela sua marca no Whatsapp, capacite todas elas. Realize treinamentos de Relacionamento e Vendas; crie um código de condutas; identifique as perguntas frequentes e produza um material de apoio disponível para todos; e dê a eles autonomia para realizar sempre um atendimento personalizado;

22 – Explore seu STATUS. Essa função é similar aos stories do Instagram e permite publicar fotos, vídeos e GIFs que desaparecem em 24 horas. Muita gente consome os status alheios e eles podem ser fortes aliados no seu relacionamento no Whatsapp;

23 – Seja paciente! Muitas vezes ao dia você vai repetir a mesma informação, dizer o que já foi dito, comunicar o óbvio, mas não pode se estressar. Um bom atendimento pode resultar num relacionamento fiel entre seu cliente e a sua marca. Está agoniado, num mau dia ou mal-humorado? Largue o celular, vá respirar e depois volte aos trabalhos;

24 – Afinal, como comunicar sem ser invasivo?

  • Dê descontos para quem salvar seu contato no Whatsapp;
  • Se seu negócio trabalha com encomendas, diga ao cliente qual é o prazo de entrega e envie o código de rastreamento para ele acompanhar;
  • Divulgue novidades, produtos recém-chegados e liquidações em primeira mão. E deixe claro ao seu contato que ele está recebendo uma informação privilegiada como recompensa pela relação que vocês construíram;
  • Compartilhe dicas de como o seu cliente pode usar o seu produto;
  • Ofereça a possibilidade de ele reservar produtos via Whatsapp;

25 – Estude o relacionamento. Cada cliente é único e por mais que existam dicas, fórmulas, técnicas e macetes ensinando a melhor forma de se comunicar com seu público, só essa troca diária vai te dizer qual é a melhor estratégia e o que deve ser feito. Portanto, meça os resultados sempre. Pesquise, pergunte, observe, leia as entrelinhas e mude a rota quando for necessário. De repente, para o seu negócio, tudo o que foi dito acima não serve pra nada e só cabe a você encontrar o melhor caminho.

Bom trabalho!

Dicas assim você também encontra nos stories do meu Instagram: @pettersonfarias

10 perfis paraenses para seguir no Instagram

Publicitário, fotógrafos, jornalistas, blogueiras fazem parte dessa lista de perfis que eu amo seguir no Instagram. Lista como sempre muito maleável, né?! Porque tô sempre trocando de preferências, mas hoje, estes são os 10 paraenses que mais curto seguir na nossa rede queridinha. As escolhas, óbvio, não levam em consideração a quantidade de seguidores, tem relevância maior que um bom conteúdo?!

1 – @nayjinknss

Essa é a minha preferida do feed da Nay

Só as pedras

157

A Belém que ninguém quer mostrar é a cidade que a gente vê no perfil da Nay. Seus posts visibilizam os anônimos, contam histórias emocionantes, registram o cotidiano das periferias e dão outras cores à capital que nem só de Círio e carimbó vive.

2 – @jeoneto

Cotidiano Kayapó

Alter do Chão/Santarém

Último rolo pra terminar a rede de pesca

Sou magoado com o Zé até hoje por ele ter abandonado a carreira promissora de youtuber, mas que bom que ele continua emprestando seu olhar e talento a redes como o Instagram. Nela, ele registra suas andanças pelo Pará e compartilha com a gente causos, vivências e histórias que coleciona a cada cidade que visita. Não se esqueça de assisti-lo nos stories também.

3 – @marcionagano

Melanina Marajoara

O sol está servido (Pindobal/Belterra)

Preto e Branco

O Márcio Nagano é do audiovisual e, mesmo com anos de experiência, ainda não desbravou redes como o youtube, mas segue arrasando nos cliques pro Instagram. Ainda bem!

4 – @carachesti

Marujada (Bragança/PA)

Carnaval em São Caetano de Odivelas

Eu amo essa foto!

Eu ia falar que o Bruno Carachesti é um dos fotógrafos que melhor capta o cotidiano belenense, porém selecionando agora as fotos pra esse post, vejo que não só de Belém, mas do Estado. Momentos importantes para o povo paraense, como a Marujada, festejos juninos e o Círio, estão retratados lindamente no perfil dele.

5 – @naydoliveira

Dona da Ilha do Combu

Toda a classe dessa maquiadora elegante

Quinto dia útil

Maquiadora e Digital Influencer de Classe Média em ascensão. Assim que a Nay se denomina na bio do seu instagram. No quesito BORDÕES, ela é a nossa linda linda linda Thaynara OG e não se discute isso, #PAS! Humor, maquiagem, séries, ostentação e um vasto elenco fazem parte dos stories mais comentados da cidade. (não se preocupem, quando ela posta stories demais, eu sou o primeiro a brigar com ela!)

