Você NÃO tem que agradar todo mundo!

Não, você não tem que agradar todo mundo nas redes sociais. Pelo contrário, quanto mais nichado – segmentado, focado – você for, melhores ficarão os seus conteúdos e as suas conversas; mais íntima a sua marca será do público que ela quer tanto conquistar.

Já tem gente demais produzindo na internet. Já tem marcas demais disputando pela atenção das pessoas na web. Há milhões de conteúdos superficiais despejados nas redes sociais diariamente. E eu tenho certeza que você não quer ser só mais um, mas enquanto você estiver nessa de atingir homens e mulheres, de 8 a 80 anos, de todas as classes sociais, do Brasil inteiro, ou seja, TODO MUNDO, você nunca vai construir comunidade nem criar relações verdadeiras com quem de fato interessa ao seu negócio. 

Fora o fato de que quem tenta agradar geral nunca sai do lugar, engessado pelo medo de desagradar este ou aquele grupo. Não há Marketing de Conteúdo que vigore sem sair de cima do muro. Tem que tomar partido, tem que se posicionar, tem que escolher um lado. É imperativo dizer ao mundo no que você acredita, que princípios a sua marca carrega, para que ela se conecte com quem compactua com seus ideais e, naturalmente, conquiste consumidores, seguidores e fãs fiéis. 

Faça recortes, tenha um foco muito bem estabelecido. E para além das características clássicas, como classe social, idade e localização, trace o perfil desse público-alvo a partir dos seus comportamentos também.

> o que move essas pessoas politicamente?

> como elas usam as redes sociais?

> quais são as suas paixões?

> e os assuntos que mais elas buscam na internet?

> quais são suas verdadeiras dificuldades e necessidades?

> elas compram on-line, pechincham valores, pagam à vista?

> que fatores seus potenciais compradores levam em consideração na hora de comprar?

> O que eles associam ao sucesso?

> Quem eles admiram, quais suas referências e inspirações?

Mais dicas digitais, aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Respeite o unfollow alheio

Sim, eu sei que a gente se chateia quando alguém que admiramos/gostamos nos dá unfollow ou quando perdemos seguidores em massa, afinal, produzimos conteúdos para atrair, agradar e apaixonar amigos, clientes e fãs, não afastá-los. Mas se isso acontece, ao invés de reclamar ou abordar as pessoas individualmente, numa tentativa de questioná-las acerca dos motivos, opte pela autoanálise, olhe para dentro e repense seus conteúdos, suas editorias, seus formatos. 🙃

O uso da rede social é egoísta mesmo: entramos aqui para satisfazer as NOSSAS necessidades, tirar as NOSSAS dúvidas, buscar informações para o NOSSO proveito, inspirar as NOSSAS vidas. E se você não oferece isso pra quem te segue, infelizmente, as pessoas não vão durar.

A tentativa de melhorar é genuína e deve existir, mas sem abordagens individuais com quem nunca firmou um pacto de follow perpétuo com você. 🤝

✅ abra caixinhas de perguntas para os seguidores sugerirem novos temas e formatos;


✅ observe seus comentários e direct para saber quais são as grandes dúvidas da audiência;


✅ busque referências;


✅ crie novas editorias e saia da monotonia;


✅ não abuse do recurso: uma hora o mesmo bordão/formato pode enjoar!


✅ estude Marketing de Conteúdo;

Resista à vontade de constranger o outro por causa de um unfollow inesperado. Quer saber? Às vezes, é mais sobre ele do que sobre você: mudaram os interesses, as buscas agora são outras e seus conteúdos, mesmo sendo muito bons, já não os satisfazem. Há algo errado nisso? De maneira nenhuma.

Paz! 