6 – @belemphotos

Ver-o-Peso por Socorro Simonetti

A galeria de fotos que também é sala de cursos

Cores do Veropa por Turiano Neto

O Belém Photos é um dos perfis colaborativos mais seguidos no Pará e um dos melhores também. Um instagram ótimo pra se descobrir talentos pela cidade, sempre em destaque no feed deles. O projeto cresceu e hoje é também um espaço com galeria de fotos, coworking, sala de cursos e estúdio fotográfico, no centro de Belém.

7 – @orodrigobittencourt

Já colocou tuas ideias no papel?

O menino do audiovisual

Dicas do Rodrigo pra quem quer produzir conteúdos digitais

Dessa lista, o Rodrigo é o único que não mora mais em Belém, mas entrou aqui porque sim. Perfil recomendado pra quem deseja produzir bons conteúdos pras redes sociais, mas não sabe por onde começar. Ele é filmmaker, youtuber e defensor dos vídeos na vertical. Bom também acompanhá-lo nos stories.

8 – @thiago_gomes_photography

A chegada em São Félix do Xingu

Motim (Castanhal/2014)

Mangueirão

Thiago é fotojornalista e, na minha opinião, deveria ter muito mais seguidores do que tem hoje. O feed dele é um mergulho em cenas genuinamente paraenses e é sempre muito bom vê-lo.

9 – @lulymendonca

Sócia-proprietária do Combu, junto com Nay D’Oliveira

Pepekas Poderosas

Moda, bichos e feminismo são temas recorrentes no perfil da Luly

Luly é uma das pessoas que mais se permite brincar com o feed. É uma criatividade sem fim. Já teve perfil monocromático, já arranjou briga nos stories com influenciadora famosa e agora canta tocando ukulelê. Moda, bichos, Combu, viagens e feminismo são os temas que mais você vai ver no perfil dela. Além dessa lista, já entrou na de influenciadores que admiro e se nesse blog rolar uma lista de stories preferidos, ela também vai estar. Juro, não tô pegando a Luly!

10 – @eguadaphoto

Que hora, Belém?

Amor ribeirinho

Pavulagem na praça

Pra começar, eu amo demais o user ‘égua da photo’, é uma frase que a gente repete tanto… ❤ O perfil é do Diego Michel e tem um daqueles feeds pra gente passar horas admirando e stalkeando.

Ah, e se sobrou espaço aí, o meu perfil no instagram é Petterson Farias.

Propósito, Problema e Política nas Redes Sociais

Propósito, Problema e Política. Três forças que o empresário e autor do livro ‘Empreendedorismo para Subversivos’, Facundo Guerra, diz serem fundamentais para o empreendedorismo atual e que também contribuem consideravelmente para que as marcas desenvolvam bons relacionamentos nas redes sociais. Tomei a liberdade de flertar com os pensamentos do autor e dei uma adaptada, trazendo um pouco mais para realidade digital, embora ele já faça isso muito bem no livro.

PROPÓSITO

O que te move? O que te faz iniciar um trabalho nas redes sociais? Se me falas que o interesse é somente ganhar mais seguidores e/ou gerar vendas, tua marca dificilmente vai ser vista. Tem muita gente já limitando a visão do seu negócio dessa forma na web. E as pessoas seguem querendo muito mais das empresas. Antes de fazer qualquer postagem, pergunte-se ‘qual a missão da minha marca na Internet? Qual a missão dos meus conteúdos? Que impacto eles terão na vida das pessoas, eu ganhando menos ou mais dinheiro?’. Saia do protagonismo e passe a pensar um pouco mais em quem vai te ler, te seguir, te consumir. E jamais pense em limitar os benefícios do teu conteúdo a apenas quem vai COMPRAR teu produto ou serviço. Pelo contrário, democratize, compartilhe, ofereça uma informação/experiência valiosa sem pedir nada em troca. Dessa forma, vais conquistar um público engajado e apaixonado pela tua marca. Teu público não sabe escolher abacate no mercado, ensine! Ele não sabe onde se emite documentos, mostre o caminho. Não sabe como começar um canal no youtube, grave um tutorial. Seja indispensável. ‘Mas em conteúdos assim, meu produto não aparece’, então que tal parar de só pensar no próprio umbigo? Rede Social é muito mais sobre o outro do que sobre a gente.

O youtuber Rodrigo Bittencourt compartilha dicas para quem quer produzir bons conteúdos nas redes sociais

O alerta da Prefeitura de Recife sobre a necessidade de se fazer mamografia

No canal da Quem Disse Berenice? vídeos úteis aos seus consumidores

As instruções do Imetro Pará para que as pessoas saibam se o produto comprado é legal ou não

PROBLEMA

O teu conteúdo é mais do mesmo ou ele, de fato, faz a diferença na vida de alguém? E se ele sumisse hoje, alguém sentiria falta? Se não, reveja as suas estratégias. Assim como o seu produto, o seu conteúdo nas redes também deve ser útil, deve gerar algum benefício pra quem o consome. Portanto, a cada post: seja útil, não só ao teu ego e à tua renda, seja útil ao outro. Transforme a vida de quem te lê, ofereça uma informação preciosa que ela não teria se não te seguisse. Faça rir quem está triste. Inspire o desanimado. Eduque o desinformado. Inspire! Seja didático, empático, dê atenção. Descubra quais são os principais problemas dos seus seguidores nas redes e tenha como objetivo de vida resolvê-los.

Eduque o desinformado como essa dica do CSJT no Facebook

Seja didático como esse post da doceria Doux du Jour

Faça alguém rir como os vídeos da Tia Paula

POLÍTICA

Tome partido! Pense na política de modo mais amplo, como algo em prol do bem coletivo e levante suas bandeiras. Se antes, as marcas priorizavam uma comunicação genérica, de baixo risco, consensual, para não entrarem em ‘zonas de risco’, hoje é exatamente isso que os teus consumidores esperam de ti. Que tens um produto incrível, isso eu já sei. Mas se pra ele existir, tu testas em animais, prejudicas o meio ambiente ou escravizas pessoas, teu produto não serve pra mim! Hoje as pessoas esperam discursos muito mais profundos das marcas, que vão além das propagandas que descrevem características de produtos e serviços. Se você e o seu empreendimento acreditam no valor da mulher, são contra a homofobia e abominam toda e qualquer discriminação racial, fale isso, grite isso, sobretudo, nas redes sociais. ‘Mas agindo assim eu não posso afastar possíveis clientes?’ Sim, mas um cliente que não dialoga com os teus valores vai realmente te fazer falta? Acho que não, hein?! Posicione-se. Facundo diz que as pessoas hoje, desacreditadas de governos, buscam nas marcas reverberação e aval para suas lutas, porque entendem que CONSUMIR é, sim, um ato político. Essas pessoas sabem em que tu acreditas ou continuas aí te escondendo?

Bom planejamento pra ti!

A Vick, no Dia dos Namorados de 2017, falou sobre um assunto ‘delicado’ para muita gente e que algumas marcas ainda evitam falar: diversidade. O resultado ficou incrível! Emocionante, né?!

A política da The Body Shop é em defesa dos animais

Campanha linda de algumas empresas em prol da causa gay durante a Parada LGBTQ+ 2018

O protagonismo indígena nas redes da Ovelha Negra

O feminismo nas ações on e off do Parque Shopping Belém

Influenciadores Digitais: será que influenciam mesmo?

Sobre a relevância dos Influenciadores Digitais ou, como prefiro chamá-los, dos bons produtores de conteúdo:

Mesmo que você diga que não é influenciado por ninguém, não há saída, se nos relacionamos, influenciamos e somos influenciados. Você é um ser social. Da hora que acorda até a hora que dorme, você é influenciado por algo ou alguém. E a relevância dos produtores de conteúdo está no fato de que redes sociais são feitas por e para as pessoas. Nelas, marcas costumam ser intrusas, além de desacreditadas; por conta de todos os vícios e exageros da publicidade tradicional das últimas décadas, muitas empresas ainda são vistas como falsas e mentirosas. Portanto, nesse contexto, pessoas tendem a ouvir pessoas, para o bem e para o mal; pessoas se conectam com quem gostam e ninguém (eu disse ninguém) gasta deliberadamente seu 4G pra ser bombardeado por marcas somente preocupadas em vender. A gente se conecta para ver a vida alheia, para aprender uma receita, para pegar dicas de viagem, para falar e ouvir, ler e escrever, trocar conhecimentos, afetos e ideias.