Também estou no https://www.instagram.com/pettersonfarias/

“O TikTok não é pra mim…”

🗣 CALMA! 🗣 

✨nada contra quem faz dancinhas e dublagens no TikTok, inclusive faço✨

Mas esse post é só pra te lembrar que a rede social dos vídeos rápidos e trends divertidas não se resume a estes formatos; pelo contrário, tem muuuuita gente criando conteúdos originais, divertidos, úteis e relevantes lá, cada um na sua linguagem, no seu jeito. E você pode fazer isso também! 

O TikTok cresceu absurdamente no Brasil no último ano e tem sido mais um importante canal pra produtores de conteúdos e negócios que querem construir uma marca forte na Internet. 

Tem gente compartilhando receitas, dando dicas de moda, fazendo tutoriais de vídeos, conversando sobre saúde mental, analisando voz de cantores, comentando realities shows, enaltecendo a Amazônia, divulgando novidades do Marketing Digital, discutindo causas importantes… Ih, o que não falta é conteúdo interessante! 

Baixe o app, observe, pesquise, consuma conteúdos e se inspire! Também estou lá, só procurar por pettersonfarias 🙃🤝

(Ah, e se quiser ficar nas dancinhas e dublagens, tá tudo bem também)

O que aprendemos com a dupla Gil e Juliette e podemos aplicar nas redes sociais

🌵🎓 AAAAAAAI, BRASIIIIIIIL! 🌵🎓

Independentemente de qualquer resultado, é inegável o sucesso dessa dupla. Gilberto e Juliette, em 3 meses, pararam o Brasil e transcenderam o programa da TV. Invadiram a Internet, mobilizaram torcidas, apaixonaram o país e nos ensinaram muito como se conectar genuinamente com seguidores e fãs.

Muitos desses ensinamentos, podemos (e devemos) aplicar nas redes sociais. Quer ver? 🤓

1 – NORDESTINO, GAY, ECONOMISTA E MÓRMON… esse é Gil do Vigor!

2 – TRANSMÍDIA ARRETADA

Já o sucesso da Juliette também se deve à incrível capacidade da sua equipe de criar suas próprias narrativas sem depender da TV. Nestes 100 dias, eles criaram editorias divertidas, potencializaram os bordões da sister, abraçaram causas sociais, mobilizaram artistas, posicionaram-se politicamente e causaram na Internet.

Sua marca precisa fazer o mesmo. Não se prenda a uma só rede social. Conquiste a audiência por meio de uma comunicação que se estabeleça por meio de histórias interessantes, diversos canais e diferentes formatos.

Os seguidores amam marcas criativas!

3 – O BRASIL DA CACHORRADA!

Gil do Vigor serviu (E MUITO!) entretenimento nesses meses de BBB. 

Autossuficiente em memes, bordões e regozijos, o brother protagonizou momentos inesquecíveis na casa, mesmo competindo com outros 19 participantes pela atenção do público.

A equação é simples: se você usa as redes apenas para se autopromover e falar dos seus produtos e serviços, ninguém se interessa pelo que você tem a dizer; mas se seus conteúdos visam, antes de qualquer coisa, ENTRETER o seu público, pode apostar, ele nunca vai abandonar você.

4 – NÃO CRIE EXPECTATIVAS, CRIE CACTOS!

5 – GIL, O PHD EM BIG BROTHER BRASIIIIIIIIIL

Antes de ser participante, Gilberto sempre foi um cara apaixonado pelo BBB. Isso fez dele um grande estudioso das dinâmicas do reality show e, consequentemente, um forte jogador, respeitado pelos seus adversários.

Quanto mais você estuda, melhor você fica! E quando se trata de redes sociais, reflexões e análises são essenciais. Isso aqui muda a todo instante e agir sem mensurar, produzir sem refletir, nunca vai fazer de você um campeão. 

VEJA TAMBÉM: O que aprendemos com o BBB21 e podemos aplicar nas redes sociais

6 – ASSUMA SEU BO!

Mesmo quando Juliette foi retirada de pódios, rejeitada por todo mundo e a casa tentou fazê-la acreditar que estava errada, ela permaneceu fiel aos seus valores, às suas alianças, e não soltou a mão de quem ela gostava. A paraibana sustentou suas preferências e carregou os seus valores e discursos até o fim.  

Para ser autoridade e referência nas redes sociais, o caminho é o mesmo. Não vai ser atirando para todos os lados nem surfando em todas as modinhas da Internet que você vai se destacar. Hoje, creator de moda, amanhã blogueira de vida saudável, semana que vem especialista em Marketing Digital… Não! Seja, antes de qualquer coisa, franco com seus princípios, suas verdades, paixões e habilidades, mesmo que o mercado te cobre outra coisa. 

Trilhe seu caminho, crie suas narrativas, fale do seu jeito e, mesmo que o resultado não venha imediatamente, insista, logo as pessoas te reconhecerão.

7 – FAZ TEU VT!

Se estamos falando de um programa de televisão, não há erro algum em fazer VT. Encenar, chorar, fazer tchaki tchaki, cantar tchurubei tchurubai, encontrar formas criativas de atrair as câmeras para você é mais uma estratégia de todo bom jogador no BBB. 

Enquanto isso, a sua marca segue fazendo mais do mesmo, insistindo em conteúdos que são a cópia da cópia da cópia da cópia, por achar que dancinhas, dublagens, trends, memes e reels não são para você. 

Lembre-se: toda relação que não surpreende cai na monotonia. E a monotonia não vende nada. Se solta! Você não veio até aqui pra perder pra basculho, né?!

8 – O BRASIL TÁ LASCADO!

Imagens: TV Globo

Dicas digitais também aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Dicas para o seu primeiro e-book

Nesses dias difíceis de pandemia, isolamento e chances menores de trabalho, alguns produtores de conteúdos encontraram nos infoprodutos (produtos digitais) a oportunidade para gerar renda e lucrar sem sair de casa. O E-BOOK (livro digital) é só mais um exemplo deles.

Em 2020, eu lancei o meu primeiro: Conteúdos Digitais na Prática – 50 dicas para quem cria nas redes sociais. Agora, em 2021, devo lançar o Construindo Minha Marca nas Redes Sociais, e a partir das minhas experiências, é que eu divido com vocês um passo a passo, para que você escreva e lance o seu também.

1 – OFEREÇA AMOSTRAS GRÁTIS

Antes de vender, compartilhe gratuitamente parte dos seus conhecimentos, informações e vivências. Use as redes ao seu favor e nelas, entregue aos seus seguidores conteúdos de valor, capazes de instigar neles o desejo de consumir mais, mesmo que pagando um preço por isso.

2 – CRIE UMA COMUNIDADE

Transforme estas pessoas interessadas nos seus conteúdos em um grupo e gere nelas um sentimento de pertencimento, a fim de mantê-las por perto, não só consumindo seu trabalho, mas também falando bem dele na web. Esteja disponível para diálogos mais profundos; responda seus seguidores engajados; crie grupos no WhatsApp, Facebook, Telegram; ofereça a eles conteúdos exclusivos; dê atenção; chame pelo nome; se interesse verdadeiramente pelas suas conversas, dúvidas, depoimentos, críticas e sugestões.

3 – CONHEÇA AS PERGUNTAS NÃO RESPONDIDAS REAIS DESSA COMUNIDADE

Porque só a partir dessas conversas e dessa relação mais íntima com a sua comunidade, é que você vai descobrir quais são as suas dúvidas reais, seus objetivos e interesses, suas lacunas e as grandes necessidades que atormentam a sua vida: todos eles, insights valiosos e matéria-prima para o seu primeiro e-book.

4 – COMECE A ESCREVER

Após descobrir e elencar as principais dúvidas dos seus seguidores, empenhe-se em responder uma a uma em um livro digital. Entenda: se não for ensinar nem educar ninguém, de nada vale seu esforço. Seu e-book PRECISA fazer a diferença na vida das pessoas.

Ah, visual conta muito, hein?! Não basta um bom texto, o layout tem que surpreender. E se você não domina o DESIGN, contrate alguém para fazer isso por você.