Os números, os especialistas e as experiências de quem trabalha com comunicação digital dão conta de que hoje não há decisão de compra sem passar pela influência do que é dito, escrito e mostrado nas redes. Não adianta o hater chorar, isso só tende a aumentar. E quando falo em influência, falo de toda e qualquer influência: dos que se dizem influenciadores até aqueles que nem sabem que influenciam, mas influenciam tanto quanto. Pais, amigos, colegas de trabalho, pessoas que admiramos. Natural esse universo ainda ser tratado com desdém e desconfiança, porque nele há também muuuitos equívocos e exageros, mas marcas que vivem cotidianamente a Internet e compreendem, sem preconceito, a dita relevância dessas pessoas têm saído na frente e chegado ao seu consumidor de modo muito mais orgânico e eficaz. Cabe conhecer bem seu consumidor, seu nicho, e somar forças com quem abre seus canais de comunicação (pagando ou não) para dar visibilidade para marcas que muitas vezes não têm um terço da audiência que um grande produtor de conteúdo tem.

A gente ri dos que sonham somente com a fama; dos que usam seus seguidores para entrar no show da Anitta; dos que compram seguidores para virarem “digital influencer”; assim como de um monte de conteúdo ruim sendo produzido por aí; mas tem também muita gente séria, honesta, criativa e talentosa, que desenvolve um bom trabalho e tem feito trabalhos incríveis em parcerias com pequenas e grandes marcas, onde todo mundo ganha: as empresas, os seguidores, os produtores e a própria rede. Há de se separar o joio do trigo e criar uma relação sadia com essas pessoas, elas podem contribuir e muito para o seu negócio.

Ah, e não preciso nem dizer que você não precisa amar o conteúdo que o cara faz, né?! Ele pode nem ser para você. Mas se a análise é profissional, você consegue enxergar os bons produtores desse meio com toda certeza.

Na lista dos meus produtores de conteúdo preferidos HOJE estão nomes como:

1 – Carlinhos Maia

O nordestino Carlinhos Maia é um dos perfis de humor mais divertidos na Internet hoje. Ele transforma seu cotidiano em piadas e sacadas divertidas com aquele sotaque maravilhoso e hoje tem projeção nacional, com mais de 8 milhões de seguidores no Instagram. Seus vídeos no Facebook e seus stories são sensacionais. Vale a pena assisti-lo!

2 – Rod Pocket

O Rod mora no Rio de Janeiro e é uma das arrobas que mais fazem a diferença no Twitter. É tão bom entendedor das tiradas rápidas e das frases engraçadas que hoje tem mais de 80 mil seguidores na rede e já até integrou o time do site de humor Sensacionalista.

3 – Luly Mendonça

Paraense, instagrammer e blogueira sem blog. Já fez de tudo na Internet (eita, quase tudo!) e hoje é um dos perfis que mais gosto de seguir no Instagram. A gente se conheceu por causa do snapchat, mas o feed sempre em ordem, os posts inspiracionais sobre moda e feminismo, além dos stories divertidos, fizeram eu me apegar ainda mais. Luly é massa, pode seguir!

4 – Leonardo Picon

Picon é sensação entre o público mais jovem. Com menos de 25 anos já é empresário e tem quase 3 milhões de seguidores no Instagram. Quando se falar em perfil de moda masculina, o dele é um dos meus preferidos.

5 – Anna Laura

Eu queria morar no feed dela! Anna Laura tem um site com dicas de viagens com sua amiga, o Carpe Mundi, mas eu sou apaixonado mesmo é pelo instagram dela. Além de fotos impecáveis, de lugares que a gente sonha em visitar, ela ainda é super atenciosa com os seguidores, responde todo mundo, o que hoje, convenhamos, é algo raro entre os grandes influenciadores.

6 – Roncca

Tenho verdadeira paixão pelo feed dele. Fotógrafo dos bons, ele tem um dos perfis no instagram que mais curto. Suas fotos vão desde capturas aéreas de cidades como Salvador até retratos de indígenas de São Félix do Xingu/PA. Há quem diga que é um sortudo por estar sempre nos melhores rolês Brasil e mundo afora, mas sorte mesmo temos nós por poder acompanhar suas rotinas de trabalho por meio de imagens tão lindas.

7 – Bruna Feia

Serei obrigado a matar a pessoa que disser que sou suspeito pra falar da Bruna por ela ser minha amiga, mas é sério: ela é o melhor twitter que o Pará já viu e está entre os melhores perfis do Brasil, sem dúvida alguma. Conquistou mais de 30 mil seguidores com muito sarcasmo, deboche e post de gatos. No Instagram, recomendo muitíssimo seus stories também.