5 – COMPARTILHE OS BASTIDORES DE TODO O PROCESSO

Enquanto você escreve e desenvolve o e-book, não se esconda. Transforme cada instante dessa jornada em curiosidades, teasers (conteúdos de expectativa) e momentos de interação com o seu público-alvo nas redes sociais. Desde o início, você precisa plantar a sementinha que vai crescer e despertar o interesse da audiência.

Gostou? Vem consumir outros conteúdos como este aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Crise nas redes sociais: o que não fazer?

Crise é um negócio difícil mesmo, não é?! E a gente morre de medo de passar por uma, eu sei. Porém, mesmo não estando em uma agora (jogue suas mãos para os céus e agradeça), estuda-las é uma estratégia importante para sofrermos danos menores se um dia elas acontecerem. 

Veja abaixo algumas dicas importantes sobre como NÃO se comportar em uma crise digital:

1 – DEMORAR PARA RESPONDER

Óbvio que não incentivo comportamentos precipitados, sem estudo prévio da situação, aumentando assim as chances de agravar ainda mais a crise; mas é preciso agir rápido. Quanto mais você demora, mais margem você dá para fake news, inquietação da audiência e boatos nas redes sociais. Ao menor sinal de crise, comece a observá-la, acione a equipe e comece a trabalhar.

2 – NÃO PEDIR DESCULPAS

Ao se manifestar, peça desculpas. Sabemos que ninguém erra querendo errar, muito menos você. Mas se o problema surgiu e a crise aconteceu, durante a sua gestão, sua marca vai lidar com um grupo de pessoas extremamente irritado e insatisfeito e só reconhecendo o seu erro é que você será capaz de acalmar os ânimos, iniciar um diálogo e encerrar a crise da melhor maneira.

3 – ISENTAR-SE E CULPAR A AUDIÊNCIA PELO MAL-ENTENDIDO

Ao interagir com a audiência, não adianta se esconder por trás de boas intenções, tentando se isentar da culpa. Algo deu errado e ponto: você precisa arcar com as suas responsabilidades e jogar a culpa para a audiência, por meio de discursos como “vocês que não entenderam” e “não foi isso que eu quis dizer”, só vai piorar a situação.

4 – RESSALTAR APENAS SUAS QUALIDADES E TRAJETÓRIA

Não use notas oficiais SOMENTE para falar de si. “Se a sua carreira não te impediu de cometer esse erro, não é sobre ele que eu quero conversar agora, compreende?”. Num momento de fúria coletiva, o que menos os seguidores e clientes querem saber é quantos anos você tem de mercado e quantos prêmios tem na sua estante, mas sobre o que toda essa experiência pode fazer pra contornar a situação difícil. 

5 – NÃO ESTUDAR A CRISE QUANDO ELA ACABA

Por fim, o ciclo de uma crise só se encerra favorável ao seu negócio se você e a sua equipe estiverem dispostos a conversar sobre. Caso não dediquem um tempo para analisar os motivos, as fontes nem a condução desse momento ruim, ninguém vai aprender nada e quando uma nova crise aparecer, vocês continuarão insistindo nos mesmos erros. Portanto, estude a crise!

Dicas como estas, aqui: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Não entendi!

Falas difíceis e termos técnicos em demasia podem mais distanciar você do seu público do que criar um bom relacionamento entre vocês, sabia?

Não é forçando um comunicação altamente rebuscada que você vai mostrar para as pessoas que tem propriedade para falar sobre determinado assunto, pelo contrário, vai apenas soar arrogante, soberbo e distante.

Colocar-se em ponto de igualdade com a sua audiência, falando a sua língua e oferecendo conteúdos capazes de explicar o que é óbvio pra você, mas não é óbvio pra ela, é o que vai te levar a um nível mais profundo de conexão com o seu público. 

Seja acessível. Tire dúvidas. Fale fácil.

Estou no: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Elementos básicos de um MÍDIA KIT

Pra começar, MÍDIA KIT (MK) é um portfolio que reúne as principais informações do seu trabalho como criador de conteúdos e mostra às marcas um resumo da sua trajetória na Internet. Ter um é importante porque ele é o seu cartão de visita, que vai passar de mão em mão nos departamentos de marketing e agências. Portanto, é um documento que tem que falar por – e super bem de – você.

Listei aqui os elementos básicos que devem compor um bom MK. O meu eu deixo disponível em formato de PDF.

1 – Pra começar, uma bio(grafia) que diz, resumidamente, quem você é;

2 – O que marcou! Uma espécie de #TBT com os melhores momentos da sua carreira até aqui: indicações; citações em pesquisas, trabalhos de TCC, imprensa; premiações; entre outros;

3 – Recordes de audiência: em que redes você está? Quantos seguidores você tem e quantas pessoas você alcança? Quais postagens, editorias e formatos mais bombaram?

4 – PÚBLICO: qual o perfil do seus seguidores? Quem são eles, que idade têm, onde moram?

5 – Mãos à obra! Direcione as marcas interessadas em você. Liste possibilidades de trabalhos e criações relacionadas aos seus conteúdos. Ex: cocriação; publipost; consultoria; cobertura de eventos; palestra…

6 – Inclua registros de trabalhos passados e mostre marcas que já notaram você;

7 – Não vai deixar de fora depoimentos de seguidores e clientes satisfeitos nem suas aparições na imprensa;

8 – Liste o máximo possível de contatos disponíveis;

9 – Preços inbox? Incluir valores pode ser um risco, mas se quiser disponibilizá-los, deixe claro que eles podem sofrer alterações, de acordo com itens como criação, transporte, alimentação, figurino, produção, edição, exclusividade, entre outros.

 

Para mais dicas como estas, me acompanhe no https://www.instagram.com/pettersonfarias/

Conteúdos Digitais na Prática

A quarentena me fez escrever um livro. Conteúdos Digitais na Prática é o primeiro e-book que eu compartilho com o mundo: resultado não só de 4 meses de criação e correções infinitas, mas também de anos de experiência. ⁣⁣

Nele, você vai encontrar 50 dicas práticas sobre planejamento, produção de conteúdos, aplicativos e ferramentas úteis, referências literárias e comportamento web.⁣

Este livro é para:
– empreendedores e autônomos que querem divulgar suas marcas nas redes sociais;
– social medias e creators que querem desenvolver novas técnicas e habilidades;
– estudantes que querem aprender sobre Comunicação e Marketing na web;
– pessoas que ainda se sentem perdidas no mundo digital;

Nele, você vai encontrar:
– 50 dicas sobre texto, foto e vídeo que eu pratico diariamente nas minhas redes;
– técnicas, exemplos, aplicativos, ferramentas e indicações literárias;
– boas práticas para a construção de uma marca forte na Internet;

Neste e-book NÃO TEM:
– dicas de conteúdos e relacionamentos automatizados;
– foco em número de seguidores;
– promessa de crescimento meteórico;
– informações engessadas como “horários nobres”, “melhor rede social para vender” e “frequência de postagens”;

PEGUE O SEU!

O que os leitores falam do e-book Conteúdos Digitais na Prática…


O investimento é de $29,9. Pegue o seu!
Estou também no Instagram: https://www.instagram.com/pettersonfarias/

O que aprendemos com Rupaul’s Drag Race e podemos aplicar em nossas redes sociais

The category is…

Rupaul’s Drag Race: a competição entre drag queens que é, há mais de uma década, sucesso mundial. Entre perucas, maquiagens, looks e shades, 9 lições que o programa nos dá sobre como criar e produzir conteúdos de uma forma única e memorável nas redes sociais.

Now sissy that walk. 👠

1 – Comece com o que tem!

Se hoje a competição de drag queens é um dos programas mais vistos na TV mundial, é porque lá atrás, Rupaul não se importou em começar com um cenário precário e filmagens duvidosas… Pelo contrário, acreditou no projeto e foi assim mesmo.

Se esse é o seu medo hoje, está perdendo tempo. Enquanto você espera o momento ideal, outras pessoas estão construindo suas histórias agora e com o que tem.

2 – “If you can’t love yourself, how in the hell you’re gonna love somebody else?”
“Se você não consegue se amar, como você vai conseguir amar outra pessoa?”

Pare de se comparar. Na Internet, tem espaço para todo mundo. E o seu, ninguém tira. Yvie Oddly, Bianca del Rio e Jinkx Monsoon, por exemplo, são drags com apelos diferentes, mas que venceram justamente porque eram únicas e tinham algo original para oferecer.

3 – Seja adaptável

Sei que você se planejou para entregar um conteúdo campeão nas redes, mas nem sempre as coisas acontecem como imaginamos. Nessas horas, é preciso reconhecer o fracasso e reagir a ele da melhor forma. Nada de entregar os pontos antes de tentar dar a volta por cima. 

Se é para lutar pela sua vida, liberte-se das máscaras e duble como uma campeã. 

4 – Tenha editorias consistentes

Já pensou RuPaul’s Drag Race sem musicais, lipsyncs, provas de costura e Snatch Game? Não seria a mesma coisa. Nas redes sociais, deixe sua marca e fidelize a audiência por meio de editorias criativas, consistentes e originais. Só assim, você será alguém relevante na web. 

5 – Seja surpreendente!

“Mas tudo já foi feito em lipsyncs”…

Se Sasha Velour pensasse dessa forma, ela não teria feito uma das performances mais icônicas do reality NA NONA TEMPORADA. Não é porque todo mundo já falou de moda, literatura ou veganismo na Internet, que você não pode encontrar um jeito único de falar também. 

Observe seu público, busque referências e crie de um jeito surpreendente.

6 – Posicione-se

Enquanto as drags se produzem para mais um desafio semanal, as conversas entre elas também servem para deixar à mostra, a cada programa, posicionamentos, valores e discursos que a comunidade, o reality e a própria Rupaul acreditam, tanto em relação à LGBTfobia, quanto a outros assuntos como política, machismo, racismo e xenofobia.

Não se esconda nas redes sociais. Assim como o público de Rupal’s Drag Race, seus seguidores também querem saber que causas você acredita e defende.

7 – Ouça os feedbacks

Michelle Visage, Carson Kressley e Ross Mathews não estão ali à toa. As críticas e dicas dos jurados são importantíssimas no desenvolvimento das drags durante o programa. Uma das finalistas (contém spoiler) da mais recente edição, Crystal Methyd, é um grande exemplo disso: ouviu os feedbacks e cresceu na competição.

Vulnerabilize-se você também! Esteja atento ao que sua audiência diz e disponível para sempre melhorar o conteúdo que você entrega nas redes. 

8 – Untucked…

… É uma derivação de Rupaul’s Drag Race que, a cada episódio, mostra os bastidores da competição, com fatos, diálogos e desdobramentos que, nem sempre, aparecem no programa e complementam a experiência do espectador. 

Na Internet, as pessoas também amam bastidores. É legal ver produtos, serviços e eventos prontos? Sim, mas é incrível também assistir processos e jornadas que fizeram parte da construção do seu trabalho. Mostre isso para as pessoas. Elas vão se sentir muito mais próximas de você e da sua marca.

9 – Sashay, away!
Para quem é hater e não valoriza o teu conteúdo.

Shantay, you stay!
Para os fãs, seguidores e amigos que vibram contigo. 

O que aprendemos com Sandy e Jr e podemos aplicar nas nossas redes sociais

Este post é dedicado aos fãs de Rupaul’s Drag Race.
Can I Get an Amen?

Veja aqui também: https://www.instagram.com/p/CDZiA7HBZmx/